Mostrar mensagens com a etiqueta detox. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta detox. Mostrar todas as mensagens

domingo, 18 de setembro de 2011

Dia 3 - o fim

Pequeno-almoço: sumo de meloa (pouca), 4 pêssegos e morangos. Razoável.

Deliciosos (basta dizer que vieram comigo da Madeira) mas
tiraram-me a fome durante coisa de 20 minutos.

Bebida do almoço: sumo de meloa, maçã e uvas com hortelã-menta
(se tivesse tido pachorra de tirar a pele e as pevides das uvas tinha ficado melhor)

Almoço: salada de alface, canónigos, couve roxa, cogumelos, tomate
e sementes de sésamo (à qual juntei o molho "ketchup" caseiro da véspera)

Lanche: a mesma sobremesa da véspera, que me alimentou por mais de quatro
 horas, uma das quais de corrida (ok, há que admitir que exagerei na dose).

Jantar: salada de espinafres, cogumelos e sementes chia, com
os rebentos de feijão mungo e o pesto caseiro da véspera.

E diz que sim, que levei até ao fim mais uma das "maluqueiras" nas quais me meti (sim, fui chamada de maluca mais de uma vez naquele tom de estou-a-brincar-mas-não-muito mas olhem a minha cara de preocupada - ok, olhar não podem mas podem imaginar um sorriso parvo do género não-me-podia-importar-menos).
A partir do segundo dia comi tanto e tão bem (obrigada Maria, agora sim garantiste o posto vitalício de minha melhor amiga) que não posso dizer que me tenha custado. O que me leva a nem sentir que tenha desintoxicado grande coisa, baseada naquela velha ideia do "para fazer bem tem que doer" (mas eu cumpri as regras todinhas - 3 dias de comida da terra não cozinhada - juro!).

Pensei que ia acabar o detox capaz de matar por um pedaço de pão e nem isso (alerta, alerta, Gelatina Maria foi trocado por um ET algures durante estes três dias).

E posto isto, o estaminé perde o aspecto de blogue de culinária e regressa ao seu andamento normal.

sábado, 17 de setembro de 2011

Dia 2 (ou de como eu até poderia fazer uma semana de detox se tivesse uma cozinheira destas a trabalhar para mim 24/7)

Pequeno almoço (ainda em casa, à la Gelatina): decidi fazer um sumo com as frutas que tinha mais perto de se estragarem e juntei pêra, kiwi e meloa (esta última em maior quantidade que as primeiras). E tive uma agradável surpresa.

Não, não decidimos deitar tudo ao ar (e isto é quantidade para duas pessoas). São hambúrgueres feitos com cogumelos portobello (e decorados com sementes de chia) no lugar do pão e por dentro uma pasta de abacate com tomates. Os palitos de cenoura e pepino são as "batatas fritas" e o ketchup é o molho do hambúrguer com mais tomate acrescentado (muito bom). Acompanhado de sumo de laranja, cenoura e manga.
Um pitéu, é o que vos digo.

Lanche: sobremesa de banana, baunilha e avelã ralada com frutos silvestres (boa todos os dias, com ou sem detox)

Jantar: trio composto por sushi (feito com brotos geminados e uma pasta de beterraba e noz no lugar do arroz) de morango, salada de espinafres com figos e morangos com molho de azeite e vinagre balsâmico (que me curou do trauma da véspera e pôs-me a fazer as pazes com as saladas) e rebentos de feijão mungo com molho pesto caseiro (feito como mandam as regras do crudivorismo, sem parmesão) que estava óptimo.

Apanhado do segundo dia: correu muuuito melhor que o primeiro. Com cozinheiras dotadas e imaginativas como a Maria, não me custava nada fazer um detox de vez em quando (e sem sentir que estou a fazê-lo, que é a parte melhor). Pelo que hoje não me parece que vá inovar grande coisa no menu (em equipa que ganha não se mexe, certo?).

Adenda: todas as receitas na caixa de comentários. Quem é que é amiga, quem é?

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Dia 1 - Menu da responsabilidade de Gelatina Maria

Pequeno almoço: duas fatias de abacaxi e uma manga

Almoço: agrião, rúcula, couve roxa, couve branca, rebentos de feijão mungo, cogumelo portobello,tomate,
cenoura, maçã, abacate, uva, sementes de chia temperado com azeite e vinagre (tudo cru, obviamente)

Primeiro lanche da tarde: sumo de laranja, morangos e framboesas
(para mim, o vencedor do dia, e que até soube bastante bem)
Segundo lanche da tarde (que teria sido o normal manjar dos Deuses,
não fossemos nós já estar fartas de fruta até a pontinha dos cabelos)

Jantar: Alface, agrião, rebentos de feijão mungo, cogumelo porobello, nozes e pinhões
(temperado com azeite e vinagre balsâmico)

Banana congelada com canela (também não é nada mau)

A parte das saladas custou-me muito. Para além de eu nunca ter sido menina de gostar de comer erva (o que não joga nada a meu favor), parecia que o prato não tinha fundo. Cheguei ao ponto de achar que mais valia ralar tudo o que era verde e beber em sumo para despachar o serviço mais rápido.

Conclusão do primeiro dia: Cada um é para o que nasce. E eu, definitivamente, não nasci para ser crudívora.