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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Fim-de-semana de passeio

Os meus pais estão de férias e vieram passar uns dias connosco. E então decidimos ir passar o fim-de-semana perto de Lisboa, para passear um pouco e não andar sempre pelos mesmos sítios. Como decidimos fazer isto com pouco mais de uma semana de antecedência a oferta de alojamento que preenchesse os nossos critérios já não era muito abundante, mas lá descobrimos um lugar encantador no Redondo, em Évora. Chama-se Convento de São Paulo e é um antigo convento, do século IV, lindíssimo tanto por dentro como na sua envolvente, com duas piscinas e muito espaço para passear. 













































Passámos o final da tarde de sábado numa das piscinas e a manhã de domingo na outra. Como não nos apetecia pegar no carro, jantámos no hotel (a comida não era má, mas estava muita gente e esperámos mais de uma hora para comer) e depois fomos para o jardim desfrutar do som do campo e ver as estrelas (e que céu lindo que estava). Adoro estes programas rurais (desde que não durem muito tempo), tanto no inverno como no verão. E este programa de verão, a quatro, vai ficar guardado  com especial carinho. 
Já a caminho de Lisboa, parámos para almoçar em Estremoz, num restaurante que estava recomendado no Tripadvisor, chamado Alecrim. O restaurante não é super barato, mas ficámos fãs, tanto do espaço como da comida (a sobremesa então...comemos uma trilogia de chocolate dos deuses!).
Que fim-de-semana em família tão bom!

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Fim-de-semana de aniversário nas Aldeias do Xisto - parte 3 (Cerdeira e Candal)

Os planos para o domingo passavam por fazer uma caminhada entre as duas aldeias que nos faltava conhecer: Candal e Cerdeira.
Fomos ter ao Candal, onde deixámos o carro, e rumámos à Cerdeira, num trilho de 2,5km com uma dificuldade que eu classificaria de média.

Cá está o Candal. Das quatro aldeias que vimos, foi a que me aqueceu menos o coração (mas conquistou-me o estômago).

























Perto de uma hora depois, chegámos à Cerdeira.








Terminado o trajeto e com o estômago já a reclamar por comida, lá tivemos que fazer o regresso para o Candal, onde tínhamos o carro. Decidimos voltar pela estrada, para ser mais rápido. Chegados ao Candal, almoçámos naquele que provavelmente será o único restaurante da zona, chamado Sabores da Aldeia. Eu pedi uma chanfana, o senhor namorado pediu uma alheira, e ambos os pratos estavam ótimos. A carne da chanfana era tão macia e saborosa! E a quantidade da dose era tal que viemos de lá com um tupperware com almoço para o dia seguinte.
Uma cena engraçada que nos aconteceu foi que não tínhamos dinheiro e o multibanco não estava a funcionar porque eles estavam sem internet (estive várias horas sem rede de telemóvel nem internet, aquilo fica mesmo isolado) e o multibanco mais próximo ficava na Lousã, a 10 km de distância. Quando nos disseram que o MB não estava a funcionar tivemos alguns uns segundos sem saber o que fazer à nossa vida, até que a fofinha da dona nos trouxe um papel com o NIB dela e disse-nos para transferir o dinheiro quando pudéssemos. À confiança, sem ter ficado com um contacto, um nome nosso...nada (e já agora, já está pago ;)).
Foi um fim-de-semana maravilhoso, cheio de momentos que vão ficar guardados num cantinho especial da minha memória (e coração).

