segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

(Início do) Fim-de-semana por Lisboa

Mais uma semana, mais uma viagem a Lisboa.
Na sexta-feira tivemos a festa de Natal do trabalho, em Lisboa. Houve risota, cantoria e bailarico em doses industriais e foi tão, mas tão bom. 
É verdade que nunca na vida imaginei que iria ter esta profissão (se mo tivessem dito no auge da adolescência era menina para ter cometido uma asneira com a minha vida), mas também nunca pensei que fosse encontrar as pessoas especiais que tenho encontrado no meu caminho profissional. E já lá vão cinco anos disto (como é que já se passaram cinco anos?).
Ao final da tarde de sexta ainda houve tempo para ir ver as iluminações de Natal e comer uns churros com nutella.

Já no sábado aproveitámos o dia lindo de sol (finalmente! ultimamente Lisboa só me tem brindado com chuva) e fomos fazer uma visita ao (where else?) Choupana Caffé e seguiu-se um passeio no meu lugar preferido de Lisboa.


E finalmente vi o MAAT (mas só por fora).

A paz que este lugar e esta vista me transmitem (e as horas e horas de reflexões (e corridas) que já fiz por aqui).




quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Vaidades de outono

Vestido com bolinhas (que não se vêem na foto) da Zara que eu adoro.

Peças da coleção de verão, adaptadas ao outono.

O meu vestido novo cinzento rodado mais lindo.

Olá frio! (e finalmente arranjei uns oxford shoes lindos e confortáveis, em pele e cuja qualidade me surpreendeu pela positiva, na Pisamonas)

E mais roupa da coleção de verão adaptada ao outono.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Apreciar a vida


Tenho muitos características (para não lhes chamar defeitos) que dispensava, mas há outras (poucas) das quais me orgulho.
Uma delas é a minha capacidade de sentir verdadeiro prazer com coisas aparentemente pequenas e banais.
Sou pessoa para ficar especada a apreciar um pôr do sol enquanto penso no privilégio que é poder assistir a um cenário maravilhoso daqueles. Ou que revira (literalmente) os olhos enquanto come algo de que gosta verdadeiramente (quando gosto mesmo, sou capaz de gabar a comida a cada cinco minutos, inclusive alguma feita por mim mesma - é raro mas acontece-me fazer petiscos bem saborosos). Ou que pára para inspirar o cheiro da maresia. Ou que fecha os olhos para apreciar uma música mesmo boa, daquelas que tocam bem fundo.
Posso ter mil e um defeitos (e se os tenho...), mas sei, cada vez melhor, apreciar a vida, nas mais pequenas (grandes) coisas.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Fim-de-semana

Depois de não ter visto praticamente nenhum raio de sol no fim-de-semana passado em Lisboa, o senhor São Pedro brindou-nos com dois dias de um sol fabuloso e temperaturas fantásticas e nós, claro, aproveitámos para andar no laru.
No sábado fomos em família a Santa Maria da Feira ao Perlim, um parque temático de Natal. A entrada de adulto custa 6€, e as atrações dentro da feira (pelo que percebi) são gratuitas, o que faz com que haja uma fila enorme para todas elas. O parque está muito (para não dizer quase exclusivamente) virado para as crianças, pelo que da minha parte achei-o engraçado mas nada do outro mundo (o senhor namorado apanhou uma seca daquelas. vai ser bonito quando tivermos de levar as nossas crianças a eventos do género a toda a hora, vai), mas sodôna sobrinha estava toda contente. Honestamente acho que a entrada podia ser mais acessível (como é a da Feira Medieval, que ocupa o triplo do espaço, se não mais) e cobrarem um preço simbólico pelas atrações (o que seria suficiente para diminuir drasticamente as filas), mas é só a minha opinião, que vale o que vale.



Já ontem fizemos uma coisa que eu adoro, que é ir a pé de casa até à zona ribeirinha e andar a passear pela baixa do Porto. Não havia uma nuvem, as temperaturas estavam de tal forma agradáveis que deixámos os sobretudos em casa, estava relativamente calmo em termos de povo (devia andar tudo a comprar prendas de Natal) e foi um passeio mesmo agradável. 



