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quarta-feira, 7 de março de 2018

Restaurant week: Zambeze

Pois é, aqui a lambona de serviço já foi aproveitar a primeira de duas idas à Restaurant Week. E o primeiro restaurante escolhido foi o Zambeze, que tem comida moçambicana e portuguesa (mais propriamente da zona do Dão) e uma esplanada com uma vista maravilhosa sobre Lisboa (mas estava uma ventania tão grande que só vimos a esplanada ao longe).
O menu foi o seguinte:





  •  Entrada: Cogumelos envolvidos em queijo da serra Casa da Ínsua e presunto


  •  1/2 prato de peixe: Tranche de corvina com aromas de Moçambique


  • 1/2 Prato de carne: Vitela em tinto do Dão com batata dourada e legumes


  • Sobremesa: Fondant de chocolate com crocante de caramelo

Foi a primeira vez num restaurante aderente deste evento que não tive que escolher entre o prato de peixe e o de carne. A comida era toda muito agradável, sendo que nenhum prato me deixou extasiada. Já as amigas que foram comigo gostaram bastante. O que me faz pensar que isto de passar a vida a experimentar restaurantes novos me pode estar a deixar mais exigente...não sei. O meu prato preferido foi a sobremesa: adoro bolinhos húmidos de chocolate. E chocolate, assim em geral.
Fiquei curiosa para provar vários pratos do menu do restaurante (risotto de caranguejo e camarão em caril, por exemplo, parece-me muiiiito bem), mas sendo o preço algo puxadote não me parece que vá acontecer tão cedo.


segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Fim-de-semana (em modo lambona)

Mais um fim-de-semana se passou, e eu, mais uma vez, tenho a sensação que pouco fiz para além de comer (muito).
Para quem não sabe, até ao próximo dia 29 está a decorrer a The Fork Fest (que veio substituir a saudosa Restaurant Week) em que, nos restaurantes aderentes, temos um desconto de 50% em todo o menu, à exceção das bebidas (e eventos destes são coisas dignas de me deixar à beira do histerismo).
E atendendo a que não vamos passar o próximo fim-de-semana em Lisboa, decidimos (ok, decidi eu e pedinchei ao senhor namorado para alinhar na maluqueira) aproveitar a promoção em dois restaurantes, um no sábado e outro no domingo.
Depois de alguma pesquisa (o que eu gosto de fazer estas pesquisas, senhores!), que teve como principais critérios  a avaliação dos clientes e o preço (já que é para pagar metade do preço, pomos logo de parte os restaurantes mais baratos, onde podemos ir em qualquer altura), e toca de escolher restaurantes onde não iríamos num dia "normal".
No sábado, o restaurante eleito foi o Sessenta, do qual eu nunca tinha ouvido falar. Apetecia-me escolher praticamente todos os pratos da secção de peixe, mas acabei por optar pelo camarão tigre grelhado com arroz malandrinho. O senhor namorado pediu um bife de lombo à mirandesa com batatas e grelos. Nenhum dos pratos estava mau, longe disso, mas o facto de custarem quase 20€ deixaram-nos com as expetativas demasiado elevadas, e os pratos estavam só bons (numa escala de 0 a 5, daria um 4). Para sobremesa, eu pedi uma mousse de chocolate com creme de cassis (ótima) e ele pediu crumble de maçã (era bom, mas eu sabia fazer igual em casa e por regra não acho muita piada a pagar por coisas que sei fazer igual). Para beber pedimos uma cerveja e uma água, e pagámos 30€ pela refeição (sem o desconto ficaria perto dos 50€).






Quando acabámos de almoçar no sábado fomos a pé até ao Terreiro do Paço, à manifestação silenciosa pelas vítimas dos incêndios.







No domingo fomos almoçar ao Akla, restaurante do hotel Intercontinental. O espaço é muito giro, e o restaurante tem um menu com os mais variados pratos e preços (tem pratos de carne maturada que chegam aos 40€, mas também tem vários pratos abaixo dos 20€). Eu pedi um risotto de grelos, camarão grelhado e burrata, e o senhor namorado pediu bacalhau à lagareiro. O meu risotto estava maravilhoso (e era capaz de voltar ao restaurante só para comê-lo outra vez). Já o bacalhau, mais uma vez, era bom, mas pelo preço (25€ com acompanhamento) estávamos à espera de algo mais incrível. Para sobremesa partilhámos um biscuit de chocolate, mousse caramelo e sorvets de pêra que era muito agradável (a foto não ficou grande coisa por isso não partilho). Com dois copos de vinho, pagámos à volta de 35€ (a refeição sem desconto teria sido uns 60€).


