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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Fim-de-semana

O sábado começou com uma estreia: estava eu no ginásio descansadinha a terminar o meu treino de perna quando fui desafiada a experimentar uma aula de Cross Moves (que é cross fit, basicamente), coisa que eu nunca tinha feito na minha vida. 
Se já teria sido difícil sem ter feito um treino de musculação antes (perna, ainda por cima), dessa forma então foi de morrer. Mas com muita pena minha (ou então não), eu tenho um ligeiro desvio na coluna que faz com que qualquer exercício que implique muita carga na coluna me deixe cheia de dores (não as dores próprias do exercício físico, obviamente) e foi o que aconteceu ontem (e mantém-se hoje) pelo que, mesmo que eu tivesse muita vontade de me meter mais vezes nisto, a minha coluna não iria achar muita piada a isso.
Mas o facto é que cheguei a casa como há muito não chegava: completamente de rastos. E, dores de costas à parte, foi desafiante pra caraças (e isso é muito bom).
À noite, e porque era mais do que merecido, fomos conhecer um restaurante para o qual tínhamos feito reserva pelo The Fork há semanas: Casa da Comida (a reserva estava feita há semanas porque estavam com uma promoção de 40% e, quando me apercebi dela e quis marcar, já não havia vagas para os próximos tempos).

O restaurante tem uma avaliação de 9,2/10 e tem uma média de preço de 45€ por pessoa, daí que a promoção seja tão tentadora. Os empregados são super atenciosos e o espaço é espetacular (a decoração é mesmo muito bonita): nós ficámos numa espécie de biblioteca toda decorada a rigor.


Pedimos uma sopa de castanha e cogumelos para entrada (boa mas um nadinha enjoativa) e, para prato principal, eu pedi vieiras coradas com risotto de espargos e lima (não sou muito original nas minhas escolhas, sempre que há risotto é para isso que eu me viro) e ele pediu faisão (não me lembro do acompanhamento e o prato não consta do menu no site, não sei porquê). Para sobremesa dividimos um bolo de cenoura com gengibre e gelado de amêndoa. As doses são servidas à restaurante chique (ou seja, nada de grandes farturas) e a comida é boa. O meu prato estava mesmo muito bom (já o faisão não era nada de especial) mas confesso que não gostei o suficiente da experiência para tencionar lá voltar sem o desconto.


Já ontem foi dia de matar saudades do mar. Não estava um  dia maravilhoso, mas soube tão bem o passeio. Não sei porque é que não faço este programa mais vezes no inverno, é que sabe mesmo bem.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Fim-de-semana

Não sei se é por ser inverno (sim, é bem capaz de ser por isso) mas ultimamente, ao fim-de-semana, tenho estado mais caseira e menos virada para passeios (nem parece coisa minha).
Mas se há programa pelo qual saio de casa sempre cheia de vontade, é para conhecer restaurantes novos. E desta vez decidimos ir conhecer um que eu já tinha debaixo de olho há algum tempo, não só pelo espaço (fica no edifício da Embaixada, no Príncipe Real, que é lindo) como pelo menú (está recheado de risottos, que é um prato que eu adoro): o Gin Lovers & Less. E devo dizer que fiquei completamente fã, tanto do espaço (que já conhecia e acho lindo) como da comida e do atendimento. Para entrada pedi um tártaro de salmão com mascarpone e maçã verde que estava delicioso e para prato principal um risotto de limão, vieiras e ovas. A sobremesa foi um brownie com mousse de avelã (que não estando maravilhoso, estava muito bom).

Depois ainda houve passeio pela zona.

O domingo foi muito caseiro, com ida ao ginásio, muitas horas passadas na cozinha entre lanches (sodôna sogra ofereceu-nos uma máquina de fazer waffles, ando à procura de uma receita saborosa e minimamente saudável. desta vez usei farinha e bebida de aveia e não ficaram nada más) e marmitas da semana, e séries (ando a ver The Affair no Netflix, e andamos a ver a temporada mais recente de Shameless na Fox Life).