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Do feriado

Nem me (nos) reconheço este ano. Tanto fim-de-semana prolongado mesmo a pedir uma escapadela e nós continuamos por cá, sem aproveitá-los para uma viagenzita. A verdade é que me sinto a ressacar de uma viagem de inverno, mas desta vez os planos de fazer uma grande viagem lá por volta da primavera falaram mais alto e, já que o dinheiro não estica, é da maneira que poupamos uns trocos.
Ontem a manhã foi passada entre casa e o ginásio, e de tarde fomos passear a Vila do Conde, cidade que eu ainda não conhecia (só lá tinha ido ao outlet). Não andámos por toda a cidade, mas gostei muito da parte que vimos.

Lanchinho no Erva Doce. Pedimos uma queijada de amêndoa, uma fatia de tarte de côco, um cappucino e um chá preto com maracujá. Adorei o chá, a decoração do espaço e a simpatia da empregada.



quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Olá, o meu nome é Gelatina e aos 29 anos já tenho sintomas de Alzheimer


Na semana passada, em Lisboa, chego ao quarto onde vivi até 2013 (altura em que me mudei para juntar os trapos com o senhor meu namorado). O quarto ainda está cheio de coisas minhas, inclusive alguns livros. Olho para eles e vejo lá um do Carlos Ruiz Zafón, autor de um dos meus livros preferidos de sempre ("Marina"). Fico toda feliz por ter descoberto um livro que ainda não tinha lido e, já que tinha acabado o "História do novo nome", da Elena Ferrante (do qual gostei muito, já agora) peguei mediatamente nele. Li umas 60 páginas e reconheci os personagens (normal, já que se trata de uma tetralogia da qual já li outros volumes antes). Até que fui ao Goodreads para atualizar o meu status de leitura e...descobri que afinal já li este livro há (apenas!) dois anos atrás e - medo, muito medo - ainda não me tinha apercebido.
Se isto não é sintoma de Alzheimer precoce, não sei o que será.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Privilégios da minha vida


Um dos "bens" mais preciosos com que a vida me tem abençoado é o facto de ainda ter os meus dois avós paternos vivos, com saúde (apesar de com certas limitações, como seria de esperar na idade eles) e independentes.
O meu avô fez 90 anos este ano, tem uma destreza mental de fazer inveja a um jovem, e ainda trata da sua horta e dos seus animais. A minha avó tem menos uns 5 anos e ainda faz grandes caminhadas e cozinha para a família (marido, filho e nora) 6 vezes por semana. Complementam-se na perfeição (até na velhice, já que um tem conservado melhor as faculdades mentais e outro as motoras), estão juntos há mais de 60 anos, e são um exemplo enquanto casal. E tê-los ainda aos dois, juntos e no estado em que estão, é um dos maiores privilégios da minha vida, e pelo qual me sinto grata tantas e tantas vezes. Privilégio meu, dos meus irmãos, e do meu pai que, filho único, já fez 60 anos e ainda tem os dois pais vivos e com qualidade de vida. 
Tenho muita coisa boa na minha vida, mas (ainda) ter os meus avozinhos vivos, juntos e com saúde é assim uma espécie de lotaria.



[Sei bem que isto não vai durar para sempre - e todas as vezes que recebo telefonemas dos meus pais em horários menos habituais fico sempre, mas mesmo sempre com medo de ser desta que vou receber "a" notícia - mas aconteça o que acontecer, foi - tem sido - uma bênção pela qual vou agradecer até ao fim dos meus dias]

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Fim-de-semana (prolongado) em Lisboa

Cheguei a Lisboa na manhã de quarta-feira, trabalhei por lá e ao final do dia fui ter com os meus pais, acabados de chegar da Madeira para uns dias em família, e o meu irmão (que vive em Lisboa).
O feriado foi dedicado a fazer compras de Natal e a passear. Fomos ao freeport de Alcochete e andámos a passear pela Baixa. Eu ainda só tinha despachado a prenda do senhor meu namorado e consegui logo despachar a família toda! Que maravilha!
Na sexta fui trabalhar, e entre almoços e lanches pós-trabalho aproveitei para matar saudades de algumas amizades que tanta falta me fazem cá por cima.
Já no fim-de-semana o senhor São Pedro decidiu brindar-nos com um tempinho horroroso e isso, aliado ao facto de os meus pais terem estado a tratar de uns assuntos que estavam pendentes, não permitiu programas muito entusiasmantes. Despachei mais umas prendas de Natal (e com isto ficou praticamente tudo comprado) e lá fomos comendo comidinha da boa (ora cozinhada pela mãe, ora no meu adorado Choupana Caffé).