Depois destas duas experiências gastronómicas em restaurantes com preços que não costumamos frequentar, comentámos a brincar que não andamos a perder grande coisas por não sermos ricos. Claro que com certeza existirão por aí muitos restaurantes caros e maravilhosos, mas estes dois não nos deixaram maravilhados. Gostei muito das duas refeições (adorei mesmo a de domingo), mas a relação qualidade preço dos dois restaurantes, num dia sem descontos, para mim não me parece a melhor (acho que se consegue comer igualmente bem a pagar menos em vários restaurantes).

[Gosto de falar dos preços pelo simples motivo de que acho que para a maioria das pessoas é um fator de escolha muito importante. Ou pelo menos para mim é, pelo que acho útil a partilha.]


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

(Pedaços) do fim-de-semana

Foi um fim-de-semana bastante calminho, este que passou.
Quem me segue mais atentamente sabe que eu sou uma lambona assumida. Adoro comer e adoro experimentar novos restaurantes e descobrir iguarias que não conseguiria fazer em casa. Há anos que não perco uma edição da Restaurant Week e ando sempre atenta a ver quando é que se podem fazer as reservas (porque as vagas para os restaurantes melhores muitas vezes esgotam em três tempos).
Desta vez, ao que parece, o Restaurant Week e o seu característico menu de 20€ foi substituído pelo "The Fork Fest", em que, de 2 a 13 de novembro, vários restaurantes vão estar com todo o menu (exceto bebidas) a metade do preço. 
Apesar de eu não conhecer nem nunca ter ouvido falar de praticamente nenhum dos restaurantes que constavam da lista de aderentes no Porto, andei a cuscar os menus (e a pontuação dada pelos clientes do The Fork) e lá fiz duas reservas, uma para cada semana da promoção. No sábado passado, fomos ao Élebê, na Baixa. Eu e a minha veia de pelintra nunca nos sentimos 100% à vontade quando entramos num restaurante com aspeto assim mais pipi (e reparamos que somos os clientes mais novos do pedaço) e somos tratadas com algum formalismo, mas correu tudo bem e a comida era muito boa (e, melhor de tudo, por uma fatura de 45€ pagámos 25€).

Bacalhau lascado em crosta de broa para ele.

E para mim folhado de garoupa.

E para sobremesa, quindim de côco para ele, e cheesecake de abóbora para mim.

Já o dia de ontem foi passado em família, e ao final do dia, já por casa, decidi dar finalmente uso a um pacote de farinha de alfarroba que tinha na cozinha já há uns tempos. Pus-me a pesquisar na internet por receitas de bolo de alfarroba, e encontrei esta receita do blogue do Manuel Luís Goucha, de bolo de alfarroba e côco, que me pareceu bem.


Reproduzi a receita mas substituí o açúcar normal por amarelo e a manteiga pelo creme vegetal da becel (às vezes substituo mesmo por manteiga de soja), que são duas opções que tomo sempre para tornar a coisas ligeiramente menos má para a saúde. Ficaram bastante bons (mas não se sente o sabor do côco) mas, na minha opinião, demasiado doces (numa próxima receita retiro-lhe um ovo, junto mais leite de côco, e corto um pouco no açúcar).

terça-feira, 24 de maio de 2016

É oficial, vim viver para o paraíso

Na semana passada, na véspera de ir a Lisboa, comentei com uma amiga que trabalha comigo que gostava de levar uns docinhos que deixasse o pessoal lá em baixo maravilhado. Ela levou-me à Confeitaria Nova Real, onde escolhi uma série de bolinhos em miniatura, e fui apresentada à marca Paupério, de bolachas e biscoitos. Comprei um pacotinho de biscoitos de milho, e outro de limão, e já estou a ver quando é que lá volto para provar todas as restantes. Que maravilha.






Se o norte não é o paraíso, deve andar bem lá perto =).

