quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Diz que os 30 estão aí à porta

E a única coisa boa que consigo ver nisso é um pretexto para receber prendas.

Ando viciada em camisolas quentes para usar principalmente com saias e por cima de vestidos, nada a fazer. Esta é da Pepe Jeans e está com um desconto jeitoso. Aqui.

Uma camisola em caxemira, que durasse uma vida, e ainda por cima numa cor gira como estas, também não seria nada mal recebida lá em casa. Aqui.

Só tenho um anel da Pandora, mas sou fã de quase todos. São lindos. Este é um dos mil da marca que também não me importava nadinha de receber. Aqui.


Esta mala já é uma paixão com alguns meses, e é uma daquelas paixões que não estou a conseguir curar. A última vez que a vi estava com 30% de desconto, mas entretanto desapareceu do site e não sei se ainda existirá em loja (aiiii....!).


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Dos planos para os 30

Faço anos no último dia deste mês. Trinta (estou a tentar não panicar com isto mas confesso que, quando tem dias em que uma pessoa se sente com 18, não é fácil assimilar que está a chegar aos 30). 
Já tive grandes planos para esta data (que passavam por fazer uma viagem algures na Ásia). Afinal de contas, se é para entrar na casa dos 30 (cruzes credo, 30!), que seja em grande. Mas com a instabilidade a que tenho estado sujeita nos últimos tempos acabou por não ser muito viável estar a planear uma coisa destas para esta altura (vamos ver se até ao final do ano acontece, porque o desejo de ir à Ásia mantém-se, pois claro).
Entretanto eu já só queria não passar o dia do meu aniversário a trabalhar. Nunca me importei muito com isso,  mas este ano são 30 (nãoooooo!) e não estou em Lisboa, com os colegas que me fazem sentir praticamente em casa, portanto passar o dia de aniversário a trabalhar estava fora de questão (sob pena de entrar em depressão aguda e passar o dia lavada em lágrimas...sim, eu consigo ser dramática).
Comecei então a magicar uma coisa relativamente perto que me entusiasmasse e, depois de Paris ter sido vetada pelo senhor namorado (por motivos que não me apetece partilhar aqui) acabámos por escolher uma cidade que ele já conhece e onde eu só estive mesmo de passagem, e que me fascina imenso: Amesterdão.

Foto tirada daqui.

Marcámos a viagem e o alojamento há coisa de duas semanas, e eu tenho andado num estado tal que não há nada que me entusiasme por aí além, mas ainda tenho duas semanas para ver se me animo com a ideia. Lá havemos de chegar. Porque de certeza que vai ser espetacular. Só pode.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Dias não


Os últimos tempos não têm sido fáceis. Problemas pessoais (antigos) cuja solução depende (maioritariamente) de mim, mas com os quais não estou a conseguir lidar (nada de saúde, portanto nada que não se resolva). Às vezes até acho que encontrei a solução, mas depois não há coragem para seguir em frente com ela e acarretar as suas consequências. Outras vezes tento convencer-me que está mas é tudo bem e eu é que tenho que tratar de mandar embora os macaquinhos que habitam este meu cérebro problemático.
Sempre fui pessimista e um bocado dada ao masoquismo, e mesmo assim tenho conseguido ser feliz na maior parte do tempo, mas quando as minhas decisões implicam sofrimento alheio, e ainda por cima de pessoas que não o merecem, aí deixo de conseguir lidar com a situação. [e enquanto isso, vou sendo eu infeliz]
Há dias em que acho que não aguento mais. Mas eu aguento. Masoquista como sou, isto ainda deve estar longe do fim.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Fim-de-semana

Já não passava o fim-de-semana no Porto para aí há um mês, e apesar de eu adorar andar sempre a passear, já me estava a fazer falta uns dias mais calmos, ainda para mais porque passei os dois dias meia adoentada (uma constipação chata, nada de especial).
No sábado fomos lanchar a um sítio do qual já tinha ouvido falar muito bem, o Moustache. O espaço é muito giro, fez-me lembrar os cafés de Londres, a montra de bolos é muiiito apetecível, e eu, que não sou a maior apreciadora de café "puro" mas adoro um bom capuccino ou latte (coisa rara de encontrar por cá) bebi um latte tão bom, que me fez recuar aos meus tempos londrinos. Para comer, ele pediu um crumble de maçã com caramelo, e eu uma tarte de chocolate com amendoim e flor de sal. Gostei muito do crumble, mas a tarte de chocolate era só assim maravilhosa.


Depois do lanche andámos a passear pela zona, e a fazer uma coisa que eu adoro e que ainda consigo fazer com facilidade pelo Porto, que é andar sem destino a descobrir novos recantos. Desta vez fomos ter a um jardinzito com vista para o rio (acho que se chama Jardim das Virtudes), numa ruela muito simpática, onde nos sentámos a apanhar sol e a aproveitar aquele dia maravilhoso de inverno com um toque de primavera.


