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segunda-feira, 25 de março de 2019

Fim-de-semana

Mais um fim de semana de Primavera maravilhoso que passou, com direito a tudo aquilo que eu gosto: comida boa, passeios ao sol, calorzinho bom. Começou oficialmente a minha época preferida do ano.
O sábado começou com pequeno-almoço num lugar que ainda não conhecíamos: chama-se O melhor croissant da minha rua. Eu sou doida por croissants, e quando vi referência a este sítio no Instagram da Sonhadora nas horas vagas fiquei cheia de vontade de experimentar. É uma pastelaria que só tem croissants e que os serve com os mais variados recheios, doces e salgados. O croissant é estaladiço, doce q.b., estavam mornos, e eu fiquei fã. Comi um de queijo, e partilhámos um com recheio de kinder bueno. Adorei os dois!


De tarde houve passeio no jardim amoroso que temos perto de casa.



E ontem fomos matar saudades do meu adorado peruano Segundo Muelle. Comi um tártaro de salmão com abacate e, para sobremesa, um bolo morno de chocolate. Estava tudo maravilhoso (como aliás está sempre naquele restaurante).




segunda-feira, 11 de março de 2019

Fim-de-semana

Adoro estes primeiros fins-de-semana do ano com temperaturas de primavera! No sábado fomos passear à Costa da caparica e o tempo estava tão maravilhoso que passei calor com a roupa que tinha vestida.




































À noite fomos, pela terceira vez, jantar ao Volver de Carne y Alma, do Chakall, aproveitar o menu da Restaurant Week (não consegui tirar fotos, porque a iluminação era muito fraca). 
Das duas opções do menu, pedimos uma de cada, e estava tudo maravilhoso. Apesar de o restaurante ser famoso pela carne (é argentino), pedi o risotto com cogumelos e óleo de trufa que estava delicioso. 
Quanto à sobremesa, uma delas era bastante peculiar: cheesecake fumado de bacon e beterraba...e não é que era mesmo bom?
O domingo teve direito a mais passeios à beira mar (desta vez sem fotos para não massacrar o homem), a treino, a comprar um livro do Bookgang da Helena Magalhães novinho em folha em segunda mão (já vos disse que adoro o Olx?), a Gelatina na cozinha (fiz umas bolachinhas de aveia, manteiga de amendoim, banana e chocolate que ficaram uma categoria) e a algum dolce far niente.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Fim-de-semana

É verdade que o fim-de-semana já lá vai, mas tendo em conta que ele incluiu uma ida a um restaurante novo do qual gostei muito, decidi que vale a pena falar nisso (ainda que tarde).
Sou fã assumida do The Fork pelos descontos que oferece em vários restaurantes (alguns mesmo bons) mas confesso que, na hora de usar os Yums (que são os pontos que vamos acumulando com as reservas e que dão direito a 10€ (1000 pontos) ou 25€ (2000 pontos) nunca sei bem que restaurante escolher, porque a oferta de restaurantes que aceitam Yums acaba por ser bastante reduzida. Tanto que já tinha mais de 4000 yums e andava sem vontade de gastá-los em algum dos sítios disponíveis. Até que me deparei com o Great Tastings, com uma avaliação e menu bastante interessantes, e lá marcámos almoço para sábado. 
Não me lembrei de tirar fotos aos pratos principais (a minha veia blogger está cada vez mais apurada) mas estava tudo ótimo (inclusive o pão). Partilhámos um tártaro de atum para entrada, e para prato principal eu pedi filetes de robalo grelhado com risotto de alho francês e o senhor namorado pediu bochecas de porco com esmagada de batata. As doses não são muito grandes mas eram muito saborosas. Para sobremesa partilhámos um leite creme e uma tartelette de café e, mais uma vez, nenhum desiludiu. Cá está a única foto (manhosita) que tirei das sobremesas (o leite creme tem uma crosta de caramelo bastante apelativa a nível visual).


