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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Amesterdão #3

Vamos lá então ao terceiro e último post sobre a minha viagem de aniversário a Amesterdão.
Não adorei só a cidade, adorei também as pessoas. Oh, povo simpático e bem disposto! 


Vi este saco na montra duma loja e achei-lhe um piadão (e acaba por ilustrar um bocadinho o humor dos holandeses). 
E por falar em sexo, também aprendi umas coisas interessantes sobre as meninas que trabalham nas montras no Red Light District (não há fotos das montras porque são absolutamente proibidas e as meninas reagem muito mal a qualquer tentativa de fazê-lo).As montras estão cheias de moças bem jeitosas e bonitas (a maior parte delas estrangeiras) que faturam, segundo nos disse o nosso guia do Free walking tour, uma média de 50€ por cada 20 minutos, fazendo em média uns 800€ num turno de 8 horas. Pagando uma renda de 200€/dia, ficam com 600€ (antes de impostos). Belo salário, hã?


Há casas que estão mesmo tortas (por estarem em cima de pilares de madeira em terrenos construídos em cima do mar) e estão inclinadas para a frente para, quando a mobília (que é demasiado grande para caber na porta e escadas das casas) é içada  (pelo gancho que está no topo dos edifícios) para entrar nas casas pelas janelas, não bater na fachada da casa.

E o prémio de bicicleta mais pirosa de Amesterdão vai para...





Resumindo e concluindo: apesar de achar que fomos na altura do ano em que a cidade deve ser menos interessante (porque não há o espírito natalício de dezembro nem as flores da primavera), foi uma viagem que gostei mesmo muito de fazer. Não fosse a gastronomia fraquinha e seria tudo praticamente perfeito em Amesterdão. Fiquei fã da cidade.




terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Amesterdão #2

Tivemos muita sorte com o tempo na viagem a Amesterdão. Praticamente não apanhámos chuva, e o frio estava muito suportável (nada como já apanhei em Praga ou Berlim em dezembro, em que as dores principalmente nas mãos e nos pés davam vontade de chorar).
Quanto à alimentação, não ia com grandes expetativas e ainda bem, porque de facto gastronomia não é o forte dos holandeses (o nosso guia, holandês, disse-nos inclusive "Vocês nunca vão ouvir alguém dizer com entusiasmo que acabou de descobrir um restaurante espetacular de comida holandesa" ). A única coisa que escapa são as panquecas (que, para mim, têm mais ar de crepe do que de panquecas), com recheios doces e salgados. Mas pior do que a comida não ser nada de especial, só mesmo ter que pagar fortunas por essa comida (raramente conseguimos pagar menos de 20€ por uma refeição para os dois). Até em Nova Iorque consegui comer melhor e mais barato (meus ricos restaurantes mexicanos.).
Uma coisa típica são as bolachas tipo waffle com recheio de caramelo que provámos mas não achámos diferentes nem melhores do que as que existem na loja Tiger (para quem não conhece aconselho. são uma bomba calórica mas são mesmo boas).
Na falta de melhor, vingei-me nas waffles com nutella e na tarte de maçã da Winkel.

Cá está a única refeição de panquecas que fizemos (com galinha para ele, e com queijo de cabra e espinafres para mim).

Na manhã de domingo fomos visitar o Museu Van Gogh (a entrada custa 17€). É mais pequeno que o Rijksmuseum mas não menos interessante, apesar de menos variado no tema (tem a obra e a história da vida do pintor, mas tem também obra de artistas seus contemporâneos).



A caminho do Museu Van Gogh. (Bem sei que a foto podia ter um enquadramento melhor, mas não cabia tudo...).

De tarde fomos visitar a casa de Anne Frank (comprámos os bilhetes online na semana anterior e recomendo a fazerem o mesmo. pode-se entrar depois das 15h30 sem bilhete previamente comprado, mas a fila é bem maior. o bilhete custa 9€). Recomendo a visita. Apesar de já conhecer a história, é diferente ver a casa ao vivo e a cores e algumas das páginas do diário também ao vivo.



