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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Fim-de-semana

O fim-de-semana da despedida do Porto e do regresso a Lisboa. Depois de tanta espera...ele chegou. E chegou com um sabor agridoce. 
Tenho que confessar que a sexta-feira, no trabalho, custou mais do que esperava. Apesar da vontade de voltar a trabalhar em Lisboa ser enorme, acabei por criar certas afinidades e rotinas nos últimos meses, e olhar à minha volta e pensar que aquelas pessoas nunca mais farão parte do meu dia-a-dia não deixa de ser, no mínimo, estranho. Mas não acredito que vá ter saudades de trabalhar ali (posso sentir falta da companhia das minhas meninas à hora de almoço mas é só).
Ainda não me despedi definitivamente da nossa casa, porque o senhor namorado ainda lá vai ficar nas próximas duas semanas e eu vou lá ter no final desse tempo para ajudá-lo a trazer a mobília e os 50 caixotes de tralha que por lá estão (só trouxe mesmo um "kit de sobrevivência" para duas semanas).
Já comecei a encaixotar há três semanas, o que me (nos) permitiu ter um fim-de-semana com tempo para uma corrida à beira rio/mar, para ir almoçar fora, e para ir passear para a foz e, claro, para encaixotar mais umas coisas (só está a faltar desmontar os móveis e destralhar a cozinha).

Corrida matinal de sábado (metade dela feita à chuva), depois de dois meses sem correr.

O almoço de sábado foi no Sushi & Douro, que costuma fazer 30% de desconto nas reservas feitas através do The Fork. Não e barato, mas o sushi é mesmo bom.

Passeios pela foz.

O pequeno-almoço de ontem foi na Confeitaria Tavi, na foz. Depois disso ainda consegui ir despedir-me do me rico Virgin (esse sim, vai deixar saudades monstras. neste momento estou órfã de ginásio e tenho que tratar urgentemente do assunto, a bem - principalmente - da minha sanidade mental).
E agora é tempo de regressar à rotina do trabalho em Lisboa e de criar novas rotinas nesta minha velha/nova vida, que (re)começa agora. Vamos a isso!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Balanço em dia de despedida

Hoje é o meu último dia de trabalho no Porto. No domingo agarro no meu carro e lá farei os 300 quilómetros que me separam da cidade que deixei há quase 11 meses.
Não fiz esta mudança por minha iniciativa, não é novidade para ninguém, mas em momento algum me arrependi dela. Muito pelo contrário. Por mais que às vezes possa ter dado a entender o inverso, estes 11 meses tiveram várias coisas boas. Muitas, até.
Ganhei uma nova amizade e fortaleci outra (as minhas duas amigas e colegas de trabalho que foram sem dúvida o melhor destes meses e sem as quais isto tinha sido tudo bem mais difícil). Conheci uma pessoa especial do mundo dos blogues. Conheci colegas de trabalho que me trataram sempre bem. Inscrevi-me num ginásio onde fui praticamente todos os dias depois do trabalho (e várias vezes também ao fim-de-semana) que era sempre o ponto alto dos meus dias. Já cumprimentava praticamente metade dos frequentadores assíduos do ginásio e sentia-me mesmo em casa lá (meu rico Virgin, vou ter tantas saudades tuas!). Conheci uma data de restaurantes bons (os preferidos: DeGema, Sushi & Douro, BH Foz, Capa Negra, Essência, Dominó Tasca Japonesa, Kyoto, Miss Pavlova, Moustache, Cremosi, Mixpão). 
Passeámos muito pelo Porto e ainda fomos conhecer Vila do Conde (e fui ao outlet onde comprei a minha Michael Kors mais linda), Amarante, Santa Maria da Feira (à feira medieval e à de natal). Fiz corridas à beira mar. Comi waffles com chocolate de frente para a praia (uma porcaria de praia no verão, mas uma bela paisagem de qualquer das formas). Fiz um trail (o meu primeiro e único até agora) em  Gondomar e adorei.










