sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Dias bons


Ontem foi dia de fazer o nosso jantar de natal de equipa (a altura do natal é sempre complicada em termos de trabalho, costumamos adiar as celebrações para janeiro). Antes disso, e como neste momento somos uma equipa bastante numerosa, formámos aleatoriamente duas equipas e fomos ao Enigma Lisbon (é um jogo em que somos fechados num quarto cheio de enigmas, os quais temos que desvendar para conseguir sair, num máximo de 60 minutos). Não sendo possível fazermos todos o mesmo desafio, uma equipa fez um (o nosso era a "Sala Assombrada"), e outra fez outro ("Homicídio na Revolução dos Cravos"). Foi super divertido, mesmo, e a cereja no topo do bolo foi termos chegado ao fim, após 46 minutos (o tempo recorde no jogo que fizemos é de 36 minutos) e nos apercebermos que os nossos adversários ainda estavam "presos" no desafio deles [inserir aqui um riso maquiavélico]. Ainda ficámos à espera deles mais 12 minutos [riso maquiavélico, parte II] e passámos o resto da noite a gozar com os derrotados, pois está claro. Foi uma maneira super divertida de nos termos ficado a conhecer um bocadinho melhor (tendo em conta que a equipa passou para o dobro há pouco mais de um mês).
Dali seguimos para o nosso jantar (fomos ao Aldea, e não fosse eu não estar habituada a grandes manjares ao jantar e ter ficado meia enfartada, só teria coisas boas a dizer. comi um bacalhau com broa e provei uma tarte de chocolate deliciosa).
Mas a noite ainda melhorou, quando saí dali e fui buscar a minha mana do coração ao aeroporto e matei um bocadinho das saudades (mas só um bocadinho, que isto de um ano e meio de distância não se mata com um abracinho ou dois).
Que final de dia tão, mas tão bom!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Dramas domésticos (alheios)


Três colegas, casados e com filhos, estavam à conversa sobre as atividades extra-curriculares dos filhos e sobre os esforços que elas implicam em termos logísticos, e aproveitaram a onda para se queixar da pouca colaboração dos maridos em casa, e que é uma canseira ter que levar os miúdos a todo o lugar e mais algum e ainda ter que fazer a lida da casa. Acabaram a conversa, olharam para mim, e disseram:
- Pronto, depois desta conversa tão animadora a Gelatina já está a pensar em desistir da ideia de ter filhos.
Ao que eu respondi:
- Por acaso, não. O que a vossa conversa me fez pensar foi que tenho que agarrar o meu homem com unhas e dentes. Porque ele faz tudo em casa, por iniciativa própria, e ainda faz bem feito. E pelos vistos isso é uma raridade. 


[E acredito que ter filhos com um pai assim, que trabalha tanto em casa como eu - recuso-me a dizer que "ajuda", porque a casa é dos dois portanto ninguém está a fazer um favor a ninguém - seja, não fácil, mas bem menos difícil]

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Com as férias deste ano ainda por marcar


(E estando a pensar no assunto) uma pessoa vê a notícia sobre aquela que, ao que tudo indica, foi uma barbaridade que aconteceu em Istambul (mais uma, entre todas as que acontecem diariamente), onde eu estava há menos de quatro meses, e perde toda e qualquer vontade de sair do país. Ou antes, de casa. E desvaloriza automaticamente todos os "problemas" que acha que tem.
Este mundo de merda está cada dia mais assustador.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Bom dia (com esforço para ser de) alegria


Depois de um fim-de-semana muito cinzento e dedicado ao descanso e a arrumações (e de um final de sexta-feira em que tive um ataque de choro quando recebi uma mensagem da senhoria a pedir autorização para mostrar a nossa casa a potenciais futuros inquilinos...isto está bonito, está), segue-se uma semana que tem tudo para ser feliz (com direito a jantarada na 5a feira e a visita de sodôna Maria, aka mana do coração). E é nisso que me vou focar para já. Ou é isso que vou tentar fazer, pelo menos.
Boa semana, gente!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Desabafos


