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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Fim-de-semana

Ao que parece, desta vez escolhi especialmente bem o fim-de-semana para ir matar saudades da família e da ilha (apesar da viagem já estar comprada há meses, como de costume, que é a única maneira que consigo ir de fim-de-semana a casa sem ficar à beira da falência).
E como tivemos visitas também andámos a "turistar" um pouco e a rever lugares especiais.





































Eira do Serrado


Miradouro do Pico dos Barcelos


Câmara de Lobos

terça-feira, 7 de agosto de 2018

De volta das férias

Depois de nove dias revigorantes pela(s) ilha(s), estou de volta. As minhas férias este verão resumiram-se a cinco dias (úteis), já que as férias "grandes" serão só em outubro. 
Foram dias muito bem aproveitados entre a Madeira e o Porto Santo e entre sol, mergulhos, mimos (e o meu avô mais querido que fez 92 anos e continua com uma alegria e sanidade mental de fazer inveja a muitos jovens?) e comida boa (nada de novo em relação ao costume, portanto). 





Foi um "verão" curto (já que a praia e os mergulhos daqui para a frente hão de ser ser muito poucos), mas foi aproveitado ao máximo.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Fim-de-semana

 Não podia ter pedido mais para este fim-de-semana. Sim, o tempo poderia ter estado ligeiramente mais primaveril (e já agora o Benfica também podia ter ganho) mas deu para fazer tudo o que estava nos planos. Inclusive dar o primeiro mergulho do ano no mar (ieiii!). E passear muito. E comer a comida - maravilhosa - da minha mãezinha. 


Festa da flor no Funchal.



Poncha.


Caminhada matinal em Câmara de Lobos.




Sobremesas saudáveis à la sodôna mãe.



segunda-feira, 5 de março de 2018

Fim-de-semana

Pois é pessoas, fui e vim sã e salva. Mas não sem uns sustos pelo meio.
A viagem para a Madeira teve alguma turbulência, e teve também vontade de matar o piloto. Detesto quando, dentro do avião, dizem que há vento forte na rota. Ora bolas, se não sou eu que vou pilotar o avião nem há nada de útil que possa fazer com essa informação (para além de stressar), não poderiam poupar os passageiros a certos pormenores? Mas pronto, lá se fez a viagem, e a aterragem (a parte mais temível de qualquer viagem) correu muito bem.
No sábado o tempo voltou a piorar e não deu grande hipóteses para passeios. Ainda tentámos, mas sem sucesso, pelo que os passeios deste fim-de-semana se resumiram, literalmente, a sair de casa para: tomar o pequeno-almoço e lanchar (no sábado), comprar pão para o pequeno-almoço, comprar bolinhos para trazer para os colegas em Lisboa e...lanchar (no domingo). Foi um fim-de-semana bastante light, portanto. Mas foi da maneira que fiquei a saber que a Madeira (ou antes, o Funchal) está mesmo muito bem servido neste momento a nível de pastelarias (para além da Penha d'Águia estar muito melhor em termos de oferta mais vasta e espaços mais bonitos), a Viana e A Confeitaria são espetaculares. É caso para dizer que ainda bem que não vivo lá, porque ia ser a santa desgraça.

Cá está o maravilhoso lanche de ontem. A queijada madeirense não é o bolo mais fotogénico do mundo, mas é boooooa!

Foi muito bom matar saudades da família, mas como pessoa hiperativa que sou, a única casa onde não me importo muito de ficar fechada quase um fim-de-semana inteiro sem entrar em parafuso é a minha, porque aí sempre tenho mil e uma coisas com que me entreter (entre arrumações, limpezas e as minhas séries). 
A parte positiva - para além de estar com os meus, claro - foi que entre alertas amarelos em tudo o que era dia e parte do país, fomos e viemos sem grandes problemas, pelo que não nos podemos queixar.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Das férias

Ainda não é desta que o blogue vai voltar ao registo habitual (ainda não recuperei nem a vontade nem a inspiração para tal) mas apeteceu-me vir aqui partilhar um pouco das minhas férias, que começaram na sexta-feira, dia 21. Nesse mesmo dia apanhei um avião rumo à Madeira e por lá passei os últimos dias, com direito a uma passagem (maravilhosa) de quatro dias pelo Porto Santo.
Foram dias dedicados principalmente à família, ao descanso e à natureza. Apanhei muito sol, li muito, fiz imensas caminhadas à beira-mar, comi muita porcaria e nadei imenso. E foi tudo tão bom.



