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quinta-feira, 10 de maio de 2018

Cenas saborosas várias que eu vou descobrindo na minha senda fit #2

Eu sou doida por pão. Pão é capaz de estar no top 3 das coisas que mais gosto de comer. E até sou uma pessoa bastante saudável na minha alimentação, mas se há alimento que me recuso a deixar de consumir é pão. Quero lá saber se tem gluten (até porque o gluten, tanto quanto sei, nunca me fez mal, e a fazer será com certeza bem menor do que o prazer que eu tenho a comer pão).
Mas, como pessoa preocupada com a saúde que sou, lá vou tentando descobrir pães mais saudáveis para comer no dia-a-dia. E, meus amigos, há certos Continentes que têm uma padaria que me deixa à beira do histerismo com a variedade de pães diferentes que tem. Soubessem vocês como eu deliro com isso! É um facto que a grande maioria deles tem pouco de mais saudável que o tradicional pão branco, até porque a base normalmente é a mesma (farinha de trigo), mas há dois em particular que eu simplesmente a-do-ro (e tenho tanta, tanta pena que haja tão poucas vezes no supermercado onde vou) e de cada vez que os encontro tenho que fazer um esforço hercúleo para não me apoderar do stock inteiro e entupir o meu congelador de pão. Pois que são o pão de albarrofa e a 8ª maravilha do mundo em forma de pão, que descobri mais recentemente: pão de abóbora e nozes. Oh meu deus, como aquilo é delicioso!
Como disse antes, aquilo de mais saudável tem pouco, porque é feito com farinha de trigo. Mas leva 9% de doce de abóbora (que lhe dá um tom amarelado) e nozes, e tem uma textura e sabores perfeitos. Isto não é publicidade, e estes pães não são nada baratos, mas meus amigos, para comer cenas destas eu pago com todo o gosto.




quinta-feira, 3 de maio de 2018

Gelatina fit na cozinha: Queques de pêra, amêndoa e bolacha

A cada dia que passa preocupo-me mais com a minha saúde, em comer bem e em ter um estilo de vida saudável. Não o faço com esforço, faço com prazer. E se há coisa que adoro é pôr-me na cozinha a inventar receitas saudáveis e saborosas (ou a reproduzir algumas que vou vendo por aí e que me parecem interessantes). 
Não sou a melhor cozinheira do mundo, estou bem longe disso, mas adoro o desafio de fazer coisas saborosas e saudáveis (o meu grande exemplo - de verdadeiro sucesso, já agora - é a minha mãe, que é tão ou mais preocupada com a saúde do que eu, e que faz pratos, doces ou salgados, sempre maravilhosos e que eu sei sempre que foram feitos só com ingredientes saudáveis).
Faço panquecas praticamente todos os domingos à tarde, congelo-as, e vou comendo durante a semana, no meu lanche da manhã. 
Para não comer sempre a mesma coisa, vou variando nos ingredientes. 
Mas a base é sempre a mesma: 
  • dois ovos, 
  • se tiver fruta a ficar muito madura (pêras, maçãs ou bananas) uso uma ou duas, 
  • uma caneca de bebida vegetal (a que estiver a consumir no momento: entre amêndoa, aveia, arroz ou côco) e
  •  outra caneca com uma colher de sobremesa de fermento, depois 1/3 da caneca com linhaça moída, às vezes junto ou pouco de côco ralado e/ou frutos secos, e outra farinha qualquer até encher o resto da caneca (aveia e espelta são as que mais uso).
Feito isto, trituro na liquidificadora e vou juntando mais farinha aos poucos (normalmente ainda junto mais o equivalente a meia caneca) até obter a consistência pretendida. Às vezes junto dois quadradinhos de chocolate negro. Se for preciso adoçar, junto mel ou açúcar de côco (quando ponho fruta ou farinhas de sabor não é preciso adoçar).
Esta base serve para fazer panquecas (dá para umas 10), mas também serve para fazer papas ou queques.
No outro dia estava inspirada e sairam-me das mãos os queques mais saborosos que já fiz.


