Que eu só venho para aqui gabar-me a toda a hora que fui para este e aquele lugar, cada um mais maravilhoso que o outro (esperem por Junho para ver a vingança, esperem...), cá fica uma imagem bastante simbólica daquilo que foi 75% do meu fim-de-semana (os restantes 25% foram passados a trabalhar).
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Fui trocada por um ET durante a noite
Foto tirada da internet.
Só pode.
Chego à cozinha, olho para a mesa e vejo uma bandeja cheia de croissants quentes (isto não se faz a uma pessoa em dieta, família! podiam ao menos deixá-la num cantinho discreto, não?), faço o desvio e vou buscar a minha taça de cereais.
Depois digam que eu mereço o rabo que tenho. Oh vida injusta esta...
Sim, eu sei que mereço.
domingo, 15 de maio de 2011
Quer-me parecer
Que o sorriso de orelha a orelha que me puseste hoje na cara vai-me valer mas é umas boas doses de lágrimas em breve.
Eu tenho um exame para fazer daqui a duas semanas. Isto não se faz ao meu pobre coração. Muito menos nesta altura, rapazinho.
Enquanto estudo IRC e IVA
Só me ocorre pensar: "Oh Gelatina Maria, é isto que tu queres fazer da tua vida? Tu toma juízo mas é!".
Mas não é fácil desistir assim depois de 6 anos, em 5 dos quais praticamente não tive vida (minha culpa, minha grande culpa, que fui parva até mais não), dedicados a isto.
sábado, 14 de maio de 2011
O que é que se faz quando se ouve estas coisas?*
"Às vezes tenho a sensação que não existes. Quando penso na sorte que tivemos em encontrar-te em apenas 4 dias... quando penso que se a nossa Au Pair anterior tivesse demorado mais uma semana do que demorou a nos dar com os pés, já não serias tu que estarias aqui. Tenho certeza que nós nunca mais vamos encontrar alguém como tu".
Das três uma: ou a Au Pair que cá esteve antes não prestava para nada. Ou esta mulher é muito exagerada. Ou gostam mesmo de mim. Porque eu não sou isso tudo. E se há coisa que me incomoda é que me tomem por aquilo que eu não sou (quer seja para melhor, quer para pior).
Faço o meu melhor, que faço, mas há dias em que os miúdos me dão cabo do juízo, fazem-me perder a paciência e apetece-me dar-lhes uns valentes abanões (e esta parte ela não sabe, como é óbvio).
Se bem que numa coisa concordo com ela: em termos de relação au pair-família nós somos mesmo um perfect match. E quando penso na hipótese de ir viver esta mesma experiência para Inglaterra ou Espanha tenho plena consciência que a sorte não bate à porta duas vezes desta forma. E que tenho que estar preparada para encontrar famílias "normais" (sim, que esta família é claramente a excepção, acreditem).
*Isto quando nos são ditas enquanto falamos sobre a possibilidade de eu ficar cá para além de Julho, e cujo prazo para decidir está cada vez mais próximo do fim...
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Querido Blogger
Obrigada pela manhã produtiva de estudo que a tua falta me proporcionou.
Mas agora, se não for pedir muito, já devolvias os meus dois posts de ontem. É que até podem não interessar nem ao menino Jesus, mas interessam-me a mim e quero-os de volta, pode ser?
Agradecida.
Adenda: Parece que resultou pedir com jeitinho. Se bem que bom bom era ter também de volta os comentários mas pronto, assim já não está mau de todo.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Marido: procura-se
O meu mini francesinho, com quatro anos de idade, diz que quer ser "garçon Au Pair" dos meus filhos quando eu os tiver.
E hoje estava a fazer planos à vida dele e diz que então temos que começar a procurar um marido aqui para a Gelatina.
Estou tramada com esta criança...
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Deve ser giro (ou então não)
Gostava de saber qual é a sensação de ter o coração desocupado (não me refiro a família e amigos, obviamente). Desde que me entendo como gente que não sei o que isso é.