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Do fim-de-semana (com uma descoberta gastronómica pelo meio)

O fim-de-semana foi passado em Braga, de visita à família do senhor meu namorado. Quando penso que, quando estava a fazer a mala, ainda hesitei entre levar um (mísero) casaco de pele ou dar por aberta a época de sobretudo este ano, até fico cheia de calafrios. Que frio que apanhámos, senhores!
Passeámos a pé pelo centro da cidade (que é sempre uma coisa que eu adoro fazer), comemos os rojões maravilhosos da sodôna minha sogra, houve também tempo para chá e leituras, e ainda fomos provar as francesinhas da Taberna Belga (das quais eu já tinha lido maravilhas, ao nível de serem qualquer coisa como as melhores do país, pelo que a curiosidade era muita). (foi um fim-de-semana bastante light em termos de calorias, portanto)



Combinámos ir à Taberna Belga no sábado à noite, com uns primos de senhor namorado. Uma delas disse que era melhor combinarmos lá para as 20h, porque aquilo costuma encher. Ora, só para conseguir entrar no restaurante e reservar mesa demorámos quase dez minutos. Às 20h10 disseram-nos que o tempo estimado de espera era de 45 minutos e lá decidimos (excecionalmente, porque nenhum de nós acha muita piada a esperar uma eternidade para comer) esperar. Pois que ficámos 1h30m na rua, à espera. Eu já não sentia nariz, pés e mãos, de tanto frio que estava. E a fome...nem vou falar da fome. 
Sentámo-nos às 21h40, e uns 20 minutos depois estávamos a comer. E tenho a dizer que não fosse o facto de eu não ser apreciadora de picante (apesar de não ser em dose exagerada) diria que a francesinha é espetacular, mas por causa do picante digo apenas que são mesmo muito boas. Não sei se posso dizer que valeu a espera, porque foi um claro exagero de tempo, mas posso dizer que sou menina para lá voltar (mas só se for para aí às 19h, para não apanhar fila, claro).

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Descoberta gastronómica da semana #5 (e alguns devaneios pelo meio)

Passei o dia de ontem com uma certa melancolia. Sabem aqueles dias em que uma pessoa está em baixo e nem sabe bem porquê? Foi um desses dias. Até que saí do trabalho e a coisa começar a melhorar exponencialmente. Mal saí deparei-me com uma carteira no chão. Fiquei a olhar para ela durante uma fração de segundos, a pensar qualquer coisa do género "Será uma cilada e mal eu a agarrar vai aparecer alguém?". Agarrei e regressei ao trabalho. Tinha os documentos todos do senhor e uns trocos valentes (mais de 200€ em notas). Descobri o número de telemóvel do senhor, com a ajuda de uma colega, e ele foi ter connosco para a reaver. Se tivesse acontecido o mesmo comigo, eu era menina para quase me ajoelhar em frente ao homem e agradecer pela minha vida. O homem deu um sorriso e disse "muito obrigada". Está certo... Mas não deixa de ter sido a minha boa ação do dia. 
Fui para a Baixa fazer tempo (nos entretantos enfiei-me na Zara, e já saí de lá com um saco na mão, mas quanto a esse assunto depois mostro-vos a desgraça ao pormenor) até que me encontrei com umas amigas (a pretexto da visita de uma delas) e fomos jantar. Fomos a um restaurante vegan chamado The Food Temple (na Mouraria, perto do Martim Moniz) absolutamente delicioso e bastante acessível (pagámos pouco mais de 10€ por pessoa). Eu costumo dizer que se tivesse alguém a cozinhar para mim todos os dias era bem capaz de ser vegetariana (vegan não, que eu gosto muito de ovos e queijo), e era capaz de fazer deste restaurante a minha cantina. Que comida mais saborosa.


As entradas: "Queso" de abóbora e cajú com nachos (delicioso), salada de feijão com maionese de alho e noodles com fungos (espécie de cogumelos).

Chá de rosa.

O prato principal, para partilhar: caril de grão, quiabos e pimentos vermelhos com arroz de jasmin. Tão, tão bom!

E para finalizar, bolo de laranja e canela.

Esta foto não é minha, foi rapinada daqui.

E esta daqui.

Confesso que fiquei particularmente curiosa em relação aos ingredientes da maionese (como é que se faz maionese sem ovos?) e do bolo (também delicioso). E fiquei cheia de vontade de lá voltar. Para além da comida ser ótima, os funcionários são mesmo muito simpáticos, e o espaço é muito giro.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Do fim-de-semana



