quinta-feira, 13 de junho de 2019

Diário de uma gravidez #8 - Quando a roupa deixa de servir

Antes de engravidar, eu andava empenhadíssima em reduzir a quantidade de roupa que compro. E até estava a ser bem sucedida, devo dizer. Quando engravidei, achei - talvez ingenuamente - que me safaria com alguns vestidos largos que já tinha em casa e que precisaria de pouca ou nenhuma roupa. Até que, aos poucos, ainda o verão não chegou, e eu já não consigo vestir mais de metade da roupa que tenho. E, se continua a não me apetecer comprar peças para usar exclusivamente na gravidez, também não me estava a apetecer muito passar os próximos 3 meses a vestir os mesmos 4 ou 5 vestidos.
Comprei 1 par de calças na H&M (o modelo é este e recomendo muito, são ultraconfortáveis) e uns calções para o verão, também da H&M (estes). Tudo o resto são vestidos, que dão para usar em modo grávida e em modo não grávida.


Este é da Lovely Pepa Collection e já é da coleção do ano passado mas custava uma pequena fortuna ao preço original. Comprei o S em (mega) saldos (e acho que caberia dentro dele mesmo ao nono mês de gravidez de quadrigémeos. tive que pedir a sodôna mãe para me dar um jeito nele). Daqui.


Não uso fato-de-banho para aí há coisa de 25 anos. Mas gosto de ver grávidas de fato-de-banho, pelo que aproveitei uma promoção da Ros e comprei este. Daqui.



Depois apaixonei-me por este da Springfield.




E por este da Hopiness (coleção do ano passado), que duvido que me vá servir por muito tempo em modo grávida. [E agora vamos ver se acalmamos no assunto praia.]



Este é da Mango. Aqui.



Este último é da Zara. Daqui.



Este da Springfield. Aqui.


Este da H&M. Daqui.



E apaixonei-me perdidamente por este da H&M.

Isto sem contar com os vários que, nos entretantos, fui comprando - e devolvendo - online, porque neste momento tudo o que não seja bastante largo (ou então bastante justo, mas apenas determinados formatos) me faz sentir um pequeno trambolho. (Nota mental: a gravidez é uma altura péssima para arriscar comprar online, acertar nos tamanhos é quase tão provável como acertar nos números do euromilhões).
De qualquer forma, para quem não contava comprar quase nada nestes meses, se calhar já era altura de me acalmar.

terça-feira, 11 de junho de 2019

Road trip pelos Balcãs - Parte IX e última (Split e Trogir)

[Enquanto a pessoa se passeia por outras bandas, vamos lá à última parte do relato da viagem aos Balcãs].
De Dubrovnik rumámos a Split, também na Croácia, no nosso nono dia de viagem.
Split está muito longe de ser uma cidade feia e desinteressante, mas depois de termos conhecido Zadar e Sibenik - e de termos gostado imenso de ambas - achámos Split "mais do mesmo", mas em versão menos gira. Talvez se tivesse sido a primeira cidade costeira da Croácia que tivessemos visitado o impacto tivesse sido outro.
A primeira foto abaixo é ainda da zona de Dubrovnik, onde parámos para almoçar no início da viagem para Split. Foi pena ainda não estar temperatura digna de ir a banhos, porque vimos com cada cenário de mar mais apetecível que o outro. 
































A gastronomia nos Balcãs desiludiu-nos. Iamos com expetativas altas (de comer grelhados e marisco de alta qualidade) e foram defraudadas: os grelhados que provei eram demasiado gordurosos para meu gosto, e o marisco "a sério" custava uma pequena fortuna, pelo que passei a vida a comer massa e risotto de marisco, sempre de qualidade medíocre. Até que fomos ao restaurante Re Di Mare, em Split, e tivemos a melhor experiência gastronómica de toda a viagem (a par com o risotto de Rakovica). Eu, com uma massada de peixe e marisco e ele com um gnocchi recheado com salmão fumado. Já a sobremesa não era nada de especial (muito à base de bolos com creme, não é bem o meu género).


Na parte da tarde fomos a Trogir, uma cidade que fica a pouco mais de 30 minutos de Split. É mais pequena e mais pitoresca, gostámos muito.








E no décimo dia de viagem regressámos a Zagreb para queimar os últimos cartuchos da viagem, e regressar a Lisboa no dia seguinte.
O balanço da viagem? Muito positivo. Gostei muito e recomendo.
O top 3 da viagem? Mostar (na Bósnia), Kotor (no Montenegro) e os Lagos Plitvice (na Croácia).
Aquilo que nos impressionou menos (apesar de não ter havido nenhuma cidade da qual não tenhamos gostado)? Zagreb e Split (na Croácia).

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Segundas férias do ano, here we go!

Já vais de férias outra vez?
Soubessem vocês quantas vezes ouvi isto nos últimos dias. Pois é, eu também preferia espaçá-las e ir mais tarde, mas sucede que a pessoa já conta com 25 semanas de gravidez e cheira-me que os próximos tempos não vão ser propriamente os mais adequados para andar a laurear a pevide por aí,  pelo que sim, lá vamos nós de férias. Outra vez.
Este ano preferimos ficar pela Europa por causa do senhor nosso filhote, e desta vez vamos a um país onde já fomos juntos duas vezes, mas do qual não nos cansamos nunca (e na verdade, vamos visitar uma zona que ainda não conhecemos): vamos a Itália.


