terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Decisions, decisions



Descobri no vestuário da minha mãe (where else?) um vestido de festa meu que é tão antigo ao ponto de eu não me lembrar que existia e que era exactamente aquilo que me apetecia usar este ano para dar as boas-vindas a 2015: curto e com muito brilho.
O problema é que o vestuário da minha mãe é mesmo uma bela caixa de surpresas (principalmente no que respeita a roupa de festa e acessórios, porque em roupa de dia-a-dia os nossos gostos já não coincidem tanto), e entretanto encontrei um outro, desta vez pertença de sodôna mãe, e que, não sendo tão antigo como o primeiro, deve ter no mínimo uns 5 anos, e que também é lindo e com as características que eu queria:


Ainda não sei qual dos dois será o escolhido, mas desconfio duma coisa: com qualquer um dos dois, dificilmente vou-me cruzar com alguém vestido igual a mim (ou que poderia não acontecer se tivesse ido à Mango buscar um dos modelitos que tinha debaixo de olho).

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Oh happy day!


Diz que é dia de ir esperar senhor namorado  (e mais dois amigos) ao aeroporto, para lhes mostrar a passagem de ano mais bonita do mundo e arredores, que está quase aí a chegar.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Por aqui continuamos em modo natalício



E assim devemos continuar até 2015 chegar.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Prendassssss!

Ainda por Lisboa, prenda de senhor namorado.

Mais mimos de senhor namorado.

Noite da consoada, na casa dos avós.

Prendas dos avós (escolhida por mim). Quem é que tem o cachecol mais lindo e o vestido mais fofo, quem é?

Um dos pinheiros na casa dos pais.

Recebi umas Josefinas liiiiindas!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Do nosso Natal - melhores momentos


Quais trocas de prendas? Qual enfardar como se não houvesse amanhã? Qual reunião familiar? Nada disso!
Neste momento temos um empate entre dois momentos (não consigo decidir qual o melhor): aquele em que, à mesa da consoada, o meu pai se enganou e chamou a namorada (recente) do meu irmão mais velho pelo nome da ex (e em que eu tive que fingir que tinha que ir fazer qualquer coisa longe dali porque só me apeteceu desatar a rir. os momentos embaraçosos, por mais tristes que sejam, dão-me sempre para rir, é horrível!), ou o momento em que o meu irmão mais novo estava sentado na sacristia, na igreja, por volta da meia noite, a dormir uma bela duma sesta enquanto não começava a missa (só mesmo por isso, claro. cof cof), e o senhor padre passa mesmo em frente dele, para ir dar início à missa, apanhando-o em flagrante soneca.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Saudações madeirenses


Aqui estou eu a escrever-vos do lugar onde o meu coração fica completo nesta altura do ano. Ontem, quando aterrei em solo madeirense, até me vieram lágrimas aos olhos (e não é força de expressão).
Agora cabe-me aproveitar ao máximo para pôr em dia todos os beijinhos, abraços e todas as calorias que esta época requer.
Quanto a vocês aí desse lado, tratem de ter um Natal mega feliz, sim?

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Um dia


Falta um dia para eu chegar a casa. Já só consigo pensar nisso. O meu Natal faz muito mais sentido na Madeira, junto dos meus.
Tem me valido a companhia de senhor namorado, de quem vou ter que me despedir por 5 dias (isto de me ter apaixonado por um nortenho perde um bocado da piada nas alturas festivas, em que não dá para nos dividirmos em dois. mas tendo em conta que a coisa vai piorar muito quando tivermos filhos mais vale não me lamentar muito já). 
Hoje ao final da tarde fomos lanchar e ver o espectáculo de luzes no Terreiro do Paço (bem giro, por sinal, apesar de ter um tema pouco natalício). 
E ficam a faltar 24 horas para, se tudo correr bem, eu aterrar em solo madeirense e nos braços dos papás.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Constatação natalícia de domingo à tarde


Fazer as malas ao som de música de Natal é um bocadinho menos chato que fazê-las no resto do ano (não sei é se será uma boa ideia, tendo em conta que passo mais tempo a abanar o capacete do que a tratar do que interessa).

