segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Prendas

Duas semanas passadas desde o meu aniversário e uns dias desde o dia dos namorados, eis que encerrei as ocasiões especiais de receber prendas até dezembro (deprimêeeencia!...ok, em junho devo receber uma prendinha pelos anos de namoro). Aqui ficam os inquilinos mais recentes lá de casa, ofertas da família próxima e de senhor namorado (tudo 100% escolhido por mim. não houve surpresas, mas também não houve desilusões.)

A parka, que me deu um jeitão nas férias em França (é mega quente).

Saco novo para o gym (o meu antigo tinha para aí 10 anos, no mínimo)

O que eu procurei por um casaco de pele desta cor. Finalmente apareceu "o tal". Da Mango.


Ia de olho na mala de bolinhas mas tinha um brilho que me fez preferir esta, que é a coisa mais linda e tem o tom de vermelho perfeito. (E a Guess é uma fofinha e dá 20% de desconto às clientes no mês seguinte ao aniversário)


O único dos lenços da Pepe Jeans que sobreviveu à minha aposta com senhor namorado (que é como quem diz a fevereiro).

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Back on track (ou pelo menos com vontade para tal)

Nos últimos tempos quase tinha conseguido convencer-me a mim própria que não gosto de correr. Pudera, com a hora de inverno e um horário de trabalho de segunda a sexta das 9h às 18h, limitava-me a fazer uns quilometrozitos (a muito custo) na passadeira do ginásio (porque tenho "ordens" de senhor namorado de não correr à noite sozinha. sim, não tem vontade de me acompanhar mas dá-se ao luxo de fazer exigências do género). 


Ontem, por falta de tempo para ir ao ginásio e porque já começa a escurecer mais tarde, voltei a sair direta do trabalho para a minha corrida à beira-rio e apesar da distância não ter sido muita (não tardou muito já estava a escurecer), enchi-me de coragem e fiz a minha primeira subida (daquelas dignas desse nome) em modo corrida: fui do Terreiro do Paço até à Graça, sem parar. Não sei distâncias, tempos, nada do que fiz (senhor runkeeper - a app que uso para correr - esteve parado tanto tempo que decidiu entrar em coma), mas sei que acabei a corrida feliz da vida, a pensar que afinal até gosto disto, e que com o aproximar da Primavera tenho que voltar a fazê-lo com mais frequência. A ver vamos se passo das intenções.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Deparei-me com estas duas no fim-de-semana


E descobri que, afinal, o amor à primeira vista existe.


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O privilégio que é



Ter tudo isto a poucos passos de casa. Ou de como os passeios como os da tarde de ontem me sabem sempre pela vida.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Ai tiveste o dia de aniversário mais light de sempre porque estavas mal do estômago?


Não faz mal, compensa-se com uma semana de atraso. (aqui entre nós que ninguém nos ouve eu compensei mas foi a semana toda - que isto depois de uns dias sem apetite apetece-me comer este mundo e o outro - mas isso não interessa nada). Com uma das melhores sobremesas que conheço: o brownie com gelado do Hard Rock Café (que voltou a ser servido em versão gigante e eu, que não contava com isso e fui lá logo depois do almoço, nem com a mísera ajuda de senhor namorado consegui acabá-lo. pela primeira vez na minha vida.  até me doeu a alma tamanho desperdício).
E depois ainda decidi oferecer um mimo a mim própria:


Este livro, que tem todos os ingredientes para me prender desde a primeira página, e que já tinha debaixo de olho há mais de um ano (mas nada de aparecer no Olx, o safado).

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Factos empiricamente provados (nomeadamente esta manhã)


Tens o despertador programado para todos os dias da semana, à mesma hora. Em todos eles vais maldizer a tua vida quando o ouvires tocar, e vais adiá-lo n vezes. 
Excepto se te enganares e o programares para tocar num sábado. Aí também vais dizer mal da tua vida, sim, mas bastará ele tocar uma vez para ficares tão desperta como se tivesses acabado de tomar 3 cafés. É que não falha nunca.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Mas então o que correu assim tão mal na neve?

Ora vamos lá por partes:


1.º: Acordámos, abrimos a janela, e deparámo-nos com um dia cinzento, vento e neve (muita neve):


2.º: Como não nos apetecia conhecer as instalações hospitalares lá do sítio, decidimos que seria aconselhável ir comprar pelo menos uma aula de ski (afinal de contas foi para isso que lá fomos). O preço? Coisinha pouca. 41€ por hora para duas pessoas (auch!)


Momentos antes da nossa primeira aula, ao pé da escola de ski. Como podem ver, estava um dia lindo (not). Um pormenor "engraçado": estavam uns poucos de graus negativos, mas com este equipamento, frio bem vê-lo!


