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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Mais um objetivo riscado da lista


De tudo aquilo a que me propus nos últimos tempos introduzir na minha vida - alguns pequenos (grandes) passos que há muito queria começar mas por um motivo ou outro (normalmente preguiça ou medo do desconhecido) andava a adiar, já só estou em falta com um, que é começar a fazer yoga (e no entanto tenho a perfeita noção que, sendo eu a ansiedade em pessoa, só me ia fazer bem).
Já faço Pilates, já faço terapia com uma psicóloga, já faço voluntariado, já mudei de trabalho para um que é mil vezes mais a minha cara e agora juntei mais um à lista: já faço treino acompanhado com um personal trainer, uma vez por semana. E não é com maior frequência porque, com muita pena minha, não sou rica, porque senão não fazia mais um treino sozinha na vida.
Ainda estou muito no início mas já posso dizer que, para quem se preocupa em fazer bem os exercícios, em variar e em criar novos estímulos para o corpo, treinar com a orientação de um profissional é do melhor que há. 
Depois de uma primeira sessão bastante acessível, ontem fiz um treino completamente fora da minha zona de conforto, onde basicamente trabalhei tudo o que não gosto (membros superiores e cardio bastante "agressivo"), e posso dizer que não sentia aquela exaustão, aquela sensação de estar a um triz de cair para o lado (literalmente) ou vomitar de tanto esforço (perdoem-me o discurso tão gráfico mas é mesmo verdade) desde que fui "obrigada" a um pseudo sprint no final de uma meia maratona, há mais de dois anos.
É mesmo verdade que o treino acompanhado, na grande maioria das vezes, obriga-nos a um esforço bem maior do que aquele que faríamos sozinhos. Porque, convenhamos, ninguém gosta de sofrer, e se não tivermos um "polícia" em cima acabamos por estabelecer limites bem menos ambiciosos, ou a, mesmo que inconscientemente, dar bem menos do que o nosso máximo. 
Isto tudo para dizer que risquei mais um item da lista de novas atividades a inserir na minha vida, e apesar de hoje parecer que me passou um camião em cima, estou mesmo muito satisfeita por ter dado este passo.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Gelatina fit na cozinha: Queques de pêra, amêndoa e bolacha

A cada dia que passa preocupo-me mais com a minha saúde, em comer bem e em ter um estilo de vida saudável. Não o faço com esforço, faço com prazer. E se há coisa que adoro é pôr-me na cozinha a inventar receitas saudáveis e saborosas (ou a reproduzir algumas que vou vendo por aí e que me parecem interessantes). 
Não sou a melhor cozinheira do mundo, estou bem longe disso, mas adoro o desafio de fazer coisas saborosas e saudáveis (o meu grande exemplo - de verdadeiro sucesso, já agora - é a minha mãe, que é tão ou mais preocupada com a saúde do que eu, e que faz pratos, doces ou salgados, sempre maravilhosos e que eu sei sempre que foram feitos só com ingredientes saudáveis).
Faço panquecas praticamente todos os domingos à tarde, congelo-as, e vou comendo durante a semana, no meu lanche da manhã. 
Para não comer sempre a mesma coisa, vou variando nos ingredientes. 
Mas a base é sempre a mesma: 
  • dois ovos, 
  • se tiver fruta a ficar muito madura (pêras, maçãs ou bananas) uso uma ou duas, 
  • uma caneca de bebida vegetal (a que estiver a consumir no momento: entre amêndoa, aveia, arroz ou côco) e
  •  outra caneca com uma colher de sobremesa de fermento, depois 1/3 da caneca com linhaça moída, às vezes junto ou pouco de côco ralado e/ou frutos secos, e outra farinha qualquer até encher o resto da caneca (aveia e espelta são as que mais uso).
Feito isto, trituro na liquidificadora e vou juntando mais farinha aos poucos (normalmente ainda junto mais o equivalente a meia caneca) até obter a consistência pretendida. Às vezes junto dois quadradinhos de chocolate negro. Se for preciso adoçar, junto mel ou açúcar de côco (quando ponho fruta ou farinhas de sabor não é preciso adoçar).
Esta base serve para fazer panquecas (dá para umas 10), mas também serve para fazer papas ou queques.
No outro dia estava inspirada e sairam-me das mãos os queques mais saborosos que já fiz.