E esta era a altura perfeita para experimentar...não te parece, coração? Que me dizes, hã? Vá láááá!
Remédio santo
Cenário: almoço em família cá em casa, momento depois de terminado o prato principal.
Gelatina Maria vive uma batalha interior silenciosa e dura (dar ou não dar cabo do coelhinho fabuloso da Lindt oferecido pela mamã por altura da Páscoa? sendo que o sim estava a ganhar por uma grande margem em relação ao não) no exacto momento em que a mãe daqui de casa me pergunta com um ar a roçar a piedade: "Não comes sobremesa? Andas mesmo empenhada em reduzir no chocolate, não andas?".
E o que me custou pôr uma imagem destas a embelezar a coisa? Sou pouco masoquista, eu...
Foi o que bastou para eu ficar a sentir-me uma pecadora desgraçada por estar a ter pensamentos menos próprios acerca do maldito do coelho, e lá fui a correr lavar os dentes antes que me arrependesse (é sempre uma boa táctica).
E pronto, a modos que por enquanto ele continua a salvo. Mas com a tarde de estudo que tenho pela frente (em vez de ir para Genève passear o rabo como fiz todas as quartas-feiras até hoje religiosamente...nããããooo!) não prometo nada. É que uma pessoa tem que ir buscar forças a algum lado, certo?
Vida boa em modo stand by
Diz que o mês de Maio por aqui vai ser fraquinho em programas giros e diferentes.
Basicamente (e com excepção de uma visita super mega especial) vai resumir-se a trabalho, dieta (que anda de vento em popa, já agora. estou irreconhecível, eu. sim, ainda vai em três dias mas temos que começar do início, certo?), muitas corridinhas na floresta e estudo.
Depois da porcaria do exame (que vai decidir praticamente o rumo da minha vida profissional para o futuro: deixar ou não deixar o Direito) voltamos à boa vida e aos programas mete-nojo do costume, boa?
Se isto significa que vos vou abandonar? Oh minha gente, sinceramente. Então quanto mais tiver para estudar mais parvoíce me vai ocorrer vir para aqui dizer (e mais tempo me vai apetecer perder), como é óbvio.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Peace & Love
Andamos em clima de romance cá em casa (eu e os meus meninos) desde que cheguei de férias.
Ele é beijinho para cá, abracinho para lá, caras fofas e sorridentes (quase) a toda a hora... Não podia estar melhor.
Não, não andávamos na pancadaria antes. Mas, convenhamos, ver todos os dias a toda a hora as mesmas caras cansa um bocado.
Como em todas as verdadeiras relações de amor nesta vida: distância q.b. até ajuda a fortalecer a coisa.
Dando a conhecer a nossa gastronomia por terras francesas
Desta vez, entre os pastéis de nata e de bacalhau (que a minha família francesa adora e que já são presença obrigatória na mala antes de vir para cá), também vim apetrechada para fazer caldo verde.
E, mais uma vez, eles adoraram (pronto, só os pais, que os miúdos torceram o nariz e nem provaram).
Mas há gastronomia melhor que a portuguesa? E sopa melhor que esta?
Até pode haver, eu é que não conheço.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Eu achava
Que andava com falta de meias deste e daquele modelo, camisolas de desporto e mais umas quantas coisas básicas com as quais é sempre muito entusiasmante de gastar dinheiro (not).
Depois de uma arrumação a fundo nas gavetas do meu quarto (tudo graças ao muito estudo que tenho para fazer, que me dá sempre uma vontade incontrolável de pôr tudo em ordem) cheguei a uma conclusão simples: eu não precisava de meias nem camisolas coisa nenhuma. Eu só precisava mesmo era de ter arrumado o quarto antes de ter ido às compras.
Em minha defesa, diga-se de passagem que ter três casas neste momento (a dos pais, a de Lisboa e a francesa) também não me facilita lá muito a vida.
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