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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Paris #2

Depois de termos resistido e passado o nosso primeiro dia em Paris sem ir ver a Torre Eiffel de perto (não é propriamente fácil resistir, hã? dêem-nos mérito que merecemos!), no sábado começámos por apanhar um autocarro que nos deixou por lá. Estava um frio de rachar (à volta de 0ºC) e algum nevoeiro (que foi presença constante em todo o fim-de-semana), pelo que as vistas (e as fotografias) não foram as mais espetaculares.




Voltámos a passar pelo Petit Palais (Palácio de Belas Artes de Paris) e visitámos a parte das exposições permanentes, que tem entrada gratuita, onde vimos uma série de pinturas e esculturas do século XV ao XIX.


Notre Dame em modo natalício (entrámos em n igrejas em Paris e todas têm entrada gratuita).




Regressados a casa ao final da tarde e já depois de jantar, fomos ver a zona do Moulin Rouge, que ficava bem pertinho do nosso apartamento.


Depois de um domingo muito preenchido e com direito a jantar especial (ia fazer a descrição neste post, mas ele estava a ficar gigantesco pelo que esse dia vai ter direito a um post só para ele), e de uma segunda feira maravilhosa passada na Disney, terça feira era dia de regresso a Portugal.
Só tínhamos a manhã livre e o tempo não era muito, pelo que decidimos ir à Torre de Monparnasse ver a vista da cidade. Tinha lido maravilhas sobre a vista (ao ponto de ser a melhor da cidade) e, apesar de termos sido brindados com mais um dia cinzento, lá fomos nós. A entrada custa 12€ mas, na minha opinião, vale a pena. Mais uma vez as fotos não ficaram nada de especial por estar um dia tão escuro, mas acredito que, se a vista num dia destes já era tão bonita, num dia de sol deve ser qualquer coisa de inacreditável.


sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

O nosso dia mágico na Disneyland Paris

Deixámos a ida à Disney para o nosso último dia completo por Paris. Apanhámos o comboio para Marne-la-Vallée (custa 15€ por pessoa, ida e volta) e por volta das 10h e pouco estávamos a chegar.
Não foi a minha primeira vez na Disney, mas foi a primeira nesta altura do ano. Havia decorações e espetáculos de Natal, dando um encanto ainda mais especial ao parque.




Cá está um dos muitos espetáculos de rua, com música e personagens natalícios, que teve direito a neve (falsa) e tudo. Muito, muito giro.



Uma pessoa entra nas lojas e apetece comprar tudo: é fofura atrás de fofura.




A ida à Disney só aconteceu porque eu fazia muita questão, porque o senhor namorado dispensava bem a visita. E eu então achei que devia fazer um especial esforço para fazer com que aquele gostasse daquilo pelo menos em 50% do quanto eu gosto. E então tentámos procurar as diversões mais adultas (sendo que eu só fazia questão de andar em duas diversões mais infantis: o Small World (acho a coisa mais fofa) e o Peter Pan (a minha diversão preferida da Disney desde sempre).
Na parte da manhã praticamente não havia filas para andar em nada pelo que "despachámos" logo o Pirata das Caraíbas (muito giro) e a montanha russa do Indiana Jones. Quanto a esta última, eu tinha uma vaga ideia de que aquilo tinha um looping (volta completa, em que ficamos de cabeça para baixo) e, assim sendo, não sei se me apanhariam lá (sou uma medricas do pior nestas coisas). Acontece que - mesmo havendo a interdição de entrada a crianças com menos de 1,40m (e o senhor namorado armou-se em engraçadinho e perguntou ao rapaz se era preciso medir-me para ver se eu podia lá andar) - pensei que, se deixavam entrar crianças, não haveria de ser assim tãooo violento. Pois era. E ainda bem que eu não sabia ao que ia, porque apesar de ter gritado pela minha vida a viagem toda, foi espetacular. Tão bom! (mas é coisa para se fazer antes de comer, senão pode não correr tão bem).


Ao almoço, como não me apetecia comer cachorros quentes a preço de comida decente, decidimos seguir uma dica que tinha lido nos comentários de outro blogue e saímos do parque para ir ao italiano Va Piano meso à entrada dos parques. E foi uma ótima opção. Por uns 15€ por pessoa comi um belo risotto, num espaço calmo e agradável. 