Obrigada Porto por tudo isto. Em jeito de brincadeira (mas falando a sério até): o problema não foste tu, fui mesmo eu, que por mais encantador que te ache...o meu coração é mais feliz a sul e não há muito que eu consiga fazer em relação a isso.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Do Porto e da adaptação à nova vida

No outro dia, em conversa com o senhor meu namorado, apercebemo-nos de que, apesar de ter sido por ele que fizemos esta mudança para norte, sou eu quem está mais ambientada à cidade neste momento. Não sei se é por esta já ser a terceira grande mudança de cidade que faço em pouco mais de 10 anos (sem contar com as duas que fiz a prazo em 2011) ou por o Porto ser uma cidade mesmo bonita e acolhedora, ou talvez um pouco das duas, mas a verdade é que eu só precisava mesmo das minhas pessoas lá de baixo (e do edifício onde trabalhava) aqui no Porto e ficava tudo quase perfeito.
O ginásio antigo pouca falta me faz (só tenho mesmo saudades do professor e das aulas de Sh Bam, que não tenho aqui) porque adoro o meu ginásio novo. Do apartamento antigo poucas ou nenhumas saudades tenho (e se tivesse que voltar para lá garanto que já não conseguia enfiar todas as minhas tralhas de volta naqueles 60 m2). Sinto alguma falta do à-vontade com que percorria Lisboa para fazer o que quer que fosse por conhecer praticamente todos os "cantos à casa" mas a sensação de descobrir cantos novos a toda a hora por aqui também é muito boa. Adoro a localização da nossa casa, adoro estar perto do rio e do mar e adoro ter tanto o ginásio como um centro comercial perto de casa (o jeitão que dá).


O que não está a correr tão bem é o facto de termos ido para um apartamento todo remodelado e bonitinho que, afinal, tem alguns problemas e, pior, de cada vez que eles surgem é uma dor de cabeça para conseguirmos falar com o senhorio e tratar de arranjá-los. 
Já estivemos um mês sem usar uma das sanitas porque o tanque não enchia sozinho. Já estivemos a lavar louça durante umas semanas na pia da roupa porque o vizinho de baixo estava com uma infiltração. E neste momento só podemos tomar banho numa das casas de banho (a mais pequena), porque de cada vez que o fazemos na outra "chove" na casa de banho do vizinho de baixo. 
E é por estas e outras que, apesar de gostar muito do apartamento "novo", começa a bater uma vontade, cada vez maior, de arranjar uma coisa mesmo nossa em que pelo menos se surgirem problemas, a responsabilidade de resolvê-los é nossa e não temos que estar indefinidamente à espera que o senhorio se resolva a fazer alguma coisa. Mas isso é uma coisa que requer tempo e uma trabalheira desgraçada, e de cada vez que penso que ainda nem tenho este apartamento do jeito que queremos que fique e já falamos em mudanças, fico à beira de um ataque de nervos.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Fim-de-semana de festa

Quando nos despedimos do nosso grupo de amigos (que continua por Lisboa), há três meses, combinámos logo que a primeira visita que eles nos fariam seria pelo fim-de-semana do aniversário do senhor meu namorado. E assim foi. Chegaram na sexta à noite e já tratámos logo de antecipar a festa do dia seguinte com uma jantarada bem regada e super divertida.
No dia seguinte andámos a percorrer as principais zonas do Porto a pé.



Almoçámos no DeGema e ficaram todos fãs do restaurante. Desta vez, provei o hambúrguer de salmão e gostei muito.

Ao final da tarde passámos pelo Jardim do Morro, onde estava a decorrer um evento chamado Beer Sunset com umas barraquinhas de comida e bebida bem apetitosas.

A noite acabou com um cheesecake delicioso (comprado na Confeitaria Nova Real), para celebrar o 31º aniversário do meu amor.

Ontem começámos o dia nos jardins do Palácio de Cristal, debaixo de um sol abrasador.

Ao almoço fomos conhecer o Mercado do Bom Sucesso e eu mal passei no Ris8tto já sabia o que ia comer. Adoro risotto, e este (com camarão, cogumelos e molho pesto) estava ótimo.