Tenho um blogue anónimo que não é tão anónimo assim. O que, em alturas como esta, em que a minha vida está transformada numa telenovela mexicana e a minha cabeça e coração estão num verdadeiro turbilhão, é uma valente treta.
Estou cheia de dúvidas que não devia ter, não agora. Principalmente agora. Na pior altura possível. Tenho que dar um passo em frente na minha vida (ou melhor, vou dar um passo em frente na minha vida) e estou cada vez mais presa a tudo aquilo que esse avanço me vai fazer perder (ou pelo menos distanciar). Cada dia que passa as certezas são menores. A ansiedade (e o medo) maiores. Precisava desesperadamente de um sinal de que estou a tomar a decisão certa. Mas essas coisas dos sinais só acontecem nos filmes, não é? 
Isto não está fácil. Não está mesmo nada fácil.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O nosso romantismo no seu auge


No avião para Berlim, ia à nossa frente um casal na casa dos 50. Eu passei para aí 90% do voo a dormitar, mas sempre que estava acordada eles estavam aos beijinhos ou a dar mimos um ao outro (em modo fofinho, não pornográfico). No final da viagem comentei com o senhor meu namorado, em tom de brincadeira:
- Já reparaste que este casal está constatemente em modo meloso? Devem ser amantes, não achas?
- Hmmm, é capaz de ser segundo casamento.
Ao que eu comentei:
- Esta conversa não abona muito a nossa favor enquanto casal, pois não? Onde é que anda a nossa veia romântica?
Mas a verdade é que assistir a cenas destas é tão ou mais raro do ver nevar em Lisboa (o que não quer propriamente dizer que os casais que não o façam tenham relações moribundas, obviamente, até porque há muita gente que não gosta de manifestar afeto em público). 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Então foi assim por Berlim

Chegámos a casa depois da passagem de ano completamente de rastos de tanto cansaço. Isso, aliado ao facto de em Berlim ser uma hora a mais que em Portugal, fez com que acordássemos quase à hora de almoço no dia 1. Fiquei mesmo chateada quando me apercebi que estávamos a quatro horas de ser noite e não tínhamos aproveitado nada (costumo confiar no senhor meu namorado, que é pessoa para acordar com as galinhas 360 dias por ano, mas desta vez correu mal). Aproveitámos que no dia seguinte as previsões meteorológicas não eram nada animadoras (estiveram -7ºC no sábado) para andar a passear pela rua.

Passagem obrigatória nas famosas portas de Brandemburgo.

Tínhamos intenção de almoçar neste mercado amoroso, na Gerdarmenmarkt Platz, mas quando lá chegámos descobrimos que já estava a ser desmontado. Com um fim-de-semana prolongado pela frente, e na 6a feira andavam a desmontar tudo o que é alusivo ao Natal (enfim...).


Em alternativa, voltámos ao mercado onde tínhamos estado na véspera à noite e lá fomos provar a bela da salsicha alemã (tudo servido com zero simpatia, sem luvas, e com as mesmas mãos que logo a seguir tocaram no dinheiro, pois claro). 

Vestígio do muro de Berlim, na Potsdamer Platz.

O muro passava aqui.
Memorial aos judeus mortos na Europa.

Reichstag (Parlamento alemão).

E o que é que eu captei nesta foto (para além do pinheiro)? Um pedido de casamento, ao vivo e a cores. Não sei até que ponto acharia romântico ser pedida em casamento em frente ao parlamento alemão, mas foi uma cena engraçada de assistir.

Vestígios do Natal.

O segundo (e último) dia de passeio, com um frio de rachar, temperaturas cada vez mais frias e um ventinho mega desagradável a ajudar a festa deu-nos o pretexto ideal para dedicarmos aos museus. Passámos a manhã no museu judeu, e a tarde no museu Neues (este último tem exposições sobre a pré-história e antigo Egito, fundamentalmente).