Na parte da tarde as filas já eram maiores, e nós - burros - achámos que a entrada "fast track" era para pessoas com bilhetes especiais, e não uma possibilidade de fazer uma espécie de marcação para andar no divertimento mais tarde (já tinha usado este sistema quando lá fui em 2009 e - burra! - não me lembrava como funcionava), pelo que lá esperámos 50 minutos para andar na Montanha Russa (Big Thunder mountain), mas valeu a pena. É quase tão bom como o Indiana Jones. De resto, perdemos o Peter Pan (esteve avariado durante a tarde), andámos na Casa Assombrada (fraquinha), no Small World e na Branca de Neve (engraçadito).


Já cansados ao final da tarde - e porque a maioria das diversões encerrava às 18h - não esperámos pelo espetáculo com fogo de artifício que há às 19h e lá regressámos ao comboio, antes da confusão pós-espetáculos. 
Foi um dia tão, mas tão feliz!

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Paris #1

[Uma pessoa começa a pensar nos posts da viagem a Paris e apercebe-se que ainda não fez o segundo (e último) post da ida a Viena em setembro mas...no pasa nada, havemos de lá chegar...ou não)].
Mas então Paris...para começar, uma dica de alojamento. Ficámos alojados neste apartamento, em Monmartre, que eu recomendo mesmo muito pelas mais variadas razões: porque a dona (portuguesa, por acaso) é de uma simpatia e disponibilidade espetaculares, porque fica numa rua cheia de lojas amorosas com todo o tipo de comércio, porque tem todas as comodidades e é bem silencioso (tanto a nível de vizinhança como de barulhos do exterior).
A dona Isabel aconselhou-nos a apanhar um taxi de Orly para o apartamento, visto que éramos três pessoas (pois é, sodôna sogra também foi connosco) e as viagens de taxi entre Orly e Paris têm agora um preço fixo de 35€, que acaba por ficar praticamente ao mesmo preço que os transportes públicos quando forem 3 pessoas, como era o nosso caso (o autocarro para o centro custa à volta de 8€, e depois têm que apanhar metro, cujo bilhete individual custa 1,90€).
Paris recebeu-nos na noite de quinta-feira debaixo de um belo nevão. O primeiro da época, ao que parece e, segundo me disse a minha amiga russa que lá vive, nem é coisa que aconteça todos os anos, pelo que tivemos mesmo pontaria. Confesso que a viagem de carro debaixo de neve me deixou algo receosa, mas o taxista não parecia nada preocupado. Foi um cenário bonito de se ver, mas foi o único nevão que apanhámos (de resto só alguma chuva no domingo e dias bem cinzentos).
Não me lembro da última vez que tinha apanhado um taxi no estrangeiro, no aeroporto e, oh senhores, que confortável que foi ser deixada à porta do apartamento, ainda para mais debaixo de neve. Uma maravilha!
Chegámos a "casa" ao início da noite de quinta-feira, só nos apetecia comer qualquer coisa e ir para a cama. Ainda passámos os olhos nos restaurantes ali da rua, mas logo nos apercebemos dos preços poucos simpáticos, ainda para mais quando íamos dali diretos para a cama (detesto deitar-me enfartada), pelo que nos soube pela vida o pão, ovos e tomate que a dona Isabel nos deixou à disposição lá em casa (eu disse que ela era uma simpatia, não disse?). Para além disso, tínhamos café e chá, que também deu um jeitaço.
Na sexta-feira, e porque estávamos na zona de Monmartre, começámos o dia a visitar a zona, com passagem pelo Sacré Coeur.


Ainda havia vestígios da neve da véspera.

A vista sobre Paris, da zona do Sacré Coeur.




Monmartre.

Depois do passeio por Monmartre apanhámos o metro até ao Arco de Triunfo e descemos, a pé, os Campos Elísios, com direito a muitas paragens (mas neste primeiro dia não entrámos em praticamente nenhum sítio, aproveitámos as temperaturas suportável e a ausência de chuva para passear o máximo possível).


























A Torre Eiffel, vista da Ponte Alexandre III.



Jardim das Tulherias. Andámos na roda, no dia seguinte - o bilhete custa 12€ por pessoa - e não foi algo que me tenha fascinado (mas o facto de estar um dia muito cinzento, um frio horroroso e aquilo não ter aquecimento e nos deixarem parados lá dentro durante algum tempo também não ajudou, é um facto).


O Louvre.

A Pont Neuf e os famosos cadeados do amor.


Ao final da tarde, já a caminho de casa, passámos pelas Galerias La Fayette (que estavam algo claustrofóbicas com tanta gente). O edifício tem parte mesmo bonitas que valem a pena a visita, e vimos este "pinheiro" de Natal super original e colorido, e assistimos a um mini espetáculo  de música nesta zona central, à hora certa (não sei se fazem todas as horas).


[Voltarei com um segundo post sobre Paris e outro sobre o dia maravilhoso que passámos na Disney]