O Joaquín deu-me a desculpa que eu precisava para passar dois dias muito caseiros entre leituras, séries e muitas calorias.
A sexta-feira acabou com uma ida ao gym e uma receção em casa com uma bela pratada de sushi.
No sábado, as saídas limitaram-se a uma ida ao supermercado para abastecer para a semana. Perdi a conta à quantidade de episódios de séries que vi (entre The Middle, Breaking Bad e Hart of Dixie, que terminei finalmente e que nunca me deixou especialmente fã). Entretanto comecei a ler "A rapariga no comboio" e já o deixei praticamente a meio.
O dia de ontem teve direito a ida ao gym (depois de tomarmos o meu pequeno-almoço preferido de Lisboa) e a arrumações (já arrumei as sandálias e demais roupa de verão e desempacotei botas e afins. conformei-me que o verão já era, portanto. agora vê lá se tens juízo, sim, senhor S. Pedro?) e a mais séries e mais leitura. Tanto que terminei o livro que tinha começado na véspera. 
Não é uma obra prima e tornou-se previsível numa dada altura (para dizer a verdade eu estava obcecada com isto desde metade do livro, já que já tinha lido n comentários a dizer que o livro é previsível, e já só pensava "ai de mim se também não descubro quem é o culpado antes de ser relevado"), mas é de leitura super fácil (compulsiva até, diria eu) e consegue prender completamente do início ao fim, pelo que lhe dei 4 estrelas no Goodreads.

domingo, 19 de abril de 2015

Scalabis night race - do ponto alto

Foto daqui.



Eu podia dizer que foi o facto de a corrida ter sido à noite (detesto correr debaixo de sol e calor).
Podia dizer que foi o facto de ter corrido numa cidade muito gira - Santarém - entre igrejas, miradouros e ruelas muito engraçadas.
Também podia dizer que foi o facto de ter batido um recorde de tempo sem ficar a morrer.
Podia ainda dizer que foi o facto de o dorsal ter o nosso nome escrito, e ter sido espectacular ouvir vários desconhecidos a chamar por mim e a dar-me força durante a prova.
Mas não. Foi tudo muito bonito, sim senhor, mas o ponto alto da noite foi mesmo o momento em que, após a corrida, ferrei o dente num pampilho (doce típico de Santarém, que fazia parte das ofertas da corrida).


Como é que aquilo me escapou durante tanto tempo, senhores? Pior, como é que tenho uma colega (que partilha sala diariamente com o meu homem ainda por cima) que vive em Santarém e nunca nos levou aquela iguaria dos céus a provar? Isto não se faz.



(entretanto já dei ordens a senhor namorado para fazer um ultimato à colega: ou nos traz pampilhos em breve, ou não queremos mais nada com ela).

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Mimos


Por aqui houve visita de senhor pai, com direito ao célebre coelho de chocolate, sem o qual a Páscoa (mesmo que tardia) não tem o mesmo sabor (em dose dupla. diz que um deles é para senhor namorado. ele que não se apresse a comê-lo que eu não respondo por mim), um carregamento de maracujás cultivados por senhor pai (e que são uma das minhas frutas favoritas), outro de bolos do caco, e um pedaço do meu bolo favorito, feito por sodôna mãe (bolo de chocolate e queijo filadélfia).
Sou ou não sou uma moça cheia de sorte?

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Pecados de uma sexta-feira santa

A ideia era começar o dia com uma corrida à beira-rio.


(Já agora: é ou não é um coração desenhado no meu latte? É que o insensível do senhor meu namorado gozou-me quando eu lhe disse isto)

Acabei por optar antes por isto. Quase a mesma coisa, portanto.


Mas ai de mim se não faço um treino longo ao final do dia. É que isto de me inscrever em corridas de 15 km (doida!)  e depois não passar dos 10 nos treinos é capaz de não ser muito boa ideia.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Apostas gastronómicas

Já perdi a conta à quantidade de vezes que fui ao Mercado da Ribeira. Adoro o espaço, adoro a comida, adoro a diversidade. Só há um problema: é que eu quando gosto a sério de algum prato, tenho muiiita dificuldade em variar. E apercebi-me que 90% das vezes que lá vou dou a volta aos restaurantes todos e acabo sempre a comer o mesmo: o hambúrguer de salmão e choco do Prego da Peixaria. Senhor namorado não é melhor do que eu: acaba sempre no mesmo sítio que eu, a comer um prego qualquer (vai variando no molho, é a loucura!).
Na última vez que lá fomos, depois de fazermos o roteiro do costume e prestes a acabar no sítio de sempre, decidimos perder a cabeça e variar. E com isto decidimos fazer uma aposta (nós e as apostas, já perdi a conta a quantas estão em vigor neste momento), sendo que o primeiro a repetir um prato numa das próximas idas ao Mercado da Ribeira perde. E eu lá fui ao chefe Alexandre Silva e pedi um risotto negro com vieiras salteadas (bem bom, por sinal). Depois fui buscar a sobremesa ao sítio do costume (o Nós é mais bolos) e decidi arriscar num bolo de mousse de chocolate que era bom mas não me encheu as medidas (é por isto que eu tenho sempre receio de arriscar. mas é assim que se fazem grandes descobertas, eu sei).




domingo, 8 de fevereiro de 2015

Ai tiveste o dia de aniversário mais light de sempre porque estavas mal do estômago?


