sábado, 8 de fevereiro de 2014

Fim-de-semana por terras de senhor namorado

 
Está um frio que não se aguenta (mesmo com lareira, aquecedores, mantas e botijas espalhadas pela casa).
Já li mais ontem e hoje do que nas últimas semanas.
Lanchámos no Maria Bolacha (um croissant delicioso, um cheesecake óptimo, e uma bolinha de côco em formato brigadeiro também muito boa. e tanta coisa ficou ainda por provar!).
E eu gostava de ter mais coisas giras para contar mas com este tempo realmente a única coisa que apetece é mesmo sopas e descanso, a modos que é assim que vai continuar até ao fim do dia de amanhã.
 
Continuação de bom fim-de-semana para os lados de quem me lê.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Dos gestos que aquecem o coração

Este ano não fiz festa de aniversário nem nada parecido, pelo que só esperava prendas de senhor namorado (deu-me uma mala linda. foi esperto e escolheu uma das mil dicas que lhe dei durante o mês, e conseguiu fazer surpresa até à véspera), dos meus pais (os óculos de vista que eu namorei durante um século) e dos avós (aquela nota que todos os anos a minha avó me entrega quando me despeço deles, no Natal, antes de regressar a Lisboa). Mas alguns amigos (uma colega de trabalho e dois casais amigos), e o mano e a cunhada, fofinhos que só eles, decidiram também brindar-me com coisas muito giras e/ou úteis. Claro que eu disse que não era preciso e que não estava nada à espera (e estava mesmo a ser sincera) mas a verdade é que precisamente por serem completamente inesperadas, souberam mesmo bem. É bom sentir o carinho dos amigos nestes gestos, independentemente do valor material das prendas.


Prenda dos pais

Prenda de senhor namorado

Prenda dum casal de amigos

Uma das prendas do mano e cunhada

Miminho duns amigos (são umas meias daquelas super 
quentes dentro duma caixa em forma de castelo)

E não consegui encontrar foto do resto.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Filosofia Gelatiniana



A dress a day keeps the bad mood away (ou, pelo menos, é uma pequena ajuda).

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Juro que ainda estou com dificuldades em acreditar que presenciei uma cena destas


Ou o ser humano no seu pior...
A história começou na minha rua: estava eu no carro, quando o carro que ia à minha frente pára a meio da estrada (uma estrada onde não há espaço para ultrapassar), abrem o vidro e começam à conversa com alguém que saiu dum café ali ao lado. Terminada a conversa, a pessoa do café volta para dentro e, algum tempo depois, volta com duas garrafas de água, na maior das calmas e entrega ao pessoal do carro. Enquanto isto formava-se uma fila de carros, tudo à espera daquela gentinha. Os parvalhões lá arrancaram e eu continuei atrás deles. Daí a uns metros eles abrem o vidro do lado do pendura e atiram a água que estava dentro da garrafa que lhes tinha sido entregue antes para cima dum turista que ia a passear descansado de máquina fotográfica na mão e seguem caminho, como se nada fosse, jogando a garrafa vazia pela janela mais uns metros à frente. Depois seguiram caminho, literalmente a meio da estrada (metade na faixa deles, metade na do sentido contrário) e volta e meia paravam o carro, sem mais nem menos (claramente a testar a paciência de quem ia atrás). Entretanto lá se desviaram e eu segui caminho, mas não sem antes carregar na buzina e lhes dizer para terem vergonha naquela cara (antes disso não lhes dei esse gostinho, porque era claramente o que queriam para ainda fazer pior ou armar confusão).


Eu já me cruzei com muito parvalhão na estrada, mas chamar parvalhões a estes montes de vómito é um elogio (e nem quero pensar que imagem é que aquele pobre turista levará de Lisboa...).

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Da eficácia de umas trombas servidas na dose e momento certos



A Time Out da semana passada oferecia uma noite no L'and Vineyards (um hotel lindo de 5 estrelas, no Alentejo) na compra de outra, até dia 22 de fevereiro. Eu disse ao senhor meu namorado que gostava muito de aproveitar aquela promoção num fim-de-semana, mas que como sou sempre eu a marcar tudo, que marcasse ele desta vez. Ele não se mexeu. Ontem à noite voltei a tocar no assunto e ele disse-me "Marcamos no fim-de-semana". Ao que eu respondi que no fim-de-semana já ia ser demasiado tarde. Dito e feito: fomos ao site e já não havia vagas para nenhum dos fim-de-semana abrangidos pela promoção. 
Perante isto, eu apetrechei-me das minhas melhores trombas e brindei-o com elas até a manhã de hoje. A meio da tarde tinha um e-mail dele com a confirmação da reserva no hotel, de domingo a terça feira (decidiu que íamos tirar férias para aproveitar a promoção, como já não há vagas no fim-de-semana). E não só reservou o hotel como ainda escolheu o melhor dos dois quartos que lá têm. Isto realmente, minhas amigas, digo-vos uma coisa: umas trombas na altura certa fazem milagres.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Da semana que passou


Estreei um vestido (de longe a minha peça de roupa preferida).
Apercebi-me (quando estava a chegar ao final da primeira temporada) que estou viciada na série Revenge e a negligenciar muiiito a leitura.
Fiz Body Combat pela primeira vez (e mal conseguia mexer os braços no dia seguinte) mas já estou pronta para repetir a dose.
Fui ao cinema ver 12 anos escravo e fiquei perturbada com tamanha violência.
Comecei a sentir-me nostálgica porque os 27 estão mesmo mesmo aí à porta...