Já o domingo foi passado em Braga, com a família do senhor namorado, entre brincadeira com sodôna sobrinha mais linda e comidinha bastante leve (não sou grande fã de carne de porco, mas se é para abrir exceções, que seja aos rojões de sodôna sogra).

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Leituras

2016 foi um ano de preguicite aguda no que toca a leituras. Sempre adorei ler, mas sempre fui um bocadinho de fases no que toca aos meus principais vícios, e o da leitura não tem estado nos seus momentos áureos. Depois de em 2015 ter lido quase 30 livros, em 2016 li apenas 12. Mas não é por aí que deixo de ter sugestões para recomendar. E ontem recebi um comentário duma leitora querida que me perguntou como é que eu andava de leituras, e decidi que não era tarde nem cedo para vos pôr a par do assunto. Ora então vamos lá às últimas leituras que fiz.


Depois de ter adorado "O hipnotista" dos mesmos autores, este "O executor" desiludiu-me. A história não me cativou da mesma forma, nem me tirou o sono da forma (assustadora) como "O hipnotista" tirou. Dei 3 estrelas no Goodreads.


Este "As meninas dos chocolates" relata a vida de algumas trabalhadoras da fábrica de chocolates da Cadbury na altura da II Guerra Mundial. É um livro pesado a nível emocional mas que se lê muito bem. Gostei muito.


Adoro a escrita do Chris Cleave com os seus livros sempre emocionalmente pesados (como eu mais gosto). Este "Menina de Ouro", não tendo sido o meu preferido dele, também é muito bom.


"A criança n.º 44" é outra história bastante pesada que se passa na União Soviética, durante a II Guerra Mundial. Tinha ótimas referências do livro e não desiludiu, gostei muito.




Ouvi falar maravilhas da tetralogia "A amiga genial" da Elena Ferrante, comentei o assunto com uma colega de trabalho que gosta tanto ou mais de ler do que eu e, quando dei por ela, ela tinha comprado os livros todos. O primeiro não me entusiasmou por aí além em termos de história, confesso. Mas o entusiasmo foi crescendo no segundo volume e aumentou mais um bocadinho no terceiro (entretanto estou à espera que a minha amiga acabe de ler o quarto para me emprestar). Há toda uma vertente de telenovela na história, há, mas a escrita e o desenrolar dos acontecimentos são envolventes. Apesar de não simpatizar particularmente com a protagonista (e narradora), tornou-se inevitável a criação de um certo afeto e curiosidade com o que viria a seguir na saga da sua vida e da da sua amiga. É uma leitura que recomendo. Estou ansiosa por pegar no quarto (e último) volume e conhecer o final da história.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Dos saldos

Este ano, para variar um bocadinho, tentei investir em qualidade e não em quantidade, e em peças básicas que acabo por usar imensas vezes. É verdade que sabe pela vida compras pechinchas, mas não é menos verdade que, tirando algumas exceções, as peças mais baratas não duram tanto tempo e muitas vezes no ano a seguir à compra já estão com um aspeto duvidoso (tenho várias malhas baratas da Zara e da Mango que com um ano já não estão propriamente recomendáveis).


Ando mega fã de pullovers do género deste, para usar principalmente com saias e vestidos. Este é da Pepe Jeans (aqui) e comprei-o a metade do preço. É um forninho ambulante e adoro a cor, estou fã (estou a usá-lo nas fotos do post anterior).
[os tamanho da Pepe Jeans é que são estranhos que só eles. Comprei o XXS e mesmo assim fica-me grandito].


Vocês sabem lá o drama que tem sido a minha busca por um simples par de botas pretas que me encham as medidas. É uma saga que já teve início no ano passado e estava a ver que não tinha fim. Entretanto a moda das botas acima do joelho não veio ajudar a minha tarefa, já que sou baixa e ficam-me quase todas pelo umbigo. Encontrei estas no site da Spartoo em promoção, deixei-me iludir pela imagem e pela descrição que dizia que o cano tem 39cm e, como a devolução é gratuita, comprei-as. Pois que não têm 39cm coisa nenhuma (têm mais 10...coisa pouca), ficam-me acima do joelho (e não como à menina da imagem, que deve ter mais 30cm do que eu) mas gostei tanto delas que acho que vou dar a minha busca por terminada.



Tinha o mesmo sobretudo preto, no mínimo, há uns 10 anos. Gosto muito dele mas confesso que já não o podia ver à frente. Nos entretantos apaixonei-me por este da Salsa e esperei pelos (míseros) saldos para comprá-lo.