Ao final da tarde, e porque estava um dia mesmo muito quente, fomos passear à praia e...lá estava o filho da p%$& do vento do costume a dar-nos as boas-vindas. Comemos um gelado e, depois de dos despedirmos dos nossos amigos, ainda nos fomos deitar um pouco à praia, e até fiquei surpreendida por ter aguentado quase uma hora sem ter frio mas... as saudades que eu tive de Carcavelos, senhores, as saudades! 
Foi um fim-de-semana mesmo bom. (E agora só fica a faltar um para começarem as nossas férias...ieiiii!)

terça-feira, 28 de junho de 2016

Fim-de-semana de São João (parte II e última)

No sábado fomos conhecer a Confeitaria Tavi, na Foz e andámos a passear pela zona.




Para o almoço, fomos mais uma vez aproveitar os 30% de desconto do The Fork no BH Foz, onde desta vez decidi provar o sushi, que não desiludiu.


De tarde fomos conhecer Serralves e, conhecendo o risco de ferir suscetibilidades, não fiquei encantada. Gostei, mas não me maravilhou. Tendo em conta que a entrada se paga (tanto para ver os jardins, como para a combinação museu + jardins), estava a contar com algo mais imponente, mais "tchanan". Sim, tem uma zona florestal interessante e é verdade que uma pessoa, ali dentro, tem a sensação que está longe do centro da cidade, mas estamos em Portugal, aquilo não é propriamente uma raridade. Não sei se o facto de se pagar a entrada me fez esperar algo mais especial, mas gostei mais tanto do Parque da Cidade como dos jardins do Palácio de Cristal (ambos de entrada gratuita).




No domingo levámos os meus pais à terra do senhor meu namorado para passear e irmos todos almoçar a casa da sodôna sogra, e foi um dia muito bem passado.

Centro de Braga (com o meu vestido novo dos saldos da Tiffosi, que é a coisa mais amorosa)

Bom Jesus


Foram uns dias tão bons e tão cheios de coisas boas, que cheguei ao final de domingo com a sensação de ter tido uma semana inteira de férias.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Fim-de-semana de São João (parte I)

Foi um fim-de-semana muito bom e preenchido, que começou já na tarde de quinta-feira, com a comemoração do São João.
Tive cá os meus pais durante o fim-de-semana (que nunca tinham passado o São João no Porto) e tenho a dizer que gostaram tanto da festa como eu. Eles não sabiam da tradição de andar de martelo a bater na cabeça das pessoas, e pareciam duas crianças em dia de Natal: o meu pai ia dando marteladas em toda a gente que lhe aparecia para frente (e levando muitas em troca, que cheira-me que nisto das marteladas as cabeças carecas ainda são mais apetitosas) e a minha mãe ia dando gargalhadas, qual criança, um bocado incrédula com o facto de se poder fazer aquilo à vontade e toda a gente reagir muito bem às "agressões".
Vimos o fogo de artifício do lado de Gaia, e tenho a dizer que adorei. Sou madeirense, já vi n espetáculos de fogo de artifício soberbos, mas quando têm música à mistura emocionam-me sempre de uma forma especial (então quando deu o Mama dos Queen fiquei completamente em pele de galinha).
Depois do fogo de artifício ainda tentámos dar um saltinho ao Porto, mas a zona à volta da Ponte D. Luís estava demasiado cheia de gente, pelo que nos contentámos em continuar no lado de Gaia ir ver a vista do Jardim do Morro. Cheguei a casa de rastos (estas coisas cansam-me muito mais que uma ida ao ginásio) mas feliz.



A sexta foi dia de andar a passear a pé pelo Porto. Começámos por ir ver a vista da Serra do Pilar (linda, linda, linda).



Depois andámos a passear pela Baixa, fomos aos Clérigos, e subimos à Torre.



E, para o almoço, fomos fazer o que não tínhamos conseguido fazer na véspera: fomos à zona da Ribeira comer sardinhas.



E ainda passámos na Cremosi para a sobremesa.