Selfish (este foi o das Amoreiras). Gosto tanto do salmão braseado deles (aliás, acho que gosto de tudo ali).


Como não podia deixar de ser, fui ao Choupana Caffé duas vezes matar saudades dos (maravilhosos) croissants de chocolate.


E ontem à tarde lá estava eu dentro do comboio, com um nó na garganta e de coração apertado, de regresso a esta cidade que continuo sem conseguir sentir como minha.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Diz que não tarda nada é Natal #4

E porque nem só de roupa e acessórios vive uma mulher, aqui ficam duas sugestões diferentes para o senhor Pai Natal, que também me deixariam feliz da vida.

Descobri que o meu adorado Carlos Ruiz Zafón lançou um livro novo, e estou mortinha por lê-lo.

Estou a um mês de ficar sem agenda, e esta da Mr. Wonderful é fofa que dói.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Da felicidade



Vou passar os próximos cinco dias por Lisboa, em família (com trabalhinho pelo meio, mas isso são pormenores que não interessam nada). 
Matar saudades dos meus pais e da minha querida Lisboa ao mesmo tempo durante cinco dias seguidos... é muita felicidade junta.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

O cérebro humano e as partidas que ele nos prega

No sábado passado, cheguei a casa toda contente com o meu telemóvel novo. Pu-lo a carregar e era chegada a hora de trocar o cartão sim do telemóvel antigo para o novo (mas não sem antes fazer todo um ritual de despedida do telemóvel antigo, chamando-lhe todos os nomes que me lembrei e despedindo-me com um "Até nunca"). Liguei o telemóvel novo e pufff...escafedeu-se-me da memória o pin do cartão. O mesmo pin que eu colocava no telemóvel antigo a toda a hora (já que aquela bateria descarregava mais rapidamente do que os quenianos demoram a fazer uma maratona). Lembrava-me quais eram os números mas...e a ordem deles? Pois. De maneiras que nem cinco minutos tinham passado desde que me tinha despedido do antigo telemóvel "até nunca mais" e já estava eu, de rabinho entre as pernas, a ligá-lo outra vez a ver se os meus dedos me davam a ordem certa dos números do meu pin com o telemóvel ao qual eu estava mais habituada.


Nos entretantos, o senhor meu namorado, armado em esperto, quis-me ajudar dando-me uma grande palestra sobre como "Eu também não sei os números do meu pin de cor, mas vou lá com os dedos e faço já sem pensar. Ora vê!". Desligou o telemóvel dele e daí a dois minutos estava na net a pesquisar como é que se desbloqueia o telemóvel porque depois de três tentativas...afinal os dedos dele não estavam assim tão bem treinados e não se lembrava do raio do código (lembrou-se três segundos depois de ter bloqueado o cartão). Ficou piurso, claro, "Já me viste o que causaste?" e eu já só me ria.
Já eu, depois de muita reflexão e de ter hesitado enormemente entre duas possibilidades, lá acertei na terceira (e última) tentativa e liguei, finalmente, o meu telemóvel novo (e o homem conseguiu desbloquear o telemóvel facilmente).
Moral da história: não se armem em espertos como nós e tratem de anotar o vosso pin algures enquanto se lembrarem dele. Depois não digam que eu não vos avisei.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Fim-de-semana

Depois de não ter feito nenhuma compra na sexta-feira, decidi que era finalmente chegado o momento de aproveitar a Black Weekend para substituir o meu telemóvel (que era provavelmente o smartphone mais lento que ainda operava neste mundo) por um novo. Vi também na net que a única Mango do Porto que ainda tinha o meu adorado casaco no meu tamanho (o tal que esgotou a meio da semana passada) era a do Mar Shopping, e no sábado pela fresca lá estava eu por lá com o senhor meu namorado para ir buscar o meu telemóvel novo e procurar o bendito casaco. 
Em relação ao telemóvel, eu - que percebo tanto de gadgets como de mandarim - só queria que tivesse uma boa câmara fotográfica e (pormenor da máxima importância) que fosse dourado. Encontrei um da Samsung com estas características e com 25% de desconto, e lá o trouxe comigo (e até ver...estou apaixonada pelo bichinho). 