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Fim-de-semana de aniversário nas Aldeias do Xisto - parte 2 (Gondramaz e o nosso alojamento)

Primeira parte aqui.
Há anos que queria visitar as Aldeias do Xisto. A que eu tinha mais vontade de conhecer - só por ser a mais conhecida - era Piódão, mas não nos apetecia fazer uma viagem tão grande só para ir de fim-de-semana, pelo que decidi procurar algo que ficasse mais perto. 
Em pesquisas pelo Booking, encontrei várias casinhas amorosas, mas inseridas em Aldeias de Xisto não eram assim tantas. Até que me deparei com a Mountain Whisper em Gondramaz, e depois de obter a aprovação do senhor namorado (normalmente sou eu a fazer estas pesquisas, e dou-lhe a escolher entre os meus preferidos) lá fizemos a reserva (a Mountain Whisper tem cinco casas ao todo, com várias tipologias).
Chegámos a Gondramaz ao final da tarde de sábado, debaixo de chuva, pelo que fizemos o check in e fomos logo para casa, donde já só saímos no dia seguinte (levámos comida pronta de casa e jantámos por lá, mas também dava para cozinhar se quiséssemos).


A casinha onde ficámos é a do lado esquerdo da foto abaixo. É um duplex (em cima tem a sala e cozinha, em baixo o quarto e a casa de banho) e tem uma decoração pensada ao pormenor.



O quarto e as escadas para o piso superior.



O piso superior. Não dá para perceber pelas fotos mas tínhamos três janelas com vista para a serra.




Na manhã de domingo, depois de um pequeno-almoço delicioso na casa comum do empreendimento (com várias variedades de pão, todos muitos estaladiços, que me souberam pela vida, várias compotas, fruta e café) andámos a passear pela aldeia - que é bem amorosa - e pelas redondezas.

Um dos espaços comuns do Mountain Whisper. No verão deve saber bem um mergulho. No domingo não estava propriamente apetecível =).












Deixámos Gondramaz a meio da manhã de domingo, e rumámos às duas aldeias que nos faltavam conhecer: Candal e Cerdeira.


[continua]

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Fim-de-semana de aniversário nas Aldeias do Xisto - parte 1 (Talasnal)

O fim-de-semana foi tão bom e tão cheio de paisagens pra lá de fotogénicas que não consigo fazer só um post sobre ele. Segue o primeiro (de dois ou três) posts com o nosso primeiro dia.
Saímos de Lisboa a meio da manhã, e perto das 13h, depois de pouco mais de duas horas e 200 quilómetros de estrada, chegámos à Serra da Lousã.
Tínhamos três aldeias para conhecer por ali. Decidimos conhecer duas delas (Candal e Cerdeira) num dos muitos passeios pedestres que se pode fazer na zona e que liga as duas aldeias, e fomos conhecer a terceira, que - segundo pesquisámos, era  a mais conhecida das três: Talasnal.

As aldeias que visitámos ficam a noroeste deste mapa.

No caminho para o Talasnal (nunca conseguia acertar com o raio do nome desta aldeia. Houve uma altura que desisti e, na brincadeira, comecei a chamá-la de Taj Mahal. e ai de quem me venha dizer que não é parecido).






A chegada à aldeia, de carro, deslumbra-nos logo com esta pequena (grande) fofura de paisagem. Pelo quefoi preciso cerca de um segundo para eu me ter apaixonado por aquela aldeia.






























Dá para não adorar?





























Na primavera, com flores, também deve ser espetacular.








Depois de passearmos pela aldeia, decidimos fazer uma caminhada aparentemente curta mas com um grau de dificuldade bastante elevado. Só no dia seguinte, quando estavamos do outro lado da montanha, é que nos apercebemos do quanto tínhamos andado.

O Talasnal é o ponto A. Começámos por ir ao ponto B (que é outro aglomeradozito, mas mais pequeno), depois fomos ao ponto C, com vista para o castelo (uma amostra de "castelo" mas amoroso) e dali voltámos ao ponto A. Não foi pêra doce.




Este é o ponto C da foto de cima.


Terminámos o passeio perto de duas horas depois de termos começado, mesmo a tempo de fugir à chuva que tinha começado a cair há pouco. Eram perto das 16h, e fomos a um dos poucos (julgo que são dois) restaurantes do Talasnal: a Taberna da Ti Filipa, onde partilhámos uma "telha" com uma mistura de carnes e legumes grelhados que estava muito saborosa.
Conto-vos sobre a aldeia onde ficámos alojados, e sobre os passeios de domingo, num próximo post.