sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

O nosso dia mágico na Disneyland Paris

Deixámos a ida à Disney para o nosso último dia completo por Paris. Apanhámos o comboio para Marne-la-Vallée (custa 15€ por pessoa, ida e volta) e por volta das 10h e pouco estávamos a chegar.
Não foi a minha primeira vez na Disney, mas foi a primeira nesta altura do ano. Havia decorações e espetáculos de Natal, dando um encanto ainda mais especial ao parque.




Cá está um dos muitos espetáculos de rua, com música e personagens natalícios, que teve direito a neve (falsa) e tudo. Muito, muito giro.



Uma pessoa entra nas lojas e apetece comprar tudo: é fofura atrás de fofura.




A ida à Disney só aconteceu porque eu fazia muita questão, porque o senhor namorado dispensava bem a visita. E eu então achei que devia fazer um especial esforço para fazer com que aquele gostasse daquilo pelo menos em 50% do quanto eu gosto. E então tentámos procurar as diversões mais adultas (sendo que eu só fazia questão de andar em duas diversões mais infantis: o Small World (acho a coisa mais fofa) e o Peter Pan (a minha diversão preferida da Disney desde sempre).
Na parte da manhã praticamente não havia filas para andar em nada pelo que "despachámos" logo o Pirata das Caraíbas (muito giro) e a montanha russa do Indiana Jones. Quanto a esta última, eu tinha uma vaga ideia de que aquilo tinha um looping (volta completa, em que ficamos de cabeça para baixo) e, assim sendo, não sei se me apanhariam lá (sou uma medricas do pior nestas coisas). Acontece que - mesmo havendo a interdição de entrada a crianças com menos de 1,40m (e o senhor namorado armou-se em engraçadinho e perguntou ao rapaz se era preciso medir-me para ver se eu podia lá andar) - pensei que, se deixavam entrar crianças, não haveria de ser assim tãooo violento. Pois era. E ainda bem que eu não sabia ao que ia, porque apesar de ter gritado pela minha vida a viagem toda, foi espetacular. Tão bom! (mas é coisa para se fazer antes de comer, senão pode não correr tão bem).


Ao almoço, como não me apetecia comer cachorros quentes a preço de comida decente, decidimos seguir uma dica que tinha lido nos comentários de outro blogue e saímos do parque para ir ao italiano Va Piano meso à entrada dos parques. E foi uma ótima opção. Por uns 15€ por pessoa comi um belo risotto, num espaço calmo e agradável. 


Na parte da tarde as filas já eram maiores, e nós - burros - achámos que a entrada "fast track" era para pessoas com bilhetes especiais, e não uma possibilidade de fazer uma espécie de marcação para andar no divertimento mais tarde (já tinha usado este sistema quando lá fui em 2009 e - burra! - não me lembrava como funcionava), pelo que lá esperámos 50 minutos para andar na Montanha Russa (Big Thunder mountain), mas valeu a pena. É quase tão bom como o Indiana Jones. De resto, perdemos o Peter Pan (esteve avariado durante a tarde), andámos na Casa Assombrada (fraquinha), no Small World e na Branca de Neve (engraçadito).


Já cansados ao final da tarde - e porque a maioria das diversões encerrava às 18h - não esperámos pelo espetáculo com fogo de artifício que há às 19h e lá regressámos ao comboio, antes da confusão pós-espetáculos. 
Foi um dia tão, mas tão feliz!

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Paris #1

[Uma pessoa começa a pensar nos posts da viagem a Paris e apercebe-se que ainda não fez o segundo (e último) post da ida a Viena em setembro mas...no pasa nada, havemos de lá chegar...ou não)].
Mas então Paris...para começar, uma dica de alojamento. Ficámos alojados neste apartamento, em Monmartre, que eu recomendo mesmo muito pelas mais variadas razões: porque a dona (portuguesa, por acaso) é de uma simpatia e disponibilidade espetaculares, porque fica numa rua cheia de lojas amorosas com todo o tipo de comércio, porque tem todas as comodidades e é bem silencioso (tanto a nível de vizinhança como de barulhos do exterior).
A dona Isabel aconselhou-nos a apanhar um taxi de Orly para o apartamento, visto que éramos três pessoas (pois é, sodôna sogra também foi connosco) e as viagens de taxi entre Orly e Paris têm agora um preço fixo de 35€, que acaba por ficar praticamente ao mesmo preço que os transportes públicos quando forem 3 pessoas, como era o nosso caso (o autocarro para o centro custa à volta de 8€, e depois têm que apanhar metro, cujo bilhete individual custa 1,90€).
Paris recebeu-nos na noite de quinta-feira debaixo de um belo nevão. O primeiro da época, ao que parece e, segundo me disse a minha amiga russa que lá vive, nem é coisa que aconteça todos os anos, pelo que tivemos mesmo pontaria. Confesso que a viagem de carro debaixo de neve me deixou algo receosa, mas o taxista não parecia nada preocupado. Foi um cenário bonito de se ver, mas foi o único nevão que apanhámos (de resto só alguma chuva no domingo e dias bem cinzentos).
Não me lembro da última vez que tinha apanhado um taxi no estrangeiro, no aeroporto e, oh senhores, que confortável que foi ser deixada à porta do apartamento, ainda para mais debaixo de neve. Uma maravilha!
Chegámos a "casa" ao início da noite de quinta-feira, só nos apetecia comer qualquer coisa e ir para a cama. Ainda passámos os olhos nos restaurantes ali da rua, mas logo nos apercebemos dos preços poucos simpáticos, ainda para mais quando íamos dali diretos para a cama (detesto deitar-me enfartada), pelo que nos soube pela vida o pão, ovos e tomate que a dona Isabel nos deixou à disposição lá em casa (eu disse que ela era uma simpatia, não disse?). Para além disso, tínhamos café e chá, que também deu um jeitaço.
Na sexta-feira, e porque estávamos na zona de Monmartre, começámos o dia a visitar a zona, com passagem pelo Sacré Coeur.