Passagem pela Catedral de Berlim (Berliner Dom), o edifício mais bonito de todos os que vi.

Museu judeu

Não posso dizer que não gostei da cidade. Mas também não houve nada em especial que me tenha deslumbrado. 
O facto de ter uma história recente tão pesada (o massacre aos judeus, as pessoas que foram mortas há poucas décadas por terem tentado atravessar o muro) aliado à pouca simpatia dos berlinenses (em quatro dias consegui assistir a três cenas de verdadeira falta de educação, uma delas inclusive com uma hospedeira, no aeroporto, que gritou, literalmente, para um casal de passageiros) e às temperaturas pouco simpáticas que apanhámos (no domingo, quando andámos entre transportes a caminho do aeroporto, apanhámos -11ºC) fazem com que não vá guardar as memórias desta viagem com um carinho especial. 
Para além disso, achei a cidade cinzenta, descaracterizada, austera. Há muito tempo que não fazia uma viagem onde tivesse tirado tão poucas fotos, e não foi só o frio o culpado disso. É mesmo o facto de nada me ter deixado de boca aberta.
E ainda outro aspeto, para o qual eu já ia preparada, mas a que dou muito valor, e onde Berlim (e a Alemanha em geral, ao que sei) falha: a gastronomia. Retirando as salsichas e a cerveja (duas coisas das quais eu nem sou particularmente fã), a gastronomia alemã é muito fraquinha.


Então e coisas boas de Berlim? 
Depois de curado o desgosto de a comida típica praticamente não existir e de nos conformarmos que vamos ter que nos contentar com comida chinesa, turca, italiana e afins, consegue-se comer bem e barato (fomos duas vezes a um restaurante italiano em que pagámos menos de 25€ para os dois, no turco e no chinês pagámos pouco mais de 10€ por uma refeição para os dois). 
Os museus não são tão baratos mas também não são especialmente caros (consegue-se um bilhete de 24€ para um combinado na ilha dos museus. o museu judeu custou 12€ a entrada. 
E o metro também é relativamente acessível (e vai até ao aeroporto, o que torna estas viagens bastante acessíveis): uma viagem custa 2,40€, e consegue-se comprar um bilhete válido por 24h a 7,50€.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Diz que falta menos de um mês para os 29

Não é fácil fazer anos pouco tempo depois do Natal. As ideias de prendas não abundam, é altura de fim de saldos...enfim, uma chatice. Claro que, apesar disso, a parte melhor (para não dizer a única) de fazer anos (pelo menos depois dos 18), seja em janeiro ou em qualquer outra altura do ano é receber prendas. E eu, como boa samaritana que sou, já me pus a pensar em coisas que não me importava nada de receber.

Eu adoro toda a joalharia da Our Sins, não me importava de ter um exemplar de cada um dos colares da marca. Mas o que gostava mesmo de ter em breve era um colar com uma pérola, simples e lindo que só ele.

A minha panca por esta mala já é antiga, ao ponto de já ter tido vontade de fanar a da minha mãe (que é cinzenta). Mas a cor que me dava mesmo jeito neste momento era este azul.

Digamos que a minha necessidade de ter estes ténis está no nível -5, mas assim de repente consigo pensar em 5 combinações diferentes para usá-los ao fim-de-semana, pelo que posso dizer que me dão um jeitão (e a ver se dou algum descanso ao par que tenho em creme, e pelo qual continuo apaixonada).

A Pepe Jeans é outra paixão antiga, mas os preços pouco simpáticos fazem com que eu só lhe preste mais atenção em altura de saldos e promoções. Sim, já tenho vestidos vermelhos mas este é de inverno e é tão lindo.

Vestidos nunca são demais, verdade? Este também é da Pepe.

