segunda-feira, 5 de março de 2012

domingo, 4 de março de 2012

Dos posts que não deviam ver a luz do dia

Parece que nunca vou ser suficiente para ninguém. Nem sequer para quem está longe - muito,muito longe - de ser suficiente para mim.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Pois então cá vou eu



E seja o que Deus quiser...

quinta-feira, 1 de março de 2012

Não, não venho festejar por faltar um dia para estar em Londres

Ontem terminei o dia com uma conversa pela qual ansiei o dia todo, e que dificilmente podia ter corrido pior. Esta manhã descobri que um nojentinho qualquer tinha decidido partir o vidro do meu carro (do meu e dos que estavam estacionados à volta do meu) durante a noite (mesmo quando não tinha deixado nada de valor à vista). Quando acabei a formação da matéria supostamente mai fácil da semana - mas da qual não pesquei nadinha porque tinha a cabeça bem longe - fui conhecer a nova equipa de trabalho onde fiquei colocada (aquela com a qual todos os estagiários tinham pesadelos e onde absolutamente ninguém queria ficar) e, apesar de os colegas parecerem simpáticos e acessíveis, bastaram 10 minutos de conversa com eles para eu voltar a pensar, pela 19383ª vez na vida, que trabalhar com Direito e, ainda por cima, fechada num escritório, tem mesmo muito pouco potencial para fazer de mim uma pessoa feliz (mas não vale a pena mandarem-me já embora daqui e dizerem que é fora de Portugal que sou mesmo feliz - bem verdade, já agora - que eu tenho que pelo menos acabar a porcaria do estágio, dê por onde der, para conseguir viver o resto da minha vida de bem com a minha consciência, sim?). Depois ainda consegui ficar quase uma hora na paragem à espera do autocarro para vir para casa.


E supostamente tudo isto seria irrelevante - pelo menos por umas horas - de cada vez que eu me lembrasse que amanhã a esta hora estou dentro de um avião a caminho de Londres. Mas não. Aliás, cheira-me mas é que vou voltar de lá ainda pior do que vou. 
É esperar para ver...

Pois, na teoria é tudo muito bonito


Já na prática...

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

E tão bem que disfarcei hoje

Da escassez de oferta

Há uns tempos atrás, antes de eu começar a trabalhar no não-interessa-aqui-o-nome-do-lugar-porque-como-já-disse-antes-gostava-que-vocês-continuassem-a-gostar-um-bocadinho-de-mim uma das Marias perguntou-me se eu tinha noção que a probabilidade de o meu futuro namorado/marido trabalhar lá era muito grande.


Ora bem, depois de dois meses a trabalhar no não-interessa-aqui-o-nome-do-lugar-porque-como-já-disse-gostava-que-vocês-continuassem-a-gostar-um-bocadinho-de-mim e dois dias de formação em conjunto com os restantes 300 estagiários de Lisboa - os que teriam mais potencial à partida, portanto - só me apraz dizer o seguinte em relação às profecias da Maria: estou tramada (que é como quem diz que, a cingir-me ao não-interessa-aqui-o-nome-do-lugar-porque-como-já-disse-gostava-que-vocês-continuassem-a-gostar-um-bocadinho-de-mim, corro sérios riscos de ficar para tia).

Se bem que da maneira que eu ando perita ultimamente em cuspir para o ar e ter a pontaria de me calhar exactamente em cheio devia mas era estar bem caladinha, mas pronto.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Na falta de emoção à séria, uma pessoa vai-se agarrando ao que pode


O ponto alto do dia de hoje  vai ser o almoço no meu restaurante vegetariano preferido de Lisboa (o Psi, que por acaso também é o único que conheço, confesso, mas gosto taaanto). Isso e as viagens de autocarro em que morro para o mundo e me agarro com unhas e dentes ao meu Zafonzito no seu Prisionero del Cielo.

Pronto, é capaz de haver vidas piores. Mas a minha também já viu dias bem mais interessantes, já...

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Não é amor. (Acho que) nem sequer é (e é bom que não seja) paixão.


Mas então porque é que já só consigo pensar no próximo fim-de-semana?

É que convenhamos: por mais que tal me faça feliz - que faz - não faz lá muito sentido que seja só porque vou comer os melhores brownies do mundo e ver o London Eye, pois não? Bolas.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Oito dias


Para voltar a ver a cidade e a pessoa que teimam em manter refém este meu pobre coração.

Assim realmente não fica muito fácil de desligar e seguir em frente, não...mas olhem, que se lixe!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A ver se é desta que me convenço


Saudades + músicas deprimentes não são, nunca foram nem nunca hão-de ser uma boa combinação. Nunca.

E hoje está especialmente difícil

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

One beer, please


A primeira vez que o meu primo foi a um pub em Londres pediu "uma cerveja", sem saber ainda que isso equivalia a pedir um hambúrguer no Mc Donald's: que vocês foram lá para comer um hambúrguer o empregado até já desconfiava, mas qual dos 30 hambúgueres vocês querem é que é um bocado mais difícil de adivinhar. E o que nós nos rimos agora de cada vez que recordamos este episódio.

Já eu, que fui com amigos experientes na coisa e decidi pedir logo igual ao que eles tinham pedido, safei-me da mesma vergonha (e, com o ar de anjinho que tenho, safei-me também de ser gozada por eles durante um mês inteiro - no mínimo). E agora - como continuo sem saber o nome de nenhuma de cor, até porque a frequência com que lá vou não dá para muito mais - olho lá para elas, faço um ar muito conhecedor, e peço aquela cujo nome me soar mais bonito na altura.

Dis donc!


E não é que aqui mademoiselle Gelátiná conseguiu mesmo o Diploma de nível avançado de língua francesa (com uma nota assim para o miseravelzita mas isso são pormenores sem importância)?
E pensar que há um ano atrás mal conseguia articular uma frase (que foi basicamente o que o aperfeiçoar do francês conseguiu fazer ao meu espanhol, que já era tão jeitosito). Isto realmente (por mais cursos que se possam fazer) não há nada como passar uns meses valentes a ser obrigado a falar uma língua estrangeira de manhã à noite, dentro e fora de casa. Essa é que é essa!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Uma vida inteira no engano


Foi preciso chegar aos 25 anos de idade para descobrir, da forma mais cruel possível (ou seja, a ter que levantar o rabo da cama às 7h15 para ir para o trabalho), que o dia de Carnaval afinal não é feriado. True story.

Aqui que ninguém nos ouve até foi um dia bem divertido e que não custou nada a passar. Mas pronto, também tinha sido giro poder ficar mais umas horitas na cama.