Não faz mal, compensa-se com uma semana de atraso. (aqui entre nós que ninguém nos ouve eu compensei mas foi a semana toda - que isto depois de uns dias sem apetite apetece-me comer este mundo e o outro - mas isso não interessa nada). Com uma das melhores sobremesas que conheço: o brownie com gelado do Hard Rock Café (que voltou a ser servido em versão gigante e eu, que não contava com isso e fui lá logo depois do almoço, nem com a mísera ajuda de senhor namorado consegui acabá-lo. pela primeira vez na minha vida.  até me doeu a alma tamanho desperdício).
E depois ainda decidi oferecer um mimo a mim própria:


Este livro, que tem todos os ingredientes para me prender desde a primeira página, e que já tinha debaixo de olho há mais de um ano (mas nada de aparecer no Olx, o safado).

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Descoberta gastronómica da semana #4

Um aparte no relato das férias só para dizer que, nos entretantos, "descobri" (que é como quem diz, fui a um sítio onde queria ir há séééculos) mais um recanto em Lisboa onde se come bem, tão bem! [e como lambona assumida que sou, não podia deixar passar em branco este momento tão importante na minha vida]. Pois que é o restaurante À parte, que tem várias salas que representam as divisões duma casa (nós ficámos na cozinha. mas a despensa também era tão gira! aliás, tudo é giro ali).


(as fotos são retiradas da internet)

Para além do espaço ser giríssimo e super original, a sangria de frutos vermelhos é maravilhosa, assim como o espadarte grelhado com risotto de camarão e espargos que eu comi (só de pensar fico a salivar). Só não fiquei super fã das sobremesas (são só boas), mas vale muito a pena pelos pratos principais (há muitos e variados, para todos os gostos, desde massas, risottos, peixe, bifes). Não sendo super barato (pagámos 25€ por pessoa com entradas, sangria, prato principal e sobremesa), tem uma boa relação qualidade-preço.
Digamos que teve entrada direta para o meu top de restaurantes em Lisboa.


Não fosse o desfalque das férias e voltava lá já este fim-de-semana.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Das boas intenções


Ontem, ao jantar, decidi fazer legumes salteados com salsichas de soja. Estava a acabar de cozinhar enquanto senhor namorado fazia um sumo de morango e uva. Virei-me para ele e comentei:
- Que saudáveis que nós estamos. Legumes, salsichas de soja, sumo natural...
Ao que ele me responde, estragando tudo:
- E eu que estava mesmo a pensar em juntar um bocado de gin ao sumo.
(...)
Depois do jantar, viro-me para ele e digo:
- Isto estava tão saudável que um chocolatinho pequenino não fazia mal, pois não?

Pois é, venha o diabo e escolha qual a mente mais pecaminosa lá de casa. Estamos bem um para o outro, é o que é.

domingo, 19 de outubro de 2014

Do fim-de-semana

Houve pequeno-almoço delicioso no Choupana Caffe com direito ao melhor croissant de chocolate do mundo e arredores. 

Foto roubada daqui.

Houve corrida à beira-rio com esta vista, em que finalmente consegui passar dos 11 km (não, não corro sempre estas distâncias. a prova disso é que o último recorde já tinha mais de dois meses). 


Houve o musical Cats na noite de ontem, que já tinha visto há coisa de 20 anos em Londres com os meus pais, e cujo CD comprámos na altura e passou durante anoooos no carro da minha mãe. As músicas são lindas, as performances idem, mas a história em si é fraquita (sei que não é suposto ser o mais importante num musical, mas para mim também importa, e o Cats, nesse aspecto, acaba por resumir-se a pouco mais que uma apresentação de todos os gatos que fazem parte da história). Mas valeu muito a pena e eu só queria é que viessem todos os bons musicais a Portugal (para além de serem mais baratos aqui, ainda tem a vantagem de ter legendas no ecrã ao lado, o que ajuda muito. é que uma coisa é perceber inglês falado, outra é perceber inglês cantado, não tem nada a ver).