Até o senhor namorado brincou comigo e disse que eu me tinha enganado na receita (não é fácil agradar o homem com receitas saudáveis. eu deliro com elas, já ele...ainda tem muito para educar naquele seu paladar. lá chegaremos =)).
Os ingredientes foram:
  • Dois ovos
  • Duas pêras bem maduras
  • Duas colheres de sopa bem cheias de manteiga de amêndoa
  • Uma chávena de bebida vegetal de côco
  • Uma chávena (e meia) com: uma colher de sopa de fermento, 6 colheres de sopa de linhaça moída, duas colheres de sopa de côco ralado, e o restante com farinha de aveia instantânea da prozis de sabor a bolacha, que é a minha farinha de sabor preferida (sabe a bolacha maria, é docinha qb mas leva pouco açúcar). Sem esta farinha de sabor, convinha meter um pouco de mel/açúcar.
  • Dois quadradinhos de chocolate negro
Depois foi só pôr em formas de silicone e levar ao forno, a uns 180ºC, durante uns 10/15 minutos. Estavam deliciosos. É uma receita para repetir, sem dúvida.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Fim-de-semana

Este fim-de-semana tivemos a visita da família do senhor namorado por Lisboa, pelo que fomos turistas na nossa cidade (e que bom que isso é). Estava cheia de receio das previsões de dilúvios que existiam para o fim-de-semana, mas não é que (para não variar) os senhores do Ipma se enganaram e esteve mesmo bom?
Sábado começámos  por ir ao Lx Factory, e à maravilhosa livraria Ler Devagar.


A parte chata de lá ir ao sábado é que - contrariamente ao domingo - circulam carros e guess what? Até fui atropelada e tudo! Calma, foi coisa pouca (tanto que achei que quando senti a dor achava que tinha sido um carrinho de bébé). 
Adiante. Depois disso seguimos para um lugar onde eu provavelmente já tinha ido mas (estupidamente) há coisa de 20 anos ou mais: ao Cristo Rei. E, com as previsões meteorológicas péssimas, apanhar a tarde de sol linda que apanhámos, foi espetacular.






































Nós subimos ao Cristo Rei (o bilhete custa 5€ para adultos) mas honestamente, depois de lá ter estado, não acho que compense. Aquilo está protegido com grades, pelo que a vista lá de baixo acaba por ser mais interessante (só não temos a perspetiva dos 360º, como se tem lá de cima).

À noite comemos um sushi - maravilhoso! - no restaurante Varanda Azul, que fica no estádio do Restelo.
Já a manhã de ontem foi passada a aproveitar a entrada gratuita nos museus, e visitámos o Palácio Nacional da Ajuda e o Museu dos Coches (a parte nova). Recomendo a visita de ambos, são muito interessantes.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Cenas saborosas várias que eu vou descobrindo na minha senda fit #1


Esta pequena maravilha foi das melhores descobertas que fiz nos últimos tempos. É uma "manteiga" que leva cacau, côco, amendoins, adoçantes naturais e é tão, tão boa. Sabe pouco a amendoim e mais a cacau e não é amargo, é doce q.b.
Costumo misturar com iogurte natural, manteiga de amendoim e um pouco de mel (ou geleia de agave ou afins), com linhaça moída (para dar um crocantezito à coisa) e é um lanche que me sabe a sobremesa. Ou então, em momentos de desespero em que o que me apetecia mesmo era um belo chocolate de leite carregadinho de açúcar, agarro numa colher disto e lambuzo-me.



[Não, não tenho códigos de descontos nem patrocínios, mas isto é realmente bom demais para não partilhar com o mundo.]

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Fim-de-semana

Oh, fim-de-semana tão bom! 
Os meus pais estiveram por cá, pelo que houve mimo e passeio com fartura.
No sábado fomos passear a Évora. Almoçámos num restaurante que estava muito bem avaliado no Tripadvisor: o 1/4 P'ras 9. Adorámos. Pedimos arroz de coelho bravo, javali com castanhas e borrego. Estava tudo ótimo.
Depois andámos a passear pelo centro da cidade, com direito a passagem pela Capela dos Ossos (eu já lá tinha estado, o senhor namorado e os meus pais não). Nunca imaginei encontrar tantos turistas por lá, estava à pinha.