No domingo passeámos por Belém, e provei o novo gelado de Kinder Bueno da Olá. É exatamente igual ao chocolate (até no tamanho...só que, contrariamente ao chocolate, só vem uma barrinha e não duas, pelo que é assim uma espécie de formato de amostra que sabe a pouco). Para quem é mega fã de Kinder Bueno como eu, não deixem de provar, é maravilhoso.


segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Fim-de-semana

Depois de vários fins-de-semana passados fora de Lisboa em passeio, a chegada do frio (e o ventinho nada simpático) foram a desculpa perfeita para um fim-de-semana muito caseiro a fazer adivinhem lá o quê? Pois é, mais arrumações! 
Desta vez deitei fora babetes de criança que não eram usados sensivelmente há 20 anos, faturas de 1993 (em escudos...uma relíquia!), entre muitas outras tralhas. Pela primeira vez desde que me lembro, há gavetas vazias naquela casa...e eu não tenho nada para pôr lá dentro! [Bem, vamos respirar fundo e ignorar por momentos que toda a tralha de quando vivíamos os dois noutra casa continua pela garagem. Lá chegaremos, quando finalizarmos a tarefa de esvaziar a casa. Uma coisa de cada vez).
O único momento de lazer fora de casa foi dedicado ao The Fork Fest (o antigo Restaurant week, sendo que agora não há um menu especial para o evento, mas todos os pratos da carta têm 50% de desconto), no restaurante Zazah.
Eu tinha lido uma crítica maravilhosa sobre o restaurante, pelo que quando vi que ele constava da lista do The Fork Fest e não sendo muito barato, decidi aproveitar e marcar.
Se há coisa que eu gosto de fazer - e que faço com alguma frequência - é experimentar restaurantes. Escolho-os sempre com base em avaliações altas e em críticas de pessoas cuja opinião tenho em especial conta mas a verdade é que ultimamente pouco ou nada me deixa deslumbrada. Ou sou eu que estou a pôr a fasquia demasiado alta ou...bem, não sei. A verdade é que o restaurante tem 8,9 de avaliação, mas não nos deslumbrou.
Os pratos estão feitos para ser partilhados. Nós pedimos cogumelos na ciabata (saborosos), cone de sapateira (tudo bem que eu sou pessoa habituada a comer com pouco sal, mas achámos super salgados!) e de prato principal fiz a vontade ao senhor namorado e partilhámos uma fraldinha grelhada (bife da vazia) que, não sendo o género de pratos que mais me entusiasma, estava bom. O ponto alto da refeição foi mesmo a sobremesa: três cones de brigadeiro de chocolate preto, chocolate branco e flor de sal, que estavam ótimos.




segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Fim-de-semana

Mais um fim-de-semana de verão tão bom que se passou.
Os planos de sábado passavam por uma ida à praia, mas entretanto tivemos um convite de uns amigos queridos para passar o domingo em casa deles e acabámos por decidir ficar por Lisboa no sábado a para tratar de (mais) umas mudanças lá por casa. 
Enquanto isso, aproveitámos também para conhecer um novo restaurante. O senhor namorado adora comida brasileira (e rodízio então nem se fala) e eu não sou a maior fã de rodízios em que as opções são carne e mais carne, pelo que quando descobri um brasileiro todo catita no The Fork com mais opções para além de carne e ainda por cima com desconto, decidi fazer o gostinho ao meu amor e fomos conhecer o Bossa. O espaço está bem decorado e os funcionários são simpáticos.





































 Eu pedi bobó de camarão com arroz de cajú. Acho que nunca tinha comido este prato, e nem sei bem dizer o que é que levava o molho, mas gostei muito.

O senhor namorado pediu a bela da picanha, que estava muito boa também (embora salgadita).






































Para sobremesa partilhámos uma tapioca de morango com brigadeiro que (apesar de os brigadeiros serem um pouco rijos) estava muito boa, principalmente o creme de avelã e o gelado, uma delícia!
Já ontem fomos conhecer a casa dos amigos queridos que fizemos no Peru e passámos uma bela tarde no jardim entre muita comida e conversa boa.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Feriado

Ah, os feriados a meio da semana, essa cena para lá de espetacular! Mesmo que não se faça nada de especial, aquela quebra a meio da semana sabe pela vida. Oh se sabe!
O feriado de ontem começou com uma ida ao gym (como 90% dos meus domingos e feriados passados por Lisboa). Depois fomos matar 1/1000 das saudades do Peru, ao restaurante Segundo Muelle, que é só espetacular. Tal como na primeira vez que lá fomos, apeteceu-me pedir tudo o que estava no menu, mas fiquei-me por um risotto de gambas que estava ótimo. De sobremesa, e já prestes a explodir de tanta comida, partilhámos uma mousse de lúcuma (fruto muito típico peruano) com chocolate e caramelo que também estava ótima.

