segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Ainda nem descarreguei as fotos da viagem e já estou a pensar na próxima


Que esta coisa de não ter viagens planeadas para um horizonte temporal curto é coisa para me fazer comichão (as idas à Madeira não contam). Pelo que já ando a magicar a nossa passagem de ano para a cidade europeia que tem a segunda melhor celebração dessa data, segundo as pesquisas que andou a fazer senhor namorado.


 [para quem seja novo por aqui e possa estar a perguntar "Então e por que não escolher a cidade com o melhor fim de ano em vez do segundo?" é só porque já lá passei vinte e muitas vezes... na minha Madeira, pois claro :)!]

domingo, 20 de setembro de 2015

Diz que a boa vida está mesmo a acabar


Este foi o nosso almoço de despedida de Istambul e destas férias tão boas. Logo à noite estamos de volta a Lisboa e à nossa rotina, mas muito felizes por estes dias inesquecíveis.
Quando eu recuperar alguma energia ponho-vos a par de tudo, sim?

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Saudações gregas






Olá, pessoas! Escrevo-vos sentada numa esplanada no único sítio que me desiludiu até agora de tudo o que vimos (Chios, na Grécia). Estamos a fazer um cruzeiro e está a ser tão bom. Para a semana conto-vos tudo. Até lá, fiquem com um cheirinho daquilo que me tem maravilhado diariamente.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Abençoada

 
É assim que me sinto, a poucas horas de entrar de férias por uma semana (dez dias).
Enquanto estudante e, mais tarde, profissional, sempre fui uma pessoa esforçada e dedicada, pelo que acho que sou merecedora do meu salário e principalmente da minha estabilidade financeira e de emprego. Mas sei também que tenho melhores condições do que muita (mas mesmo muita) gente da minha geração que trabalha tanto ou mais do que eu, que merecia tanto como eu ter um salário que lhes permitisse ter uma vida confortável, mas não a têm. Por falta de sorte, de oportunidade, outra qualquer, mas não por falta de dedicação e esforço. 
É por isso que tantas e tantas vezes penso no quão abençoada sou pelas condições que tenho, e por elas me permitirem (apesar de ter de abdicar de outras coisas, é certo, até porque estou longe de ser rica, mas a vida é isso mesmo, uma questão de prioridades) fazer, com alguma frequência, uma das coisas que mais prazer me dá na vida: viajar.
E é assim que começo as férias que estão mesmo aí à porta: de mala pronta, com o check-in feito para aquilo que promete ser uma grande aventura, e a sentir-me, mais uma vez, abençoada. Tão abençoada!

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Foram mais de dois anos de espera

Decorria o mês de julho do ano de 2013 quando eu dei o meu último 5 de avaliação a um livro no Goodreads (ao meu querido "A culpa é das estrelas", que tem tantas semelhanças com "O hipnotista" como eu tenho com o Arnold Schwarzenegger). Desde então já passaram pela minha vida muitos 3, muitos 4, mas cincos que é bom, nada. Alguns estiveram lá perto, verdade, (é o caso do "Americanah", do "A rapariga corvo", o "Daddy", "As serviçais") mas um cinco digno desse valor tem que me deixar com um aperto no peito no momento em que o acabo de ler.
E "O hipnotista" conseguiu isso. Aliás, conseguiu muito mais que isso: conseguiu prender-me desde as primeiras páginas (com trinta páginas lidas já me custava parar), conseguiu pôr-me a ter pesadelos durante duas noites seguidas (quem me manda ter policiais como livro de cabeceira, certo?) e conseguiu deixar-me a pensar nele o dia todo, quando estava a 50 páginas do fim (páginas essas que não foram todas lidas já ontem precisamente para evitar mais uma noite de pesadelos). Estou aqui, estou a controlar-me muito para não comprar já  "O executor" (visto que tenho dezenas de livros em casa para ler).


Antes deste, andei a ler "A história secreta", da Donna Tartt. As expetativas eram muitas, já tinha ouvido maravilhas do livro (apesar de já ter acontecido o mesmo com "O pintassilgo", da mesma autora, e de também esse não me ter deixado maravilhada), e até começou bem (com um mistério no ar por desvendar) mas a partir do meio fui perdendo o entusiasmo, e não o recuperei mais. Não é que seja mau, mas não me deu especial prazer.

(foto tirada no meu fim-de-semana prolongado em agosto, em Arouca. ai que saudades!)