Sim, só vou embora na terça, mas preciso deste ritual de três dias. Ora vejam: no primeiro seleciono o triplo das coisas que vou precisar para o tempo da viagem; no segundo, a muito custo, elimino mais um pouco, e só no terceiro fica praticamente apenas o essencial. 
Diz quem tem décadas de experiência nisto (senhor meu pai) que a minha mãe consegue ser pior do que eu portanto está bom de ver que a culpa de eu ser assim não é minha, é toda da sodôna genética. 

sábado, 20 de dezembro de 2014

A quatro dias do Natal


Já tenho as prendas todas compradas (enchi-me de coragem esta manhã e fui ao Vasco da Gama. temia pela minha integridade física mas consegui escapar ilesa). 
Já fiz a troca de prendas com senhor namorado (já que não vamos passar o Natal juntos, o dia de hoje pareceu-nos um bom dia). A prenda principal não foi surpresa para nenhum dos dois (aliás, ambos sugerimos ao outro o que queríamos receber) mas cada um de nós decidiu juntar duas prendinhas mais simples de surpresa (e o que eu gosto de surpresas? por mais insignificantes que sejam, adoro!).
Faltam-me dois dias de trabalho este ano (segunda e terça) e depois rumo à minha Madeira para passar o Natal com os meus. Cada ano chego mais tarde... desta vez, se tudo correr bem, ainda vou a tempo de ir à noite do mercado no Funchal, pelo que não me posso queixar.


Gosto tanto destes dias que antecedem o Natal. As ruas decoradas, as músicas de Natal por todo o lado, as pessoas mais bem dispostas, o excesso de doces sem pesar a consciência (o peso vai mesmo todo para o rabo) e a expectativa de chegar a casa, onde, aí sim, vou sentir a 100% que é Natal. Tão bom!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

One to go!

Diz que depois da tarde de hoje fica a faltar "despachar" apenas um presente de Natal. O mais difícil, claro. 
Hoje saí do trabalho e fui à Baixa. Comprei um mapa mundo que dá para raspar os países já visitados, para o senhor meu pai que é um viajado, na loja Capitão Lisboa.


Depois fui à Silva & Feijóo e comprei três latas amorosas com chás diferentes e com um cheiro maravilhoso (um era mistura de frutas, outro morango e champagne, e outro de chá verde com frutas. ainda não decidi bem a quem vou dar qual. tenho é que me controlar a ver se não deixo mas é já um cá por casa). Comprei também uns pinheiros de chocolate para dar aos manos, e fiquei de olho num sabonete com cheiro a vinho do Porto que cheirava divinalmente (o problema é que ainda era carote).

A loja é gira que se farta!

Entretanto no fim de semana passado fui a um mercado (o Rehabbed Clothes) e comprei uns sabonetes de Natal giríssimos para oferecer aos meus pais, para completar as decorações lá por casa e um colar na Our Sins com a inicial do nome, para sodôna cunhada.
Estou muito satisfeita, não só porque gosto mesmo de tudo o que comprei para oferecer mas também porque consegui comprar muito produto português. Ao menos que o lado consumista desta época dê algum fôlego à economia nacional...

sábado, 13 de dezembro de 2014

Cada um é para o que nasce, nada a fazer


Uma pessoa vai ter um jantar de Natal e, como moça pouco dada a saídas à noite que é, tinha planeado todo um outfit em modo catita para a ocasião: um sapatinho de salto alto, um dos tops que comprei há 10 anos para usar em saídas à noite que ainda estão praticamente por estrear, uma maquilhagem mais elaborada (dentro das minhas gigantescas limitações neste domínio). 
Mas depois uma pessoa olha pela janela e tudo o que apetece é agarrar nas galochas (elas são todas estilosas, sim? não são umas galochas quaisquer!), numas leggins, numa camisola daquelas todas largueironas e pôr-se a caminho...
Assim como assim, quando chegar à hora do pessoal ir para os copos eu já vou estar a cair de sono - a modos de voltar para casa, portanto (sim, sou uma seca, mas só a partir das 10 da noite, juro! meia noite se tiver dormido muito bem de véspera, vá).


Levar os saltos altos num saquinho e calçá-los antes de entrar no restaurante é capaz de ser uma boa solução. Só assim para dar o mínimo de glamour à coisa.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Constatação de sexta-feira à noite


É bom andar de rabo no ar a passear por esse mundo fora, mas um serão de manta e sofá sem horas para acordar no dia seguinte também não é nada mau, não senhor.

Ainda Praga - as últimas fotos

Catedral de São Vito

Parecem casinhas de bonecas (no recinto da catedral / palácio. este último foi o palácio mais fraquinho onde já entrei. que pobreza, pequeno, quase vazio, enfim).

Não é linda a rua do nosso hotel?

Vista do Monte Petrín num dia de sol. De cortar a respiração.


Autênticos postais. Maravilhoso!

O meu amor a passear pelos jardins do monte Petrín.