Roma (2013)

Florença (2017)

Cenários maravilhosos da Toscana (2017)

Manarola, Cinque Terre (2017)

Vamos andar por Nápoles, Costa Amalfitana e Puglia e os planos passam por muita massa, risotto (alguns) gelados (a ver se não volto com o dobro do peso, que o metabolismo na gravidez não é, de todo, o mesmo), sol e banhos. Se tiverem dicas de praias especialmente recomendáveis ou restaurantes bons nestas zonas, agradeço muito que partilhem, sim?
Ahhhh...vai ser tão bom!

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Road trip pelos Balcãs - Parte VIII (Dubrovnik, Croácia)

E no sétimo dia de viagem chegámos à famosa Dubrovnik, na Croácia (para quem não sabe, é a cidade onde foram gravadas parte das cenas d' A guerra dos tronos, as de "King's Landing").
Muito graças à série, o turismo em Dubrovnik tem aumentado imenso nos últimos anos, fazendo com que os turistas pela cidade sejam imensos (há muitos barcos de cruzeiro a passar por lá) e os preços sejam muito caros.
Ficámos alojados fora do centro (sob pena de termos que vender um rim para pagar o alojamento) numa zona que tem muitas guest houses. O caminho do alojamento até ao centro é a descer e faz-se em mais ou menos 15 minutos (o regresso, a subir, já não é tão fácil, principalmente se estiver calor - ou então um dilúvio como nós apanhámos). A alternativa é levar o carro e pagar qualquer coisa como 10€ ou mais de parquímetro por hora (eu disse que era caro).
Se quiserem uma referência, o sítio onde ficámos alojados chama-se Dubrovnik Icy Guest House e, apesar de ter quartos modernos e cómodos e ter estacionamento gratuito (muitíssimo importante em Dubrovnik) o wifi não funcionava (pelo menos no nosso quarto, que ainda por cima era bem perto da receção) e, para além de não ter pequeno-almoço, a cozinha do alojamento era muito pequena, ainda para mais tendo em conta que serve muitas pessoas - contei mais de 10 quartos no total).
O dia da nossa chegada a Dubrovnik estava bem cinzento, ameaçando chuva a qualquer momento. Deixámos as malas e o carro na guest house e fizemos um Free walking tour ao final da tarde. Começámos debaixo de um céu muito cinzento, terminámos duas horas depois debaixo de um dilúvio.







Na manhã do segundo dia perdemos o amor ao dinheiro e decidimos percorrer as muralhas da cidade. O preço do bilhete custa 200 kunas por pessoa (qualquer coisa como 27€) e dá-vos uma perspetiva espetacular sobre toda a Old Town e as próprias muralhas, com o mar ali ao lado. É mesmo bonito. E é também a única maneira de se tirarem fotos minimamente giras sem 50 pessoas praticamente no vosso colo, já que ficam acima do nível da cidade. Dependendo da velocidade e das paragens (há inclusive restaurantes e bares dentro da muralha) percorre-se a muralha numa hora.
























































Na minha opinião, e apesar do preço, vale mesmo muito a pena percorrer a muralha. Eu adorei a experiência.
O que ficou por fazer e que também nos pareceu interessante: podem apanhar um barco para uma ilha que tem alguns objetos específicos d' A guerra dos tronos (a famosa iron throne, por exemplo) ou ir até às colinas no topo da cidade apreciar a vista, que também deve ser espetacular (normalmente podem ir de teleférico - estava encerrado há uns dias quando lá fomos porque, ao que parece, os donos não pagavam os impostos devidos há anos -, carro (não aconselhado porque é a pique e estreito), taxi...ou a pé, se forem pessoas cheias de energia.

terça-feira, 4 de junho de 2019

Leituras


A educação de Eleanor

Avaliação do Goodreads: 4,32/5
Minha avaliação: 4/5

Esta foi mais uma sugestão do bookgang da Helena Magalhães.
Este livro conta a história de uma mulher muito peculiar, na casa dos 30, com um passado obscuro (que vamos desvendando ao longo da história), sem amigos e com problemas de interação social. 
É uma história sobre amor, ódio, amizade e que, aos pouco, nos faz encantar pela personagem de Eleanor (ou fez-me a mim, pelo menos).
Gostei muito desta leitura.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Road trip pelos Balcãs - Parte VII (Lago Skadar, Montenegro)

No sexto dia de viagem fomos para Virpazar, também no Montenegro, com o objetivo de conhecer o Lago Skadar.
Foi um dia bem passado e o lago tem paisagens muito bonitas, mas se fosse agora provavelmente trocaríamos este dia por uma ida a Sarajevo.
As primeiras fotos são do trajeto entre Kotor e Virpazar.

































Ficámos alojados nesta casinha amorosa (foto abaixo), por recomendação de um dos blogues onde me baseei para construir o nosso roteiro, e não nos arrependemos. A casa é muito espaçosa, tem dois andares, todas as comodidades e fica a 10 minutos a pé do centro, onde podemos apanhar um barco para visitar o lago.


























O dono do nosso alojamento tinha um barco, pelo que (depois de pesquisar na net sobre os preços da concorrência) decidimos fazer o passeio com ele (foram 2 horas, custou 25€ por pessoa + 4€ que são cobrados por acedermos à área reservada do parque).




























O almoço foi neste barco, que é o restaurante mais famoso da zona (e o que nos foi recomendado). Comemos truta, que não estava nada má...mas tal como a maioria da oferta era frita (e eu sou mais adepta de grelhados).