Quanto ao dia de ontem, começou de forma perfeita, no Choupana Caffé (where else, certo?). Provei um bolo que nunca tinha provado e fiquei quase tão fã como sou de croissant de chocolate. Eles chamam de crumble, é feito com a mesma massa do croissant, tem recheio de noz e canela, e em cima um crumble de limão. Oh, que coisa mais maravilhosa! 






































À noite conseguimos a proeza de receber dois convites para jantar (nós, que tão raramente temos programa ao domingo à noite que não passe por sofá e séries) e lá nos arranjámos de forma a ir aos dois, já que um deles foi um jantar de despedida de um casal de amigos que vai "emigrar" para norte (é a história da minha vida, ver o pessoal de quem gosto sair de Lisboa. sim, eu sei, também já fiz o mesmo aos meus mais de uma vez, mas adiante) e uma festa de aniversário surpresa da minha Maria querida (ao menos esta não tem previsão de me abandonar, pelo menos para breve).

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Das notícias que me deixam aos pulinhos de contente


Saber que a Restaurant Week está de volta (desculpem lá se elevei demasiado as expetativas com o título do post para depois vos falar de comida, mas é o que há por aqui).
Eu não preciso de muito para ser feliz. E se o "pouco" envolver comida, é felicidade garantida (até rimou, gostaram?).




[E depois de alguma pesquisa de avaliações e menus, já tenho reserva feita para o Mensagem e para o Zambeze. Ieiii!]

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Fim-de-semana

O sábado começou com uma estreia: estava eu no ginásio descansadinha a terminar o meu treino de perna quando fui desafiada a experimentar uma aula de Cross Moves (que é cross fit, basicamente), coisa que eu nunca tinha feito na minha vida. 
Se já teria sido difícil sem ter feito um treino de musculação antes (perna, ainda por cima), dessa forma então foi de morrer. Mas com muita pena minha (ou então não), eu tenho um ligeiro desvio na coluna que faz com que qualquer exercício que implique muita carga na coluna me deixe cheia de dores (não as dores próprias do exercício físico, obviamente) e foi o que aconteceu ontem (e mantém-se hoje) pelo que, mesmo que eu tivesse muita vontade de me meter mais vezes nisto, a minha coluna não iria achar muita piada a isso.
Mas o facto é que cheguei a casa como há muito não chegava: completamente de rastos. E, dores de costas à parte, foi desafiante pra caraças (e isso é muito bom).
À noite, e porque era mais do que merecido, fomos conhecer um restaurante para o qual tínhamos feito reserva pelo The Fork há semanas: Casa da Comida (a reserva estava feita há semanas porque estavam com uma promoção de 40% e, quando me apercebi dela e quis marcar, já não havia vagas para os próximos tempos).

O restaurante tem uma avaliação de 9,2/10 e tem uma média de preço de 45€ por pessoa, daí que a promoção seja tão tentadora. Os empregados são super atenciosos e o espaço é espetacular (a decoração é mesmo muito bonita): nós ficámos numa espécie de biblioteca toda decorada a rigor.


Pedimos uma sopa de castanha e cogumelos para entrada (boa mas um nadinha enjoativa) e, para prato principal, eu pedi vieiras coradas com risotto de espargos e lima (não sou muito original nas minhas escolhas, sempre que há risotto é para isso que eu me viro) e ele pediu faisão (não me lembro do acompanhamento e o prato não consta do menu no site, não sei porquê). Para sobremesa dividimos um bolo de cenoura com gengibre e gelado de amêndoa. As doses são servidas à restaurante chique (ou seja, nada de grandes farturas) e a comida é boa. O meu prato estava mesmo muito bom (já o faisão não era nada de especial) mas confesso que não gostei o suficiente da experiência para tencionar lá voltar sem o desconto.


