quarta-feira, 15 de maio de 2019

Road trip pelos Balcãs - Parte III (Lagos Plitvice, Croácia)

Fizemos a viagem entre Zagreb e os Lagos Plitvice na manhã do nosso segundo dia de viagem. Para quem vá numa época mais quente sugiro que passe a noite já na zona dos lagos, para conseguir começar o passeio mais cedo. 
Nós comprámos os bilhetes online uma semana antes (custam 100kunas por pessoa, à volta de 13,50€) mas quando lá chegámos percebemos que isso não traz vantagem nenhuma, porque não havia fila específica para vouchers, pelo que tivemos que gramar com a fila normal de compra de bilhetes para recolher os nossos.
O parque tem duas entradas, a 1 e a 2. Nós fomos para a 2, porque foi para onde tínhamos comprado bilhetes. Dica de muito valor: depois de muito mal informados (e de esperas inúteis), descobrimos que havia mais uma bilheireira na secção 2 do parque (na entrada 2), já mais perto do início dos percursos pedestres (procurem no mapa do parque, que é enorme. dá para descarregarem a aplicação para o telemóvel, com várias sugestões de percursos, uns mais longos e outros mais curtos). A bilheteira da secção 2 tem uma fila muito menor que as outras (basicamente porque não está assinalada e implica avançar mais um pouco no parque, aparecendo onde já não achamos que existirão bilheteiras). 
As filas são grandes, os diversos pontos do parque (nomeadamente de início dos passeios) não estão bem assinalados, e entre chegar ao parque e começar efetivamente a visita levámos mais de 1 hora.
































Os programas que existem são estes (são menos do que parece, pelo que percebi a diferença entre os A, B e C, por um lado, e os E, F e H é apenas o ponto de partida que é diferente). Nós fizemos o H (igual ao C) porque incluía andar tanto do comboio como de barco, e visitar tanto aos lagos superiores como inferiores - estes últimos são mais famosos (demorámos à volta de 4 horas).
Não sei se foi por termos apanhado a semana da Páscoa ortodoxa, mas havia imensa gente no parque, o que tornou a nossa viagem de barco muito pouco prazerosa. O barco atravessa o lago a cada 30 minutos, sendo que já havia uma fila enorme de pessoas à espera quando lá chegámos. Entre gente penetra que não sabe respeitar filas, conseguimos não ter espaço para entrar no primeiro barco (depois de uns 20 minutos de espera). Conclusão: tivemos que esperar mais meia hora, espremidos a meio de tanto povo, de pé (nem quero imaginar este cenário debaixo de 30 e tal graus), pelo próximo.
O parque tem pelo menos duas zonas com alguns restaurantes, mas dá jeito levar qualquer coisa na mochila para comer (e beber). As casas de banho também não abundam, convém aproveitar as poucas que aparecem.



Apesar do excesso de povo e das filas (inclusive para pagar o estacionamento) o parque é maravilhoso e merece muito, muito a pena ser visitado. Há lagos e cascatas de uma beleza surpreendente. Então quando o sol bate na água, é qualquer coisa de mágico.








Em termos de alojamento, ficámos no Rooms Ruhige Lage 1, que recomendamos. O espaço é agradável, o nosso quarto era espaçoso e moderno, o pequeno almoço era bom, e a relação qualidade preço também. Cá está a vista da nossa janela:


Não ficámos fãs da grastronomia dos Balcãs (apesar de tudo o que lemos, os supostos grelhados muitas vezes sabem a óleo ou o peixe fresco é frito, e o marisco é muito caro). Em toda a viagem, apenas houve duas refeições que me encheram as medidas: uma delas foi neste dia, no Bistro & Caffe Plum, onde comi um risotto de trufas que (apesar de ter tamanho de amostra) estava ótimo. Para sobremesa partilhámos um cheesecake, que também não estava nada mau (as sobremesas no geral também foram uma desilusão, eram muito em versão bolo quando achávamos que eram tartes, e tinham muitos cremes - não fazem, de todo, o meu género).


quinta-feira, 9 de maio de 2019

Road trip pelos Balcãs - Parte II (Zagreb)

Passámos o primeiro e o último dias de viagem em Zagreb, cidade onde apanhámos o avião.
É uma cidade simpática e agradável, gostei da arquitetura e dos jardins, mas não é nada que nos tenha deixado maravilhados nem para onde viajássemos de propósito para conhecer.
Não fizemos grandes planos para esta cidade, pelo que fomos até ao centro e andámos a passear um pouco pelas zonas principais. 






