segunda-feira, 16 de julho de 2018

Fim-de-semana (ou update semanal, pelo andar da carruagem)

Queiram desculpar a minha ausência por estas bandas. A verdade é ligeiramente triste mas é esta: acho que tenho gasto os meus neurónios válidos praticamente todos no trabalho, e pouco sobra a nível de inspiração para vos escrever. O problema nem é tempo porque trabalho o mesmo número de horas que antes (bem...mais ou menos, mas esta parte é mais culpa minha que outra coisa) mas esta preocupação constante com certos assuntos tem me deixado pouco espaço no cérebro para coisas mais leves e fúteis (que também fazem falta).
Mas ando feliz, que é o mais importante, e não têm faltado passeios de fim-de-semana nem coisas boas na minha vida.
Este fim-de-semana houve passeios à beira-rio, gelados, sushi, séries, treinos e arrumações. Tudo coisas que me fazem feliz. Podia ter sido ainda mais feliz, se tivesse dado para ir à praia, mas parece que este ano isso é para esquecer...pelo menos por Lisboa.





































O nosso sushi preferido de Lisboa, para não variar: Sushi dos Sá Morais (com os habituais 30% de desconto do The Fork).



segunda-feira, 9 de julho de 2018

Fim-de-semana

Desde que mudei de equipa no trabalho que os dias passam a correr. O que não é mau, quer dizer que, finalmente, estou a fazer algo que gosto. O único senão é o stress associado (alguns prazos para cumprir e assuntos bastante complexos que me fazem ter bastante dificuldade em "arrumá-los" na cabeça no final do dia de trabalho e só voltar a pensar neles no dia seguinte). Mas com o tempo e a experiência hei-de aprender a lidar melhor com esta parte. Assim espero, pelo menos.
Depois de uma semana intensa, rumámos a Braga para passar o fim-de-semana em família. Fomos tomar o pequeno-almoço ao centro da cidade no sábado e aproveitei que ainda havia pouca gente a passear para tirar umas fotografias com o meu vestido novo lindão dos saldos da Mango.


segunda-feira, 2 de julho de 2018

Mudança

Imagem daqui.

Lembro-me de ser criança e ouvir a minha mãe comentar nas mais variadas circunstâncias que eu era uma boa sofredora. Eu diria mais, acho que tenho um quê de masoquismo em mim, que ando, aos poucos, a tratar de mandar passear para outras bandas.
Quando comecei o trabalho onde estou, fui colocada numa área que nada tem a ver com a minha área de formação, aliás, num tema que eu, até entrar ali, não sabia que existia, e que é muito mais (para não dizer só) focado em economia e contabilidade do que em direito.
Quando me apercebi onde é que tinha sido metida fiquei em pânico, mas na falta de alternativa lá teria que tentar habituar-me. E assim foi. E tentei durante seis anos. Sem sucesso. Bom, claro que aprendi imenso (mal seria...), mas não aprendi o mais importante: não aprendi a gostar daquilo. Esforcei-me, mas não aconteceu. Houve dias (tantos, tantos dias) de verdadeiro tédio, de olhar para o relógio a cada 3 minutos (não é exagero), de pensar "Não aguento nem mais um dia!". Mas fui aguentando. Muitos dias. Meses. Anos. E nem sei bem porquê. Ou até sei. Agarrei-me aos colegas (na sua maioria, gente impecável com quem fiz amizade), depois meteu-se a ida para o Porto e não dava jeito mudar, e houve sempre uma desculpa, durante anos, que me ia impedindo de tomar a iniciativa de pedir para mudar de equipa, de sair daquela que, apesar de tudo, acabava por ser a minha zona de conforto porque ali já sabia com o que podia contar, para fazer outra coisa mais próxima da minha área de formação, daquilo que eu gosto.
No ano passado lá arranjei coragem para comunicar a quem de direito que precisava de mudar e, vários meses depois, consegui ser colocada exatamente onde queria.
Quando, finalmente, tive ordem de "soltura" apoderou-se de mim uma leveza tão grande que o medo do desconhecido passou logo para segundo plano. Não foi fácil deixar os meus colegas de equipa e sala com quem tinha um ambiente para lá de espetacular, e deixei-os com a perfeita consciência que nesse aspeto a minha vida só pode mudar para pior (apesar de estar a ser muito bem recebida), mas valores mais altos se levantaram e se for para fazer o que eu gosto sem estar a olhar para o relógio a cada cinco minutos, foi sem sombra de dúvida a decisão certa.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Mini férias em Marrocos - Chefchaoen