E depois houve passeio à beira-rio, presenteado com algum vento e muito calor. 






































O resto do dia passou-se entre arrumações e séries (faltam dois episódios para acabarmos La Casa de Papel, e eu estou aqui estou a explodir de ansiedade!).

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Fim-de-semana

Este fim-de-semana tivemos a visita da família do senhor namorado por Lisboa, pelo que fomos turistas na nossa cidade (e que bom que isso é). Estava cheia de receio das previsões de dilúvios que existiam para o fim-de-semana, mas não é que (para não variar) os senhores do Ipma se enganaram e esteve mesmo bom?
Sábado começámos  por ir ao Lx Factory, e à maravilhosa livraria Ler Devagar.


A parte chata de lá ir ao sábado é que - contrariamente ao domingo - circulam carros e guess what? Até fui atropelada e tudo! Calma, foi coisa pouca (tanto que achei que quando senti a dor achava que tinha sido um carrinho de bébé). 
Adiante. Depois disso seguimos para um lugar onde eu provavelmente já tinha ido mas (estupidamente) há coisa de 20 anos ou mais: ao Cristo Rei. E, com as previsões meteorológicas péssimas, apanhar a tarde de sol linda que apanhámos, foi espetacular.






































Nós subimos ao Cristo Rei (o bilhete custa 5€ para adultos) mas honestamente, depois de lá ter estado, não acho que compense. Aquilo está protegido com grades, pelo que a vista lá de baixo acaba por ser mais interessante (só não temos a perspetiva dos 360º, como se tem lá de cima).

À noite comemos um sushi - maravilhoso! - no restaurante Varanda Azul, que fica no estádio do Restelo.
Já a manhã de ontem foi passada a aproveitar a entrada gratuita nos museus, e visitámos o Palácio Nacional da Ajuda e o Museu dos Coches (a parte nova). Recomendo a visita de ambos, são muito interessantes.

segunda-feira, 12 de março de 2018

Fim-de-semana

Os planos para o fim-de-semana eram ambiciosos, e eu já sabia que dificilmente os cumpria a todos e...confere, ficou metade por fazer. 
Houve treinos, houve limpezas e houve restaurant week. Mas a sessão de cinema foi adiada (sabe deus para quando), a mala ainda está a precisar de uns retoques (já vos disse que odeio, odeio, odeio fazer malas de viagem, seja para onde for? e esta foi especialmente difícil), o meu livro ainda está por acabar (mas devo tratar disso hoje) e da minha série (cada vez mais surpreendente e diferente de tudo o que eu esperava) ainda me falta ver um episódio.
Fora dos planos, no sábado estive com uma pessoa querida que não via há algum tempo e que me deixou mesmo triste, com um nó na garganta o resto do dia. Sabem aquelas pessoas que se tornam família por afinidade, por quem nutrimos carinho, e que de repente vemos deixar a nossa família e a nossa vida? Algumas não deixam saudades nenhumas e até é uma bênção sairem das nossas vidas, mas depois há outras, como é o caso desta pessoa, que custa mesmo ver seguir a sua vida, longe da nossa. E sim, as separações alheias (e até as próprias) não implicam que deixemos de nos dar e conviver mas, sejamos honestos, nunca mais é a mesma coisa. E às vezes isto custa pra caraças.
Mas adiante. De interessante e digno de registo, só mesmo a nossa visita ao restaurante Mensagem na Restaurant Week. O restaurante faz parte do Lisboa Pessoa Hotel, um hotel recente que é todo inspirado em Fernando Pessoa. O restaurante chama-se Mensagem - restaurante e bar panorâmico e tem, de facto, uma bela vista sobre a Baixa lisboeta. A maioria das mesas está inserida num espaço encostado a uma pequena janela, o que torna o ambiente bastante intimista. Fomos bem atendidos e a comida era muito boa. Recomendo a visita.