Catedral








Igreja de S. Marcos (Praça Markov)


Em termos de alojamento, para quem for em casal (ou três pessoas, acho que há opção de sofá-cama) e não se importar de não ter pequeno almoço incluído recomendo muito este apartamento que reservámos pelo Booking (tem estacionamento gratuito, está muito bem localizado, é sossegado mas perto de uma rua cheia de comércio e supermercados, é moderno e limpo).
Passámos duas tardes e uma manhã em Zagreb (uma tarde no início e o restante no fim da viagem). Como disse, não é uma cidade onde eu fosse de propósito para conhecer, mas proporcionando-se a visita, eu diria que uma tarde é suficiente para se ficar com uma ideia.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Leituras



Eleanor & Park, Rainbow Rowell

Avaliação do Goodreads: 4,09/5
Minha avaliação: 4/5

Este é mais um livro do género Young Adult que vi recomendado no bookgang da Helena Magalhães e como havia versão de bolso, achei que seria uma boa opção para ir comigo nas férias. 
Este género de literatura não é dos meus favoritos, pelo que não estava à espera que fosse propriamente o livro da minha vida. Mas, apesar de girar à volta de um amor entre adolescentes, tem particularidades interessantes (relacionadas com a história familiar de uma das personagens principais) que acabam por atenuar um pouco (digamos assim) a lamechice associada à parte "romance adolescente" e que me fez gostar desta história.
A única coisa que não gostei? Um aspeto que me tira sempre do sério, em qualquer tipo de história (e desculpem-me a espécie de spoiler - que acaba por não o ser): finais em aberto, que não desenvolvem nada e deixam o leitor numa grande incógnita. Ai o que isso me enerva, senhores! Então uma pessoa espera páginas e páginas pelo desenrolar dum aspeto específico e chega ao fim e não há nada para ninguém? Há quem ache isto genial. Pois eu sinto-me sempre defraudada pelo autor.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Road trip de 11 dias pelos Balcãs - parte I (Roteiro, gastos e recomendações)

Estamos de volta da nossa road trip pelos Balcãs. 
Correu tudo bem, o meu "inquilino" mais fofo portou-se muito bem (retirando o facto de obrigar a sua mãe a estar sempre à caça do wc mais próximo, e de as subidas a pé já não serem tão fáceis de fazer como eram antes) e o balanço é muito positivo: gostámos muito. Especialmente da Bósnia e do Montenegro.
Como esta é uma viagem que pode interessar a algumas pessoas, vou fazer o relato habitual da viagem com mais informação prática que o costume - aquela que gostaria de ter tido quando planeei a viagem (e do que faria diferente se fosse agora).



































Fotografia de Kotor, no Montenegro

O roteiro que nós fizemos foi este (desculpem a qualidade do ficheiro):













O que alteraria no roteiro:
A ideia no dia 9 era termos apanhado um ferry em Split para a ilha de Brac (dizem que tem praias paradisíacas) mas o tempo não estava favorável, pelo que alterámos o plano. Quanto ao restante roteiro, e porque a costa da Dalmácia acaba por ser toda bastante semelhante em termos de paisagem, talvez "roubasse" um dia à Croácia (a Split) ou até ao Lago Skadar e iria a Sarajevo (tivemos muita pena de não visitar, mas implicava acrescentar vários kms ao nosso passeio). Também teria dado para eliminarmos o dia 11 e apanhar o avião de regresso a Lisboa no dia 10 (era às 17h00).

