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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Fim-de-semana de aniversário nas Aldeias do Xisto - parte 3 (Cerdeira e Candal)

Os planos para o domingo passavam por fazer uma caminhada entre as duas aldeias que nos faltava conhecer: Candal e Cerdeira.
Fomos ter ao Candal, onde deixámos o carro, e rumámos à Cerdeira, num trilho de 2,5km com uma dificuldade que eu classificaria de média.

Cá está o Candal. Das quatro aldeias que vimos, foi a que me aqueceu menos o coração (mas conquistou-me o estômago).

























Perto de uma hora depois, chegámos à Cerdeira.








Terminado o trajeto e com o estômago já a reclamar por comida, lá tivemos que fazer o regresso para o Candal, onde tínhamos o carro. Decidimos voltar pela estrada, para ser mais rápido. Chegados ao Candal, almoçámos naquele que provavelmente será o único restaurante da zona, chamado Sabores da Aldeia. Eu pedi uma chanfana, o senhor namorado pediu uma alheira, e ambos os pratos estavam ótimos. A carne da chanfana era tão macia e saborosa! E a quantidade da dose era tal que viemos de lá com um tupperware com almoço para o dia seguinte.
Uma cena engraçada que nos aconteceu foi que não tínhamos dinheiro e o multibanco não estava a funcionar porque eles estavam sem internet (estive várias horas sem rede de telemóvel nem internet, aquilo fica mesmo isolado) e o multibanco mais próximo ficava na Lousã, a 10 km de distância. Quando nos disseram que o MB não estava a funcionar tivemos alguns uns segundos sem saber o que fazer à nossa vida, até que a fofinha da dona nos trouxe um papel com o NIB dela e disse-nos para transferir o dinheiro quando pudéssemos. À confiança, sem ter ficado com um contacto, um nome nosso...nada (e já agora, já está pago ;)).
Foi um fim-de-semana maravilhoso, cheio de momentos que vão ficar guardados num cantinho especial da minha memória (e coração).

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Fim-de-semana de aniversário nas Aldeias do Xisto - parte 2 (Gondramaz e o nosso alojamento)

Primeira parte aqui.
Há anos que queria visitar as Aldeias do Xisto. A que eu tinha mais vontade de conhecer - só por ser a mais conhecida - era Piódão, mas não nos apetecia fazer uma viagem tão grande só para ir de fim-de-semana, pelo que decidi procurar algo que ficasse mais perto. 
Em pesquisas pelo Booking, encontrei várias casinhas amorosas, mas inseridas em Aldeias de Xisto não eram assim tantas. Até que me deparei com a Mountain Whisper em Gondramaz, e depois de obter a aprovação do senhor namorado (normalmente sou eu a fazer estas pesquisas, e dou-lhe a escolher entre os meus preferidos) lá fizemos a reserva (a Mountain Whisper tem cinco casas ao todo, com várias tipologias).
Chegámos a Gondramaz ao final da tarde de sábado, debaixo de chuva, pelo que fizemos o check in e fomos logo para casa, donde já só saímos no dia seguinte (levámos comida pronta de casa e jantámos por lá, mas também dava para cozinhar se quiséssemos).


A casinha onde ficámos é a do lado esquerdo da foto abaixo. É um duplex (em cima tem a sala e cozinha, em baixo o quarto e a casa de banho) e tem uma decoração pensada ao pormenor.



O quarto e as escadas para o piso superior.



O piso superior. Não dá para perceber pelas fotos mas tínhamos três janelas com vista para a serra.




Na manhã de domingo, depois de um pequeno-almoço delicioso na casa comum do empreendimento (com várias variedades de pão, todos muitos estaladiços, que me souberam pela vida, várias compotas, fruta e café) andámos a passear pela aldeia - que é bem amorosa - e pelas redondezas.

Um dos espaços comuns do Mountain Whisper. No verão deve saber bem um mergulho. No domingo não estava propriamente apetecível =).












Deixámos Gondramaz a meio da manhã de domingo, e rumámos às duas aldeias que nos faltavam conhecer: Candal e Cerdeira.


[continua]

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Fim-de-semana de aniversário nas Aldeias do Xisto - parte 1 (Talasnal)

O fim-de-semana foi tão bom e tão cheio de paisagens pra lá de fotogénicas que não consigo fazer só um post sobre ele. Segue o primeiro (de dois ou três) posts com o nosso primeiro dia.
Saímos de Lisboa a meio da manhã, e perto das 13h, depois de pouco mais de duas horas e 200 quilómetros de estrada, chegámos à Serra da Lousã.
Tínhamos três aldeias para conhecer por ali. Decidimos conhecer duas delas (Candal e Cerdeira) num dos muitos passeios pedestres que se pode fazer na zona e que liga as duas aldeias, e fomos conhecer a terceira, que - segundo pesquisámos, era  a mais conhecida das três: Talasnal.

As aldeias que visitámos ficam a noroeste deste mapa.

No caminho para o Talasnal (nunca conseguia acertar com o raio do nome desta aldeia. Houve uma altura que desisti e, na brincadeira, comecei a chamá-la de Taj Mahal. e ai de quem me venha dizer que não é parecido).