É ou não é a coisa mais linda?

Quanto ao casaco (não vou pôr a foto aqui porque já o devo ter feito aqui umas 50 vezes), resistiu estoicamente à black friday e lá estava ele, naquela bela manhã de sábado, penduradinho à espera que eu o trouxesse para casa comigo, coisa mais linda da sua dona.
Depois de ainda termos conseguido aproveitar para despachar umas prendas de Natal, fomos almoçar ao Restaurante Chinês da Ponte. Ainda não tínhamos encontrado nenhum chinês bom aqui no Porto, e assim que li uma boa crítica num blogue fiquei com vontade de ir conhecê-lo. E não me arrependi. No que toca a restaurantes chineses sou muito original, peço seeeempre massa de arroz com gambas, e estava muito boa. Resisti ao belo do gelado frito (já que o homem não estava numa de partilhá-lo e a minha consciência não me permitiu comer tal coisa sozinha), e fomos então partilhar um cheesecake à Casinha Botique Café para a sobremesa.



Já a manhã do domingo esfumou-se entre 11 horas de sono (tão bom!) e uma sessão de treino de bíceps e ombro (coisa que adoro...not).
De tarde fomos a Matosinhos, onde passeámos na praia e assistimos a um pôr do sol absolutamente fabuloso, e lanchámos na Mixpão uns jesuítas maravilhosos (com recheio de frutos vermelhos para mim, e de maçã com canela para ele).






O único defeito do fim-semana? Ter passado a correr.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Está de facto a ser uma sexta feira negra


Chove (e faz um frio desgraçado) lá fora e (depois de duas semanas bem mais animada) chove cá dentro também. 
Devem ser os sintomas de abstinência dos ares de Lisboa a se fazerem sentir. 
Nada que um fim-de-semana não resolva (ou então não. veremos).

Black Friday e uma tremenda crise de consciência

Depois de tanta pesquisa pelas lojas online durante a semana (e de ter ficado com o coração partido por o meu tamanho do meu casaquinho mai lindo ter desaparecido pela primeira vez do site a meio desta semana), cheguei à meia noite da bendita Black Friday, sentada em frente ao computador, e bateu em mim uma crise de consciência tal que não não consegui comprar nada (para mim, que comprei um miminho para o senhor meu namorado).
Porque a verdade é que os descontos são miseráveis (e até a Mango este ano decidiu descer o desconto para 20%) e só compensam em produtos caros. E, não tendo eu grandes necessidades em termos de vestuário (para não dizer nenhuma) e estando os saldos aí à porta (esses sim, com descontos dignos do nome), a minha consciência não me permitiu levar nenhuma compra avante.
Eis algumas das peças que me andavam a piscar o olho, e às quais resisti que nem gente grande (e que se chegarem aos saldos, voltamos a conversar).

Massimo Dutti

Zara

Zara

Não vou dizer que foi fácil, mas estou orgulhosa de mim mesma. 


[Talvez ainda vá ao site da Mango fazer duas compras inteligentes de coisas que me fazem efetivamente falta (mas sem as quais sobreviveria perfeitamente, claro). Ou então talvez aproveite para substituir, finalmente, o meu telemóvel por um decente - isso sim, estou mesmo a precisar.]

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Dor de alma (ou dramas de quem não tem problemas sérios com que se preocupar)

É uma pessoa namorar um casaco durante meses e não o comprar numa tentativa de ser consciente e esperar pela promoção da Black Friday (já que estamos a falar de algo que não é propriamente um bem essencial) e ele (depois de ter estado disponível no meu tamanho o tempo todo) esgotar dois dias antes da tão esperada Black Friday. 
Deve ser o universo a zelar pela minha carteira. Ou então é só mesmo um azar do caraças.


Ai....!