Dica importante sobre os tempos de viagem:
Nós fizemos a viagem em abril/maio e praticamente não demorámos tempo nenhum a passar as fronteiras, mas dizem que na época alta pode levar horas a fazê-lo pelo que convirá fazer o mais cedo possível (e não se esqueçam do "pormenor" que a própria Croácia está separada pela Bósnia, pelo que também a viagem Dubrovnik-Split implica passar pela Bósnia e, como tal, na fronteira por duas vezes).
Apesar de não ser necessário, nós levámos o passaporte e apresentámo-lo nas fronteiras (em vez do cartão do cidadão) porque lemos que isso tornaria o processo mais rápido.

Gastos com o carro:
Alugámos um carro no aeroporto de Zagreb (fizemos a reserva previamente, pelo net) e entregámo-lo no mesmo sítio, 11 dias depois. Fizemo-lo pela Sixt e pagámos à volta de 110€ pelo aluguer. Não se esqueçam que para atravessar fronteiras terão que indicar isso à rent a car, para terem seguro internacional ou o green card para o carro, que vos será pedido pelas autoridades (pagámos à rent a car, no regresso, à volta de 70€ relativos a isso). Em termos de gasolina, compensa encher o depósito na Bósnia, que é onde ela é mais barata. Gastámos no total uns 85€ em gasolina e 40€ em portagens.

Moeda:
A Croácia e a Bósnia têm moeda própria, mas o Montenegro, apesar de não pertencer à UE, adotou o euro.

Alojamento:
O alojamento não é nada caro. Apesar de termos marcado tudo pelo Booking não ficámos em hotéis (salvo uma exceção), mas sim em apartamentos ou pequenos alojamentos, sempre com ótimas condições, todos com estacionamento gratuito e a maioria deles com pequeno almoço incluído e gastámos 460€ para os dois para 10 noites (uma média de 46€ por noite, portanto).

Planear a viagem: Planeámos (no caso, planeei eu) a viagem toda com base em roteiros disponíveis em blogues. Recomendo particularmente consultar os roteiros do Destinos VividosO mundo em duas mochilas e Viagens à solta.

Alimentação:
Fizemos a maioria das refeições em restaurantes medianos, e umas 4 refeições em casa, sendo que ainda gastámos algum dinheiro em pequenos almoços (cinco, que foram sempre tomados em casa) e gastámos à volta de 260€ para os dois (inclui restaurantes e idas ao supermercado).

Demais gastos:
Em entradas para os vários lugares que visitámos gastámos à volta de 200€ para os dois.

Gastos totais:
Somando ao bilhete de avião (que custou 220€ por pessoa) e juntando uns trocos para souvenirs e despesas relacionadas com comissões bancárias e outras pequenas que me estejam a escapar, diria que gastámos perto de 900€ por pessoa, para 11 dias.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

A percorrer o mundo juntos há sete anos

Agora que se aproxima a chegada do nosso filhote, e que a nossa vida de viajantes (e todas as demais áreas da nossa vida, obviamente) vai mudar radicalmente (não que pretenda deixar de viajar, mas será obviamente diferente, com ou seu ele), dei por mim a pensar no quão privilegiados somos por todo o mundo que já percorremos juntos.

2012


Chamonix, Mont-Blanc (França) - A primeira de muitas viagens a dois.

2013


Roma


Fizemos uma das primeiras viagens juntos à Madeira

2014


Nova Iorque


Flores, Açores


Praga

2015


Chatel (França) - a minha estreia a esquiar (não fiquei fã)


Levei-o a conhecer Londres, uma das cidades mais especiais do mundo para mim (onde vivi 3 meses).


Marrocos. Dormimos no Sahara e foi das experiências mais espetaculares de sempre.






















Cruzeiro pela Turquia e Grécia (com paragem em Instambul, Mykonos, Santorini e outros)



Berlim (por motivos vários, foi das viagens que gostámos menos de fazer até hoje).

2016


Moscovo, Suzdal e São Petersburgo (Rússia). Fomos ao casamento de uns amigos e foi uma experiência brutal.


Barcelona


Menorca

2017


Fui celebrar a minha entrada nos 30 em Amesterdão.


Toscana e Cinque Terre (Itália).