A caminho da casa de Anne Frank.

Ao final da tarde fizemos um passeio de barco pelos canais, numa viagem que durou 1 hora e teve direito a algumas explicações interessantes sobre a cidade (comprámos os bilhetes no nosso hotel e conseguimos um preço bem bom - 10€ por pessoa).




Bicicletas e mais bicicletas.

No domingo, entre a visita à casa de Anne Frank e o passeio de barco, parámos na Winkel 43, que me tinha sido recomendada aqui no blogue por mais de uma menina (mil obrigadas!) e ainda bem que o fizemos. Pedimos a famosa tarte de maçã (que é, aliás, o que toda a gente pede para comer naquele sítio) e adorei. É engraçado que o senhor namorado é mais fã de sobremesas de maçã do que eu e eu fiquei mais impressionada com a tarte do que ele. Até as natas (que é coisas que eu não aprecio de todo) eram ótimas. E o café? Delicioso. Tenho tanta pena de não conseguir beber lattes e cappucinos assim deliciosos em Portugal como se bebe por essa Europa fora.


E como isto já vai longo e ainda vos quero contar mais umas coisinhas, ainda vai haver um terceiro post sobre Amesterdão. Mi aguardem que eu volto com a terceira e última parte desta viagem tão boa.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Amesterdão #1

Já tinha estado em Amesterdão há coisa de 10 anos, no verão, numa visita relâmpago que durou uma tarde. Gostei tanto do pouco que vi na altura que desde essa altura tinha vontade de lá voltar. Pois bem, finalmente lá voltei.
Fomos pela Tap (os horários das low cost que fazem voos diretos do Porto não compensavam). Saímos do Porto no sábado de manhã e chegámos a Amesterdão 2 horas depois, ao aeroporto de Schiphol (lá apanhámos um comboio para a estação central, que custou 5,20€ e demorou 15 minutos a fazer a viagem).
O alojamento em Amesterdão não é barato. Ainda andei a ver apartamentos no Airbnb, mas a diferença de preço não compensava, pelo que reservámos um hotel de 3 estrelas pelo Booking, o Singel que recomendo tanto pela localização (é central e tem um dos muitos canais de Amesterdão mesmo em frente) como pelo pequeno-almoço (o quarto é muito simples mas tem o essencial).
Depois de termos feito o check in no hotel, eram já perto das 16h pelo que comemos uma fatia de pizza pela rua e fomos dar um passeio pelos pontos principais da cidade.

No domingo, começámos por ir visitar o Rijksmuseum (museu nacional), que tem várias obras de arte, entre elas vários quadros do pintor Rembrant. O museu é enorme, a entrada custa 17,50€ e acho que a visita vale bastante a pena.

A caminho do Rijksmuseum, ao pé do mercado das flores.

Rijksmuseum.

Não sei se será falsa, mas conseguem ver a nota de 500€ na caixa dos donativos para o Rjksmuseum (ali em baixo, a meio)?!

O famoso "I amsterdam". Impossível tirar uma foto de jeito ali (sempre cheio de povo). Mas eu estou na foto, ali no "r".


Na parte da tarde decidimos seguir uma das sugestões que me deram aqui no blogue (obrigada Ana!) e fizemos um free walking tour, que começou na praça Dam e durante duas horas andámos a passear pelas ruas de Amesterdão, passando em alguns pontos icónicos (no próximo post conto-vos as coisas giras que aprendi sobre o famoso Red Light District, que este post já vai longo). Adorei o passeio, o nosso guia era espetacular e apanhámos um grupo simpático.

A casa branca, do meio, é a mais pequena de Amesterdão.

Há mais bicicletas do que pessoas em Amesterdão. 


[A segunda parte - e última - da viagem a Amesterdão virá algures num dos próximos dias]