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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Fim-de-semana

Não era suposto termos passado o fim-de-semana em Lisboa mas na quarta-feira passada recebemos um email da administração do condomínio do nosso prédio a avisar que iam limpar as chaminés no sábado e precisavam de acesso às frações e lá decidimos ficar (de vez em quando aparecem-nos baratas na cozinha - não fazemos ideia de onde nem o porquê - e tivemos esperança que esta limpeza estivesse relacionada com esse assunto e possa ajudar a resolver o problema). Mas receber este tipo de aviso com dois dias de antecedência, mostrando uma enorme falta de consideração do tempo e vida alheia é coisa que me tira do sério.
Mas lá ficámos nós por Lisboa e no sábado, depois de termos o assunto da chaminé tratado, fomos lanchar a um lugar que ainda não conhecíamos - o Zenith Lisboa - e dar um passeio pela zona.






































Dividimos uma panqueca com nutella (muito saborosa e bem servida - eram duas, na verdade) e eu bebi um latte com leite de amêndoa que estava também muito bom. O espaço é muito giro. Já o preço não é super barato mas já se sabe que estes sítios da moda - ainda para mais em Lisboa - normalmente pagam-se bem.
Depois disso passeámos pelo Torel.






































De ontem não tenho fotos mas decidimos ir à praia e foi só o melhor dia de praia que fiz este ano em Portugal continental, tanto que consegui molhar-me da cabeça aos pés e nadar (isto é coisa muito rara de acontecer comigo, acreditem). Se tiver sido a nossa despedida do verão em modo praia, foi uma despedida maravilhosa.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Fim-de-semana

Mais um fim-de-semana de verão tão bom que se passou.
Os planos de sábado passavam por uma ida à praia, mas entretanto tivemos um convite de uns amigos queridos para passar o domingo em casa deles e acabámos por decidir ficar por Lisboa no sábado a para tratar de (mais) umas mudanças lá por casa. 
Enquanto isso, aproveitámos também para conhecer um novo restaurante. O senhor namorado adora comida brasileira (e rodízio então nem se fala) e eu não sou a maior fã de rodízios em que as opções são carne e mais carne, pelo que quando descobri um brasileiro todo catita no The Fork com mais opções para além de carne e ainda por cima com desconto, decidi fazer o gostinho ao meu amor e fomos conhecer o Bossa. O espaço está bem decorado e os funcionários são simpáticos.





































 Eu pedi bobó de camarão com arroz de cajú. Acho que nunca tinha comido este prato, e nem sei bem dizer o que é que levava o molho, mas gostei muito.

O senhor namorado pediu a bela da picanha, que estava muito boa também (embora salgadita).






































Para sobremesa partilhámos uma tapioca de morango com brigadeiro que (apesar de os brigadeiros serem um pouco rijos) estava muito boa, principalmente o creme de avelã e o gelado, uma delícia!
Já ontem fomos conhecer a casa dos amigos queridos que fizemos no Peru e passámos uma bela tarde no jardim entre muita comida e conversa boa.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Fim-de-semana

Este blogue continua em modo "relatos de fim-de-semana" até inspiração para mais. E isto porque me recuso a deixar a preguiça vencer-me por completo, e porque os meus fins-de-semana têm sido mesmo bons (e eu gosto de registar os momentos felizes da minha vida para me ajudar a recordá-los mais tarde).
Ainda não foi desta que passámos o fim-de-semana todo em Lisboa. E ainda bem, porque foi tão bom.
Passámos o sábado na praia, em Porto Covo, com os primos do senhor namorado. Até consegui enfiar-me no mar e tudo, vejam só (acho que não fazia esta proeza, em Portugal Continental, para aí desde 2015).

O domingo foi bem mais caseiro mas não menos preenchido. Para além das tarefas do costume, estreei-me na arte da bricolagem a pintar um móvel, e não é que gostei mesmo daquilo? 
Normalmente este tipo de coisas é o senhor namorado que faz, mas desta vez como ele não estava muito convencido com a minha ideia de pintar aquele móvel, eu estava a ver que ia ter que esperar uma vida para ele tomar iniciativa de fazê-lo. E foi o melhor que podia ter acontecido, porque foi da maneira que descobri (quem sabe?) um novo hobbie. 
E isto de, aos poucos, ir deixando aquela casa cada vez mais com a nossa cara, dá-me uma satisfação tremenda.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Fim-de-semana em Viana

