domingo, 1 de maio de 2011

Um ano de Gelatina


Um dia posso fartar-me mas neste momento não me consigo imaginar sem esta pequena parte de mim. São demasiadas emoções, parvoeira, futilidade e reflexões para guardar só para mim.

A todos vocês, que as vão partilhando comigo e que sabem mais de mim do que a grande maioria dos meus conhecidos, um sincero agradecimento por passarem por aqui.

sábado, 30 de abril de 2011

A próxima pessoa que me disser que eu estou "mais cheiinha" mesmo antes de me cumprimentar e ainda com um sorriso parvo na cara


Pode esquecer que um dia nos conhecemos.
Mas que raio de família e amigos eu fui arranjar, hã?
E não, não ajuda muito dizerem logo a seguir que estou muito melhor assim. É que depois de dispararem a bomba essa parte já não surte lá grande efeito.

Eu vou continuar a partilhar queijos e chocolates (da terra que me pôs neste estado!!) com vocês, vou. Esperem para ver. Bahhh.

Ter saído daqui há quatro meses atrás completamente na m*rda e com 46kg dá nisto.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

O acontecimento do dia


Qual boda real, qual quê?
Diz que vou conhecer a primeira namorada oficial do meu irmão.

E, aqui entre nós que ninguém nos ouve, confesso que estou meia nervosa.
Espera lá, parece que está qualquer coisa mal aqui... não devia ser ela a estar nervosa e não eu?

Há quatro meses que não respirava o ar da minha terra

Foto tirada da internet.

Já tinha saudades.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A reter

Consultar sempre o calendário futebolístico antes de convidar um homem para jantar fora, sob pena de acabarmos dentro na nossa casa, a cozinhar para ele enquanto ele fica estatelado no sofá a ver o jogo.

Pronto, ele redimiu-se: lavou a louça.

E mais triste ainda é ter plena consciência disso


Cada dia que passa estou mais independente, mais forte, mais corajosa, mais segura, mais confiante.
Mas quando o assunto és tu continuo a mesma tonta de sempre.

Fazes-me um mal desgraçado. E vais continuar a fazer, porque eu vou continuar a deixar.

Sou um caso digno de estudo, eu.

Depois de 7 semanas a ir para quase todo o lado a pé


Foi bom voltar a conduzir.
Não foi tão bom ter que voltar quase a casa quando já ia a meio do caminho por me ter metido na fila de sempre que, entretanto, com as obras que foram feitas, deixou de ir para o lugar de antes (ler as indicações? mas alguém faz isso quando tem um caminho mais que memorizado? not me). Também não teve muita piada só me ter apercebido, já em pleno processo de derretimento, que depois de meses a conduzir em pleno Inverno já não sabia ligar o ar condicionado frio. Mas a parte menos engraçada ainda foi matar as saudades (que eu não tinha) das buzinadelas dos sempre calmos e civilizados condutores de Lisboa.

Marias


Podemos passar meses afastadas mas quando nos juntamos sabemos que nada mudou.
A cumplicidade de sempre, a parvoíce de sempre, a gulodice de sempre (desta vez com direito a massa de requeijão e salmão e muito queijo e chocolate) e a imaginação para os assuntos mais hilariantes (e por vezes estúpidos) de sempre, que nos põe sempre às gargalhadas.

Obrigada por fazerem parte da minha vida, meninas. Tu também, R., que só estás longe mesmo geograficamente.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Quem diria que afinal até tem piada viver sozinha


Acordar. Pôr a rádio com o volume no máximo. Desfilar pela casa de toalha a cantar. Tomar banho de porta aberta. Tomar o pequeno-almoço e deixar tudo na mesa para levantar só e apenas quando me der na real gana. Não ter horários a cumprir esta manhã. Banalidades que me souberam pela vida.

Ah como é bom ser maluca e não ter regras para cumprir às vezes. E estar de férias. E ter uma casa só para mim por uns dias (sim, Gelatina Maria está mesmo a dizer isto).
Já vos disse que sou feliz? Ui que até tenho medo de escrever isto aqui. Consta que metade da blogosfera não aprecia manifestações demasiado evidentes de felicidade. Pronto: tenho uma vida amorosa de meter dó. Ajuda? Mas eu quero é que isso se lixe.

Home


É bom ouvir português em cada esquina. É bom jantar com alguém muito especial e, poucos minutos depois, ter a sensação que nunca sequer chegámos a estar longe um do outro. É bom ver o telejornal e sentir-me um bocadinho menos desactualizada (se bem que quando ouço o assunto predominante apetece-me mas é voltar para França). É bom poder falar rápido e sem me atrapalhar a cada duas frases. É bom sentir o sossego do meu lar (que me aterrorizava até há bem pouco tempo atrás).
É tão bom estar de volta.

terça-feira, 26 de abril de 2011

O último dia antes de ir de férias para Portugal

Nyon



Foi passado na Suíça, entre o lago e a montanha.

E agora estou prontíssima para ir uns dias ao meu país matar (quase) todas as saudadonas.

Sem tirar nem pôr


Foi isto que vim encontrar aqui: o caminho da felicidade.

Foto tirada num passeio no campo. Existirá nome de rua mais fofo que este para se viver?

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Um Domingo de Páscoa diferente






Com pronúncia francesa. Com muitos quilos de chocolates trazidos pelos sinos (em França não há cá coelho da Páscoa. sim, porque tem muito mais piada ser um ser inanimado a tratar do assunto (??)) para as crianças (e para os adultos). Com muito colesterol a saber pela vida. E com muita boa disposição.

Eis a história dos sinos: eles deixam de tocar nas igrejas desde a Sexta-Feira Santa porque vão a Roma buscar os chocolates para as crianças. Voltam no Domingo de Páscoa, altura em que os deixam escondidos no jardim para elas os irem buscar.
Como é que os sinos fazem para se mexer sem pernas nem braços eu já não sei. Mas felizmente nenhum dos meus meninos decidiu fazer-me perguntas do género.
A história até é  fofinha, mas eu continuo a preferir a versão do Coelho.

domingo, 24 de abril de 2011

Samedi @ Lucerne, Suisse







Esta cidade entrou directamente para o Top 3 de todas as que já visitei desde que cá estou.
Suponho que as imagens expliquem bem o porquê.

Não deixa de ser engraçado as duas menos bonitas até agora terem sido as únicas das quais eu já tinha ouvido falar: Lyon (que, comparado com todas as outras, não é mesmo nada de especial) e Genève.
Pergunto-me quantos mais lugares pouco conhecidos e maravilhosos não existirão espalhados por este mundo fora.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Três meses de Gelatina Poppins: agradecimentos especiais


Ao ex-Gelatino, por termos acabado uma relação que estava pela hora da morte.
Às sociedades de advogados que não me quiseram para um estágio que eu me estava a tentar convencer de que queria fazer.
Ao rapazinho que, depois de me ter dado um cheirinho de felicidade, decidiu acobardar.
Ao concurso público nojentinho para cujo exame estudei durante 6 meses e cuja data de realização nunca foi marcada (até ao dia de ontem, incrivelmente. e agora a pachorra já não é muita e os planos para o futuro estão cada vez mais virados para outras direcções. a ver vamos...).

Sem o vosso contributo valioso para me pôr no fundo do poço eu não estaria hoje aqui nem me teria tornado finalmente numa pessoa da qual me orgulho.
Portanto, a todos vós, um grande bem haja.