Ainda havia vestígios da neve da véspera.

A vista sobre Paris, da zona do Sacré Coeur.




Monmartre.

Depois do passeio por Monmartre apanhámos o metro até ao Arco de Triunfo e descemos, a pé, os Campos Elísios, com direito a muitas paragens (mas neste primeiro dia não entrámos em praticamente nenhum sítio, aproveitámos as temperaturas suportável e a ausência de chuva para passear o máximo possível).


























A Torre Eiffel, vista da Ponte Alexandre III.



Jardim das Tulherias. Andámos na roda, no dia seguinte - o bilhete custa 12€ por pessoa - e não foi algo que me tenha fascinado (mas o facto de estar um dia muito cinzento, um frio horroroso e aquilo não ter aquecimento e nos deixarem parados lá dentro durante algum tempo também não ajudou, é um facto).


O Louvre.

A Pont Neuf e os famosos cadeados do amor.


Ao final da tarde, já a caminho de casa, passámos pelas Galerias La Fayette (que estavam algo claustrofóbicas com tanta gente). O edifício tem parte mesmo bonitas que valem a pena a visita, e vimos este "pinheiro" de Natal super original e colorido, e assistimos a um mini espetáculo  de música nesta zona central, à hora certa (não sei se fazem todas as horas).


[Voltarei com um segundo post sobre Paris e outro sobre o dia maravilhoso que passámos na Disney]


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Fim-de-semana

Depois de termos chegado de viagem na terça-feira e termos trabalhado dois dias, um fim-de-semana antecipado e prolongado soube mesmo, mesmo, mesmooo bem.
Deu para as habituais limpezas, compras de supermercado e treinos. Mas também deu para (finalmente) montar a árvore de Natal lá de casa, para ver séries e filmes, para conhecer um restaurante novo e para despachar praticamente todas as prendas de Natal (ieiiii!). Pois é, foi um fim-de-semana bastante produtivo. Tanto que eu acho que deviam ser todos assim, de três dias. Dá ou não dá um jeitaço do caraças?
Tendo eu uma aversão a lojas apinhadas de gente, sabia que tínhamos que tratar das prendas de Natal logo pela manhã, e assim fizemos no sábado. Fomos à Baixa (que continua a ser o meu local favorito para fazer compras, não há shopping que chegue perto do prazer de passear ao ar livre, ainda para mais com o espírito natalício pelo ar), estacionámos longe da confusão, percorremos a Avenida da Liberdade, andámos pelo Chiado que, apesar de ter mais pessoas do que o desejável, estava bastante suportável, e numa manhã despachámos praticamente todas as prendas de Natal (e as restantes já ficaram decididas - que acaba por ser tarefa que dá mais dores de cabeça do que propriamente comprar - e despachadas ontem de manhã). 
Não adoro comprar prendas só-porque-sim, porque a quadra assim o obriga, tenho imensa dificuldade em decidir-me e tenho sempre imenso receio que as pessoas não gostem, por isso é sempre um alívio quando este assunto fica arrumado, sinto que posso finalmente aproveitar a época sem pressões. 


Passeios pela Baixa entre as compras (estou mega fã destes calções da Zara, são tão lindos e confortáveis).