Já ontem foi dia de matar saudades do mar. Não estava um  dia maravilhoso, mas soube tão bem o passeio. Não sei porque é que não faço este programa mais vezes no inverno, é que sabe mesmo bem.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

(Pancas de) finais de tarde de domingo

Adoro experimentar iguarias novas (apesar de, nos restaurantes onde vou com mais frequência, ter muita dificuldade em não pedir aquele prato que adoro e que já sei que não me vai falhar), adoro descobrir novas receitas, de preferência saudáveis e pouco trabalhosas que possa usar no dia-a-dia, e adoro enfiar-me na cozinha em experiências culinárias mas...só muito de vez em quando. Aos finais de tarde de domingo, para ser mais precisa. Experimentar coisas novas e saudáveis podia ser todos os dias (desde que não fosse eu a cozinhá-las), mas pôr mãos à obra para coisas mais elaboradas é coisa que normalmente só me apetece ao domingo, ali na altura entre o lanche e o jantar. Não me perguntem porquê, mas é a única altura da semana em que ponho o avental com gosto, e ponho-me a preparar a semana que aí vem.
Nós levamos almoço para o trabalho praticamente todos os dias, e como os nossos jantares são 95% das vezes desenrasques (e por desenrasque quero dizer que nunca cozinhamos nada elaborado para jantar, comemos uma sopa ou salada com uma sandes, ou um wrap com atum, ou uma omelete), é no almoço que elaboramos mais um pouco. Mesmo que ele seja para aquecer no microondas, cinco vezes por semana. E ao domingo costumamos deixar preparados os almoços até meio da semana.
No domingo passado estava especialmente entusiasmada, e fiquei mais de duas horas na cozinha. Para começar, fizemos a sopa do costume. Depois fiquei com a cozinha por minha conta e fiz iogurtes com crème marron, gelatina vegetal (a minha preferida), a minha primeira granola caseira (que ficou uma delícia, já agora, e que é tão fácil de fazer que só me apeteceu chamar nomes a mim própria por não fazer aquilo há mais tempo) e, para o almoço de ontem e amanhã, uma lasanha de frango e cogumelos.
Gosto de começar as semanas assim, com o frigorífico (e restante cozinha) recheados de comida boa e que nos alivie a carga de trabalho doméstico nos dias de trabalho.

Cá está a minha granola e um iogurte também feito por mim.

[Adenda: A pedido de algumas meninas, a receita da granola está na caixa de comentários.]

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Cheira a França cá em casa


Deu-me para fazer galettes.
Pois é, sou uma vendida... já fiz as pazes com o francês.

Se houver interessados na receita destes crepes em versão salgada e mais saudável que são uma maravilha já a dei aqui.

domingo, 18 de setembro de 2011

Dia 3 - o fim

Pequeno-almoço: sumo de meloa (pouca), 4 pêssegos e morangos. Razoável.

Deliciosos (basta dizer que vieram comigo da Madeira) mas
tiraram-me a fome durante coisa de 20 minutos.

Bebida do almoço: sumo de meloa, maçã e uvas com hortelã-menta
(se tivesse tido pachorra de tirar a pele e as pevides das uvas tinha ficado melhor)

Almoço: salada de alface, canónigos, couve roxa, cogumelos, tomate
e sementes de sésamo (à qual juntei o molho "ketchup" caseiro da véspera)

Lanche: a mesma sobremesa da véspera, que me alimentou por mais de quatro
 horas, uma das quais de corrida (ok, há que admitir que exagerei na dose).

Jantar: salada de espinafres, cogumelos e sementes chia, com
os rebentos de feijão mungo e o pesto caseiro da véspera.