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Fim-de-semana

Sabem aqueles fins-de-semana tão bons e tão preenchidos que ficamos com a sensação que passou uma semana e não dois dias? O fim-de-semana que passou foi um desses.
Começou com uma visita de senhor pai, com quem aproveitei para ir pela primeira vez ver as luzes de Natal da Baixa (trabalho lá perto e nem assim já as tinha visto decentemente) e no sábado fomos conhecer um restaurante em Algés, o Refúgio, do qual só tenho coisas boas a dizer. Para entrada partilhámos uma dose de mexilhão gratinado com broa de milho que estava divinal. Depois comi um risotto de camarão que também estava ótimo. Para sobremesa partilhámos um cheesecake e um bolo de mousse de chocolate que também estavam ótimos. Para além disso, os funcionários eram todos super simpáticos. 
Depois disso fomos para a Batalha, passar uma noite no hotel Villa Batalha. A ideia era fazer uma escapadela de fim-de-semana num sítio perto e de preferência com SPA (o senhor namorado adora e por questões de saúde também estava a precisar). Jantámos no restaurante do hotel, Adega dos Frades, e gostámos imenso (eu pedi risotto de frango e açafrão, ele comeu perna de pato com creme de cenoura, estavam os dois ótimos).
Já na manhã de domingo aproveitámos para conhecer o Mosteiro da Batalha (a entrada custa 6€, mas aos domingos de manhã não se paga, foi uma bela surpresa). O mosteiro é espetacular, tanto por dentro como por fora, adorei a visita.


[E este é um dos vestidos mega fofos de que vos falei neste post, que comprei em Braga numa lojinha que está cheia de vestidos amorosos que custam uma pechincha.]

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Fim-de-semana

Depois de termos chegado de viagem na terça-feira e termos trabalhado dois dias, um fim-de-semana antecipado e prolongado soube mesmo, mesmo, mesmooo bem.
Deu para as habituais limpezas, compras de supermercado e treinos. Mas também deu para (finalmente) montar a árvore de Natal lá de casa, para ver séries e filmes, para conhecer um restaurante novo e para despachar praticamente todas as prendas de Natal (ieiiii!). Pois é, foi um fim-de-semana bastante produtivo. Tanto que eu acho que deviam ser todos assim, de três dias. Dá ou não dá um jeitaço do caraças?
Tendo eu uma aversão a lojas apinhadas de gente, sabia que tínhamos que tratar das prendas de Natal logo pela manhã, e assim fizemos no sábado. Fomos à Baixa (que continua a ser o meu local favorito para fazer compras, não há shopping que chegue perto do prazer de passear ao ar livre, ainda para mais com o espírito natalício pelo ar), estacionámos longe da confusão, percorremos a Avenida da Liberdade, andámos pelo Chiado que, apesar de ter mais pessoas do que o desejável, estava bastante suportável, e numa manhã despachámos praticamente todas as prendas de Natal (e as restantes já ficaram decididas - que acaba por ser tarefa que dá mais dores de cabeça do que propriamente comprar - e despachadas ontem de manhã). 
Não adoro comprar prendas só-porque-sim, porque a quadra assim o obriga, tenho imensa dificuldade em decidir-me e tenho sempre imenso receio que as pessoas não gostem, por isso é sempre um alívio quando este assunto fica arrumado, sinto que posso finalmente aproveitar a época sem pressões. 


Passeios pela Baixa entre as compras (estou mega fã destes calções da Zara, são tão lindos e confortáveis).

Despachadas que estavam as compras de Natal, fomos almoçar ao restaurante peruano Qosqo, na Rua dos Bacalhoeiros. Fomos atendidos por um senhor super amoroso e atencioso e o espaço também é  muito agradável. 
A comida não é super barata (mas sendo a especialidade os ceviches, não esperava outra coisa. aliás, sítios que ofereçam peixe crú demasiado barato eu desconfio e dispenso) mas é bem confecionada e muito saborosa.
Para entrada partilhámos um tiradito de atúm (é parecido a ceviche, nem sei dizer a diferença) com batata doce e molho de maracujá, e para prato principal eu pedi um tartar de quinoa com atum grelhado e ele pediu um Tacu tacu a la macho (leva carne picada, arroz e molho de marisco) que estavam muito bons (mas não voltaria a comer dois pratos com molho de maracujá, que é algo intenso e no final já dispensava). Para sobremesa, partilhámos um vulcão de chocolate (petit gateau). O senhor namorado - mais difícil de agradar do que eu - está super fã deste restaurante. Já eu, apesar de ter gostado muito, não ficou no meu top (preferi o Segundo Muelle, para o mesmo género de comida).



segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Fim-de-semana (de exame)

