terça-feira, 24 de agosto de 2010

Os melhores dias do meu Verão

As mulheres da família (eu sou a mais à direita. qualquer dificuldade em
distinguir a direita da esquerda é só procurar pelas pernas mais brancas, ja sabem).



Eu, estes três e o meu livro (Comer, Orar, Amar). Que bela combinação.



Esta é só para mostrar a minha estreia a pintar as unhas dos pés pela minha própria mão.


E esta é só porque o copo da cerveja era mais bonito, porque eu sou mais menina de poncha.


Poucos mas bons. Muito bons.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Até à próxima semana


Neste preciso momento é por aqui que me encontro

Vou dar um saltinho ao Porto Santo a ver se é desta que as minhas pernas mudam de cor.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Se Maomé não vai à montanha




Que é como quem diz se a Gelatina não vai a Nova Iorque, Nova Iorque vem até ela.
Recebi uma prendinha que é a coisa mais linda*, da minha prima que esteve por lá (tão querida). Com direito a postal com uma mensagem linda e tudo.

*Na falta de Gelatino já combinamos que vamos desfilar uma para a outra com as nossas lingeries novas :p.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Aprender a gostar...?


Quando era mais nova e dizia que não gostava de alguma comida em especial a minha mãe fazia questão de me perguntar "quando é que aprendes a comer isso?", e confesso que aquela conversa me irritava. Achava que não se aprendia a comer coisa nenhuma. Ou se gosta, ou não se gosta. Porque os sabores não mudam.
Com o tempo (e, aqui entre nós que ela não nos ouve, para não variar) tenho vindo a descobrir que ela tinha mesmo razão.
Ontem dei por mim a comer fígado e sangue de porco (oh senhores, que isto escrito ainda soa pior, mas é tradição por estes lados) e...a gostar.

Se bem que ainda continuo a meter as mãos no fogo em como não entra nesta boca que Deus me deu "petiscos" do género de orelhas de porco e afins. Mas depois de "aprender" a gostar de sangue de porco já não digo nada...

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Cautela e caldos de galinha...


Isto de apoiar alguém de quem gostamos depois do fim de um namoro tem que se lhe diga.
É que, quanto maior for o entusiasmo a dizer "Ele (ou ela) não te merece, é um parvalhão, não vale nada" e por aí além, maior é a cara de tacho com que teremos que cumprimentar o dito parvalhão (ou parvalhona) que não vale nada, aquando de um eventual reatar do namoro.
Por isso, o melhor mesmo é apalpar o terreno primeiro a medo e arriscar um bocadinho (mas mesmo só um bocadinho) quando sentirmos terra firma, sob pena de a coisa correr mal para o nosso lado.

Se bem que há casos e casos, e os que incluem parvalhões sem remédio requerem que corramos o risco, como verdadeiros bons amigos.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Há momentos



Muitos, em que as saudades que sinto de nós são sufocantes. Em que apetece tanto voltar a sentir o teu amor e a dar o meu em troca. Em que quero simplesmente dizer que te amo, com medo que um dia te possas esquecer.
Não posso dizer que ainda te amo como no primeiro dia. Porque o amor do primeiro dia ao pé daquele que sinto hoje é nada. Amo muito, muito mais.

E pronto, uma pessoa está melhor durante uns dias e depois decide ouvir músicas proibidas e fica assim. Vê lá se aprendes duma vez, Gelatina Maria, que ainda não tens a força que pensas ter.
Eu sei, escrevi dois posts no mesmo dia muito coerentes um com o outro. Mas, nesta fase, incoerência é o meu nome do meio...

Porquê tantas dúvidas em relação ao amor?

Pelo mundo à minha volta. Por olhar para o lado e ver relações muito piores que aquela em que eu estava que continuam firmes (só na aparência, claro).

Há os que estão com alguém porque "não conseguem arranjar melhor que aquilo". Outros porque "antes isto que sozinho/a". Outros porque as cambalhotas são bem boas, mesmo que o resto não preste para nada. Outros porque as cambalhotas não prestam para nada, mas têm-nas por fora, e assim ficam com o útil e o agradável. Outros porque "dá muito trabalho mudar de vida, de casa, epá que canseira!". Outros porque estão pura e simplesmente acomodados.


E eu dou por mim a pensar "Não serei demasiado ingénua ao ter como objectivo encontrar um amor próximo da perfeição?". Atenção, eu não disse uma pessoa próxima da perfeição, disse um amor, é diferente.
Mas não. Não é por serem raros os amores (quase) perfeitos que eu não hei-de merecer um.
Se me arrisco a ficar sozinha para sempre? Talvez. Mas pelo menos não posso dizer que não tentei.

sábado, 14 de agosto de 2010

Uma tarde "bué fixe"

Fui ver estes meninos:

Com aquilo que prometia ser um grande substituto às pipocas que
 eu não aprecio muito (gostava de saber se sou a única pessoa
 que não consegue identificar o sabor a magnum neste gelado).