E houve visita ao Volver by Chakall para mais um maravilhoso menu de Restaurant Week. Eu queria aproveitar este evento para conhecer outros restaurantes, a sério que sim, mas a comida lá é sempre tão boa e os empregados tão (mas tão!) simpáticos que fica muito difícil variar. As sobremesas lá são de revirar os olhos de tão boas, mas desta vez a nota máxima foi para o prato principal: o polvo delicioso!

Polvo em 3 texturas com migas de feijão-frade e broa de batata-doce

 ‘Cheesecake’ de iogurte com compota de maracujá e lavanda

sábado, 1 de março de 2014

Restaurant week - Volver by Chakall


Uma das nossas escolhas (ou minhas, a bem dizer, que o homem entusiasma-se muito menos com estas coisas do que eu) para esta edição da Restaurant Week foi o Volver by Chakall. E que bela escolha!
Experimentámos tudo o que estava no menu, já que só havia duas opções de entrada, prato principal e sobremesa e até o senhor namorado ficou todo entusiasmado. 
Gostei de tudo, mas as sobremesas (já disse aqui mil vezes que sou uma dependente de açúcar assumida) eram de revirar os olhos, principalmente o cheesecake de queijo de cabra com nozes e mel, que era de-li-ci-o-so (para quem gosta de mel - não é o caso do senhor meu namorado, pelo que tive que comê-lo sozinha, para além de comer quase metade da dele, claro...uma chatice, foi o que foi).
Destaco também a simpatia genuína dos empregados, que é coisa que não acontece sempre (principalmente em restaurantes pipis quando os clientes escolhem "menus de pobre", salvo seja).
Cinco estrelas!

sábado, 12 de outubro de 2013

Do início do fim-de-semana

O Sábado começou com duas aulas no ginásio: uma de dança, super divertida (acho que estou a ganhar o jeito para a coisa...ou a ficar menos desajeitada, pronto), e outra horroroooosa, o inferno na terra chamada 3B (o que uma pessoa não faz pela esperança remota de ficar com o rabo rijo).

Seguiu-se um almoço delicioso na Creperie da Ribeira (onde fui matar saudades de um dos responsáveis pelos 9kg que ganhei quando vivi em França: galettes, que são uns crepes versão salgada feitos com farinha sarraceno). Por menos de 10€ por pessoa saímos de lá muito satisfeitos e de barriga cheia.

(foto roubada do facebook deles)

E depois não resisti a quebrar a promessa de não comprar livros tão cedo, já que fui investigar as opiniões sobre a nova Nobel da Literatura no Goodreads e parece que a coisa promete (apesar de ser um livro que reúne vários contos - ao que parece é típico na escritora - que é algo que não costuma chamar muito por mim). Uma pessoa acha que sabe alguma coisa de literatura e pimba, para não variar toma lá mais uma vencedora do Nobel de quem nunca ouviste falar.


sábado, 28 de setembro de 2013

Descobertas gastronómicas da semana #3

Esta semana foi a loucura! A revista Time Out faz 6 anos e deu uma série de vales de 50% de desconto, entre eles para dois restaurantes que eu queria conhecer há séculos. Pelo que agarrei no senhor meu namorado num dia e numa amiga noutro dia e toca de ir ser feliz a fazer uma das coisas que prazer me dá: experimentar sítios novos e comida diferente.
Com senhor namorado fui à Osteria
A Osteria é um restaurante italiano mas onde se come muito para além de pizzas e massas (aliás, nem têm pizzas). E a ideia é partilhar os pratos (como na Petiscaria Ideal, que é um dos meus restaurantes preferidos em Lisboa). Comemos uma entrada de bacalhau à moda de Veneza e pasta com choco com tinta e umas almondegas com molho de tomate e puré de  batata. Para sobremesa pedimos um bolo de chocolate e amêndoa e uma tarte de mascarpone e mel. Comemos tanto e tão bem (então as sobremesas...a-do-rei!) que até tive direito a uma noite nada simpática com uma indisposição daquelas (bem feito, ninguém me manda ser tão lambona antes de ir para a cama, que é coisa a que eu não estou habituada).
Aconselho este restaurante!


No dia seguinte fui almoçar à Taberna Moderna. A ideia lá também é partilhar. Comemos uma trouxas de legumes muito boas e uma massa de mariscos (gigante) que, não sendo de revirar os olhos, era boa. Como era dia de trabalho não houve tempo para comer sobremesa (que dor no coração!).
O espaço é muito giro mas sinceramente, no que toca à comida, talvez porque ia com expectativas bastante altas, não fiquei maravilhada. Mas gostei.