Sou eu a primeira a bocejar no sofá e a pedinchar para irmos para a cama, mas é ele que consegue adormecer efectivamente (quase sempre) antes de mim quando lá chegamos (deixando-me a falar sozinha).
terça-feira, 14 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
Em contagem decrescente para a feira do livro
E o jeitão que me dava ser rica para trazê-los a todos cá para casa.
(Já que, muito sinceramente, sempre que lá vou fico com a sensação que é mais um pretexto para comprar do que propriamente uma oportunidade de comprá-los a preços consideravelmente mais baratos. ou então sou eu que sou esquisita e as promoções nunca abrangem aquilo que me interessa).
domingo, 5 de maio de 2013
Crise?
Durante dois dias fiz questão de me esquecer dela. Aproveitei o que de melhor o nosso país continua a ter - bom tempo e comidinha do melhor - e tive um autêntico fim-de-semana de verão. Com direito a praia, caracóis, gelados, piquenique, leituras, sol, parvoíce e risota. Oh felicidade!
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Enquanto se vê o Benfica...
- Sei que é uma língua com regras diferentes do português mas mesmo assim doem-me os olhos quando vejo um "ç" antes dum "e" (no nome do adversário do Benfica: Fenerbahçe). (sou uma mete nojo nisto do português)
- Estou capaz de matar o senhor meu namorado. Sportinguista dum raio, não sabe ver uma pessoa festejar sem mandar bocas infelizes (eu sei que quando o nosso clube não nos dá alegrias temos que ir buscá-las a algum sítio, mas não deixa de ser triste...coitado).
(pois é, não sei o que me deu e sentei-me a ver o jogo - coisa que não me lembro há quanto tempo não acontecia. gosto de jogos decisivos, deve ser isso...vejam lá que até estou nervosa!)
quarta-feira, 1 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
Da insensibilidade
Depois de um daqueles arrufos de pouca importância, e querendo eu transmitir-lhe uma mensagem do género "És parvo mas estás perdoado" dei asas à minha veia pirosa romântica e preparei-lhe este crepe.
Só Deus sabe o que eu tive que me controlar para não desatar a rir quando lhe pus o prato na mesa. Pois não é que a criatura não só não reparou que aquele morango tinha ou pelo menos a intenção era ter forma de coração como ainda teve o descaramento de gozar do meu jeito para as artes manuais?!
Há-de ter muitos mimos enquanto eu me lembrar desta...pfff!
sábado, 27 de abril de 2013
Do fim-de-semana que começou na quinta-feira
Eu quero lá saber se é fashion comer sushi. O que eu sei é que é das comidas que mais prazer me dá comer. Oh coisa mais deliciosa!
Tentativa de apanhar sol na 5a feira. Aguentámos sensivelmente 30 minutos, até nos deixarmos vencer pelo vento (nojento!) e arrumarmos a trouxa.
Peniche (onde o sacana do tempo não nos deixou ir conhecer as Berlengas)
Aquele pontinho azul ali a meio é o senhor meu amor.
Óbidos
Correu pouco ou nada conforme planeado, graças (what else?) ao sacana do tempo. Passámos duas noites num bungalow muito fofo em Peniche (que, a julgar pelo barulho do senhor vento, parecia que ia pelos ares durante a noite passada).
Valeu sobretudo pela companhia (perfeita), pelo pequeno-almoço de hotel (coisa que esta lambareira que vos escreve adora, pois claro) e pela visita a Óbidos.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Leituras recentes
Foi o primeiro livro que li do João Tordo. Confesso que não me prendeu logo de início mas acabou por surpreender pela positiva. A última vez que peguei no livro, a 100 páginas do fim, não consegui mais largá-lo. Tem um desfecho imprevisível, muito bom.
Tinha este livro na prateleira desde o 10.º ano, quando a minha professora de filosofia disse que tínhamos mesmo que o ler, que era muito bom. Conta a vida do filho de um brâmane que deixa a família e parte à procura de se conhecer a si próprio e encontrar a perfeição espiritual.
Diz que o senhor (o Herman Hesse) ganhou o prémio nobel da literatura em 1946 e tudo. Mas esta área da espiritualidade e filosofia não me cativa particularmente, e a verdade é que achei o livro chatinho. Com certeza que a culpa é minha, que não tenho profundeza de espírito para atingir a importância da mensagem que é transmitida ao longo da história.
É a história de uma família americana ao longo de algumas décadas. Retrata o melhor e o pior do ser humano "comum". Mostra-nos como facilmente podemos usar a nossa liberdade para arruinar a nossa vida, ou simplesmente não fazer nada de bom com ela. Aborda a atitude tão típica de só darmos valor ao que não temos ou então quando deixamos de ter.
É bom, faz-nos pensar nas opções que tomamos para a nossa vida, mas tendo eu pegado nele cheia de entusiasmo (pois que até o Obama leu e gostou!) fiquei um bocado desiludida. Dispensava certas partes descritivas, às vezes torna-se meio entediante.
Foi-me oferecido por uma amiga que está a viver em França. Deu para me entreter durante a viagem de regresso de fim-de-semana e para relembrar o francês mas... foi só mesmo isso (apesar de estar bem escrito).
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Dos golpes baixos
Eu: Não me venhas com tretas que eu já te disse que estou chateada.
Ele: Ok. Mas posso fazer-te só uma pergunta então?
Eu (com cara de má): Diz lá...
Ele: Porque é que ficas tão linda quando te chateias?
E como é que se consegue manter o ar de má depois disto? Exacto, não se consegue (mesmo sabendo que não passa de conversa fiada, claro).
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Perigo
Aprendi a fazer crepes. E agora quem é que me convence a lanchar outra coisa quando chego a casa? Vai ser até enjoar, é o que é...
quarta-feira, 10 de abril de 2013
No dia em que (pelo menos na teoria) deixo de ser estagiária
Lembro-me das primeiras palavras que o diretor da minha unidade dirigiu aos estagiários, no primeiro dia. Qualquer coisa do género: "Preparem-se para ninguém gostar de vocês. A partir de agora, terão que contentar-se com o amor da vossa família.".
E é isto, pessoas, parece que agora é oficial, portanto já estão autorizados a odiar-me porque PASSEI NO EXAME FINAL E VOU SER INSPETORA TRIBUTÁRIA (mas não das que vai andar atrás de vocês a pedir faturas, ok?).
E mais não seja pelo facto de estarmos a viver nesta conjuntura, permitam-me estar feliz por ter assegurado o meu emprego.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
domingo, 7 de abril de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)