Também vinha mesmo a calhar uma blusa azul escura. Esta também é da Pepe.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Berlim e a nossa passagem de ano

Quando decidimos (por volta de setembro) passar a mudança de ano no estrangeiro, pesquisámos pelas melhores passagens de ano da Europa, e lá estava Berlim, em segundo lugar. Os bilhetes de avião, pela Tap, estavam a pouco menos de 200€, e lá decidimos que iríamos embarcar nesta aventura. Não constava da lista de cidades que tenho mais vontade de visitar, mas pela sua história do século XX e por ser atualmente uma grande potência, tinha alguma curiosidade.
Arrendámos um apartamento muito giro pelo Airbnb, em Kreuzberg, que fica mesmo ao pé do metro (e a poucas estações de vários pontos centrais) e a um preço simpático (principalmente quando comparado com o preço dos hotéis) - pagámos 258€ (taxas incluídas) por 3 noites.
Saímos de Lisboa na manhã do dia 31 e chegámos a Berlim ao início da tarde (são 3h30m em voo direto). Fomos pôr as malas ao apartamento, comemos um kebab lá nas redondezas e partimos rumo ao centro, onde chegámos já ao anoitecer (por volta das 16h).



Andámos a passear pelos pontos principais da cidade (o perímetro à volta das portas de Brandenburgo já estava encerrado, devido às celebrações da passagem de ano). Ao final da tarde encontrámo-nos com uns amigos que, por mera coincidência, também decidiram ir a Berlim nesta altura do ano e rumámos a um mercado de Natal, em Postdamer Platz, para jantar. Entrámos numa restaurante amoroso numa casinha de madeira e comemos um goulash (que já tínhamos comido em Praga. é um "sopa" com molho de tomate e carne, acompanhada com pão). Logo ali fomos brindados com o primeiro toque da simpatia berlinense: o senhor meu namorado estava a perguntar ao empregado em que é que consistia uma bebida do menu (é muito comum encontrar-se menus e todo o tipo de indicações apenas em alemão por toda a cidade) e nos dois segundos em que hesitou a escolher, o homem fartou-se de esperar, suspirou, e deu meia volta, deixando o senhor meu namorado literalmente a falar sozinho. Que fofinho!

Cá está o goulash.

Saímos do mercado por volta das 21h e a nossa ideia era ir para a zona das Portas de Brandenburgo para assistir ao fogo de artifício à meia noite. Acontece que chegámos lá perto e os acessos estavam todos vedados, já ninguém podia entrar (ao que parece, desde as 19h). Andámos às voltas a tentar descobrir algum ponto de ligação que não estivesse cortado, passando por muitos sítios onde nem tínhamos noção se daria para vermos o fogo ou não (porque havia gente em cada canto da cidade).

Um dos nossos pontos de passagem. Estava sempre alguém a lançar foguetes.

Já perto da meia noite, parámos numa ponte nas traseiras das tão almejadas Portas de Brandemburgo. Quando vi imensa gente por lá (inclusive um senhor preparadíssimo para pôr a sua câmara a gravar) pensei "Estas pessoas não estariam aqui se não desse para ver o fogo.". Pois estava enganada. Ao que parece, há quem se contente eu ouvi-lo, ou em lançar o seu próprio... Começámos a ouvir sons, umas luzes ao fundo, mas fogo de artifício que é bom...vimos aquele que as pessoas iam lançando por lá (e não era pouco), e uns vestígios do "verdadeiro", no cimo de um prédio. Não era aquilo que eu esperava da passagem de ano em Berlim, confesso. Talvez se já não tivesse passado 20 e muitas passagens de ano na Madeira aquilo não me tivesse causado tanta estranhesa, não sei.
É verdade que também foi culpa nossa, que programámos mal a coisa, sem dúvida, mas se ver o fogo de artifício implicava ter estado mais de 5 horas a meio da rua, à espera, com temperaturas a rondar os zero graus...confesso que também não estava muito para aí virada.
Seja como for, foi uma passagem de ano completamente diferente daquilo a que estou habituada, a meio da rua, sem as roupas pipis do costume, sem a família, mas a meio da Europa, acompanhada de amigos e de um mar de desconhecidos.