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Marias juntas = carteiras em perigo

Vestido Intimissimi (saldos). Casaco H&M (nova colecção).
Este conjunto já foi a minha vestimenta de hoje.

Camisola H&M (nova colecção). Saia Promod (saldos)

Tally Weijl (saldos). (tendo em conta a minha vida social 
nocturna, devo conseguir usá-lo lá para 2015).

H&M (nova colecção - e os meses que ainda faltam para conseguir usá-las!)

Mala Bazaar Chiado (saldos)

Zara (nova colecção)

Saia Promod (saldos), que é a coisa mais linda.

Ao tempo que eu não cometia uma loucura a esta escala. E soube-me pela vida!

domingo, 19 de janeiro de 2014

Maravilha


O meu fim-de-semana foi tão preenchido (e tããão bom!) que tenho a sensação que não trabalho há uma semana (quando afinal só passaram dois dias). 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Maria


São treze meses de saudade acumulada (tanta!) que vão acabar amanhã (para recomeçar daí a quatro dias mas isso agora não interessa nada). 


Avizinham-se quatro dias de muiiiiiiitas calorias ingeridas, converseta, shopping e abracinhos, como nos bons velhos tempos.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Quase invisíveis e, no entanto, tão visíveis


Entrei numa loja de roupa interior. Estava a usar uma camisola tipo poncho, larga. Estava perdida no meio na secção de soutiens quando uma das empregadas da loja se aproxima de mim para me oferecer ajuda. E em vez de me perguntar qual era o meu tamanho, perguntou logo "É o mais pequeno, não é?".
Bolas, é assim tão óbvio?


Menos mal que não era de cuecas que eu estava à procura...aí é que eu deprimia a sério se ela tentasse adivinhar o meu tamanho a olhar para o meu rabo (esse sim, visível num raio de 100 km).

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Balanço dos primeiros dias do ano


Nunca há nada que me sirva e seja giro nos saldos: ou é uma coisa, ou outra.
Por favor, alguém que acabe com os chocolates constantes na minha sala de trabalho (e aqui em casa, já agora). 
Ando a ver Revenge, How I met your mother (e os nervos que me dá quando a Fox decide passar 12 episódios duma série assim de rajada e depois deixá-la a meio?), Teoria do Big Bang e O Sexo e a Cidade. 
Estou a ler Alice Munro (e a ver se é desta que fico maravilhada com um prémio nobel da literatura). 
As aulas de dança são as únicas capazes de me fazer levantar o rabo da cama aos Sábados às 9h30 para conduzir em pleno dilúvio (e eu que ainda por cima gosto tanto de conduzir...not).
Está a fazer um ano que divido tecto apenas com o senhor meu namorado e sinto-me feliz com isso todos os dias.
Basicamente, é isto: ano novo, vida velha. E que bom que isso é.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Maravilhas do século XXI


Isto de andar pela rua com tempo de chuva e ter sempre o cabelo impecável é qualquer coisa de fantástico. Quais smartphones, tablets e afins? O alisamento (ou escova) progressivo(a) é a melhor invenção dos últimos anos (a par com a depilação definitiva).

Já o faço há uns anos, mas ainda parece mentira de tão bom que é. E ontem, depois de uma caminhada a pé de 10 minutos debaixo de chuva com uma colega que tinha secado o cabelo em casa e chegou com ele todo lisinho ao trabalho, e entrou no restaurante, depois da caminhada, em modo urso, voltei a dar graças, pela 18373.ª vez, ao dia em que esta maravilha entrou  na minha vida.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Leituras


Primeiro livro que li do Paul Auster. Li-o por recomendação de uma colega mas confesso que não me prendeu particularmente.


A escrita é demasiado simples. Pior, a edição da Presença (a que eu li) tem erros ortográficos (mais de um), coisa que eu considero chocante. Abstraindo-me disso (o que não foi nada fácil), gostei da história, ao contrário do que seria de prever (porque passa-se num futuro pós-apocalíptico, e eu sou mais dada a realismos). Principalmente do primeiro livro. Do segundo também gostei. Já o terceiro não me entusiasmou tanto (aquele final não me convenceu). Entretanto vi os dois filmes que já foram lançados e gostei. Mais não seja pela Jennifer Lawrence...aquela miúda alegra a vista de qualquer um, é linda que dói!


Cada vez que pegava neste livro tinha muita dificuldade em parar. É comovente. É doce. É revoltante. É angustiante. É muito bom!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Do adeus a 2013

Eu e senhor namorado, na noite de ontem

Foi a terceira passagem de ano da minha vida fora da Madeira. A segunda entre quatro paredes, sem fogo de artifício. 
Faz-me muita confusão festejar a meia noite através de um relógio que até pode nem estar certo em vez de ver um dos habituais "2013" (neste caso) de luz que estão espalhados pelo Funchal e que mudam para "2014" à meia noite e zero segundos, sem termos que confiar num relógio qualquer. Também ia lançada para cumprimentar toda a gente à meia noite e desejar bom ano e apercebi-me que isso não se faz por aqui. 
Mas não deixou de ser um momento feliz. Passei-o com o senhor meu namorado e amigos num hotel em Óbidos mesmo ao pé da muralha, com direito a sangria de espumante (tão boa!), passeio pelas muralhas depois da meia noite, música pimba, alegria e comidinha boa.


Quanto a vocês, pessoas queridas que por aqui passam, tratem de ter um 2014 muito feliz, sim?