Ainda em Portugal, alugámos um carro pela Sixt, para usar entre sexta-feira e domingo, para fazer a viagem entre Tânger e Chefchaoen (a distância é à volta de 100km) e entre esta última e Fez (são uns 200km). Não era a opção mais barata (foi até mais caro do que costumamos pagar quando alugamos carro na Europa - pagámos à volta de 160€ para 3 dias, sendo que este valor incluía um suplemento por recebermos o carro numa cidade e o devolvermos noutra diferente), mas não nos apetecia gastar muito tempo com transportes, e o carro dá sempre outra flexibilidade para pararmos onde nos apetecer.
Depois de termos passado a quinta-feira em Tânger, na sexta-feira de manhã agarrámos nas malas e fomos até à rent a car. Ainda no hotel, apercebemo-nos que nos tínhamos esquecido do cartão de crédito em Portugal (eu achava que ele o tinha - porque é o costume, ele achava que eu o tinha - e tinha, de facto). O aluguer do carro já estava pago, tínhamos uma quantidade razoável de dinheiro connosco (até levámos bem mais do que acabámos por precisar), tínhamos os cartões multibanco, portanto o cenário poderia ser bem pior. Acontece que tínhamos que pagar uma caução de mais de 1000€ na rent a car para poder usar o carro, e o cartão multibanco...rejeitado. O que não tem remédio, remediado está, e depois do senhor nos dizer que nos devolveriam o dinheiro (ainda estamos para ver se isso vai mesmo acontecer, porque entretanto já recebemos um email a dizer que nos vai ser cobrada uma taxa de cancelamento equivalente a três dias (?!), que é só o número de dias pelo qual tínhamos alugado o carro.
Adiante. Decidimos regressar ao hotel e pedir sugestões por lá. Tínhamos visto, na net, que tínhamos 3 opções: taxi (seria à volta de 90€), taxi partilhado ou autocarro. A caminho do hotel cruzámo-nos com um funcionário do hotel que nos disponibilizou o serviço de um taxista conhecido dele, por 60€, para daí a meia hora. Em comparação com o que eu tinha visto na net, e tendo em conta que não teríamos que nos deslocar a lado nenhum nem esperar horas, lá decidimos aceitar. Uma hora e meia depois, estávamos em Chefchaoen.
Famintos, pusemos as malas no Riad e fomos logo almoçar. Como ficava muito perto do nosso Riad, seguimos o conselho desta menina e fomos ao restaurante Beldi Bab Ssour. Pedimos couscous de frango, que estava muito bom, e pagámos uma pechincha (uns 13€ para os dois, com prato e sumos naturais).
De barriga cheia, era (finalmente) altura de começar a passear e ficar encantada com esta cidade.

Esta escadaria fica na rua em frente ao restaurante onde almoçámos.




Chefchaoen não é muito grande nem está apinhada de turistas (nem sei como tal é possível), pelo que (mais de manhã do que de tarde) consegue-se passear calmamente e tirar boas fotos. Todas as ruas do centro estão pintadas com este azul fantástico, apetece fotografar todas (daí a overdose de fotos que vão ter neste post. desculpem lá qualquer coisinha, sim?).
Chegados a uma ponta da cidade, fizemos um pequeno trilho (não mais de 30 minutos) até um miradouro onde conseguimos ver o aglomerado de casinhas de frente. Que vista maravilhosa!





Não sei se dá para perceber pela foto (acima), mas tem um barzito na zona dos tapa-sóis e o chão tem uns centímetros de altura de água, que vem da cascata em cima. As pessoas sentam-se nas cadeiras com os pés descalços e vão se refrescando enquanto bebem um sumo de laranja, achei muito engraçado (mas como não estavamos de chinelos não experimentámos).





