E pronto, não resisti a este cachecol da Mango, que me vai dar um jeitão no meu local de trabalho (que é assim uma espécie de Sibéria).
E dou por terminadas as minhas compras dos saldos. Agora é fugir dos sites e das lojas,a ver se não me fico pelas boas intenções.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Fim-de-semana de passagem de ano

Os últimos dias do ano foram passados em Lisboa. A quinta e a sexta foram passadas entre trabalho e matar saudades de pessoas queridas. Já o fim de semana teve tempo para o último treino do ano, num dos meus lugares preferidos do mundo, e a passeios bons.

Os últimos quilómetros de 2016 em modo corrida.



Já a passagem de ano (da qual não tenho nem um registo fotográfico) foi passada em casa de amigos e foi mesmo, mesmo boa. A comida estava ótima, o vinho também, foi rir do início ao fim do jantar. Perto da meia noite demos um saltinho às redondezas do Terreiro do Paço (a minha amiga mora lá perto) e depois ainda fomos dançar um pouco. 
Foi um belo fim de 2016 e início de 2017.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

2016 - Parte II (e última)

[Primeira parte aqui]

No fim-de-semana do aniversário do senhor meu namorado, em julho, recebemos os nossos amigos de Lisboa lá em casa. Soube tão bem estarmos todos juntos outra vez.




A meio do mês fomos passar uns dias à minha Madeira. Nadei todos os dias naquela água maravilhosa, fartei-me de comer coisas boas, matei saudades da família...foram dias maravilhosos.

E depois da Madeira era chegada a hora de apanhar um avião com destino à Rússia para conhecer Moscovo, São Petersburgo, e ir a casamento da minha querida amiga russa. Gostámos muito de São Petersburgo, adorámos Moscovo, e o casamento foi uma experiência espetacular.






E no final de setembro/início de outubro tivemos as nossas últimas férias do ano: fomos passar uns dias em Barcelona e outros em Menorca. Ficámos maravilhados com Menorca, as praias são do melhor que já vi (lindas, lindas, lindas!).




Em outubro ainda houve tempo para um fim-de-semana na Madeira, já que ir dar e receber mimos dos papás e avós nunca é demais.

Que 2017 me dê a estabilidade (emocional e não só) que tanto preciso, porque de resto pode continuar tudo como está, que está muito bom. 
E que vocês aí desse lado entrem em 2017 da melhor forma, e que assim continuem ao longo de todo o ano, é o que vos desejo.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Então e prendas de Natal?




[Perdoem-me as fotos meias manhosas, mas era isto ou nada.]

Não me posso queixar. Recebi vários miminhos de pessoas queridas que se lembraram de mim (uma em especial apanhou-me completamente prevenida, o que me deixou meio constrangida, mas adiante). Dos avós (costumo ser eu a tratar da minha prenda porque eles não têm idade nem paciência para isso) tive os oxford fofinhos da Lemon Jelly que andei a namorar durante uns tempos. Os manos ofereceram-me um cachecol, uma camisola de treino e uns brincos muito giros (escolhidos pela cunhada, que eles não se safavam tão bem a escolher). O senhor meu namorado deu-me o relógio Polar para monitorizar os meus treinos (ainda não consegui atinar com aquilo mas hei de lá chegar). E os pais deram-me (para além do belo do envelope recheado) uma surpresa (escolhida pela mãe) que eu não esperava e que amei - o anel da última foto, da Pandora, que eu já tinha dito à minha mãe que gostava (mas disse-lhe que gostava daquilo e de mais mil coisas, por isso não estava à espera).

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

2016

E eis que é chegada a altura de fazer um balanço de 2016.
Foi um ano complicado, este. Foi um ano de muita emoção, de muitas lágrimas, de muitas dúvidas. Mas foi também um ano cheio de coisas boas (como têm sido quase todos, aliás). E são essas que quero guardar comigo para me lembrar sempre do quão privilegiada sou.
O ano começou em Berlim, depois de uma passagem de ano que não correu bem como planeado. Não adorámos a cidade (as temperaturas super baixas também não ajudaram), achámo-la muito (demasiado) austera.


Janeiro acabou com o meu aniversário, que foi comemorado de uma forma muito especial. Fui à Madeira celebrá-lo (coisa que não fazia para aí desde que atingi a maioridade), levei comigo uns amigos, e fizemos a Meia Maratona do Funchal. Foi um dia de aniversário maravilhoso.

No final de fevereiro houve viagem de Marias, para irmos visitar a nossa outra Maria que andava emigrada pelo Canadá. Foram muitas horas enfiadas dentro de aviões e uma estadia relativamente curta, mas soube mesmo bem. Estarmos as três juntas é cada vez mais raro, mas é sempre maravilhoso.