Mais um fim-de-semana de verão passado em modo passeio. Desta vez a norte, em terras de sodôna sogra para ver, ao vivo e pela primeira vez, as festas da Romaria da Sra. da Agonia.
Levámos uns amigos connosco que nunca tinham ido a Viana, pelo que foi passeata o fim-de-semana todo. 
Vimos o cortejo da tarde de sábado o qual, apesar de ter achado muito giro, acho também que poderia ser ligeiramente mais curto (duas horas, ainda para mais com o calor que estava, tornou-se um bocadinho maçador), andámos a passear pela feira à noite, e na manhã de domingo fomos a Santa Luzia.
Não tirei muitas fotografias, primeiro porque estava demasiada confusão para conseguir fotografar alguma coisa de jeito e depois porque estávamos acompanhados e não quis maçar os nossos amigos.
Deixo apenas um "cheirinho" do nosso passeio de domingo em Santa Luzia.







































segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Fim-de-semana de passeio

Os meus pais estão de férias e vieram passar uns dias connosco. E então decidimos ir passar o fim-de-semana perto de Lisboa, para passear um pouco e não andar sempre pelos mesmos sítios. Como decidimos fazer isto com pouco mais de uma semana de antecedência a oferta de alojamento que preenchesse os nossos critérios já não era muito abundante, mas lá descobrimos um lugar encantador no Redondo, em Évora. Chama-se Convento de São Paulo e é um antigo convento, do século IV, lindíssimo tanto por dentro como na sua envolvente, com duas piscinas e muito espaço para passear. 













































Passámos o final da tarde de sábado numa das piscinas e a manhã de domingo na outra. Como não nos apetecia pegar no carro, jantámos no hotel (a comida não era má, mas estava muita gente e esperámos mais de uma hora para comer) e depois fomos para o jardim desfrutar do som do campo e ver as estrelas (e que céu lindo que estava). Adoro estes programas rurais (desde que não durem muito tempo), tanto no inverno como no verão. E este programa de verão, a quatro, vai ficar guardado  com especial carinho. 
Já a caminho de Lisboa, parámos para almoçar em Estremoz, num restaurante que estava recomendado no Tripadvisor, chamado Alecrim. O restaurante não é super barato, mas ficámos fãs, tanto do espaço como da comida (a sobremesa então...comemos uma trilogia de chocolate dos deuses!).
Que fim-de-semana em família tão bom!

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Fim-de-semana

Agora que tenho que voltar em força ao estudo - isso a juntar às mil coisas que tenho para rearrumar/mandar para o lixo/redecorar lá em casa - e sendo eu pessoa que não sabe estar dentro de casa e ver um raio de sol que se sente logo a desperdiçar o dia, dou por mim a desejar secretamente fins-de-semana de chuva  que não me deixem de consciência "pesada" por ficar em casa em vez de estar a aproveitar a vida fora de quatro paredes. Mas enquanto isso não acontece, e a vontade de laurear a pevide fala mais alto, lá vamos aproveitanto o bom tempo deste início de outono. Como no fim-de-semana que passou, que foi tão, tão bom.
No sábado estava mesmo com vontade de passear na natureza. Ainda pensei na Serra da Arrábida mas não conhecemos bem aquilo e achámos que requeria algum planeamento sob pena de nos perdermos lá pelo meio, e decidimos ir a Mafra. 


Pensámos em visitar o convento mas quando vi a indicação para a Tapada de Mafra pensei "É mesmo isto que me está a apetecer fazer.", pelo que a visita ao centro de Mafra foi muito breve.
Confesso que ao início me fez alguma confusão ter pago 6,5€ (o preço do passeio pedestre. também se pode fazer a visita de comboio, cavalo, bicicleta e carro elétrico) para passear num lugar que, apesar de bonito, é igual a tantos outros que temos pelo nosso país. Mas depois de termos visto veados, javalis, e de termos assistido a uma explicação sobre falcoaria (treino de aves de rapina) e demonstração de voos fiquei a achar que o dinheiro tinha sido bem gasto. 
Para além disso, aprendi que as plantas têm sexo (não só têm sexo como descobri essa informação quando li a descrição duma árvore que dizia ser hermafrodita) como ainda aprendi que os chifres dos veados caem uma vez por ano, por altura da primavera, quais árvores de folha caduca.


Pobres bichos, são feiínhos todos os dias.

Olá, Outono!

Conseguem ver o veado ali ao fundo?

Apanhámos uns cenários amorosos montados no meio da floresta para um casamento que ia decorrer ali.

O domingo começou em pecado, com um belo pequeno-almoço nos Pastéis de Belém e teve direito a passeio aos jardins do Palácio de Belém, onde estava a decorrer a Festa do Livro: uma feira do livro com livros na sua grande maioria de autores portugueses. Para além dos jardins serem muito bonitos, o espaço da feira estava muito engraçado. Valeu muito a pena a visita.



segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Fim-de-semana

Estou para cá vir dar-vos um pequeno update (muito pouco interessante, aviso já) sobre as últimas semanas. Mas enquanto isso não acontece, aqui fica um registo fotográfico de um fim-de-semana de verão calminho mas muito bem passado.

Início de sábado no Choupana Caffé.