3.º: A aula
O problema nem foram as quedas (para dizer a verdade até esperava cair mais). O maior problema, para além do facto de carregar o material ser doloroso (os skis são pesados para caramba, as botas são tesas como tudo, é preciso força de braços - que eu não tenho - para usar os bastões para nos movimentarmos nas subidas e partes planas), foi mesmo o meu medo ser tanto, que mal aprendi como é que se travava fazia-o a cada cinco segundos. Era ver-me ganhar velocidade e pimba, toca de travar [eu sou assim em tudo na vida, porque é que esperaria ser diferente nisto?]. 
O meu medo era tal que mal nos despedimos do professor, no segundo dia, desisti após a primeira queda. Foi mais forte do que eu, não consegui vencer o medo. E olhar à minha volta e ver miúdos de 6, 7 anos a passar por mim a uma velocidade estonteante...só me apetecia chorar, de frustração.
(E o preço simpático para usarmos as pistas de ski (sendo que só usamos meia pista de principiantes, mas isso não interessa nada)? A módica quantia de 36€ por dia por pessoa. Ele é sempre a somar, meus amigos!)

Ainda ponderei fechar-me no quarto, tamanha era a minha frustração, mas tive medo que o homem me tivesse um acidente a meio da montanha e eu nunca mais soubesse dele, pelo que decidi ficar a tomar conta dele à distância. Aqui está ele, sozinho (mas não abandonado, hã?).



4.º: Depois da nossa estreia numa pista de ski, toca de ir à cidade recuperar energias (vulgo encher a pança). 

Nevava sem parar.


Comemos uma pizza (isto na tarde de quinta-feira). Pois que cheguei à noite completamente sem fome. Ainda sentia a pizza no estômago e começou a doer-me a barriga. Fiquei assim até Sábado. Sem o mínimo apetite, praticamente só a pão e fruta (sendo que Sábado foi só o meu aniversário. o mais light da minha vida, devo dizer).

5.º: As dores nos braços nos dias seguintes. (A prova (que eu não precisava) de que tenho que deixar de focar só na barriga e pernas quando vou ao gym) Que dores, senhores!

Já posso dizer que já passei um aniversário na neve. Verdade. Também já posso dizer que esquiei.  Outra verdade. Mas também não é menos verdade que enquanto estes dias estiverem frescos na minha memória, não me apanham numa destas tão cedo. Ou pelo menos não num sítio onde, para além de não me ter divertido particularmente (culpa minha, claro, que não tenho nenhum talento para a coisa), ainda deixei uma pequena fortuna (culpa nossa que, verdinhos na matéria, não sabíamos que havia tanto custo associado à porcaria de dois dias - só dois! - a esquiar).

Descoberta gastronómica da semana #4

Um aparte no relato das férias só para dizer que, nos entretantos, "descobri" (que é como quem diz, fui a um sítio onde queria ir há séééculos) mais um recanto em Lisboa onde se come bem, tão bem! [e como lambona assumida que sou, não podia deixar passar em branco este momento tão importante na minha vida]. Pois que é o restaurante À parte, que tem várias salas que representam as divisões duma casa (nós ficámos na cozinha. mas a despensa também era tão gira! aliás, tudo é giro ali).


(as fotos são retiradas da internet)

Para além do espaço ser giríssimo e super original, a sangria de frutos vermelhos é maravilhosa, assim como o espadarte grelhado com risotto de camarão e espargos que eu comi (só de pensar fico a salivar). Só não fiquei super fã das sobremesas (são só boas), mas vale muito a pena pelos pratos principais (há muitos e variados, para todos os gostos, desde massas, risottos, peixe, bifes). Não sendo super barato (pagámos 25€ por pessoa com entradas, sangria, prato principal e sobremesa), tem uma boa relação qualidade-preço.
Digamos que teve entrada direta para o meu top de restaurantes em Lisboa.


Não fosse o desfalque das férias e voltava lá já este fim-de-semana.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Primeiras férias na neve - Dia 1

Comecei o dia de quarta feira a matar saudades dos velhos tempos, indo levar os meus mini francesinhos à escola [já vos disse que entretanto eles já têm mais dois irmãos e agora são 4? é uma animação, aquela casa!]. Almoçámos um fondue de três queijos (delicioso!) feito por sodôna mãe da família e depois lá fui eu e senhor namorado à rent-a-car buscar o carro que tínhamos alugado pela internet.
Iamos para o meio da montanha, era esperada muita neve, e tínhamos pedido expressamente pneus de neve. Pois que chegámos lá e não havia pneus de neve para ninguém. Tememos (muito) pela nossa vida mas sem alternativa em vista, decidimos arriscar. Tivemos sorte, nesse dia não nevou, pelo que chegámos a Châtel sãos e salvos.