E diz que sim, que levei até ao fim mais uma das "maluqueiras" nas quais me meti (sim, fui chamada de maluca mais de uma vez naquele tom de estou-a-brincar-mas-não-muito mas olhem a minha cara de preocupada - ok, olhar não podem mas podem imaginar um sorriso parvo do género não-me-podia-importar-menos).
A partir do segundo dia comi tanto e tão bem (obrigada Maria, agora sim garantiste o posto vitalício de minha melhor amiga) que não posso dizer que me tenha custado. O que me leva a nem sentir que tenha desintoxicado grande coisa, baseada naquela velha ideia do "para fazer bem tem que doer" (mas eu cumpri as regras todinhas - 3 dias de comida da terra não cozinhada - juro!).

Pensei que ia acabar o detox capaz de matar por um pedaço de pão e nem isso (alerta, alerta, Gelatina Maria foi trocado por um ET algures durante estes três dias).

E posto isto, o estaminé perde o aspecto de blogue de culinária e regressa ao seu andamento normal.

sábado, 17 de setembro de 2011

Dia 2 (ou de como eu até poderia fazer uma semana de detox se tivesse uma cozinheira destas a trabalhar para mim 24/7)

Pequeno almoço (ainda em casa, à la Gelatina): decidi fazer um sumo com as frutas que tinha mais perto de se estragarem e juntei pêra, kiwi e meloa (esta última em maior quantidade que as primeiras). E tive uma agradável surpresa.

Não, não decidimos deitar tudo ao ar (e isto é quantidade para duas pessoas). São hambúrgueres feitos com cogumelos portobello (e decorados com sementes de chia) no lugar do pão e por dentro uma pasta de abacate com tomates. Os palitos de cenoura e pepino são as "batatas fritas" e o ketchup é o molho do hambúrguer com mais tomate acrescentado (muito bom). Acompanhado de sumo de laranja, cenoura e manga.
Um pitéu, é o que vos digo.

Lanche: sobremesa de banana, baunilha e avelã ralada com frutos silvestres (boa todos os dias, com ou sem detox)

Jantar: trio composto por sushi (feito com brotos geminados e uma pasta de beterraba e noz no lugar do arroz) de morango, salada de espinafres com figos e morangos com molho de azeite e vinagre balsâmico (que me curou do trauma da véspera e pôs-me a fazer as pazes com as saladas) e rebentos de feijão mungo com molho pesto caseiro (feito como mandam as regras do crudivorismo, sem parmesão) que estava óptimo.

Apanhado do segundo dia: correu muuuito melhor que o primeiro. Com cozinheiras dotadas e imaginativas como a Maria, não me custava nada fazer um detox de vez em quando (e sem sentir que estou a fazê-lo, que é a parte melhor). Pelo que hoje não me parece que vá inovar grande coisa no menu (em equipa que ganha não se mexe, certo?).

Adenda: todas as receitas na caixa de comentários. Quem é que é amiga, quem é?

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Dia 1 - Menu da responsabilidade de Gelatina Maria

Pequeno almoço: duas fatias de abacaxi e uma manga

Almoço: agrião, rúcula, couve roxa, couve branca, rebentos de feijão mungo, cogumelo portobello,tomate,
cenoura, maçã, abacate, uva, sementes de chia temperado com azeite e vinagre (tudo cru, obviamente)

Primeiro lanche da tarde: sumo de laranja, morangos e framboesas
(para mim, o vencedor do dia, e que até soube bastante bem)
Segundo lanche da tarde (que teria sido o normal manjar dos Deuses,
não fossemos nós já estar fartas de fruta até a pontinha dos cabelos)

Jantar: Alface, agrião, rebentos de feijão mungo, cogumelo porobello, nozes e pinhões
(temperado com azeite e vinagre balsâmico)

Banana congelada com canela (também não é nada mau)

A parte das saladas custou-me muito. Para além de eu nunca ter sido menina de gostar de comer erva (o que não joga nada a meu favor), parecia que o prato não tinha fundo. Cheguei ao ponto de achar que mais valia ralar tudo o que era verde e beber em sumo para despachar o serviço mais rápido.