[Eu volto com outro post para vos contar do resto do fim-de-semana, que este já vai longo]

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Parece Natal

(foto tirada por mim há uns meses atrás)

Uma amiga que, à hora de almoço, me ofereceu um manjerico "bébé" que é a coisa mais amorosa.
Uma colega que, volta e meia, vai à fábrica da Paupério, em Valongo (onde os preços são mais acessíveis) e recebe encomendas dos colegas, as quais nos levou hoje para o trabalho (vou para casa com 1,5kg de bolachas...coisa pouca). 
Faltam pouco mais de três horas para estrafegar a minha mãe - que não vejo desde o dia dos meus anos, em janeiro - de abraços e beijinhos.
E, em cima disto tudo, diz que há festa rija logo à noite.
Não é Natal, mas parece.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Do fim-de-semana

Mais um fim-de-semana de sol (e um vento do caraças, para não variar) em que o tempo para sentar o rabo no sofá e não fazer nenhum foi praticamente zero.
No sábado fomos provar os hambúrgueres do DeGema, na Baixa do Porto. O espaço tem uma decoração espetacular, o pessoal é todo uma simpatia e a lista de hambúrgueres é tão grande que a escolha torna-se super difícil. Escolhi um hambúrguer de frango e uma limonada de frutos vermelhos. Adorei os dois. Sou pessoa pouco fã de batata normal (gosto da doce) mas como estavam incluídas no prato deixei que as trouxessem e caí no erro de prová-las com a maionese de orégãos que vinha no prato. Que delícia! Para sobremesa dividimos um gelado de cereja e requeijão com figo que também estava uma maravilha. 


Já de barriga cheia, foi tempo de andar a passear pelo Porto e ir até Gaia, conhecer o Jardim do Morro.




No domingo lá acordámos com o despertador para ir à Corrida solidária pela Alegria do Movimento, em Gaia. Já não fazia uma corrida oficial há uns tempos e, confesso, tinha saudades. Mas confesso também que me custou bastante, e nem foi pelo cansaço físico (apesar de a corrida ter uma subida demoníaca a meio do percurso que ninguém merece) mas sim pelo calor que estava. Mesmo assim consegui fazer os 10km em 56 minutos e com uma média de 5:30min/km.


Depois disso recebemos a família do senhor namorado lá em casa para o almoço (e deixei o homem cozinhar tudo do prato principal para ver se a mãe dele finalmente acredita que tem um filho talentoso na cozinha). Fizemos truta no forno com arroz de ervilhas e batata doce às rodelas no forno e um sumo natural de laranja, cenoura e manga e estava um pitéu. Tenho um homem talentoso, pois tenho. 
Depois disso levámos a família a tomar um café à beira-mar e até fui à praia dar um passeio com a minha sobrinha de três anos (que delirou com aquilo), mas completamente vestidas, e com o vento que tem estado cheira-me que a minha praia aqui por cima vai ser sempre nestas vestimentas, seja verão ou inverno.


segunda-feira, 6 de junho de 2016

Do fim-de-semana

Ah, como eu gosto de fins-de-semana de Primavera! Aliás, gosto de fins-de-semana em qualquer altura do ano, mas os desta altura são do melhor que há. E só de pensar que daqui a quatro dias há fim-de-semana prolongado, que vai ser aproveitado em modo passeio, uma pessoa quase que esquece que é segunda-feira.
Uma parte do sábado foi passada em modo "deixa-me celebrar o facto de ter, finalmenteeeee, recebido o reembolso do IRS". Fui conhecer o Gaia Shopping e desgracei-me em grande entre a Zara e a Oysho. Sou cada vez mais fã das compras online mas, verdade seja dita, não há como ir à loja experimentar e trazer logo as coisas connosco para casa (e só as que ficam bem) (experimentei os calções e a camisa rosa de que vos falei neste post mas, com muita pena minha, ficam muito melhor às meninas do catálogo do que a mim. e aí está a vantagem de ir à loja, já não tive que andar com devoluções).


Já o almoço de ontem foi no BH Foz por sugestão de uma amiga que já conhecia o restaurante e que reparou que o The Fork estava a fazer uma promoção de 30% sobre a ementa, com exceção de bebidas (para quem quiser aproveitar, a promoção continua pelo menos até julho ao que parece). Pedi robalo grelhado com risotto de limão e cebolinho, ele pediu tamboril com arroz de camarão e para sobremesa eu pedi um fondue de chocolate branco com sorvete de framboesa e ele um creme brulée de cereja. Gostámos muito de tudo (e ficámos com muita vontade de voltar para provar o sushi, que tinha grande aspeto).


Depois entrámos em modo passeio. A temperatura estava maravilhosa, o dia estava lindo, e andámos a percorrer toda a zona da Foz a pé. Foi mesmo, mesmo bom.