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Diz que faltam dez dias


Enquanto esperamos (ansiosamente), demos um irmão aos guias turísticos que habitam cá por casa. Vai ser tão bom!

sábado, 29 de agosto de 2015

Estava a correr tão bem


Ontem chegámos a casa do trabalho e tínhamos uma surpresa à nossa espera: internet, televisão e telefone tinham decidido deixar de funcionar. Ligámos para a operadora a reportar (mais uma) avaria. Disseram-nos que tinham que vir cá a casa, mas só conseguiam vir na manhã do dia seguinte (hoje, portanto). Tudo bem (mentira, tudo mal, mas adiante). Lá sobrevivemos o resto do dia (entre sushi e leituras).
Acordei esta manhã cheia de boas intenções. Enquanto o técnico não chega vamos finalmente tirar o gelo todo do congelador, limpar tudo o que é janelas nesta casa, e já agora aproveito e despacho já a casa de banho, e depois ainda vou alapar o rabo no sofá a ler. 
Levantámo-nos da cama eram 9h e pusemos mãos à obra. Estava tudo a correr tão bem, o congelador já estava despachado, as janelas quase todas limpas, já só me faltava a casa de banho quando recebemos uma chamada do técnico: "Ora faça o favor de confirmar se já não tem o serviço a funcionar". "Pois tenho". Damn it! Sim, era isto que eu mais queria ouvir desde as 18h30 de ontem mas...não podia ter aguentado só mais meia hora?

[Ou porque é que eu tinha que ser tão viciada nisto]

E agora, com a vossa licença, e depois desta pausa que não estava nos planos, vou desligar o computador e continuar as minhas limpezas. Palavra de Gelatina Maria!

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Dilemas masculinos

 
Amigo: Estou com um dilema. A minha namorada quer ir passar o fim de semana ao Algarve. Mas eu comprei o red pass do Benfica [deu-se ao trabalho de me explicar, antes que eu perguntasse, que se traduz em poder ir a todos os jogos em casa] e ele joga em casa este fim de semana.
Eu: Eu sou gaja. Tens mesmo alguma dúvida sobre a minha resposta?
Amigo: És gaja mas és minha amiga, devias querer a minha felicidade.
Eu: E não és mais feliz 48 horas no Algarve do que duas enfiado no estádio?!
Amigo: Ok, preciso mesmo da opinião de um homem.

Das pérolas que se ouvem por Alfama

 
Isto de termos que percorrer Alfama todos os dias para chegar ao trabalho é uma animação (nem sempre no bom sentido, mas adiante). Ontem estávamos de saída para ir almoçar quando ouvimos uma tirada bastante profunda, digna de pôr qualquer alma a refletir:
- Mãe há só uma. Pais há muitos, mas mãe...mãe, não!
E eu que me considerava uma sortuda por ter um pai apenas (que vale por muitos, é certo). Está visto que não sei nada da vida, é o que é.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Dramas domésticos #4

 
[Pequeno enquadramento prévio: ele é pessoa que gosta de sofrer em silêncio. E eu sou uma namorada fofinha (mas isso nem era preciso dizer, certo?). Ele é sportinguista. Eu sou benfiquista. Mas vamos agora ao que interessa.]
Na noite passada, ele estava a ver o Sporting em sofrimento (o entusiasmo passou-lhe rápido) enquanto eu lhe fazia companhia (meramente física) no sofá, ao mesmo tempo que cuscava as redes sociais no tablet. Como vi o cenário a ficar bastante feio e ver o meu homem em sofrimento é coisa que não me dá o mínimo prazer (mesmo que o motivo seja o Sporting) fui entreter-me para longe dali.
Percebi mais tarde, pela ausência de pio, que o Sporting tinha perdido e como sou parva, em vez de gozar com ele mantive-me quieta na minha vida para deixá-lo curtir a sua dor em paz. Daí a algum tempo, ele chega ao pé de mim com um ar muito ofendido, atira-se para a cama em modo "Preciso desesperadamente de mimo", e diz-me "Quer dizer, o Sporting perdeu e tu nem me consolas".
Vá-se lá perceber este homem.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Lisboa

 
Quanto mais próxima vejo a possibilidade de se concretizar a nossa partida, mais gosto de Lisboa. O medo do arrependimento é mais que muito, tenho que confessar, mas diz que quem não arrisca não petisca e nós estamos mesmo a precisar desta mudança na nossa vida a dois. Mas caraças, como esta cidade (e principalmente as pessoas que partilham esta cidade comigo) me vai fazer falta.

sábado, 22 de agosto de 2015

Vou só ali dar uma voltinha à Baixa e já volto

E resultou nisto.