Eis o menu da Restaurant Week (cujos pratos também estão disponíveis no menu "normal"). Pedimos um de cada:

Entrada
Ovo 62ºC com Queijo da Ilha e Cogumelos com Aroma de Trufa
Rabo de Boi, Favas e Chutney de Pêra

Prato principal
Salmão com Especiarias sobre lascas de Beterraba e Carbonara de Gnocchi
Arroz de forno com cogumelos e açafrão, codorniz recheada com alheira de caça

Sobremesa
Brownie com Nozes
Cheesecake de Abóbora e Castanha



A qualidade das fotos não é lá grande coisa, mas sempre dá para terem uma ideia. Os meus favoritos foram o salmão (o gnocchi estava ótimo e faz uma combinação muito original) e o cheesecake (adoro cheesecake, principalmente quando sabem mais a queijo do que natas, como era o caso).


[Já agora aproveito para pedir uma opinião: o que têm a dizer sobre posts agendados durante as férias (sendo que tenho umas parvoíces para aqui nos rascunhos)? São boa ideia ou é mais autêntico que isto fique ao abandono enquanto eu andar lá pelas américas?]


quarta-feira, 7 de março de 2018

Restaurant week: Zambeze

Pois é, aqui a lambona de serviço já foi aproveitar a primeira de duas idas à Restaurant Week. E o primeiro restaurante escolhido foi o Zambeze, que tem comida moçambicana e portuguesa (mais propriamente da zona do Dão) e uma esplanada com uma vista maravilhosa sobre Lisboa (mas estava uma ventania tão grande que só vimos a esplanada ao longe).
O menu foi o seguinte:





  •  Entrada: Cogumelos envolvidos em queijo da serra Casa da Ínsua e presunto


  •  1/2 prato de peixe: Tranche de corvina com aromas de Moçambique


  • 1/2 Prato de carne: Vitela em tinto do Dão com batata dourada e legumes


  • Sobremesa: Fondant de chocolate com crocante de caramelo

Foi a primeira vez num restaurante aderente deste evento que não tive que escolher entre o prato de peixe e o de carne. A comida era toda muito agradável, sendo que nenhum prato me deixou extasiada. Já as amigas que foram comigo gostaram bastante. O que me faz pensar que isto de passar a vida a experimentar restaurantes novos me pode estar a deixar mais exigente...não sei. O meu prato preferido foi a sobremesa: adoro bolinhos húmidos de chocolate. E chocolate, assim em geral.
Fiquei curiosa para provar vários pratos do menu do restaurante (risotto de caranguejo e camarão em caril, por exemplo, parece-me muiiiito bem), mas sendo o preço algo puxadote não me parece que vá acontecer tão cedo.


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Dos últimos dias

Os últimos dias têm sido recheados de emoções fortes: algumas muito boas, outras nem por isso. Depois de semanas (meses até) a sentir que a vida me corre bem e que está, finalmente, tudo de volta aos eixos, eis que se me atravessam algumas contrariedades no caminho (duas ao mesmo tempo) e toca de ir abaixo.
Assusta-me esta minha vulnerabilidade. Mas - não sem antes ter sofrido numa proporção muito superior à que as situações mereciam - já tratei de dar aos assuntos a importância que eles têm, que é pouca. Não são problemas de saúde meus nem das minhas pessoas, portanto é pouca.
Adiante. Enquanto isto, sodôna Maria açoriana esteve por Lisboa, e sempre que o trio se junta é espetacularidade na certa. E desta vez não foi exceção. O que eu gosto daquelas duas, e o quanto eu sou feliz quando nos juntamos, é coisa que não dá para explicar.
Fomos jantar a um restaurante italiano - o Il Matriciano - e gostámos imenso. O espaço tem uma decoração rústica bastante engraçada, os funcionários - todos italianos - são muito simpáticos, e a comida é muito boa. As doses não são enormes mas estava tudo muito saboroso.

Risotto de pêra e nozes (adivinhem quem é que o pediu...), almôndegas e esparguete à carbonara. O meu preferido dos três foi o risotto, a carbonara estava salgadita, mas gostei dos três.

E para sobremesa: tiramisú e salame de chocolate (este último era mais diferente do que o tiramisú, mas gostei muito dos dois).

