segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Da semana que passou


Estreei um vestido (de longe a minha peça de roupa preferida).
Apercebi-me (quando estava a chegar ao final da primeira temporada) que estou viciada na série Revenge e a negligenciar muiiito a leitura.
Fiz Body Combat pela primeira vez (e mal conseguia mexer os braços no dia seguinte) mas já estou pronta para repetir a dose.
Fui ao cinema ver 12 anos escravo e fiquei perturbada com tamanha violência.
Comecei a sentir-me nostálgica porque os 27 estão mesmo mesmo aí à porta...

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Marias juntas = carteiras em perigo

Vestido Intimissimi (saldos). Casaco H&M (nova colecção).
Este conjunto já foi a minha vestimenta de hoje.

Camisola H&M (nova colecção). Saia Promod (saldos)

Tally Weijl (saldos). (tendo em conta a minha vida social 
nocturna, devo conseguir usá-lo lá para 2015).

H&M (nova colecção - e os meses que ainda faltam para conseguir usá-las!)

Mala Bazaar Chiado (saldos)

Zara (nova colecção)

Saia Promod (saldos), que é a coisa mais linda.

Ao tempo que eu não cometia uma loucura a esta escala. E soube-me pela vida!

domingo, 19 de janeiro de 2014

Maravilha


O meu fim-de-semana foi tão preenchido (e tããão bom!) que tenho a sensação que não trabalho há uma semana (quando afinal só passaram dois dias). 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Maria


São treze meses de saudade acumulada (tanta!) que vão acabar amanhã (para recomeçar daí a quatro dias mas isso agora não interessa nada). 


Avizinham-se quatro dias de muiiiiiiitas calorias ingeridas, converseta, shopping e abracinhos, como nos bons velhos tempos.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Quase invisíveis e, no entanto, tão visíveis


Entrei numa loja de roupa interior. Estava a usar uma camisola tipo poncho, larga. Estava perdida no meio na secção de soutiens quando uma das empregadas da loja se aproxima de mim para me oferecer ajuda. E em vez de me perguntar qual era o meu tamanho, perguntou logo "É o mais pequeno, não é?".
Bolas, é assim tão óbvio?


Menos mal que não era de cuecas que eu estava à procura...aí é que eu deprimia a sério se ela tentasse adivinhar o meu tamanho a olhar para o meu rabo (esse sim, visível num raio de 100 km).

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Balanço dos primeiros dias do ano


Nunca há nada que me sirva e seja giro nos saldos: ou é uma coisa, ou outra.
Por favor, alguém que acabe com os chocolates constantes na minha sala de trabalho (e aqui em casa, já agora). 
Ando a ver Revenge, How I met your mother (e os nervos que me dá quando a Fox decide passar 12 episódios duma série assim de rajada e depois deixá-la a meio?), Teoria do Big Bang e O Sexo e a Cidade. 
Estou a ler Alice Munro (e a ver se é desta que fico maravilhada com um prémio nobel da literatura). 
As aulas de dança são as únicas capazes de me fazer levantar o rabo da cama aos Sábados às 9h30 para conduzir em pleno dilúvio (e eu que ainda por cima gosto tanto de conduzir...not).
Está a fazer um ano que divido tecto apenas com o senhor meu namorado e sinto-me feliz com isso todos os dias.
Basicamente, é isto: ano novo, vida velha. E que bom que isso é.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Maravilhas do século XXI


Isto de andar pela rua com tempo de chuva e ter sempre o cabelo impecável é qualquer coisa de fantástico. Quais smartphones, tablets e afins? O alisamento (ou escova) progressivo(a) é a melhor invenção dos últimos anos (a par com a depilação definitiva).

Já o faço há uns anos, mas ainda parece mentira de tão bom que é. E ontem, depois de uma caminhada a pé de 10 minutos debaixo de chuva com uma colega que tinha secado o cabelo em casa e chegou com ele todo lisinho ao trabalho, e entrou no restaurante, depois da caminhada, em modo urso, voltei a dar graças, pela 18373.ª vez, ao dia em que esta maravilha entrou  na minha vida.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Leituras


Primeiro livro que li do Paul Auster. Li-o por recomendação de uma colega mas confesso que não me prendeu particularmente.