A cidade é rodeada por algumas montanhas, o que lhe dá um toque ainda mais especial.


Apesar de não ter achado os marroquinos demasiado invasivos nesta cidade, tive duas experiências menos boas. A primeira, na rua da foto abaixo (que é a mais linda e - imagino - fotografada de todas estava um rapaz que me pediu dinheiro para fotografar a rua (eu estava a fotografar só o cenário. a foto que vêem aqui foi tirada só no dia seguinte, quando não havia ninguém por perto). Eu ignorei o rapaz, poque estava a fotografar uma rua, ao que ele, muito chateado, começou a insinuar sobre as minhas preferências sexuais (em espanhol...soubessem vocês a quantidade de vezes que falavam espanhol connosco, sem abrirmos a boca antes).
Noutra situação, estávamos a fotografar uma rua e uma velhota, ao longe, começou a gritar para não lhe tirarmos fotos. Eu parei logo, já o senhor namorado estava distraído e continuou durante uns segundos. Um miúdo que estava por perto a brincar na rua (devia ter uns 8 anos), gritou "No photo" e atirou-nos um chinelo que por pouco não me acertou em cheio na cara. A velhota, coitada, repreendeu logo o miúdo e disse-nos uma série de coisas, em árabe, que nós supomos que seja um pedido de desculpas, sorrimos, acenámos que estava tudo bem, e seguimos em frente (mas com alguma vontade de esganar a criança mal educada).



Em relação ao alojamento, ficámos no Riad Dar Dadicilef, que eu recomendo mesmo muito. Primeiro, acho que nunca paguei tão pouco na vida por um alojamento tão bom (Chefchaoen é uma cidade mesmo barata). O nosso quarto era enorme (demo-nos ao luxo de escolher um quarto para 3 pessoas, porque os outros estavam esgotados), lindíssimo, e custou 40€. A foto abaixo não é minha, mas é o quarto onde ficámos (em frente ainda tinha um corredor enorme, mais uma cama, e casa de banho).


A localização também é boa (fica em zona pedonal como a maioria mas não é nada difícil de encontrar) e o nosso anfitrião era um querido. Portanto se forem a Chefchaoen, reservem quarto aqui que não se vão arrepender.
Adorei, adorei, adorei Chefchoen e acho que vale muito a pena tirar um fim-de-semana prolongado para dar um saltinho ali ao norte de Marrocos e conhecer este sítio encantador. 

terça-feira, 26 de junho de 2018

Mini férias em Marrocos - Tânger

Foram só quatro dias, mas foram vividos intensamente e permitiram-me desligar a cabeça das preocupações profissionais que me têm acompanhado ultimamente. 
Sem muitos dias de férias para gastar (porque ainda planeamos fazer mais uma viagem grande este ano), decidimo-nos por uma escapadela aqui perto, e pareceu-nos uma boa oportunidade para conhecer uma cidade que não visitámos (com muita pena minha) em 2015 quando estivemos em Marrocos pela primeira vez: Chefchaoen. Pelo que os planos foram todos feitos à volta deste objetivo. Depois de várias simulações de preços, decidimos ir pela Tap, que faz voos diretos: fomos de Lisboa para Tânger na 4a feira à noite, e voltámos por Fez, no domingo à tarde.
À chegada a Tânger, por volta da meia noite, tínhamos um taxi (previamente reservado junto da dona do nosso alojamento, o Kasbah Rose) à nossa espera, numa viagem que durou uns 20 minutos e custou 20€.
Quanto ao alojamento propriamente dito, os quartos (uns 6 ao todo) eram todos muito bonitos, com decoração típica pensada em pormenor, e o terraço era muito agradável, com uma bela vista e a localização era boa (de fácil, acesso, que é sempre um "pormaior" a ter em conta quando falamos de medinas, em que é muito fácil uma pessoa perder-se). E a anfitriã, holandesa, era super simpática. 



























Vistas do terraço do hotel (e o pequeno-almoço).