Leituras de verão numa bela tarde de praia.

Fomos conhecer a Hamburgueria do Bairro, no Restelo. Gostei bastante.

E depois houve passeio pelo meu lugar favorito de Lisboa.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Fim-de-semana

Mais um fim-de-semana de verão tão bom (e o último, ao que parece, mas espero que só no calendário porque eu ainda não estou preparada para receber o outono).

Sábado foi dia de ir conhecer mais uma hamburgueria, a Dona Maria Pregaria. Gostámos muito do atendimento, dos hambúrgueres e da batata frita (eu que não sou fã de batata frita, achei esta mesmo boa) mas as limonadas que pedimos (uma de laranja e outra de maracujá) sabiam a sumo de pacote. E o atendimento foi um bocado lento. Para sobremesa, a par das normais, tinham versões miniatura, ideia que achei espetacular (não sei como é que não há mais restaurantes a adotar esta ideia) e comemos cada um uma.

À noite houve sessão de cinema caseira: vimos o Eye in the sky (Decisão de risco), um drama sobre terrorismo. O filme é muito, muito bom. Passamos mais de metade do tempo do filme com a respiração em suspenso e o coração acelerado, de tão emocionante que é a história. Recomendo mesmo.

No domingo tínhamos um Mini Maratona marcada para fazer em modo caminhada com algum pessoal do trabalho. Ainda ponderei inscrever-me na Meia, mas não tenho treinado (o máximo que corri nos últimos meses foram 11 km) e não tinha companhia (a minha companheira de todas as distâncias está em Lisboa, snif) e então lá decidi ir caminhar com o pessoal. Para dificultar um bocadinho o desafio, decidimos deixar o carro em casa e fazer o trajeto até à partida (4,5 km) e da meta até casa (5,5 km) a correr. E assim fizemos. Na foto de cima já tínhamos feito o nosso aquecimento de 4,5 km em modo corrida.


E o que dizer da sensação de fazer uma caminhada depois de já ter estado mais de uma vez do lado da Meia Maratona? Não foi boa, não senhor, tenho que admitir. Primeiro, porque íamos em modo mega lento e eu até gosto de caminhar, mas é em passo acelerado. Depois foi aquela sensação de chegar à meta depois de 6 km (e 1h38m!!) e olhar para o lado e ver o pessoal dos 21km a chegar...foi frustrante. O passeio foi giro, a companhia era boa, mas eu gosto mesmo é de correr, dar o litro. Acho que estou a precisar de repetir o desafio dos 21 km, essa é que é essa.

Depois de uma manhã de céu aberto e vento fraco no Porto, achámos que podia estar o mesmo tempo na praia (a esperança é a última a morrer). Pois que não estava. Ainda nos abrigámos bem ao pé de umas rochas, mas não, não estava agradável. 

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Fim-de-semana

Que fim-de-semana tão preenchido e tão bom, este que passou.

No sábado, ao almoço, e porque a vontade de comer sushi era muita, fomos conhecer o Domo (um dos restaurantes que estava na minha longa lista de tudo o que quero experimentar no Porto). Fizemos marcação mas o restaurante estava vazio. Adorei a louça (acho que já a vi na Loja do Gato Preto e não me importava nada de ter um conjunto igual em casa), o peixe sabia mesmo a fresco, e era muito saboroso. Não é baratíssimo (pagámos 38€ por dois conjuntos de 16 peças mais um que devia ter umas 8, e duas limonadas), mas a verdade é que desconfio sempre quando o sushi é muito barato.

Decidimos ir comer a sobremesa à Cremosi, que nunca desilude. Os gelados lá são ótimos, mas os bolos não ficam nada atrás. Têm uma apresentação e sabor maravilhosos. 


Depois demos um saltinho aos jardins do Palácio de Cristal para fazer uma visita à Feira do Livro. O espaço está engraçado mas, talvez por eu estar habituada à feira de Lisboa, fiquei desiludida com a oferta (achei reduzida) e os descontos (na sua maioria bastante fraquinhos e havia poucas promoções do género "livro do dia" com um desconto maior). Conclusão: comprámos apenas o guia de Barcelona, para as próximas férias (ao mesmo preço a que o teríamos encontrado na Fnac, com os habituais 10% de desconto de cartão aderente).

Ao final da tarde ele fez-me companhia numa corrida à beira rio (e mar). O tempo estava perfeito para correr, nublado e fresquinho, fizemos 11 quilómetros que souberam mesmo, mesmo bem.


