sexta-feira, 14 de junho de 2013

Do fim do bem bom



Regressar é uma chatice, mas quando o melhor da viagem (a companhia) volta connosco a coisa torna-se bem mais fácil.
Chatice a sério vai ser segunda-feira, quando tiver que regressar ao trabalho. Aí sim, vou ficar cheia de vontade de voltar para Roma.

domingo, 9 de junho de 2013

Dos extremos



Inferno: A Feira do livro num domingo à tarde (experiência que, enquanto a memória não me falhar, não pretendo repetir).

Paraíso: Descobrir que tenho uma Padaria Portuguesa tão perto de casa (e que deu direito a lanche com chá, pão de deus e queijada...maravilha!).

E agora, com a vossa licença, vou fazer por manter o paraíso por uns dias e vou ali a Roma com o meu amor. Voltamos a "ver-nos" no final da semana, sim?

Leituras

Uma drama daqueles mesmo pesadões. Chegou ao ponto de me fazer dormir mal durante duas noites seguidas (grande erro lê-lo antes de ir para a cama, mas não conseguia parar!), tal é a violência (principalmente) emocional. É a história de uma rapariga nigeriana e de um casal inglês que se cruzam em circunstâncias absolutamente aterrorizantes, e de tudo o que se segue depois desse momento.
Apesar deste teor, o autor consegue, de forma genial, contrastar todo este drama com momentos cómicos.
O primeiro livro que li do Chris Cleave (mas não o último), e que vai para o meu top. Muito, muito bom (mas não aconselhável a almas sensíveis. depois não digam que não avisei!).

Este é um livro para o público juvenil pelo que eu, por iniciativa minha, não lhe tinha pegado. Mas uma colega quis emprestar-me e é tão pequeno que eu lá lhe peguei. E ainda bem.
Está tão bem escrito! E tem detalhes que tornam a narrativa especial. Para além do que é uma história sobre livros, pelo que só por isso já é difícil deixar uma pessoa como eu indiferente. Vale a pena!

Mais uma história triste (foca o tema da velhice) e muito bem escrita. Faz-me lembrar a escrita do Saramago (embora eu não seja a maior conhecedora do Nobel): abre-se o livro em qualquer página e não há travessões, não há pontos de interrogação, nem sequer letras maiúsculas. Achei deliciosa a forma como o autor falava da esposa falecida. 
Apesar de tudo, o livro não me prendeu da forma que eu esperava (talvez tivesse as expectativas demasiado elevadas).

Este livro gira em torno do conflito israelo-árabe nas décadas de 50 e 60. Não foi uma leitura fácil porque aborda temas com os quais não estou familiarizada (desde material nuclear a funcionamento e composição de navios e até termos relacionados com os israelitas e os árabes que eu nunca tinha ouvido e que não estão explicados - fedayin, kibutz, por exemplo - e é chato estar a interromper a leitura para ir à internet fazer pesquisas). O que fez com que eu não o tenha adorado. Mas mesmo assim é um bom livro.

sábado, 8 de junho de 2013

Dos Santos, e do início do "nós"



Foi na noite de Santo António, no ano passado que comecei a achar seriamente que aquilo que eu estava a sentir era correspondido. Foi na noite de São João que eu tive certeza.

E tão bom que é passear, nesta altura, por Alfama, muito perto de onde agora moramos os dois, agarradinha ao meu amor, com uma certeza e um sentimento ainda (e muito) maiores do que há um ano atrás.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Modo férias: on


E ai de quem me fale de impostos e afins nos próximos nove dias.

E não, não tem nada a ver com orçamentos retificativos e demais notícias tristes. Tem mesmo a ver com o facto de eu ter que levar com o assunto "impostos" todos os dias de semana das 9h às 17h30.

domingo, 2 de junho de 2013

Gelatina Maria perde a cabeça na Feira do Livro - Parte II (e espero que a última)


Acreditem ou não, tendo em conta tudo o que queria trazer, até me portei bem.

sábado, 1 de junho de 2013

Dos paraísos aqui tão perto

(foto roubada daqui. esqueci-me de levar a máquina fotográfica)

Foi no Portinho da Arrábida que demos o nosso primeiro passeio, há pouco mais de um ano (no dia em que fizemos o primeiro exame do estágio). Hoje foi a terceira vez que lá fomos juntos. E aquele lugar continua tão ou mais perfeito que na primeira vez. Que sítio LINDO!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Chamem-me insensível se quiserem



Mas fico com a sensação que 90% das declarações de amor e afins que são publicadas nos mais diversos murais de Facebook por este mundo fora são dirigidas a toda a lista de amigos de quem a publicou, excepto ao efectivo dono do mural.