Almoçámos perto do nosso hotel, num terraço bastante simpático de um restaurante chamado L'Anglaise. Não sou apreciadora da comida marroquina (usam demasiadas especiarias para o meu gosto), mas lá pedi a famosa tagine de frango, que estava razoável.




Na parte da tarde fomos passear à praia. Estava uma temperatura bastante agradável na cidade, e a água não era nada fria, mas estava tanto vento à beira mar que nos limitámos a percorrer a praia a pé, numa caminhada que me soube mesmo bem (gosto tanto, tanto de caminhar descalça à beira mar).






















Tânger é uma cidade simpática, onde se nota muita influência europeia (aliás, está tão perto que da praia consegue-se ver Espanha em frente). Saindo do centro da medina, é tudo muito arranjadinho e civilizado. Mas, na minha opinião, não vale uma viagem de propósito só para conhecer esta cidade. Mas como ponto de passagem para o nosso segundo destino, foi uma paragem simpática.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Mini férias

Imagem daqui.

Se tiver corrido tudo bem (sim, que diz que a Tap anda muito adepta de cancelamentos de última hora) os próximos quatro dias serão passados em modo mini férias.
Com o stress que tem sido a minha vida profissional nos últimos meses, nem vos consigo descrever o quão ansiosamente aguardava pela chegada destes dias. Vão ser só quatro, mas vão ser aproveitados ao máximo.
Até para a semana, gente! Até lá, podem acompanhar-me por aqui.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Ahhh, os saldos!

Para não variar, esta estação também fiz a minha wish list no sítio do costume e estava com esperança que acontecesse o que me tem acontecido nos últimos inícios de saldo: chega o dia e tudo o que eu gosto está esgotado no meu tamanho, e só volta a estar disponível quando as promoções já estão de 50% para cima.
Este ano, quando a Mango começou a fazer os 30% (por falar nisso, estão cada vez mais forretas, antes faziam 40% se comprássemos duas peças) consegui "apanhar" na net uns calções e um vestido. Mas gosto tanto, tanto do vestido das primeiras imagens (abaixo) que decidi ir a uma das lojas físicas onde ele aparecia como disponível tentar a minha sorte. E não só me apaixonei ainda mais por ele como, pelo caminho, apaixonei-me também por um top e um macacão. A modos que ficou já tudo comprado com o desconto mais pequeno (a vantagem é que já vai quase tudo de viagem comigo esta semana...ieiii!).




O meu favorito. Tinha receio que não me fosse ficar grande coisa por ser midi e eu ter 1,58m, mas adoro tudo nele, e adoro ver-me com ele. Aqui.




Comprei só os calções mas ainda devo comprar a camisa igual, para usar as duas peças juntas. Aqui.



Não é mega amoroso? Foi amor à primeira vista. Aqui.



Pelas imagens não se percebe, mas o macacão e branco e azul claro às riscas (verticais). Aqui.


Este comprei pela net sem experimentar antes e, mais uma vez por ser midi, também não sei se me vai favorecer. Mas espero mesmo que sim porque é a coisa mais linda. Aqui.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Leituras



O primeiro homem de Roma

Avaliação do Goodreads: 4,09/5
Minha avaliação: 3/5

Comprei este livro porque gosto da escritora e porque uma das minhas "companheiras" de leitura de recomendou muito. E porque, não sendo o meu género de livro favorito, gosto sempre de melhorar a minha cultura geral, que não é grande coisa em história (principalmente quando o assunto é Roma ou a Grécia antiga, que são assuntos que o senhor meu namorado domina como mais ninguém que eu conheça, o que aumenta ainda mais a minha vontade de aprender, mais não seja para conseguir acompanhar as conversas dele com algum entusiasmo).
Para quem aprecie o género romance histórico, recomendo muitíssimo este livro. Mas aviso já que é o primeiro de 10 volumes e tem quase 1000 páginas (foi a minha leitura de cabeceira durante meses).
Passa-se na Roma antiga, começando em 110 a.C. e foca principalmente no papel de Caio Mário e Lúcio Cornélio Sula na República romana.
É um livro riquíssimo em termos de pormenores, e foi aí que, para mim, numa opinião muito pessoal, falhou, porque a quantidade de personagens (com nomes compostos e complicados de decorar), de histórias cruzadas e de pormenores deixam-me sempre algo perdida e como não estou a par dos personagens todos acabo por me perder e, com isso, perder também algum interesse em certas passagens do livro. 
Mas, como digo, para quem seja apreciador do género, está muito bem escrito e recomendo muito.