Que fim-de-semana tão bom! O que pode parecer estranho, tendo em conta que metade dele foi condicionado pelo exame que fiz na tarde de sábado, mas é que foi mesmo bom, desde o final da sexta-feira até ao fim do dia de ontem.
Para começar, acabei de estudar às 17h de sexta-feira e, apesar do exame só ser na tarde de sábado, não estava stressada nem ansiosa. Permiti-me não ir ao ginásio (também já tinha ido a semana toda), sentei-me no sofá e toca de ver séries. Não estou nada habituada a chegar tão cedo a casa num dia de semana, soube mesmo bem. Dormi 8 horas seguidas, sem acordar a pensar no exame, nem stressada (e cada vez mais contente e orgulhosa por me estar a portar tão bem). 
A manhã de sábado foi dedicada a limpezas (sou demasiado hiperativa, as horas extra de sofá da véspera já tinham sido mais do que suficientes para descansar) e ao início da tarde lá estávamos nós prontinhos para começar o nosso exame (e a manter a calma e, mais uma vez, tão feliz comigo mesma por isso).
Deram-nos o exame para as mãos, comecei a fazê-lo, e só ia pensando "caramba que isto está a correr bem!" (aqui entre nós, ao que parece não era só de estudar que eu tinha saudades, a minha veia weird era capaz de também ter alguma saudadezita de fazer um exame...pois, normalidade não é o meu forte, não). As três horas de exame chegaram ao fim e eu tinha a sensação que se tivesse mais uma hora, tinha coisas para escrever durante todo esse tempo. Mas mesmo assim, a sensação de satisfação era grande (o medo de começar a conversar com os colegas e aperceber-me que metade do que eu achava que tinha acertado afinal estava errado também, mas até ver continuo otimista).
Saímos famintos e decidimos ir à Hamburgueria do Bairro repôr energias e acabar a noite no sofá a ver séries.
Já ontem foi dia de um belo treino de perna, seguido de visita ao restaurante Delfina - Cantina Portuguesa, que não conhecíamos (decidi lá ir porque vi uma foto de uma sobremesa de chocolate deles no Instagram que me fez revirar os olhos, e quando descobri que o restaurante estava com 30% de desconto no The Fork achei que só poderia ser um sinal de que tinha de lá ir.
Eu pedi caril de gambas, o senhor namorado pediu lascada de bacalhau com favas. Nenhum dos pratos era mau (o meu era até bastante bom) mas em termos de relação qualidade (e quantidade, principalmente) preço não ficámos muito satisfeitos. As doses (pelo menos para lambões como nós) não são muito bem servidas, e o bacalhau era frio (uma espécie de salada), o que nos desiludiu um pouco.



Já a sobremesa era mesmo, mesmo boa. Pedi um Pecado de chocolate (é mousse 70% cacau com raspas de laranja e flor de sal) que parecia uma dose pequena mas era super intensa (ao ponto de não ser do agrado de qualquer pessoa). Eu adorei.

Depois andámos a passear um pouco e aproveitar o sol e temperatura maravilhosos.


































Ao final da tarde enfiei-me na cozinha e por lá passei mais de duas horas em experiências culinárias, que é atividade que cada vez me dá mais prazer. Fiz queques saudáveis de cenoura e chocolate (demasiado saudáveis para o gosto do senhor namorado, eu até gostei), adiantei almoços para a semana e fiz a sopa do costume. 
Foi um fim-de-semana mesmo feliz.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Feriado bom

Feriados durante a semana são a melhor coisa de sempre. E o de ontem, para não variar, soube pela vida.
Depois de três dias (que juro que pareceram semanas) parada devido a uma constipação, o dia começou no gym com um belo treino de perna. Depois disso era altura de fazer uma das coisas que mais gosto nesta vida: descobrir um restaurante novo (restaurantes, hotéis, cidades novas...eu gosto mesmo é de laurear a pevide).
A julgar pela velocidade a que a minha lista de restaurantes a conhecer em Lisboa cresce, parece-me que vou ter que viver sensivelmente até ao ano de 2150 para conhecê-los todos (e isto se não aparecer mais nenhum novo nos entretantos) mas, dramas à parte, e como a vontade de experimentar uma coisa diferente era muita, fui à minha lista buscar uma recomendação que me foi feita em tempos, aqui no blogue, por uma seguidora fofinha, a Helena (a quem eu agradeço muito a dica!), e lá fomos nós conhecer o peruano Segundo Muelle, no Cais do Sodré. 
Para começar, o espaço é muito agradável, com uma decoração simples alusiva ao mar. Os empregados que nos atenderam também foram irreprensíveis (muito simpáticos). Quando abri o menu, confesso que entrei em pânico por uns segundos: como é que eu ia conseguir escolher um prato no meio de tanta oferta super apelativa? Não foi fácil, minha gente, não foi fácil! Lá decidi que ia ter que lá voltar várias vezes provar outros pratos, e escolhi um tártaro de atum com abacate (que vinha acompanhado das tostas que podem ver na foto de baixo mas eu preferi arroz, que pedi à parte). O senhor namorado pediu um Tacu Tanque, que nem sei bem explicar o que é, porque leva muiiita coisa (e é enorme, ao contrário do tártaro). É uma especialidade crioula, um "bolo" de arroz com sabor a um enchido qualquer, com salmão fumado e marisco, regada por um molho de marisco (ainda leva mais qualquer coisa mais não me recordo bem...banana?). Para beber pedimos um frozen de lima e outro de maracujá, muito agradável. E a sobremesa foi um bolo (muito húmido e morninho) de chocolate acompanhado de gelado de baunilha. E o que é que eu posso dizer? Do início ao fim, foi uma experiências cinco estrelas! Não é todos os dias que uma pessoa se apaixona assim assolapadamente por um restaurante, e como eu adoro quando isso acontece! Bom, não é preciso dizer que recomendo muito uma visita a este espaço, pois não? (quanto a preços, não é super barato, pagámos 40 e muitos euros, mas na minha opinião foram muito bem gastos).