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Fim-de-semana

O sábado começou com uma estreia: estava eu no ginásio descansadinha a terminar o meu treino de perna quando fui desafiada a experimentar uma aula de Cross Moves (que é cross fit, basicamente), coisa que eu nunca tinha feito na minha vida. 
Se já teria sido difícil sem ter feito um treino de musculação antes (perna, ainda por cima), dessa forma então foi de morrer. Mas com muita pena minha (ou então não), eu tenho um ligeiro desvio na coluna que faz com que qualquer exercício que implique muita carga na coluna me deixe cheia de dores (não as dores próprias do exercício físico, obviamente) e foi o que aconteceu ontem (e mantém-se hoje) pelo que, mesmo que eu tivesse muita vontade de me meter mais vezes nisto, a minha coluna não iria achar muita piada a isso.
Mas o facto é que cheguei a casa como há muito não chegava: completamente de rastos. E, dores de costas à parte, foi desafiante pra caraças (e isso é muito bom).
À noite, e porque era mais do que merecido, fomos conhecer um restaurante para o qual tínhamos feito reserva pelo The Fork há semanas: Casa da Comida (a reserva estava feita há semanas porque estavam com uma promoção de 40% e, quando me apercebi dela e quis marcar, já não havia vagas para os próximos tempos).

O restaurante tem uma avaliação de 9,2/10 e tem uma média de preço de 45€ por pessoa, daí que a promoção seja tão tentadora. Os empregados são super atenciosos e o espaço é espetacular (a decoração é mesmo muito bonita): nós ficámos numa espécie de biblioteca toda decorada a rigor.


Pedimos uma sopa de castanha e cogumelos para entrada (boa mas um nadinha enjoativa) e, para prato principal, eu pedi vieiras coradas com risotto de espargos e lima (não sou muito original nas minhas escolhas, sempre que há risotto é para isso que eu me viro) e ele pediu faisão (não me lembro do acompanhamento e o prato não consta do menu no site, não sei porquê). Para sobremesa dividimos um bolo de cenoura com gengibre e gelado de amêndoa. As doses são servidas à restaurante chique (ou seja, nada de grandes farturas) e a comida é boa. O meu prato estava mesmo muito bom (já o faisão não era nada de especial) mas confesso que não gostei o suficiente da experiência para tencionar lá voltar sem o desconto.


Já ontem foi dia de matar saudades do mar. Não estava um  dia maravilhoso, mas soube tão bem o passeio. Não sei porque é que não faço este programa mais vezes no inverno, é que sabe mesmo bem.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Fim-de-semana

Não sei se é por ser inverno (sim, é bem capaz de ser por isso) mas ultimamente, ao fim-de-semana, tenho estado mais caseira e menos virada para passeios (nem parece coisa minha).
Mas se há programa pelo qual saio de casa sempre cheia de vontade, é para conhecer restaurantes novos. E desta vez decidimos ir conhecer um que eu já tinha debaixo de olho há algum tempo, não só pelo espaço (fica no edifício da Embaixada, no Príncipe Real, que é lindo) como pelo menú (está recheado de risottos, que é um prato que eu adoro): o Gin Lovers & Less. E devo dizer que fiquei completamente fã, tanto do espaço (que já conhecia e acho lindo) como da comida e do atendimento. Para entrada pedi um tártaro de salmão com mascarpone e maçã verde que estava delicioso e para prato principal um risotto de limão, vieiras e ovas. A sobremesa foi um brownie com mousse de avelã (que não estando maravilhoso, estava muito bom).

Depois ainda houve passeio pela zona.

O domingo foi muito caseiro, com ida ao ginásio, muitas horas passadas na cozinha entre lanches (sodôna sogra ofereceu-nos uma máquina de fazer waffles, ando à procura de uma receita saborosa e minimamente saudável. desta vez usei farinha e bebida de aveia e não ficaram nada más) e marmitas da semana, e séries (ando a ver The Affair no Netflix, e andamos a ver a temporada mais recente de Shameless na Fox Life).