Cemitério judeu. Visitámos todo o bairro judeu, incluindo uma das sinagogas (Velha/Nova) que tinha as paredes cobertas de nomes dos judeus de Praga vítimas do holocausto. Tinha também exposição (na Sinagoga espanhola) de desenhos que as crianças judias fizeram nos guetos na altura da 2ª Guerra, uma coisa arrepiante. Saí de lá quase mal disposta.

Praça velha vista do cimo da torre do relógio. Confesso que a altura me fez tremer. Mas é linda.


E é isto que vos tinha para mostrar sobre Praga. O único senão da viagem foi mesmo o frio de rachar (tanto que já me apetrechei de umas botas com um nível de sensualidade zero mas com grande potencial para não me causarem o mesmo sofrimento em Janeiro - altura da próxima aventura sob temperaturas negativas). É verdade que a maioria dos locais com quem nos cruzámos não é propriamente a simpatia em pessoa mas a beleza da cidade compensa isso. Gostei mesmo muito desta viagem em modo Natal.

Estiveste bem na escolha, meu amor ;).

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Aquele momento nada embaraçoso


Em que te ofereces para pagar os cafés e, segundos depois, apercebes-te que tens qualquer coisa como 0,20€ na carteira. Menos mal que estava com uma pessoa com quem tenho alguma confiança, senão tinha me enfiado no buraco mais próximo...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Mais Praga



Pormenores fofinhos (à porta de uma loja que vendia o tipo de louça que está no enfeite).
Vista do castelo sobre a cidade



(uma questão de extrema importância, já agora: ao terceiro dia descobri, pelas observações que fiz a maiores entendidas que eu no assunto, que as mulheres que usavam chapéus com laços os metiam para trás, e não para o lado como eu usei. a modos que no último dia já fiz como elas, mas continuo sem saber se há alguma "regra" a seguir ou é ao gosto do freguês. alguma fashionista desse lado que saiba esclarecer esta alma inquieta?)


Prato típico: mistura de pato e porco com dumplings (esta espécie de pão de milho) e duas variedades de couves (com demasiado tempero, para meu gosto). 
No que respeita à alimentação, a maioria dos restaurantes tinha menus que incluíam uma sopa (que de sopa tinha pouco), um prato principal (que acabava por levar sempre carne vermelha e batata) e sobremesa. 
Fomos a um numa das margens do rio, ao pé da ponte D. Carlos (chama-se Pod Vezi), que tinha um menu por 240 coroas/9,60€ (sem bebida. mesmo assim acho que foi o mais caro onde comemos), que praticamente me pôs a adorar carne de coelho (que não é das minhas preferidas) e que tinha o melhor tiramisú de sempre, absolutamente maravilhoso. Gostámos tanto que no dia seguinte estávamos lá batidos outra vez... mas o empregado partiu-me o coração ao dizer que já não havia tiramisú (foi um momento doloroso). Ainda tentou compensar-me com uma panna cotta de pistachio boazita (só porque tudo ali era bom) mas nada como a sobremesa fabulosa da véspera.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

De volta à realidade

Gostámos taaaanto de Praga! 
Não fosse a comida (já se sabe que em país nenhum do mundo se come melhor que em Portugal) e o calorzinho agradável (esta manhã, acordei às 8h30 e o meu telemóvel marcava -6ºC de temperatura exterior) e era menina para me mudar para lá. 
Fomos no Sábado de manhã, voltámos ao final da tarde de hoje, e tivemos mais do que tempo suficiente para ver (e rever) o mais importante.
Mas o mais giro é ver as fotos, certo? Então vamos às do primeiro dia.

A vista do avião no voo de ida. Montanhas cobertas de neve.

Não é a coisa mais linda a cama do nosso quarto? Quarto esse que foi escolhido por senhor namorado.

Mais um pormenor do quarto (que, no total, era quase maior que o apartamento onde vivemos). O hotel foi o Residence Bijou de Prague, que tem uma relação qualidade preço mesmo boa (apesar do isolamento sonoro para os outros quartos ser péssimo. menos mal que desta vez não ouvimos manifestações amorosas, mas sim um homem que praticamente gritava numa língua imperceptível a partir das 6h da matina).