Depois do almoço fomos dizer olá ao Tejo, debaixo de um calor abrasador, e matar saudades dos tempos em que fazia quilómetros e quilómetros a correr ali pela zona, quando morava na zona da Graça (e estava bem mais virada para as corridas do que estou agora).


segunda-feira, 3 de abril de 2017

Fim-de-semana

O fim-de-semana foi passado em Lisboa, e foi mesmo bom.
O sábado começou com um valente treino de perna no ginásio, ao qual se seguiu um almoço para lá de espetacular. Fui ao site The Fork ver se havia alguma promoção em algum restaurante do qual eu já tivesse ouvido falar, e lá estava O Bastardo (do qual eu tinha as melhores referências) com 30% de desconto. O espaço é mesmo giro (fica num 2º andar com uma vista espetacular sobre a Baixa), o atendimento é muito bom e a comida é ótima (pelo menos tudo o que provámos). Pedi um risotto de abóbora, espinafres e bagas goji que estava absolutamente divinal, recomendo mesmo muito. Também provei o caril de frango com banana e côco que também estava muito bom.





Saímos do restaurante a rebolar em direção a um passeio a pé por Lisboa.



Ontem houve mais uma dose de treino matinal e almoço caseiro, seguido de uma festa de aniversário em modo piquenique na mata de Alvalade, um jardim enorme que eu não conhecia (e devo ter ficado a conhecer apenas 5% daquilo) e que se revelou um espaço muito agradável, ainda para mais com o dia espetacular de primavera que estava ontem.


Fez ontem um ano que me mudei para o Porto, passou-se pouco mais de um mês desde que voltei. E apesar de não estar a viver uma das melhores fases da minha vida, uma coisa mantém-se: Lisboa preenche-me de uma forma especial.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Descoberta gastronómica da semana #5 (e alguns devaneios pelo meio)

Passei o dia de ontem com uma certa melancolia. Sabem aqueles dias em que uma pessoa está em baixo e nem sabe bem porquê? Foi um desses dias. Até que saí do trabalho e a coisa começar a melhorar exponencialmente. Mal saí deparei-me com uma carteira no chão. Fiquei a olhar para ela durante uma fração de segundos, a pensar qualquer coisa do género "Será uma cilada e mal eu a agarrar vai aparecer alguém?". Agarrei e regressei ao trabalho. Tinha os documentos todos do senhor e uns trocos valentes (mais de 200€ em notas). Descobri o número de telemóvel do senhor, com a ajuda de uma colega, e ele foi ter connosco para a reaver. Se tivesse acontecido o mesmo comigo, eu era menina para quase me ajoelhar em frente ao homem e agradecer pela minha vida. O homem deu um sorriso e disse "muito obrigada". Está certo... Mas não deixa de ter sido a minha boa ação do dia. 
Fui para a Baixa fazer tempo (nos entretantos enfiei-me na Zara, e já saí de lá com um saco na mão, mas quanto a esse assunto depois mostro-vos a desgraça ao pormenor) até que me encontrei com umas amigas (a pretexto da visita de uma delas) e fomos jantar. Fomos a um restaurante vegan chamado The Food Temple (na Mouraria, perto do Martim Moniz) absolutamente delicioso e bastante acessível (pagámos pouco mais de 10€ por pessoa). Eu costumo dizer que se tivesse alguém a cozinhar para mim todos os dias era bem capaz de ser vegetariana (vegan não, que eu gosto muito de ovos e queijo), e era capaz de fazer deste restaurante a minha cantina. Que comida mais saborosa.


As entradas: "Queso" de abóbora e cajú com nachos (delicioso), salada de feijão com maionese de alho e noodles com fungos (espécie de cogumelos).

Chá de rosa.

O prato principal, para partilhar: caril de grão, quiabos e pimentos vermelhos com arroz de jasmin. Tão, tão bom!

E para finalizar, bolo de laranja e canela.

Esta foto não é minha, foi rapinada daqui.

E esta daqui.

Confesso que fiquei particularmente curiosa em relação aos ingredientes da maionese (como é que se faz maionese sem ovos?) e do bolo (também delicioso). E fiquei cheia de vontade de lá voltar. Para além da comida ser ótima, os funcionários são mesmo muito simpáticos, e o espaço é muito giro.