Até o senhor namorado brincou comigo e disse que eu me tinha enganado na receita (não é fácil agradar o homem com receitas saudáveis. eu deliro com elas, já ele...ainda tem muito para educar naquele seu paladar. lá chegaremos =)).
Os ingredientes foram:
  • Dois ovos
  • Duas pêras bem maduras
  • Duas colheres de sopa bem cheias de manteiga de amêndoa
  • Uma chávena de bebida vegetal de côco
  • Uma chávena (e meia) com: uma colher de sopa de fermento, 6 colheres de sopa de linhaça moída, duas colheres de sopa de côco ralado, e o restante com farinha de aveia instantânea da prozis de sabor a bolacha, que é a minha farinha de sabor preferida (sabe a bolacha maria, é docinha qb mas leva pouco açúcar). Sem esta farinha de sabor, convinha meter um pouco de mel/açúcar.
  • Dois quadradinhos de chocolate negro
Depois foi só pôr em formas de silicone e levar ao forno, a uns 180ºC, durante uns 10/15 minutos. Estavam deliciosos. É uma receita para repetir, sem dúvida.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Ainda do fim-de-semana: o domingo

Regressei de Lisboa ao final da tarde de sábado, para domingo de manhã ir fazer o Trail das Nozes, em Gondomar. Nunca tinha feito uma corrida do género e não corria há mais de um mês, mas como fui desafiada por duas amigas que não têm tanta experiência como eu no mundo da corrida, decidi aceitar o convite e ir sem treino específico (para além do de ginásio) e sem o mínimo de expetativas em termos de tempo de prova.
A distância do trail foi de 12 km, e, segundo a classificação oficial, era um trail difícil. Tinha muitas subidas e descidas (era incapaz de fazer aquilo num dia de chuva), zonas em que só dava para passar uma pessoa de cada vez (e às vezes éramos obrigados a andar se a pessoa da frente estivesse a andar), e só havia um abastecimento de água por volta do 7º quilómetro (claramente insuficiente num dia tão quente). Estava um dia de céu aberto mas a maior parte do percurso era à sombra, no meio da floresta (o que me poupou a bela da dor de cabeça pós-corrida matinal do costume, sempre causada pelo sol).



O balanço da experiência? Muito, muito positivo. Adorei! Combinar natureza com corrida, duas coisas de que gosto tanto, soube mesmo bem. Tão bem que sou menina para ficar viciada nisto. Fizemos a prova em pouco mais de duas horas e acabámos as três sem lesões nem tombos, o que, para uma estreia, já é qualquer coisa.
Já a parte da tarde foi passada a aproveitar a tarde de verão com que o outono nos presenteou (tão bom!).



sexta-feira, 1 de julho de 2016

Resultados e motivação extra

Há um mês atrás, quando fiz a segunda avaliação física no ginásio, fiquei meia desmotivada, confesso. Após um mês em que fui ao ginásio, religiosamente, entre 4 a 6 vezes por semana (mas com pouco contacto com as máquinas de musculação), ver a percentagem de massa gorda aumentar teve um sabor ligeiramente amargo.
Nesse dia, prometi à instrutora (e a mim própria) que ia dedicar-me mais à musculação, e cheguei a casa e inclusive fiz uma aposta com o senhor meu namorado (um fofo, que não precisava de alinhar comigo nisto) em relação aos doces (que são o meu ponto fraco no que toca à alimentação, porque de resto sou bastante regrada até, e achei que grande parte da "culpa" da minha avaliação estava neles). Combinámos que só podíamos comer duas gordices por semana e dois croissants (como vêem , até não fui muito radical) e quem ultrapassasse esse limiar punha dinheiro no nosso mealheiro (2€ na primeira infração, 3€ na segunda, e assim sucessivamente). Passou-se o mês de junho e nenhum de nós teve que pôr dinheiro no mealheiro (mas permitimo-nos duas gordices extra no fim-de-semana do São João. tínhamos cá os meus pais e uma pessoa também não é de ferro, não é verdade?).
Aliado a isso, foquei-me nas aulas de Global Training várias vezes por semana (é uma combinação de cardio e localizada, com maior peso para esta última) e fiz a musculação do meu plano de treinos pelo menos duas vezes por semana.