A mais "engraçada" que já vi foi a de um casal de namorados que vivia junto e ela teve que usar o mural do facebook dele para dizer que já estava cheia de saudades do rapaz. E usar o telemóvel ou mandar mensagem privada de Facebook? Isso não tinha piada nenhuma, porque assim ninguém ia saber como eles são apaixonados e felizes (que eu até não duvido que sejam, atenção!).

terça-feira, 28 de maio de 2013

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Gelatina Maria perde a cabeça na feira do livro - parte I


Como já esperava, não encontrei preços fantásticos (e claro que nenhum livro do dia me chamou atenção, porque será?) mas mesmo assim trouxe estes 5 pequeninos comigo por 50€...podia ser pior.

domingo, 26 de maio de 2013

Do fim-de-semana

Nove horas enfiada dentro dum autocarro (metade das quais em modo mal-disposta-pra-caraças). Feira romana em Braga (gostei muito). Dois pares de brincos oferecidos pelo senhor namorado na feira. Gelados maravilhosos (o meu era de cheesecake de frutos silvestres, lima com hortelã, e maracujá - acho que foi a primeira vez na vida que consegui pedir três sabores sem que um deles levasse chocolate). Calor. E muita pronúncia do norte.


Nem os urinóis da época faltaram.

Cães grandalhões.





terça-feira, 21 de maio de 2013

Constatação pós Restaurant Week


Tão feliz que eu sou a comer!

Fomos ao restaurante No Ponto. Comi camarão frito com manga caramelizada e rúcula para entrada, lombo de garoupa com molho de manga e hortelã com risoto de frutos secos como prato principal e tiramisú para sobremesa (tirei fotos com o telemóvel mas não fazem juz aos pratos). Maravilha!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Leituras

Este livro relata as vivências de um jovem alemão residente na Roménia, que é levado para um dos campos soviéticos de trabalho forçado (Gulag), entre os anos de 1945 a 1950.
Comprei o livro por curiosidade em conhecer a escrita de alguém merecedor de um Nobel, e porque é um tema que me cativa.
A senhora escreve bem, sem sombra de dúvida. É um romance poético, com uma escrita muito metafórica (que obriga a uma grande concentração)...e que não é, de todo, um tipo de escrita que eu aprecie.

Finalmente li Ken Follett e percebi porque é que é tão idolatrado pelos amantes de leitura. É que o senhor consegue prender-nos mesmo à história, ficar com o coração nas mãos, em completa ansiedade, literalmente até à última página. Pelo menos foi o que me aconteceu com este livro, que "despachei" em cinco dias. Muito bom!

Outro escritor tão falado nos últimos tempos e que eu também ainda não conhecia. Este livro gira em torno da vida de um judeu nos Estados Unidos, nas décadas de 50 e 60, e da sua obsessão pelo sexo.
Gostei muito do tom irónico que está presente ao longo do livro, mas confesso que certas descrições de carácter sexual quase que me deixaram mal disposta pela forma como o protagonista as descreve (e não, não sou eu que sou púdica, é mesmo o protagonista que é tarado sexual).

Comprei este clássico há uns meses, antes de saber que iam fazer (nova) adaptação para cinema (e, mesmo sem ter visto o filme, foi impossível não dar as caras do filme aos personagens).
Gostei da escrita, gostei da história. Resumindo, gostei muito do livro.

domingo, 19 de maio de 2013

Ah e tal, os melhores tempos da vida de uma pessoa são os de faculdade



Pois eu, quatro anos depois de ter acabado o curso, posso dizer que sou mil vezes mais feliz agora.
Saudades de ter uma vida que praticamente se resumia a casa-faculdade, faculdade-casa? (sim, eu era um tanto ou quanto croma e fazia questão de resumir tudo o que era livro - o que me roubava muito tempo - mas também não o fazia propriamente por hobbie) De pôr despertador até ao fim-de-semana? De estudar sete dias por semana? De cinco anos em que o meu gosto pela leitura praticamente deixou de existir? Do stress dos exames?
Nem um bocadinho.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Aos poucos







A casa vai ficando com a nossa cara.