Caminhadas de final de tarde à beira-mar.



A melhor queijada da ilha, na Penha d'Aguia (e o folhado de requeijão e chocolate que não lhe fica nada atrás).


Porto Santo.



E o regresso à Madeira.

[E já estamos de volta à base mas por pouco tempo, já que ainda restam uns diazinhos para aproveitar.]


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Fim-de-semana em casa

Como vos contei no post anterior, este fim-de-semana foi passado na Madeira. Madrugámos no sábado (e hoje) para apanhar voo às 6h da matina (que isto aqui pelo norte a quantidade de voos para a Madeira é bem menor do que em Lisboa). Depois de ter visto as previsões meteorológicas, eu ia com poucas esperanças de conseguir dar o último mergulho do ano (tanto que quase me esquecia de pôr o biquíni na mala), mas estava um dia lindo e lá fomos nós. 


Para mim, não há mar melhor que o da Madeira (nem mesmo o de Menorca). Os mergulhos na Madeira têm sempre um sabor especial, e é o único lugar onde tenho mesmo dificuldade em sair da água, de tão bem que se está lá dentro. Fiquei mais de meia hora a nadar, coisa mais maravilhosa! E o calor que estava quando fomos para a toalha secar? Uma brasa, é só o que vos digo.


De tarde andámos a passear pelo Funchal. Já tinha saudades.


E à noite houve direito a poncha caseira, feita pelos papis.


Já ontem, as previsões meteorológicas cumpriram-se e estava um dia tão, mas tão feio. O céu carregado de nuvens cinzentas, muita chuva e vento, enfim, o dia ideal para ficar em casa. Eu sou pessoa que gosta pouco de passar um dia inteiro enfiada em casa, mas não houve mesmo hipótese para passeios, pelo que o programa do dia passou-se entre o sofá (vimos o filme Wild - Livre, na tradução para português, com a Reese Witherspoon, e gostámos muito) e a cozinha, basicamente, enquanto acompanhávamos as notícias que diziam que os aviões não estavam a conseguir aterrar no aeroporto da Madeira.

Cá estão as lapas deliciosas cozinhadas pela minha mãezinha.

Apesar do domingo passado em casa, a viagem valeu muito a pena (vale sempre). Matei saudades dos meus pais e avós, comi tanta coisa boa (o brownie com mascarpone e suspiro da mãe, atum maravilhoso que não tem nada a ver com o sabor do de cá, bolo do caco feito pelos pais, pão de batata doce, queijadas, e mais uma infinidade de coisas deliciosas), trouxe comidinha da mãe que nos vai dar até metade da semana (e ainda tive direito aos habituais serviços de costureira da minha mãe, o que quer dizer que tenho dois vestidos prontinhos a estrear...ieiii!). 

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Diz que é dia de deixar a ilha

Não dispenso uma viagem à Madeira no verão, principalmente para estar com a minha família, claro, mas aproveitar a praia (e este mar fabuloso) também é uma coisa que me dá um prazer tremendo e sem a qual o verão não tem o mesmo sabor.
Este ano tive que abdicar dos meus dias (quase) sagrados no Porto Santo, porque os dias de férias não são muitos (para além de terem passado de 25 a 22, foi o primeiro ano em que não trouxe férias acumuladas dos anos anteriores) e sei que vai doer ter notícias da famelga quando eles forem para lá passar 10 dias (só de pensar já me dói), mas diz que me espera um casamento (e três cidades para conhecer) ali para este e, não tendo o dom da omnipresença, tive que optar.
Foram poucos dias os que passei na Madeira, mas foram dias em cheio. Mal parei em casa, matei saudades dos avós e manos, estive quase o tempo todo com os meus pais, fui à praia todos os dias, nadei todos os dias menos um, e sempre para aí mais de meia hora em cada dia, fiz uma levada, comi espetada, lapas, queijadas, salada e fruta até não poder mais (não, não são coisas exóticas, mas sabem muito melhor aqui) e ainda tive direito ao brownie, ao crumble, e à mousse de chocolate da mãe (tudo versão fit, que sodôna mãe é uma pessoa muito saudável, mas não resiste a entupir-me de mimo quando cá estou, principalmente quando é por pouco tempo).
Foi pouco tempo, mas foi maravilhoso. E é isso que interessa.