A escrita é demasiado simples. Pior, a edição da Presença (a que eu li) tem erros ortográficos (mais de um), coisa que eu considero chocante. Abstraindo-me disso (o que não foi nada fácil), gostei da história, ao contrário do que seria de prever (porque passa-se num futuro pós-apocalíptico, e eu sou mais dada a realismos). Principalmente do primeiro livro. Do segundo também gostei. Já o terceiro não me entusiasmou tanto (aquele final não me convenceu). Entretanto vi os dois filmes que já foram lançados e gostei. Mais não seja pela Jennifer Lawrence...aquela miúda alegra a vista de qualquer um, é linda que dói!


Cada vez que pegava neste livro tinha muita dificuldade em parar. É comovente. É doce. É revoltante. É angustiante. É muito bom!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Do adeus a 2013

Eu e senhor namorado, na noite de ontem

Foi a terceira passagem de ano da minha vida fora da Madeira. A segunda entre quatro paredes, sem fogo de artifício. 
Faz-me muita confusão festejar a meia noite através de um relógio que até pode nem estar certo em vez de ver um dos habituais "2013" (neste caso) de luz que estão espalhados pelo Funchal e que mudam para "2014" à meia noite e zero segundos, sem termos que confiar num relógio qualquer. Também ia lançada para cumprimentar toda a gente à meia noite e desejar bom ano e apercebi-me que isso não se faz por aqui. 
Mas não deixou de ser um momento feliz. Passei-o com o senhor meu namorado e amigos num hotel em Óbidos mesmo ao pé da muralha, com direito a sangria de espumante (tão boa!), passeio pelas muralhas depois da meia noite, música pimba, alegria e comidinha boa.


Quanto a vocês, pessoas queridas que por aqui passam, tratem de ter um 2014 muito feliz, sim?

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

E foi no penúltimo dia do ano


Que, após dois anos de estágio, fui assinar o contrato que me tirou, finalmente, o rótulo de estagiária.
Está longe, muito longe, de ser o trabalho dos meus sonhos (não me perguntei então qual é que também ainda não descobri), mas vale pelo homem maravilhoso que colocou no meu caminho (aka senhor meu namorado), pelas amizades que fiz, e pelo bom ambiente. Como disse hoje o diretor da minha Unidade, "a felicidade não está em termos aquilo que queremos, mas em sermos felizes com aquilo que temos". E eu sou. Uns dias mais, outros menos, mas sou.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Do Natal


Aqui por casa trocámos grande parte das prendas antes do tempo (porque o senhor meu amor ia fugir para Braga dia 24 de manhã). Tivemos exactamente as prendas que queríamos (ou porque pedimos especificamente x ou y, ou porque comprámos nós próprios as prendas dos pais e avós para nós - é giro o efeito surpresa, mas por aqui - não havendo nenhuma ideia de surpresa genial, como acontece de vez em quando - preferimos a garantia de que recebemos e damos coisas que precisamos e gostamos). Partiu-se o bolo que era suposto ser para o Natal antes do tempo, e sem dar tempo sequer à mãe de lhe pôr cobertura (entre eu e o meu pai, não consigo decidir qual é o mais guloso).
Basicamente, aqui por casa a tradição não foi seguida à risca mas sim à nossa maneira, que também é muito bom. Só não abdicámos, claro, da companhia uns dos outros, e de enfardar até mais não, que é o que verdadeiramente importa.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Só para vos informar

Presépio no Funchal
 
Que o meu Natal a sério começou há dois dias, quando cheguei à Madeira (e ainda por cima) acompanhada do senhor meu namorado, ainda que ele já me esteja quase a abandonar (é a única altura do ano em que é realmente chato ter um namorado cuja terra fica a mais de 1000 km da minha. mas também qual era a probabilidade de encontrar a perfeição logo na porta ao lado da minha?).
Está-se tão bem aqui! Mimos da família acompanhados de comida deliciosa e luzes e músicas de Natal por toda a parte. Há lá coisa melhor?