Na companhia dos melhores primos deste mundo. Eu e o C., os mais recentes solteiros da família, levámos o membro mais novo do clã (o que tem 10 anos) a ver o Toy Story. Ainda lhe avisámos que o que iamos fazer era um programa exclusivo de "encalhados", que se ele tivesse namorada podia ficar com o rabo em casa. Ele ainda hesitou mas depois confessou "Eu tinha namorada até há pouco tempo, mas ela acabou comigo". "Então podes vir, anda daí".
Mais uma vez, o miúdo delirou, "Isto está a ser bué fixe". E eu concordo com ele. Foi tudo bué fixe, menos o gelado que, na opinião, deixa um bocado a desejar...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Marinheiros de primeira viagem

Se desconsiderarmos as paixonetas características da infância, fomos o primeiro um do outro em tudo. Conhecemos juntos o amor e tudo o que ele tem de bom e de mau. Durante muito tempo, confesso que achava super romântico o facto de não termos passado amoroso, não conhecermos outra realidade para além da que tínhamos os dois.

Mas, sem dar por elas, começaram a surgir as dúvidas. Sem termo de comparação, não sabia se esta ou aquela discussão eram "normais". Se os outros casais também tinham aquelas mesmas dúvidas. Se também passavam por aquelas mesmas dificuldades. Enfim, se eramos um casal "normal".


A verdade é que, quanto mais adulta e menos romântica me torno, mais acho que ter uma relação anterior pode ajudar. Tanto a desvalorizar as tontices como a dar mais valor ao que realmente interessa. E, mais importante, a saber o que é que realmente interessa.

Porque, se há coisa que a minha última e única relação me ensinou (e que eu precisei de sentir na pele para acreditar) é que aquela teoria de que o amor vence tudo e todos é uma bela duma treta. E quem diz isto diz muitos outros ensinamentos. Ensinamentos que só a experiência nos pode dar.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Mas alguém precisa de companhia masculina melhor que esta?

Ontem levei o membro mais novo da família, o meu primo de 10 anos, à praia.
Quando cheguei a casa dele para convidá-lo, ele estava sentado a comer. Eu ainda não tinha acabado de fazer o convite e ele já estava levantado aos saltos a dizer "Sim, sim, quero!".
Pelo caminho ajudou-me a mudar as velocidades do carro (é semi-automático). Na praia, para além de muito mergulho, jogámos ao UNO (como sabem, por estes lados não há cá castelos na areia nem croquetes. ah, nem bolas de berlim (snif)!).


Mas o momento mais fofo da tarde foi quando ele me perguntou com um ar muito sério "Gelatina, tu estás a gostar da minha companhia?". Que amor! Fiquei cheia de vontade de rir mas contive-me e só respondi "Sim querido, muito.".
Digam-me lá, com uma companhia destas, que até a conduzir ajuda, o que é que se pode pedir mais?

Há coisas que nunca mudam


Quando os vossos avós vos dão uma daquelas notas apelativas sem nenhum pretexto especial (daquelas que dão para comprar 3 vezes o cartaz todo da Olá e ainda devem restar uns trocos) também vos dizem que é para "comerem um geladinho"?

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Ai que me dá uma coisinha má cada vez que venho reler o post que publiquei e encontro um erro ortográfico. É só para avisar a quem leu a palavra "importante" escrita de outra forma (não consigo repetir como é que estava escrito, é mais forte que eu) que foi apenas um lapso.
Já me sinto mais aliviada.
Pronto, era só isto. Agradecida.

Dilema


Não sei se gosto mais de comer bolos quando ainda estão crus ou depois de irem ao forno.
Sou menina para estar sempre a meter o dedo ou a colher (lavados de todas as vezes que voltam lá para dentro, pormenor importante, que aqui a menina é muito limpinha) para provar a massa.

Como é que a Gelatina chegou à praia ontem?

Opção A: Comboio
Opção B: Elevador
Opção C: Teleférico
Opção D: A pé.

Vou vos poupar a mais uma votação em que a opção vencedora é a única que não arrecada nenhum voto.


Sim sim, foi mesmo de teleférico.

Tive que mandar tirar as fotos por mim (raio das vertigens
que nunca me deixam desfrutar das vistas).

Dispenso comentários sobre a cor das minhas pernas (ou falta dela), sim?

Esta é a vista da zona VIP, onde o chão é de cimento, que as minhas
 costas já não são o que eram (mentira, vai para o cimento quem quer).

P.S. Para quem vem aqui há pouco tempo as imagens são da Madeira.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O tempo passa

Mas há verdades que permanecem inalteradas.


Porque ainda estou para conhecer sensação mais aconchegante que a do teu abraço.