A chegada à aldeia, de carro, deslumbra-nos logo com esta pequena (grande) fofura de paisagem. Pelo quefoi preciso cerca de um segundo para eu me ter apaixonado por aquela aldeia.






























Dá para não adorar?





























Na primavera, com flores, também deve ser espetacular.








Depois de passearmos pela aldeia, decidimos fazer uma caminhada aparentemente curta mas com um grau de dificuldade bastante elevado. Só no dia seguinte, quando estavamos do outro lado da montanha, é que nos apercebemos do quanto tínhamos andado.

O Talasnal é o ponto A. Começámos por ir ao ponto B (que é outro aglomeradozito, mas mais pequeno), depois fomos ao ponto C, com vista para o castelo (uma amostra de "castelo" mas amoroso) e dali voltámos ao ponto A. Não foi pêra doce.




Este é o ponto C da foto de cima.


Terminámos o passeio perto de duas horas depois de termos começado, mesmo a tempo de fugir à chuva que tinha começado a cair há pouco. Eram perto das 16h, e fomos a um dos poucos (julgo que são dois) restaurantes do Talasnal: a Taberna da Ti Filipa, onde partilhámos uma "telha" com uma mistura de carnes e legumes grelhados que estava muito saborosa.
Conto-vos sobre a aldeia onde ficámos alojados, e sobre os passeios de domingo, num próximo post.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Fim-de-semana

Sabem aqueles fins-de-semana tão bons e tão preenchidos que ficamos com a sensação que passou uma semana e não dois dias? O fim-de-semana que passou foi um desses.
Começou com uma visita de senhor pai, com quem aproveitei para ir pela primeira vez ver as luzes de Natal da Baixa (trabalho lá perto e nem assim já as tinha visto decentemente) e no sábado fomos conhecer um restaurante em Algés, o Refúgio, do qual só tenho coisas boas a dizer. Para entrada partilhámos uma dose de mexilhão gratinado com broa de milho que estava divinal. Depois comi um risotto de camarão que também estava ótimo. Para sobremesa partilhámos um cheesecake e um bolo de mousse de chocolate que também estavam ótimos. Para além disso, os funcionários eram todos super simpáticos. 
Depois disso fomos para a Batalha, passar uma noite no hotel Villa Batalha. A ideia era fazer uma escapadela de fim-de-semana num sítio perto e de preferência com SPA (o senhor namorado adora e por questões de saúde também estava a precisar). Jantámos no restaurante do hotel, Adega dos Frades, e gostámos imenso (eu pedi risotto de frango e açafrão, ele comeu perna de pato com creme de cenoura, estavam os dois ótimos).
Já na manhã de domingo aproveitámos para conhecer o Mosteiro da Batalha (a entrada custa 6€, mas aos domingos de manhã não se paga, foi uma bela surpresa). O mosteiro é espetacular, tanto por dentro como por fora, adorei a visita.


[E este é um dos vestidos mega fofos de que vos falei neste post, que comprei em Braga numa lojinha que está cheia de vestidos amorosos que custam uma pechincha.]

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Fim-de-semana

Bem sei que já a semana vai a meio, mas tempo livre não é algo que tem abundado por aqui ultimamente. Seja como for, o fim-de-semana foi bom demais para não ser partilhado por aqui. Daqueles a roçar a perfeição mesmo (não fosse o facto de ter acabado com a notícia da perda de um familiar muito próximo de uma amiga querida).
Eu e o senhor namorado optámos por não fazer fim-de-semana prolongado porque era suposto esta ser uma altura em que já estaríamos a estudar (aos fins-de-semana inclusive) para o exame que se avizinha. Acontece que com o tempo que tem estado só me apetece passear, e a verdade é que já se passaram dois meses desde a última escapadela a dois, pelo que não aguentei e propus-lhe passarmos uma noite em Évora. Meti-me em pesquisas pelo Booking - coisa que eu gosto pouco de fazer (só a-do-ro), fiz a pré-seleção de três sítios, e deixei a escolha do vencedor nas mãos do senhor namorado.
Na sexta-feira, ainda por Lisboa, fomos jantar com amigos queridos e ver a peça de teatro Avenida Q, que me arrancou várias gargalhadas, está muito engraçada.

Foto daqui.

E no sábado lá seguimos rumo a Évora e à DH Country House para um fim-de-semana de passeios e descanso. Fomos super bem recebidos, a decoração tem um misto de moderno com vintage que gostei muito (só não adorei a decoração do quarto), e o espaço exterior, com piscina, é muito agradável (só peca por apanhar sol pouco tempo). [Para fotos mais pormenorizadas do espaço é só clicar ali no link acima]





Para além de muita leitura à beira da piscina, também houve tempo para passear um pouco pelo centro da cidade, e comer umas belas de umas migas no restaurante D. Inês II (que foi para aí o quarto sítio onde fomos, já que todos os mais conhecidos do Tripadvisor já tinham todas as mesas reservadas e ainda não eram 20h...). 


Não houve tempo para visitar quase nada na cidade, mas como Évora não está assim tão longe de Lisboa e ainda por cima está carregadinha de sítios amorosos onde dormir (a sério, encontrei tantas opções super apelativas que não foi mesmo fácil escolher) teremos tempo para fazer isso nas próximas visitas.