Ontem acordámos com vontade de fazer uma praiazita, programa que no Porto não estava muito apetecível: para além das temperaturas não estarem muito altas, estava nevoeiro na nossa zona. Fomos então almoçar a Braga e depois lá seguimos à procura duma praia fluvial. 
O senhor meu namorado tinha uma praia específica em mente, mas quando deu por ela estávamos num sítio que em lado nenhum estava indicado com praia fluvial, e que não era o que ele tinha planeado (em Vila Verde). A única desvantagem daquela praia era o facto de a água não ser muito funda (conseguimos molhar o corpo todo, mas para nadar era preciso algum cuidado para não bater no fundo), mas o facto de estar quase deserta foi maravilhoso. Depois de termos ido à água, deitámo-nos na toalha, com o som da natureza como pano de fundo (adoro o som da água a correr no rio), com uma temperatura ambiente espetacular, e fizemos uma daquelas sonecas mesmo boas. 
E ainda bem que aproveitámos, já que parece que esta semana já temos aí o outono em força, não é verdade?

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Fim-de-semana

O senhor meu namorado foi a Lisboa em trabalho na sexta e aproveitou para ficar até sábado e ir à Costa matar saudades do mar (caso ainda não tenha mencionado o assunto - deve ter sido só umas 50 vezes - estamos a dar um bocadinho em malucos com este mar gelado do norte. e sim, o homem é nortenho, mas quatro anos de praia em Lisboa deixaram-no mal habituado). Ainda ponderei ir ter com ele e passarmos lá o fim-de-semana, mas lá me decidi a ficar por cá.
O sábado não foi um dia propriamente entusiasmante. Depois de 10 horas de sono (maravilha), fui ao gym fazer um treino de superiores (quem me viu e quem me vê com isto da musculação. estou mega curiosa com a avaliação física que vou fazer dentro de dias) e passei a tarde em modo limpezas e ronha, em casa. Ao final da tarde, e antes do senhor namorado chegar, e porque a zumba para mim é 1% desporto e 99% prazer, lá se deu uma estreia na minha vida: fui segunda vez ao ginásio, no mesmo dia.
O domingo foi dia de ir a Braga almoçar com a família do senhor namorado, e depois fomos a uma praia fluvial ali perto, em Adaúfe.





Não estava vento, estavam mais de 30ºC, e foi ma-ra-vi-lho-so! Não nadava desde julho, na Madeira, e as saudades eram monstras. A água estava longe de estar quente, mas bastante suportável. Estava ali e a perguntar-me ao senhor namorado porque é que já estamos em setembro e era a primeira vez que estávamos a fazer aquele programa, quando vamos a Braga tantas vezes. Mas espero ainda ir a tempo de remediar essa falha e voltar àquela praia este ano. Foi, sem dúvida, o melhor momento do meu fim-de-semana.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Fim-de-semana

No mundo perfeito teria sido um fim-de-semana de biquínis, pés na areia e mergulhos no mar. Era só isso que me apetecia. Mas esse desejo, aparentemente simples de concretizar em pleno Agosto, não passou mesmo disso, já que as temperaturas estiveram demasiado amenas para isso (e, já se sabe, o vento esteve em força nas praias aqui da zona).
Na manhã de sábado fui fazer o quinto treino de musculação da semana (ando tão bem comportada com isto da musculação que nem eu própria me reconheço). Ao almoço fui ao DeGema estragar tudo o que tinha feito de manhã, que este meu corpinho treina que se farta mas só faz dieta (se é que se pode chamar assim) de segunda a sexta feira. A fome era tanta que não só abdiquei das minhas típicas opções pelo hambúrguer de frango ou salmão e provei o de novilho e, quando o senhor namorado disse que não era capaz de me ajudar a dividir uma sobremesa, pedi-a na mesma e devorei-a sozinha.



Não houve mergulhos no mar, mas houve passeio ao sabor do vento (e que vento).


Depois de dois meses (!) sem correr mais do que 1,5 km na passadeira do gym (é o meu aquecimento sempre que lá vou), andava a precisar de provar a mim mesma que ainda sabia correr a sério. E lá saí de casa ontem de manhã rumo ao Porto e a uns 10 km que me souberam mesmo bem.


Desde que vivi seis meses em França e tive um contacto mais próximo com aquela cultura que gosto de cinema francês, especialmente das comédias (adoro o humor deles) e ouvi uma publicidade, na rádio, a uma comédia francesa que me pareceu super engraçada e lá fomos nós. 
O problema foi que, ao que parece, havia duas comédias francesas em cena e eu enganei-me e fomos ver o "Que família é esta?" em vez do "Isto só a mim". Não é que o filme não seja engraçado, que é, mas é mais virado para crianças do que para adultos (quando vi a classificação de "Maiores de 6 anos" fiquei logo de pé atrás, mas já era tarde). Fiquei mesmo com pena de me ter enganado.


Depois do cinema, os masoquistas de serviço foram outra vez para a praia, mas só para comer gelados e waffles (e comprovar que o vento se mantinha alegremente a destruir qualquer intenção de fazer praia sem ter que vestir um sobretudo).