Um mês depois (ontem), saí do ginásio toda feliz da vida depois da minha avaliação física (e com o ego inchado graças aos grandes elogios do instrutor).
O meu peso é exatamente o mesmo que há um mês atrás (50kg redondinhos, nem mais 100gr, nem menos 100gr) mas perdi 4% de massa gorda e ganhei 2kg de massa muscular. O que só prova que, de facto, o esforço compensa. E com estes resultados até sou capaz de estar a começar a gostar um bocadinho (mas só mesmo um bocadinho, hã? nada de exageros) desta coisa da musculação.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Nova avaliação física um mês depois

(and fatter)

E mais 1 quilo de massa gorda em cima. Pois é, ao que parece passar a vida no ginásio e nas pastelarias é capaz de não ser lá grande equilíbrio.
Apesar de eu me portar bem nas refeições principais e durante a semana em geral, ando a exagerar nos doces ao fim-de-semana (ok, para dizer a verdade, e nos feriados, e às vezes nas vésperas de fim-de-semana, e por aí adiante). Ah e tal, olha uns croissants que ainda não provámos. Ah e tal, já que vamos passear ali, já agora lanchamos um bolinho. Ah e tal, ouvi falar numa pastelaria muito boa mesmo aqui perto. Ah e tal, eu treino eu posso.
E pronto, um mês depois, a balança no ginásio mostrou mais 1,100 kg, sendo que 1 kg é de massa gorda (com o peso a mais posso eu bem, até porque estou longe de ter excesso, a parte de ser massa gorda é que já não tem tanta piada quando uma pessoa até anda a levantar pesos e fazer pela vida...ou esforçar-se, pelo menos).
Agora tenho um plano de treino de musculação para cumprir (a ver se o faço pelo menos duas vezes por semana) e indicação para evitar aulas de cardio (todas as que eu gosto, portanto) e focar em todas as que eu não aprecio (Pilates, Body Pump e afins). Pediram-me para seguir o plano à risca, para ver se resulta ou se é preciso ajustar.
Eu recuso-me a deixar de ir ao Zumba (mas também não acho que aquilo seja um cardio por aí além porque não sinto que me exija grande esforço físico) e não tenciono deixar de correr (apesar de não o fazer há um mês), mas prometo que vou dar o meu melhor e tentar ser tão feliz a meio de máquinas de musculação como sou a fazer Body Attack ou Zumba. E tentar fazer uma pausa nesta minha missão de experimentar todos os croissants (e confeitarias) do Porto (mas não prometo nada, hã?). Daqui a um mês digo-vos se o esforço compensou.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Avaliação física

Sempre fiz desporto toda a minha vida mas, há que confessar, nunca tive grande jeito para a coisa. Pratiquei várias modalidades (ténis de campo, voleibol, e, um pouco mais a sério, ténis de mesa durante quase uma década) mas o entusiasmo nunca foi dos maiores. Quanto às aulas de educação física, eu era aquele género de aluna que tem boas notas em todas as disciplinas... menos nessa (e em educação visual e afins, esse é outro talento que não tenho nem nunca tive).
Entretanto, desde que passei uma temporada em França, em 2011 (e vi o meu corpo a aumentar exponencialmente de tamanho) que comecei a correr, e de há dois anos para cá vou também ao ginásio. E tanto a corrida como o ginásio, aos poucos, tornaram-se vícios. Atividades que eu faço não só porque fazem bem à saúde mas também porque me dão imenso prazer. E desde então tenho feito 4 a 5 treinos semanais, em média (com os mais variados tipos de treino).
Há muito tempo que não fazia uma avaliação física, e fi-lo ontem, no meu novo ginásio (e daqui para a frente farei todos os meses). Subi para a balança muito a medo (não pelo meu peso, mas pela percentagem de massa gorda, que sempre foi o meu ponto fraco), e fiquei agradavelmente surpreendida: 18,8% (quando, em tempos não tão longínquos quanto isso, em balanças que não sei se serão fiáveis a 100%, esses mesmos níveis ultrapassavam os 25%). 
Agora é continuar a insistir na parte da musculação (que é aquilo que não me dá prazer nenhum) em detrimento do cardio (isso sim, adoro) e tratar, acima de tudo, de aumentar a massa muscular. Vamos a isso!