Conclusão do primeiro dia: Cada um é para o que nasce. E eu, definitivamente, não nasci para ser crudívora.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Já estive mais longe de me tornar vegetariana


Almocinho de ontem: massa fresca de cereais (envolvida, só depois de cozer, com azeite e alho muito bem esmagado, não previamente cozinhados - é mais saudável assim)  com cogumelos frescos e queijo ralado e salada de agrião, tomate e oregãos.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Canela



Estou viciada em fruta com canela. Seja maçã, pêra, abacaxi ou banana (se houver mais ideias de combinações boas por aí são muito bem-vindas).
Cortada aos pedaços e polvilhada com muita canela. Uma maravilha.

Estão a ver? Afinal a menina aqui não é só crepes e bolos do caco e afins. Às vezes até me porto bem.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Momento doce do dia

A minha mãe tenta disfarçar, mas cada vez que me vê entrar na cozinha dela preparada para meter as mãos na massa começa com palpitações. Se há assunto em que ela não consegue deixar de olhar para mim como uma eterna criança é este, nada a fazer.
E é vê-la a querer meter sempre a colher em tudo o que eu faço (vais pôr 200gramas? mete antes 199. vais usar essa farinha? usa antes esta. e por aí adiante). E a torcer o nariz às minhas (tentativas de) inovações. E a tentar demover-me subtilmente (ah vais fazer bolo de maçã para levar para a casa da avó? olha que engraçado eu vou fazer tarte de maçã. o quê? duas sobremesas de maçã? oh não tem nada a ver, são tão diferentes - como se eu não percebesse que é para garantir que vai haver qualquer coisa comestível de maçã).
Mas hoje a saudade de cozinhar falou mais alto e então aproveitei que ela estava entretida e fechei-me à socapa na cozinha para garantir que ia sair dali uma receita 100% made by Gelatina.


O resultado foi um crumble de pêra que, modéstia à parte, ficou uma maravilha (não em aspecto, claro, mas isso pouco me importa).


Cá está a receita se quiserem fazer uma sobremesa deliciosa e super fácil:
- 5 pêras maduras (cortadas aos bocados pequeninos e dispostas no fundo da travessa, regadas com um pouco de Vinho Madeira (ou Porto) e polvilhadas com canela em pó)
- 200gr de manteiga (eu usei Becel vegetal porque é mais saudável e fica bom na mesma)
- 200gr de açúcar
- 400gr de farinha
(amassar estes três ingredientes e espalhar em cima da pêra e depois cobrir com canela em pó)
Vai ao forno até a massa ficar crocante (35-40 min a 200ºC)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Já tinha dito que se está mesmo bem por aqui?

Já não me lembrava que era humanamente possível comer tanto como comi na noite passada. Uma refeição que desta vez não teve nada de tipicamente açoreano mas que estava de comer e chorar por mais.



Quem diria que bife de lombo com alho francês e feijão branco (receita do Jamie Oliver feita pela mana da minha Maria) era tão saboroso? E o crumble de maçã e framboesa em dose dupla para sobremesa? (momento de pausa para lembrança acompanhada de suspiro prolongado).

Com o tratamento de rainha a que tenho tido direito,  não vai ser nada bonito quando tiver que ir-me embora daqui. Acho que vou amuar. Não quero.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Melhores amigas


Eu e ela. Andamos inseparáveis desde que regressei a Portugal. E depois que provei esta marca já não consigo gostar das outras (principalmente das que não são de origem vegetal).  Adoro.
De qualquer sabor, a qualquer hora: sabe sempre bem.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Dos meus jantares preferidos cá em casa

Galettes (a da foto foi feita por mim, quando fui a Portugal)

São uma versão salgada (e mais saudável) de crepes, originária da Bretanha. Gosto tanto!
Para quem quiser experimentar, aqui fica a receita que se faz cá em casa. É super fácil.

- 250 gr de farinha de sarraceno (encontram-na em lojas de produtos naturais. eu comprei no Celeiro dieta);
- 50 gramas de farinha "normal"
- 1 colher de chá de sal fino
- 1 ovo
- à volta de 1,5l de água

Et voilá. Bon appétit.