Paris

2018


Peru


Voltámos a Marrocos (desta vez a Chefchaoen)


Nepal


Dubai

Que continuemos a ser felizes a percorrer o mundo juntos durante as próximas décadas.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Diário de uma gravidez #4 - Quarto mês, apetites e sintomas

O quarto mês, à semelhança dos anteriores, foi muito tranquilo. Não fosse a barriga cada vez mais saliente e quase que me esqueço que estou grávida. Bem...sintomas até tenho tido, mas coisas pouco comuns (e também pouco incómodas) das quais em nunca tinha ouvido falar, e só depois de senti-las e pesquisar é que me apercebi que não sou a única.
Apesar de a primeira médica que consultei ter feito um ar muito pouco crédulo, juro-vos que tinha a minha miopia estabilizada há anos (e o oftamologista disse que, à partida, quando estabiliza após dois anos, já não volta a piorar) e desde que estou grávida (bem desde o início) vejo pior. Da pouca informação que encontrei sobre o assunto, diz que pode sim haver alterações da córnea durante a gestação, e que deve voltar ao normal daqui a uns tempos. É esperar para ver.
Outra novidade na minha vida desde há coisa de um mês e pouco é que agora ressono (desculpa amorzinho!). Diz que se chama "rinite gestacional", atinge à volta de 30% das gestantes, e tende a piorar no final da gravidez (desculpa amorzinho, parte II). Não tenho sintomas de constipação, isto já dura há mais de um mês mas o facto é que não sinto a respiração 100% fluida nem durante o dia. Diz que está relacionado com o aumento de estrogénio e de fluxo sanguíneo.




































Barriga de 17 semanas.

Em termos de apetites, estou menos saudável do que antes de engravidar: deixou de me apetecer comida vegetariana e, em compensação, tenho mais vontade de comer carne (e não tenho contrariado isso). E tenho uma vontade danada de enfardar açúcar (tenho tentado fazer bolos saudáveis e afins, mas aos fins-de-semana não resisto e ataco à séria).
Tenho mais apetite e como mais, mas como continuo a treinar (treinos adaptados, prescritos pelo meu PT, sendo que continuo a treinar com ele uma vez por semana) não é coisa que me preocupe.
Nos primeiros três meses não ganhei peso, mas no quarto mês ganhei quase 3 kg. Vamos lá ver se a coisa não descamba, que eu gostava mesmo de não exceder os 11kg recomendados.

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Leituras



A ilusão de Merit

Avaliação do Goodreads: 3,91/5
Minha avaliação: 3,5/5

Este é um livro no qual eu nunca teria pegado se não fosse o bookgang da Helena Magalhães e a sua adoração por esta autora.
O livro é do género Young Adult, tem como personagem principal uma adolescente de 17 anos e conta a história da sua família muito pouco convencional.
Apesar de eu ter amado o A culpa é das estrelas (porque metia doenças e muitas lágrimas e eu sou uma leitora muito masoquista), este género de livro está longe de ser dos meus favoritos. 
A história é interessante, lê-se super bem e não é nada aborrecida mas...não deixa de ser um Young Adult. Confesso que, atendendo a todo o sururu à volta da autora, estou disposta a dar-lhe uma segunda oportunidade mas não é o género de livro que me apeteça loucamente comprar porque duvido que vá adorar (e lá se foi o tempo em que eu fazia coleção de todos os livros e mais algum. hoje em dia só me interessa ficar com aqueles de que gostei mesmo).

terça-feira, 23 de abril de 2019

Férias


Imagem daqui.

E eis que hoje damos início à nossa road trip de 11 dias pelos Balcãs.
Vamos voar para Zagreb, passar por várias cidades da Croácia, e dar um saltinho à Bósnia e Montenegro.
Vão ser as primeiras férias (e as mais longas) deste ano, e as primeiras em modo grávida (daí não nos termos aventurado para destinos mais distantes).
Mal posso esperar para começar esta aventura!

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Fim-de-semana

Este ano, em vez de rumarmos nós a norte para passar a Páscoa em família, veio a família do norte ter connosco. O tempo colaborou e fartámo-nos de passear. Fomos a Sesimbra (era a praia onde eu costumava ir com mais frequência com a minha família quando vínhamos de férias ao continente), ao Portinho da Arrábida (onde eu e o senhor namorado demos o primeiro passeio juntos, em 2012, ainda muito longe de imaginarmos que algum dia seríamos uma família), e o almoço de Páscoa foi um belo bacalhau, em Arruda dos Vinhos.



