As famosas cataratas do Niagara.

Em março fiz a Meia Maratona de Lisboa, acompanhada - mais uma vez - da minha fiel companheira de corridas. Foi a última corrida que fizemos juntas antes de eu "emigrar" para norte.

O início de abril foi doloroso. Era chegada a altura de me despedir de Lisboa, depois de me ter mudado para lá há 12 anos. Foi uma mudança feita por amor ao senhor meu namorado, que custou horrores.


Esta deve ter sido a primeira foto que tirei depois da mudança para o Porto. A primeira corrida, para fazer o reconhecimento da zona. Estava de coração partido, mas fiquei logo encantada com a vista, pois claro.


Em junho  houve fim-de-semana prolongado em Fiães do Rio. Fizemos glamping, fomos a várias praias fluviais...maravilha!



E em junho tive a primeira visita dos pais à nossa nova casa, no Porto, na altura do São João. Fartámo-nos de passear, foi tão bom.



[Continua. A segunda - e última - parte chegará algures antes do final do ano]

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Natal

E cá estou em de volta da minha querida terra e de mais um Natal passado em família. 
Mais um ano se passou em que as tradições se repetiram: no dia 23 lá fui eu para as compras com a minha mãe, para quem não é Natal a sério se não deixar sempre algumas prendas para a última da hora e à noite houve a volta da praxe pela zona do mercado do Funchal. Os dias 24 e 25 foram passados entre a casa dos avós e a dos pais, e entre prendas, muita comida, sofá e televisão. E ontem foi dia de regressar ao Porto, para hoje voltar ao trabalho.

O bolo mármore que a mãe faz todos os anos por esta altura.

A árvore de Natal do Funchal.

E a despedida da minha querida ilha, ontem no aeroporto.

Até para o ano, minha Madeira.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Começa hoje o meu Natal

[Foto tirada algures em 2015, na minha terra querida]

Quando aterrar na minha Madeira, ao final do dia. Porque o Natal é tradição, e só o consigo sentir na sua plenitude quando lá estou, junto dos meus.
Se não nos voltarmos a "falar" entretanto, tenham um feliz Natal, pessoas queridas que me lêem.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Sorrisos que falam


Colega de trabalho que fez uma visita ao Porto e depois voltou a ver-me em Lisboa dois dias mais tarde (e que não me conhece tão bem quanto isso):
- Não a vi com esse sorriso no Porto. Sempre que a vejo cá por Lisboa está toda sorridente.
E uma pessoa pensa "ui que acertaste em cheio na ferida", faz um sorriso amarelo e diz "Pois...".
Ao que parece, o meu sorriso não engana. Por mais que eu ande distraída ao ponto de achar que as coisas até já estavam a entrar nos eixos, e que até era capaz de conseguir habituar-me a esta nova vida e voltar a ser feliz como era antes.



[Até que chega um momento em que a vida te troca as voltas e te deparas com a possibilidade de voltar e - esta é a parte estranha - nem é por iniciativa tua. E tu, de repente, não sabes se tens estofo emocional para aguentar mais uma destas.]

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Fim-de-semana (o domingo)

Ao final do dia de sábado já estávamos de regresso ao Porto, e no domingo o senhor São Pedro brindou-nos com mais um belo dia de sol.
Uma das maiores dificuldades que temos sentido aqui no Porto é a falta de companhia para sair. Acabamos por sair praticamente sempre só os dois e por mais que gostemos da companhia um do outro faz falta o convívio com outras pessoas. Eu ainda o vou tendo no ginásio, mas o senhor namorado nem isso. Entretanto até já fiz um amigo no ginásio (e não, não é o meu "admirador", que a esse não dou conversa) com quem até faço treinos de musculação de vez em quando (e o bom que é ter companhia para fazer aquilo) e no domingo ele chamou-nos para ir tomar café com a mulher e outros amigos num barzinho muito simpático à beira mar. E nós fomos.


E ao final do dia fomos fazer os 10km da Corrida de São Silvestre do Porto. Não tenho treinado praticamente nada (aliás treino, até umas 5 a 6 vezes por semana, mas é musculação) e fui sem grandes objetivos. Tinha ouvido dizer que havia subidas do demo, e é verdade (tenho a sensação que pelo menos metade da prova foi a subir) mas o facto de ter sido à noite e sem chuva nem vento ajudou e muito. Apesar de ter ido em grupo fiz a prova sozinha e acabei-a numa hora e um minuto (acho que nunca tinha feito 10 quilómetros de prova acima de 1 hora, mas com tanto povo para ultrapassar e tanta subida pelo caminho e tão pouco treino específico foi o melhor que se arranjou).


Ahhhh, fim-de-semana tão bom!