O Luís -
o amigaço espanhol que fiz em Londres - é tão mau amigo cibernauta que por momentos cheguei a achar que ele não queria mais saber de mim depois que me vim embora de lá. No espaço de um mês tive direito a um e-mail dele - um mesmo bom, é verdade - mas nada mais.
Mas lá consegui combinar um encontro para Sábado à tarde. Vi-o chegar com a namorada e estava preparada para lhe dar dois beijinhos quando o tío me agarra num abração e demora quase um minuto a largar-me (ok, estou a exagerar, mas pouco). E fomos os três para um restaurante espanhol pôr a conversa em dia entre croquetas e tortillas.
(e pastéis de nata, também, que eu acabei por levar mesmo - levei dois a cada um deles. e adoraram
os dois, claro. se bem que o outro ainda tentou dizer que têm qualquer coisa parecida em
Espanha. deves ter, deves... mas não tão boa como os nossos de certeza.)
Mais tarde ele voltou a abraçar-me e dizer que gostava mesmo de mim. Tão querido. Mas mais querido ainda foi quando, daí a algum tempo, a rapariga estava distraída e ele diz-me "A minha namorada é mesmo gira, não é?".
E o que eu gosto deste rapaz, genuino que só ele e seeeempre bem disposto? Obrigada por te teres cruzado no meu caminho, Luisito.