quarta-feira, 20 de julho de 2016

Mais um dia, mais uma descoberta

Vivi na Madeira durante 17 anos, venho cá todos os anos pelo menos duas vezes por ano (mas quase sempre mais) e continuo a descobrir lugares por onde nunca tinha passado.
Face à escassez de areia existente na costa (e à abundância de calhau), o conceito de praia na Madeira acaba por ser ligeiramente diferente daquele a que estão habituadas as pessoas que vêm de fora. Desde que o mar esteja acessível (o que se consegue muitas vezes através da construção de uma plataforma e umas escadas de acesso) e se consiga estender uma toalha de forma minimamente confortável, fazemos uma bela praia mesmo sem areia.
O lugar onde os meus pais nos levaram ontem é mais um dos muitos onde eu nunca tinha ido. Chama-se Calhau da Lapa e só dá para lá chegar de duas formas: de barco (a partir da Ribeira Brava) ou através de um caminho pedestre bastante íngreme (com muita escadaria pelo meio, que convém fazer de sapatilhas) que se faz em coisa de meia hora para cada lado, e que foi a opção que tomámos. A subida, no regresso, não é nada fácil de se fazer, mas é um trajeto que acho que vale muito a pena porque tem várias perspetivas absolutamente maravilhosas do mar.


Algumas paisagens durante o caminho.

Um dos acessos ao mar, lá ao fundo (a plataforma ali no meio, que tem três escadas de acesso ao mar).

E algumas perspetivas da zona da praia propriamente dita.

E a temperatura da água? Uns fabulosos 23ºC. Que maravilha!

terça-feira, 19 de julho de 2016

Por aqui continua tudo a correr às mil maravilhas

Têm sido poucos os momentos que temos parado em casa desde que chegámos à Madeira. A necessidade de compatibilizar esta viagem com a que vamos fazer no final da semana fez com que os dias por aqui, este verão, sejam poucos, pelo que temos aproveitado cada dia ao máximo.
Depois de ontem termos passado a manhã na praia (para não variar) e de eu ter passado mais de meia hora enfiada dentro de água (tenho que levar "créditos" de mar comigo para o norte, já que duvido que consiga alguma vez enfiar-me dentro do mar por lá), na parte da tarde fomos à serra fazer outra coisa que eu também adoro: um trilho numa levada (as levadas são canais contruídos para conduzir a água, como podem ver na terceira e quarta fotos em baixo), a Levada da Serra (fica no Santo da Serra).
Apanhámos algum nevoeiro no caminho mas mesmo assim vimos paisagens dignas de postal.







segunda-feira, 18 de julho de 2016

Fim-de-semana (e início de férias)

Sábado foi dia de acordar bem cedo e ir conhecer o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, de onde parti para a minha Madeira. Porque férias de Verão que não passem também por aqui não são a mesma coisa.
Cheguei sedenta de praia e mar (sobretudo mar), e passei praticamente o fim-de-semana a matar essa sede: em dois dias fomos a três praias, umas delas onde eu nunca tinha ido e nem sei bem como, porque é só espetacular. É a praia do Seixal, na costa norte da ilha, e arrisco-me a dizer que é das praias mais bonitas (se não a mais bonita) da Madeira.







Esta semana devo andar mais assídua pelo Instagram do que pelo blogue, acompanhem-me por .