Primeiro passeio para reconhecimento da zona e deparamo-nos logo com esta maravilha. Catedral de S. Vito ao anoitecer. Linda (a qualquer hora do dia, pois claro).

trdlenik's à venda, literalmente, em cada esquina (e pronunciar estes nomes fofinhos? uma comédia). Nós provámos o nosso primeiro praticamente na primeira esquina que no apareceu à frente, porque eu me recusava a descobrir apenas no último dia que aquilo era a melhor iguaria de sempre e que me tinha passado ao lado durante aqueles dias. Não é, mas também não é nada má. É uma espécie de pretzel sem a parte da massa, com açúcar em quantidade suficiente para encher um saco de 1kg provavelmente (mas não vamos falar em assuntos tristes como os vários kgs que devem ter vindo de volta comigo, sim? e não me refiro à mala, não, que compras foram só mesmo ímans para o frigorífico).

Praça velha by night. Cheia de barraquinhas fofas de Natal, e com um pinheiro lindo.


Eu volto com mais fotos, assim que fizer um best of das 300 e muitas que tirei, sim?


sábado, 6 de dezembro de 2014

Hello from Prague

E o destino escolhido pelo senhor meu namorado foi Praga. Muito bem escolhido, por sinal. O nosso quarto é  liiindo e o (pouco) que já vimos ainda mais.  Está  um frio assim meio para o doloroso (e eu estou a chegar à conclusão que não há  luvas nem calçado que não deixem passar frio), mas há  decorações e mercados de Natal  lindos para compensar. Amanhã  é  dia de ser pirosona e percorrer a cidade com o meu casaco de pêlo (aquele que senhor namorado adora) e o meu chapéu lindo que ainda não tive coragem de levar a passear em Lisboa  (porque é que estas coisas são tão mais simples no estrangeiro?).
Estou feliz. E é isto.

E eu queria partilhar uma foto, pois queria, mas o senhor meu tablet não me deixa fazê-lo para o blogue, vá-se lá perceber porquê. 

Aqui vamos nós...


Feliz ou infelizmente, nós não somos aquele casal que tudo o que um adora, o outro delira. Não. Um dos temas onde isso se nota é nas viagens: adoramos os dois viajar, mas nem sempre os destinos de sonho de um são os do outro. A modos que normalmente é uma vez a cada um a escolher o destino e assim ninguém se queixa.
A última viagem grande que fizemos (NY) foi quase um favor que ele me fez (como é que é possível? mas é, garanto-vos que é), pelo que escolheu ele a próxima. Que tem muito a cara dele mas, lucky me,  também é um destino que me agrada e muito. Pelo que a ideia é andarmos os dois felizes e contentes nos próximos quatro dias. 
Até já, pessoas, e bom fim-de-semana prolongado. O nosso tem tudo para ser espectacular!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Da crueldade


Pior que um namorado que se corta na altura de ir comigo ao ginásio (e eu, como sou uma fraca, perco logo a pouca vontade de ir), só mesmo um namorado que, além de se cortar a ir comigo ao ginásio, ainda me sugere irmos lanchar a um sítio onde eu não consigo (pura e simplesmente não consigo!) resistir aos bolos de chocolate.
Ao menos que optasse por uma das duas, mas não. E diz ele que gosta de mim...'tá bem, 'tá.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Be careful what you wish for


Prefiro mil vezes as épocas agitadas no trabalho, aquelas em que mal temos tempo de respirar entre um trabalho e outro*, às épocas mais calmas. Porque é nessas alturas que me sinto mesmo útil, para além do que nem dou pelo tempo a passar (que é o que se quer quando não se tem propriamente o emprego dos nossos sonhos, certo?). 


*Isto assumindo que continuo a ter horários minimamente decentes, claro.

domingo, 30 de novembro de 2014

Desabafos

Desde que estamos juntos que temos planos de (algures num futuro que me parecia tão longínquo...) deixar Lisboa e rumar a norte para lá construirmos a nossa família. Lá estaremos mais perto da família dele (já que perto da minha é mais complicado) e o nosso salário (que se manterá, porque a ideia é pedirmos transferência, mantendo o mesmo trabalho) valerá um pouco mais (já que em Lisboa é tudo mais caro).
Eu gosto de mudanças e não tenho dúvidas de que é a melhor opção a tomar, mas agora que ele começa a mostrar vontade de ir, confesso que a ideia me deixa de coração (muito) apertado. 
Ontem saímos para passear, ele é que escolheu o destino, levou-me ao meu lugar preferido de Lisboa (sem sequer pensar que o estava a fazer), e quando me sentei ao pé da ponte a olhar para o rio só me apeteceu chorar. 
Não sei se está para breve ou não (não depende só de nós, temos que pedir autorização no trabalho e o "sim" pode demorar a chegar) mas seja quando for, duma coisa tenho certeza: vai doer, vai doer muito deixar Lisboa.