Os loucos da rua Mazur

Avaliação do Goodreads: 4,02/5
Minha avaliação: 3,5/5

Depois de ter adorado o primeiro livro que o João Pinto Coelho publicou (Perguntem a Sarah Gross) estava em pulgas para ler este.
A história principal passa-se na Polónia e, tal como o primeiro livro do autor, o tema principal deste livro também é a segunda guerra mundial e o massacre dos judeus. Apesar de ser um tema abordado até à exaustão pela literatura/cinema, consegue ser bastante diferente de toda a ficção que já li sobre o assunto (e já li alguma). É obviamente triste e pesado (e com algumas descrições impróprias a sensíveis) e, apesar de interessante e de ter uma escrita muito rica, não me prendeu como o outro. Nem de longe. A maior parte do livro tem uma escrita algo complexa, e eu confesso que apesar de dispensar literatura demasiado básica, leio para me distrair e relaxar e não sou fã de livros que me obriguem a uma grande concentração para não perder o fio à meada, e isso aconteceu neste livro. Para além disso, a história também não me prendeu particularmente. Não fiquei fã.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Fim-de-semana

Finalmente chegou (e passou) o dia 16 e um dos três assuntos que me têm ocupado/preocupado mais nos últimos tempos a nível profissional está despachado. O segundo (e último) exame de progressão na carreira e está feito pelo que acabou o estudo por aqui (pelo menos nos próximos tempos. bem, a nível de progressão na carreira há-de ser na próxima década...no mínimo). 
Entretanto avizinha-se uma mudança profissional esperada já há vários meses que me tem deixado algo ansiosa (ou não fosse eu a ansiedade em pessoa) vamos ver se se concretiza finalmente que este sofrimento por antecipação faz-me mal e já chega deste limbo.
Mas voltando ao fim-de-semana, exame feito, foi tempo de aproveitar. E aproveitou-se comendo sushi, almoçando com amigos e indo (fi-nal-men-te!) à praia.






































Não há grandes registos fotográficos do fim-de-semana, mas há memórias boas e momentos felizes, que é o que verdadeiramente importa.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Update

A minha ausência destas andanças deve-se a uma vidinha muito pouco interessante nos últimos dias com nada digno de registo.
Normalmente por volta desta semana estou de férias longe daqui. Este ano estou em Lisboa e não só não vou festejar o Santo António como tenho exame de progressão de carreira no sábado. Não é nada que me tire o sono, até porque já não preciso de nota sequer, mas é o suficiente para não me ter deixado aproveitar o feriado da forma que mais gosto: longe de Lisboa. Mas vamos fazê-lo para a semana, mesmo que sem feriados, e apesar de serem só quatro dias estou ansiosamente à espera deles. Até lá, ficam avisados: não esperem nada de muito interessante por aqui.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Factos aleatórios (não necessariamente relevantes) sobre esta que vos escreve #4



1. (contrariamente a 95% da população portuguesa) Não sou viciada em café. Sou capaz de passar um dia inteiro sem tomar um sequer, sem lhe sentir a falta (a não ser em dias de formação muito secantes. mas em dias de trabalho normais não me faz falta).
2. Mas sou viciada em chá. Bebo quatro canecas por dia no trabalho, e aos fins-de-semana bebo "baldes" de chá em casa.
3. Não consigo deitar-me na cama e desligar logo a luz para dormir. Normalmente leio, nem que seja uma página (muitas das vezes é quase só mesmo uma página, raramente tenho dificuldade em adormecer).
4. Não consigo ler nem trabalhar (nem concentrar-me em geral) se tiver pessoas por perto à conversa. O que, quando não se trabalha sozinha, pode ser (e é por vezes) um grande problema.
5. Adoro fazer experiências culinárias de receitas saudáveis.