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Fim-de-semana

Sabem aqueles fins-de-semana tão bons e tão preenchidos que ficamos com a sensação que passou uma semana e não dois dias? O fim-de-semana que passou foi um desses.
Começou com uma visita de senhor pai, com quem aproveitei para ir pela primeira vez ver as luzes de Natal da Baixa (trabalho lá perto e nem assim já as tinha visto decentemente) e no sábado fomos conhecer um restaurante em Algés, o Refúgio, do qual só tenho coisas boas a dizer. Para entrada partilhámos uma dose de mexilhão gratinado com broa de milho que estava divinal. Depois comi um risotto de camarão que também estava ótimo. Para sobremesa partilhámos um cheesecake e um bolo de mousse de chocolate que também estavam ótimos. Para além disso, os funcionários eram todos super simpáticos. 
Depois disso fomos para a Batalha, passar uma noite no hotel Villa Batalha. A ideia era fazer uma escapadela de fim-de-semana num sítio perto e de preferência com SPA (o senhor namorado adora e por questões de saúde também estava a precisar). Jantámos no restaurante do hotel, Adega dos Frades, e gostámos imenso (eu pedi risotto de frango e açafrão, ele comeu perna de pato com creme de cenoura, estavam os dois ótimos).
Já na manhã de domingo aproveitámos para conhecer o Mosteiro da Batalha (a entrada custa 6€, mas aos domingos de manhã não se paga, foi uma bela surpresa). O mosteiro é espetacular, tanto por dentro como por fora, adorei a visita.


[E este é um dos vestidos mega fofos de que vos falei neste post, que comprei em Braga numa lojinha que está cheia de vestidos amorosos que custam uma pechincha.]

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Fim-de-semana

Depois de termos chegado de viagem na terça-feira e termos trabalhado dois dias, um fim-de-semana antecipado e prolongado soube mesmo, mesmo, mesmooo bem.
Deu para as habituais limpezas, compras de supermercado e treinos. Mas também deu para (finalmente) montar a árvore de Natal lá de casa, para ver séries e filmes, para conhecer um restaurante novo e para despachar praticamente todas as prendas de Natal (ieiiii!). Pois é, foi um fim-de-semana bastante produtivo. Tanto que eu acho que deviam ser todos assim, de três dias. Dá ou não dá um jeitaço do caraças?
Tendo eu uma aversão a lojas apinhadas de gente, sabia que tínhamos que tratar das prendas de Natal logo pela manhã, e assim fizemos no sábado. Fomos à Baixa (que continua a ser o meu local favorito para fazer compras, não há shopping que chegue perto do prazer de passear ao ar livre, ainda para mais com o espírito natalício pelo ar), estacionámos longe da confusão, percorremos a Avenida da Liberdade, andámos pelo Chiado que, apesar de ter mais pessoas do que o desejável, estava bastante suportável, e numa manhã despachámos praticamente todas as prendas de Natal (e as restantes já ficaram decididas - que acaba por ser tarefa que dá mais dores de cabeça do que propriamente comprar - e despachadas ontem de manhã). 
Não adoro comprar prendas só-porque-sim, porque a quadra assim o obriga, tenho imensa dificuldade em decidir-me e tenho sempre imenso receio que as pessoas não gostem, por isso é sempre um alívio quando este assunto fica arrumado, sinto que posso finalmente aproveitar a época sem pressões. 


Passeios pela Baixa entre as compras (estou mega fã destes calções da Zara, são tão lindos e confortáveis).

Despachadas que estavam as compras de Natal, fomos almoçar ao restaurante peruano Qosqo, na Rua dos Bacalhoeiros. Fomos atendidos por um senhor super amoroso e atencioso e o espaço também é  muito agradável. 
A comida não é super barata (mas sendo a especialidade os ceviches, não esperava outra coisa. aliás, sítios que ofereçam peixe crú demasiado barato eu desconfio e dispenso) mas é bem confecionada e muito saborosa.
Para entrada partilhámos um tiradito de atúm (é parecido a ceviche, nem sei dizer a diferença) com batata doce e molho de maracujá, e para prato principal eu pedi um tartar de quinoa com atum grelhado e ele pediu um Tacu tacu a la macho (leva carne picada, arroz e molho de marisco) que estavam muito bons (mas não voltaria a comer dois pratos com molho de maracujá, que é algo intenso e no final já dispensava). Para sobremesa, partilhámos um vulcão de chocolate (petit gateau). O senhor namorado - mais difícil de agradar do que eu - está super fã deste restaurante. Já eu, apesar de ter gostado muito, não ficou no meu top (preferi o Segundo Muelle, para o mesmo género de comida).