Pensei fazer um trocadilho qualquer com o facto de, no dia em que se comemora a liberdade, a minha vida se ter tornado mais leve (livre?) e ao mesmo tempo tão mais vazia. Mas a inspiração estes dias (assim como toda eu, na verdade) anda pelas ruas da amargura pelo que não vai sair daqui nada de jeito.
Fica o registo, nesta parte de mim onde faço questão de registar certos marcos da minha vida, de que foi no dia da liberdade que fiz (fizemos) algo que já devia ter sido feito há algum tempo.
O sentimento? Uma dor que não dá para passar para palavras. Mas neste momento o mais importante é isto: está feito. E o tempo agora tratará de nos dar as respostas de que tanto precisamos. Um dia de cada vez. Lá chegaremos.









