Esta foi a vista que tivemos na chegada à montanha, ainda antes de Châtel

Chegámos eram 16h. Estacionámos e fomos ao posto de turismo descobrir onde ficava o nosso hotel, ao que me respondem que não só não havia estacionamento no hotel como ele ficava no topo da montanha, apenas acessível de teleférico, e o último teleférico do dia para subir era dentro de meia hora (depois disso só no dia seguinte) [e graças a eu não ter percebido este "pormenor" quando reservei o hotel no Booking, senhor namorado diz que estou proibida de voltar a marcar seja que estadia for nos próximos tempos... Em minha defesa, o site não informava acerca de nada disto, e a foto de apresentação era esta:]


Toca de agarrar nas malas (não sem antes ter vontade de chorar ao ver o preçário do parque onde teríamos que deixar o carro durante 3 dias: 36€. e ainda a fatura estava no início...) e comprar um bilhete de teleférico, ida e volta, 5,60€ cada. (os primeiros) Custos que não contávamos ter. Mas adiante. Chegámos ao hotel (que tinha, efetivamente, uma vista linda) e toca de descobrir que não havia telefone, televisão, internet nem secador de cabelo no quarto. E estaríamos confinados àquilo todos os dias, das 16h30 até à manhã do dia seguinte. Pois que decidimos jantar no hotel (como se tivéssemos alternativa), ao que se seguiu uma jogatana de Jenga no espaço comum do hotel (de longe, a atividade em que fui mais bem sucedida em Châtel...) e acabámos a noite a nos estrearmos a ver a série Downton Abbey (felizmente levámos 7 episódios).

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

De volta da primeira experiência de neve mesmo à séria

Eu queria dizer que foi das melhores experiências da minha vida, que foi maravilhoso e tudo e tudo, mas se o fizesse estaria a mentir. Tivemos muita neve (a potes, a bem dizer...e é caso para dizer cuidado com o que desejas, mas lá chegaremos), vimos paisagens lindíssimas, sim senhor, matei saudades dos meus mini francesinhos (que continuam as mesmas fofuras do costume), mas basicamente essa foi a parte boa. Mas eu vou explicar tudo. Ao detalhe, a bem dizer, porque pretendo recordar esta experiência (para o melhor e para o pior) no futuro, e não há melhor lugar para fazê-lo que aqui. Pelo que a quem não interessar as minhas peripécias pelas montanhas francesas, aconselho a voltar cá apenas dentro de uns dias, altura em que as histórias já deverão ter acabado (afinal nem uma semana estivemos lá. thank god!).


Para já fica a primeira foto que tirei, da vista à entrada do hotel onde ficámos, e que partilhei no Facebook e Instagram, e logo a seguir virei-me para senhor namorado e disse "É engraçado este mundo virtual. Partilhas uma foto com esta vista e numa questão de segundos toda a gente que a vir vais assumir que estás a ter uma experiência espectacular e que está tudo a correr maravilhosamente bem, não é?". Não estava. Mas lá chegaremos.


sábado, 31 de janeiro de 2015

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Primeira viagem de 2015 em 3,2,1...

Um dos itens da minha "To do list", tendo eu nascido em pleno inverno, é passar um aniversário na neve. Pois parece que é este ano que isso vai acontecer. Vamos apanhar o avião para Genebra, onde vou aproveitar para encher os meus meus mini francesinhos de beijinhos (no início da viagem e antes do regresso), e nos entretantos vamos passar uns dias em Châtel, que neste momento está assim:

(imagem de ontem, da web cam do site oficial da cidade)

A ideia é estreamo-nos numa pista de ski e (de preferência) voltarmos com os membros todos intactos. Torçam por nós, sim?

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Daquilo que realmente importa


Uma pessoa está a acabar um dia de trabalho, daqueles em que está a fazer uma tarefa tão mas tão chata (e que já vem desde o início do ano. sim, estou a modos de cortar os pulsos) que volta a questionar, pela 19338ª vez, a vocação - que não tem nem nunca teve - para a profissão que desempenha.
Depois abre o e-mail e vê que acabou de receber uma mensagem de senhor pai-mais-maravilhoso-do-universo-e-arredores, daquelas carregadinhas de palavras que aquecem o coração, e em três tempos volta a sentir-se feliz e realizada. Porque tenho a melhor coisa do mundo (a melhor família e namorado que podia ter)*. Pelo que o resto... o resto, a bem dizer, não importa assim tanto.

*E tenho outra coisa, a curto prazo, que também vai tornar a semana bem menos chata que o habitual: tenho três dias úteis de férias para gozar, que começam amanhã ao final da tarde. Uma chatice :)!

domingo, 25 de janeiro de 2015

Coisas giras dos saldos que seriam muito bem recebidas cá em casa

Não fosse o raio da aposta que decidi fazer com senhor namorado, claro...

Pepe jeans

Pepe jeans

Mango (o top)

Mango

Mango

Mango

Tudo a metade do preço. Tudo miraculosamente ainda disponível no meu tamanho (para já, claro, porque quando eu puder comprar já não deve haver nada).
Estou oficialmente em sofrimento (sem os vestidos até passo muito bem mas os lenços... os lenços estão a dar cabo de mim).

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Das noites de sexta-feira




Até posso limitar-me (como acontece na grande maioria das vezes), a fazer o que faço praticamente todas as noites durante toda a semana (leituras e séries - a minha forma preferida de acabar o dia), mas têm sempre um sabor especial. Sempre.


Bom fim-de-semana, pessoas. O meu vai ser passado entre mimos de senhor namorado, livros, séries, e preparação da próxima viagem, que está mesmo aí à espreita. Só coisas chatas, portanto.