Saldos da Gardénia, de uma marca portuguesa que eu não conhecia (Nazaré heróis do mar).

Zara (nova coleção)

Zara (nova coleção)

E uma pechincha de saldos da minha eterna desgraça: a Mango

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Gelatina por Arouca

Por volta do início do julho, ansiava eu pelas duas primeiras semanas de férias que ia tirar no verão, quando olhei para o meu calendário no que toca ao mês de agosto e ia tendo um desgosto: nem um diazinho de férias marcado. Temendo pela minha sobrevivência até setembro (altura em que vou ter aquilo que espero que sejam uma das melhores, senão mesmo as melhores férias deste ano, pelo que convinha aguentar firme até lá) iniciei as minhas pesquisas e deparei-me com isto: Passadiços do Paiva. Ora, tudo o que alia natureza a caminhada é coisa para me fazer feliz, e as imagens eram de tal forma cativantes que lá fui eu imediatamente para o Booking pesquisar por alojamento nas redondezas (Arouca). Ficámos a aproximadamente 20 km dos Passadiços, num lugar muito simpático (provavelmente falarei dele num próximo post) e ontem de manhã lá seguimos caminho. Começámos a caminhada numa das pontas do trajeto (Espiunca) eram 11h30. O tempo estava cinzento, mesmo a convidar ao passeio.




Aos 4 km encontramos uma praia fluvial e esta ponte suspensa.


Os primeiros 6, 7 km fazem-se super bem. O caminho é praticamente todo plano e a paisagem é linda. Até que chegamos a estas simpáticas escadas (as quais, no nosso caso, subimos na ida, e descemos no regresso).


Dá mesmo vontade de subi-las, não dá?

Uma das vistas das demoníacas.

Pois que chegámos ao topo e eu estava convencida que estávamos a chegar à outra ponta do percurso. 'Tá bem, tá. O caminho continuava, numa descida (que se tornou bastante simpática no regresso) em terra batida e...mais degraus fofinhos. Nesta altura já eram quase 14h e o calor já apertava.

Mas as paisagens continuavam a valer muito a pena.

Cá está a vista da outra ponta do percurso, na zona do Areinho. Lanchámos por lá, com vista para a praia fluvial, já com 8,7km nas pernas.
Retirando a meia hora que parámos para comer, fizemos o percurso (17km) em 5 horas, (três na ida, duas no regresso, porque já não houve praticamente paragens para tirar fotos). É um passeio que vale muito a pena mas (e este é mesmo um mas a ter em conta) é puxado. Eu, pessoalmente, não fiquei de rastos (mas verdade seja dita, que é raro fazer corridas de menos de 10km e tenho feito os mais variados tipos de treino entre 4 a 6 vezes por semana, portanto estou com boa resistência) mas vi muita gente a se queixar. E é pena, porque quando estamos fisicamente esgotados deixamos de conseguir apreciar a paisagem. Mas há sempre a opção de fazer apenas metade do percurso, ou de, indo em grupo, deixar um carro de cada lado para fazerem só os 8km. Retirando este "pormenor", foi um passeio que gostei muito de fazer e que recomendo (aos corajosos).


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Desta coisa das modas

 
Diz que agora a moda é ter rabo grande e empanturrar-se  (de comida saudável, obviamente) depois do treino (mesmo que este seja ao final do dia) para renovar as proteínas destruídas nos entretantos. Finalmente uma moda que não requer de mim grande esforço. Rabo grande: check (bem, entretanto agora até deve ser presunçoso eu assumir tal coisa). Enfardar à noite: (depois de me ter habituado à bela da sopa e da sandes, lá voltámos a inserir proteína ao jantar): check.
 
(Giro, giro agora era o peito pequeno e o 1,58m também passarem a ser in, mas sou capaz de já estar a querer demais)

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Dramas facebookianos


O que é que se faz a uma "amiga" facebookiana de quem até gostamos [apesar de não nos falarmos há anos] quando se recebe para aí o 30º convite para jogar Candy Crash e afins? Santa paciência, que há pessoas que não se tocam.


Ok, eu até sei a resposta, só me está mesmo a faltar a coragem.