quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Das coincidências da vida


E aquelas pessoas que conhecem as histórias das novelas, os participantes das Casas dos segredos e afins, tudo porque "estavam a fazer zapping" (e durante a meia hora seguinte não sabiam onde tinham posto o comando)?
 São só coincidências, esta vida.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Dos baldes de água gelada

Imaginem alguém que vocês admiraram praticamente desde que se lembram de existir. Uma espécie de herói. Imaginem esse alguém, sem vocês perceberem sequer o porquê, mudar ao ponto de se tornar irreconhecível. E tornar-se a maior desilusão que vocês alguma vez tiveram na vida.

(mais vale, realmente...)

Por mais que a vossa vida possa continuar depois disso, e muito feliz até, vocês nunca mais serão os mesmos. Porque se aquela pessoa foi capaz de vos desiludir, é muito difícil acreditar que qualquer outra não o conseguirá também fazer. E isso é tão, tão triste.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Leituras


Isto não pode ser só literatura moderna quando há tanto clássico ainda por conhecer. Confesso que não foi um livro que me tenha prendido especialmente.

Foi o quarto romance que li do Marc Levy. Apesar do final ser um bocado previsível, é uma história original e bem escrita. Gostei muito.

Ouvi maravilhas sobre este livro e estava super curiosa para lê-lo. Todo ele está inundado de tudo o que me cativa num livro: as descrições tão reais e bem conseguidas, a dureza do tema (só é pena que seja o espelho da vida real de muita gente no Afeganistão), o amor em várias facetas. Gostei mesmo muito!

Segunda Guerra Mundial. Alemães e judeus (um tema que me interessa sempre). Outra história muito triste e, no entanto, muito bonita. Gostei muito.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013


Achei um piadão à imagem (sim, era só isto).

Já não há volta a dar


Comprometi-me, disse o sim, está dito.

Não, não vou casar. Vou só trocar as corridas à beira rio por um ginásio. Na companhia de amigos, pelo que tem tudo para correr bem (que é como quem diz que deposito toda a minha fé neles para me arrastarem para lá nos dias em que não me apetecer ir).

domingo, 8 de setembro de 2013

A descoberta gastronómica da semana

Foto tirada daqui.

Eu não sou a maior fã de hambúrgueres do mundo mas esta semana, para variar, decidimos ir experimentar os hambúrgueres do Café do Rio (foi aquele gourmet que me deixou curiosa, confesso).
A variedade de hambúrgueres é muita (desde uns mais portugueses, aos tradicionais americanos, a vegetarianos), o prato vem muito bem servido (dois hambúrgueres com arroz, batata frita caseira e os ingredientes específicos da versão que escolheram). 
Não sendo eu a maior apreciadora de carne vermelha, acho que se sente demasiado o sabor a carne (ou seja, o hambúrguer é pouco temperado). Mas gostei.
Para sobremesa pedimos um coulant de chocolate (que, coincidência ou não, tem o sabor dos petits gatêaux do Pingo Doce (que eu por acaso adoro, mas que posso comer a 1/4 do preço)), sem tirar nem pôr.

Não digo que seja uma experiência para repetir, porque há centenas de restaurantes ainda por descobrir por esta cidade fora, mas é um sítio que eu aconselho aos apreciadores deste género de comida.


sábado, 7 de setembro de 2013

Ainda no espírito rabo-no-ar


Acabámos de dar o primeiro passo - com nove meses de antecedência - rumo à concretização de um dos muitos planos para 2014.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Gelatina Maria e a sua vontade de estar sempre de rabo no ar


Cada vez me custa mais gastar dinheiro em roupa (chega a ser preocupante. é que agora nunca gosto de nada nas lojas - ou pelo menos não o suficiente para abrir os cordões à bolsa). Já em restaurantes e passeios, cada vez me custa menos. 
Não sei se é uma alternativa melhor para a carteira, mas é definitivamente muito melhor para a minha felicidade.

E nos entretantos já se criou uma rotina aqui por casa: a de conhecermos um restaurante novo todas as semanas. Agora consegui convencer senhor namorado para começarmos uma outra: um fim-de-semana fora de Lisboa a cada dois meses (mas esta ainda está por inaugurar).

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Aquela sensação pra-lá-de-boa


De dever cumprido depois duma corrida de final de tarde à beira-rio.

Estou confiante que é esta semana que venço a preguiça e cumpro a promessa de há séculos de ir três vezes em vez de duas! Ou isso ou os chocolates Milka vão ter que passar a ficar na prateleira do supermercado.

domingo, 1 de setembro de 2013

A despedida de Agosto


Fez-se entre amigos. Entre a Ericeira e Lisboa. Entre marisco e sangria. Entre banhos de sol. Entre Benfica (eu) e Sporting (ele).
A despedida de Agosto fez-se da melhor forma possível, portanto.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Sintonia é


Ele sonhar que eu lhe dei com os pés, na mesma noite em que eu sonho que me declarei a outro.

Há que ver o lado positivo da coisa. Ele pode ficar descansado quanto a uma coisa: é que até a dormir eu sou fiel ;).

Obviamente só achámos piada à coisa (e passámos o dia a brincar com o assunto) porque a nossa relação está bem e recomenda-se.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Todos os Verões é a mesma coisa



Pessoas irritantemente bronzeadas que, sem lhes ser perguntado nada, fazem questão de me dizer que eu estou branca (não vá eu estar sem espelhos em casa). 

Mas não se preocupem que daqui a dois meses já estamos todos iguais outra vez.  

domingo, 25 de agosto de 2013

A felicidade em três etapas numa tarde de Sábado


Foto roubada daqui. É o bolo de chocolate da Landeau, no Lx Factory, e é de revirar os olhos de tão bom.

Gostei tanto do filme!

sábado, 24 de agosto de 2013

Se isto não é amor verdadeiro, então eu não percebo nada disto


Conversa com senhor namorado, em que ele se queixava do facto da sua conta bancária ter tão poucos dígitos. Diz-me ele:
- Eu queria ser rico tipo príncipe do Mónaco.
Eu faço um ar todo fofinho e digo-lhe:
- Oh amor mas assim não me tinhas conhecido e não estavas comigo.
Ao que ele me responde, de forma muito prática:
- Pois não, estava com outra mas...
Escusado será dizer que o meu olhar fulminante impediu-o de acabar a frase (mas depois estraguei tudo quando não resisti e desatámos os dois a rir desalmadamente).

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

E eu que era capaz de jurar que estávamos no século XXI


Já mais de uma pessoa me dirigiu um ar de admiração depois de eu dizer que é o meu namorado que, cá em casa, passa as camisas dele a ferro. Agora imaginem se soubessem que ele também passa as minhas. 


Já viram? Por detrás deste ar inofensivo está uma pequena tirana...pensavam o quê?