[Eu volto para vos contar sobre o resto da viagem.]

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Último dia do ano


Se tiver corrido tudo bem, a esta hora andarei pelos ares, a caminho de Berlim para quatro dias de passeata (e muito frio, ao que consta).
Leitores fofinhos do meu coração, desejo-vos uma passagem de ano maravilhosa, e um 2016 ainda melhor. Voltamos a "ver-nos" para o ano, sim?

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Há um novo membro na família

 
Que vai de viagem connosco já amanhã.
 
[Retirando a parte de irmos apanhar temperaturas mínimas de -9ºC, o que me assusta para lá de muito, estou entusiasmadíssima.]

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

2015 não foi um ano bom, foi um ano maravilhoso #2

Em agosto fizemos uma ultra-mini férias, e fomos passear por Arouca. E fizemos os Passadiços do Paiva.

Setembro chegou e, com ele, a concretização de um sonho. Um cruzeiro entre a Turquia e a Grécia, com passagem por Santorini, que é absolutamente espetacular.

Pôr-do-sol em Mykonos.

E Istambul...gostámos tanto, mas tanto de Istambul!

Em novembro fui à Madeira matar saudades da família e despedir-me do "verão", com um mergulho delicioso no mar.

E no início de dezembro cumpri um dos objetivos que tracei para 2015: fiz uma Meia Maratona. Melhor: estreei-me a fazer uma Meia Maratona acompanhada do meu grupo de corrida (praticamente todo), que também se estreou, e ainda consegui a proeza de o fazer em duas horas.

2015 não foi um ano bom. 2015 foi, efetivamente, um ano maravilhoso.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

2015 não foi um ano bom, foi um ano maravilhoso


Dei as boas-vindas ao ano novo ao lado da minha família e do meu amor, que passou esta data pela primeira vez na Madeira comigo.

Celebrei o meu 28º aniversário na neve (em França), onde arruinei a ilusão de anos e anos de que esquiar devia ser a coisa mais fixe à face da Terra. Até deve ser, mas não para mim, que tenho zero jeito para a coisa.

Em Maio fui matar saudades de uma das minhas cidades preferidas no mundo todo, e onde vivi uma das fases mais felizes da minha vida, e levei o meu amor comigo (foi uma estreia para ele).


Em junho fui com o meu amor e um casal de amigos a Marrocos. Não fiquei mega fã do povo (são chatinhos) e da higiene (ou falta dela), mas foi uma viagem espetacular. Adorei!


Em julho a família do senhor meu namorado foi conhecer a Madeira (e a minha família).

Ainda houve tempo para uns dias no Porto Santo, que me sabem sempre tão, mas tão bem.

(continua)

domingo, 27 de dezembro de 2015

O meu Natal


E eis que chegou o dia de regressar a Lisboa. 
Foram dias bem passados, estes. Houve muito mimo de algumas das pessoas mais importantes da minha vida. Houve tempo para ouvirmos histórias do passado, algumas das quais já foram contadas inúmeras vezes, mas que nos fazem rir todas as vezes. Houve muita caloria ingerida, mas também houve tempo para umas corridas e caminhadas à beira-mar. Houve horas passadas no sofá a ver séries e a ler. E foi tão bom.
Sou uma afortunada. Não apenas no Natal, mas no ano todo. Sou mesmo.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Agora sim, é Natal


Já aterrei na minha terra, que nesta altura do ano está ainda mais linda e maravilhosa. 
Saudações madeirenses aos que me lêem, e se não voltar cá  antes de amanhã, tenham um Natal no mínimo espetacular, sim?