sábado, 14 de dezembro de 2013

De quando a p*ta da vida nos trama

Desde pequena que, não obstante a falta de jeito, gostava de ter aulas de dança (nenhum estilo em especial, músicas modernas e coreografadas, não sou muito esquisita). A coisa não se proporcionou até há pouco tempo, quando me inscrevi no ginásio. Finalmente, aos vinte e seis anos, comecei a ir a aulas de dança. E a terça-feira às 19h (o dia em que tenho aula com o prof mais espectacular de sempre) tornou-se no meu momento preferido da semana, a par com o fim-de-semana. 
Mas a p*ta da vida por vezes é mazinha connosco e, ao que parece, eu nasci com um problema crónico na coluna que, de há uns anos a esta parte, volta e meia, e sem aviso prévio, faz com que se me prenda um músculo do rabo, causando-me umas dores que me limitam muito a locomoção. Dores essas que se tornam especialmente más em duas situações: quando estou deitada na cama e tenho que me virar ou levantar, e quando estou a dançar (porque implica dar saltos)


Ontem ia toda contente para a apresentação das novas coreografias da aula de dança lá no ginásio e passei o tempo todo a aldrabar as coreografias, fazendo o que o maldito músculo do rabo me permitia.
Eu tinha aqui a desculpa perfeita que tantos procuram para ser preguiçosa e não fazer desporto. O problema é que eu não encaro a dança como um desporto, mas sim um divertimento que me dá imenso prazer. Mais de vinte anos à espera do dia em que ia, finalmente, fazer aulas de dança, e acontece-me isto. Ontem, enquanto tomava duche, no fim da aula, corriam-me lágrimas pela cara, de frustração. Porque eu não mereço isto.
Eu tento ser uma pessoa positiva e feliz, e na maior parte dos dias até vou conseguindo, mas esta está difícil de aceitar. Quem é que disse que a vida era justa?...

Hoje fui teimosa e, como já tinha pago a inscrição numa aula experimental de zumba, lá fui, a medo...e não é que senhor músculo se portou muito bem e me diverti p'ra caramba?

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Dos namorados (nada) fofinhos



Estava eu com senhor namorado a ver umas imagens da Victoria Beckham a amuar com o senhor seu esposo depois de apanhá-lo a babar para o rabo duma cheerleader. Eu fiz o seguinte comentário, na brincadeira:
- Pudera, a mulher dele tem 30kg, o rapaz tem que alegrar as vistas. Já tu não tens essa desculpa por isso estás proibido de fazer o mesmo, sim?
Ao que senhor namorado, fofinho que só ele, me responde:
- Tens razão, amorzinho, tu cá tens muitos quilinhos...


Não sei se ele achou que dizer "quilinhos" em vez de quilos ia tornar a coisa menos má. E claro que depois disse que estava a brincar e coiso e tal. Um ano e meio de namoro e ainda não percebeu que se há tema com o qual um homem não pode brincar é com o peso da namorada (mesmo que ela saiba que não está gorda coisa nenhuma). Oh vida...

O equivalente a isto para os homens é fazer brincadeiras "inofensivas" quanto ao tamanho do dito cujo, não é? A ver se ele acha a mesma piada que eu achei...

domingo, 8 de dezembro de 2013

Eu não sou especialista em brunches


Mas atrevo-me a dizer que o do Olivier Avenida está no top dos tops. 
Hoje saimos do ginásio famintos depois de uma aula de RPM, e fomos lá com uns amigos, apetrechados com dois vouchers da Time Out (que davam 50% de desconto) usufruir da reserva que fizemos há quase três semanas (não havia vagas mais cedo). 
O meu estômago deve ter ficado completamente baralhado com a miscelânea, já que se seguiu algo do género (mais ou menos por esta ordem):
- Sumo de frutos vermelhos
- Panquecas
- Queijo de cabra
- Queijo fresco
- Ovos mexidos
- Sushi 
- Pastel de nata
- Macarrão com cogumelos
- Sushi
- Sumo de maracujá
- Bolo de chocolate e morangos
- Tarte de requeijão
- Mousse de chocolate
- Sushi

Baralhado mas muito feliz, porque aquilo é bom que se farta (e por metade do preço ainda melhor é).