Oh pra nós, com 18 semanas e uma barriguinha cada vez menos discreta.


Hoje ainda trabalho, mas amanhã começamos as nossas primeiras férias no ano e eu não podia estar mais entusiasmada com isso. Só volto no final da próxima semana, mas devo deixar uns posts agendados para vocês.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Diário de uma gravidez #3 - O terceiro mês

O início da gravidez deixou-me mal habituada: no espaço de oito semanas (entre ainda não se ver bem o bebé, eu ter mudado de médica e uma passagem pelas urgências - nada de grave, um corrimentozito estranho às 8 semanas, mas foi o suficiente para ficar com o coração nas mãos), fiz 5 ecografias.
E o momento das ecografias é de uma alegria tão grande! Porque é uma sensação maravilhosa ver o nosso amorzinho a mexer-se dentro de nós, e porque nos tranquiliza que o coração continua a bater (tendo em conta que nos primeiros meses de gestação não se sente o bebé mexer-se, as ecografias são especialmente reconfortantes para confirmar que ele continua vivo...pelo menos para mim).
Fomos à ecografia dos três meses no dia 14 de março: o tão aguardado dia em que, depois de ter feito análises de sangue (umas semanas antes), a médica faria as medições ao bebé e detetaria a probabilidade de ele ter uma série de doenças. Os resultados foram muito tranquilizadores (e acrescentaram uma semana de gestação às 12 que nós contávamos ter, até àquela data) e ainda levámos um bónus no fim da consulta (para o qual não estávamos minimamente à espera): uma quase certeza do sexo do nosso bebé (quando tivermos a certeza eu conto-vos por aqui). 
A partir desse momento, podíamos finalmente "gritar ao mundo" a nossa novidade. E assim foi. 
Tivemos a feliz coincidência de ter uma viagem de fim-de-semana marcada para a Madeira nessa altura, e foi uma alegria imensa celebrar com a família. O meu avôzinho, que tem 92 anos e a quem eu estava com algum receio de causar um ataque cardíaco de emoção, teve a reação mais serena de todos, como se já estivesse a contar com a  notícia. Foi engraçado.
Foi um fim-de-semana tão feliz!


Foto tirada nesse fim-de-semana, com 13 semanas.

Cheguei ao final do primeiro trimestre sem ter tido um único episódio de enjoo ou azia. 
Não sei o que me espera daqui para a frente, mas o primeiro trimestre foi super abençoado.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Fim-de-semana

Os últimos fins-de-semana têm passado tão rápido e eu com a sensação de que pouco ou nada fiz (principalmente a nível de tarefas domésticas tipo arrumações) que ponho-me a pensar, de forma ligeiramente assustada, em como essa sensação deve decuplicar (tive que ir à net confimar que era assim que se dizia a palavra...) quando se tem um filho bebé. Mas adiante.
Sábado fomos gastar os nossos Yums do The Fork (os pontos que se acumulam com as reservas) ao restaurante Cozy. Eu pedi risotto de camarão e cogumelos, ele pediu leitão. Gostei bastante do meu prato, apenas com o senão de estar muito salgado. O leitão, estranhamente, tinha o problema inverso, mas também estava bom. As sobremesas (cheesecake e pudim abade de priscos) estavam razoáveis. O espaço é agradável, o atendimento é muito bom e os preços são bastante acessíveis. No geral, gostei da experiência.


Domingo fui cumprir as recomendações do meu PT e fizemos uma caminhada de mais de uma hora à beira rio (mas o tempo em Lisboa não estava lá grande coisa para isso).

17 semanas do nosso bebé, que cada vez se nota melhor.

Para os lanches da semana, fiz um bolo saudável de laranja e chocolate (que diria que ficou mais bonito do que propriamente saboroso). Para surpresa minha, quando perguntei a opinião do senhor namorado, ele respondeu "Para bolo saudável está bom" (tendo em conta que muitas vezes a resposta ao meu "Gostas?" é um encolher de ombros seguido de um "Sabe a saudável", temos melhorias).