Despachadas que estavam as compras de Natal, fomos almoçar ao restaurante peruano Qosqo, na Rua dos Bacalhoeiros. Fomos atendidos por um senhor super amoroso e atencioso e o espaço também é  muito agradável. 
A comida não é super barata (mas sendo a especialidade os ceviches, não esperava outra coisa. aliás, sítios que ofereçam peixe crú demasiado barato eu desconfio e dispenso) mas é bem confecionada e muito saborosa.
Para entrada partilhámos um tiradito de atúm (é parecido a ceviche, nem sei dizer a diferença) com batata doce e molho de maracujá, e para prato principal eu pedi um tartar de quinoa com atum grelhado e ele pediu um Tacu tacu a la macho (leva carne picada, arroz e molho de marisco) que estavam muito bons (mas não voltaria a comer dois pratos com molho de maracujá, que é algo intenso e no final já dispensava). Para sobremesa, partilhámos um vulcão de chocolate (petit gateau). O senhor namorado - mais difícil de agradar do que eu - está super fã deste restaurante. Já eu, apesar de ter gostado muito, não ficou no meu top (preferi o Segundo Muelle, para o mesmo género de comida).



quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Mini férias


E o que é que sabe mesmo bem depois de se fazer um exame (e, a bem dizer, em qualquer outra altura)? Fazer a mala (esta parte, na verdade, sabe tudo menos bem, é coisa que eu detesto fazer, e não há maneira de se tornar mais fácil com a experiência), entrar num avião e ir turistar. 
Não vou a Paris há oito anos. Já para o senhor namorado será uma estreia. Se houver desse lado dicas preciosas, daquelas menos óbvias, façam o favor de partilhar que eu agradeço muito, sim?
Até para a semana, e bom fim-de-semana prolongado para vocês desse lado.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Fim-de-semana

Foi fim-de-semana de visita dos pais. De casa e coração cheios. Carregadinho de amor (e açúcar). Daqueles mesmo bons.







sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Sexta-feira que se avizinha bem colorida

Depois de a Zara me ter partido o coração e de, ainda antes da meia noite, ter desaparecido com todos os tamanhos da única peça de roupa que eu queria mesmo comprar na Black Friday (um vestido...what else...que se já era lindo antes de ter ficado indisponível, está bom de ver que se tornou ainda mais lindo quando isso aconteceu, que isto quando o fruto se torna proibido também se torna automaticamente mais maravilhoso, já se sabe) consolei-me com uma compra que de desconto não teve nada mas que estava a um preço para lá de espetacular e...eis que já temos bilhete de avião comprado para a religiosa visita de verão à Madeira por menos de 100€ (se comprasse a mesma viagem daqui a dois meses já devia pagar quase o dobro). Ieiiii!
Mas o melhor de tudo é mesmo estar a contar as horas para voltar a abraçar os meus queridos pais, que vêm cá passar o fim-de-semana (sendo que já lá vão quase 4 meses de saudade acumulada de sodôna mãe). Quais descontos, qual quê, isto sim é felicidade ao mais alto nível.
Bom fim-de-semana para vocês aí desse lado.


O vestido - que ainda há de ser meu assim que volte a ficar disponível - era este. É ou não é a coisa mais amorosa?

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Quem tem a minha mãe como sogra, tem tudo (mas tem mesmo, sem ironia)


Conversa pelo telefone.
Mãe: Manda um beijo muito grande ao P., tenho muitas saudades dele, já não o vejo há muito tempo!"
Eu (a revirar os olhos): Não o vês ao mesmo tempo que não me vês a mim, mãe, foi no verão..."
Mãe (desconfiada): Ah foi...?
Eu: Mas vê lá se tens mais saudades dele do que de mim, estás à vontade, sim?
Mãe: Não precisas de ficar com ciúmes que também tenho saudades tuas, filha! Mas de ti nem é preciso dizer!
Uma pessoa ouve barbaridades destas e ainda passa por ciumenta...'tá certo.


[Quero uma sogra destas para mim. Sabem onde é que se arranja?]

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Livros preferidos de sempre

Sem ordem de preferência entre eles, se me perguntassem quais foram os meus cinco livros preferidos até hoje, seriam estes os escolhidos. O que têm em comum? São dramas que me fizeram chorar baba e ranho (se querem leituras leves e divertidas, fujam deles a sete pés. deles e de 95% das minhas recomendações de leitura, a bem dizer).






E vocês aí desse lado, conseguem dizer-me quais são os vossos livros preferidos de sempre? Não precisam de ser cinco, mas boas recomendações são sempre bem vindas (principalmente se vierem acompanhadas de promessas de lágrimas ;)).

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Fim-de-semana (de exame)

Que fim-de-semana tão bom! O que pode parecer estranho, tendo em conta que metade dele foi condicionado pelo exame que fiz na tarde de sábado, mas é que foi mesmo bom, desde o final da sexta-feira até ao fim do dia de ontem.
Para começar, acabei de estudar às 17h de sexta-feira e, apesar do exame só ser na tarde de sábado, não estava stressada nem ansiosa. Permiti-me não ir ao ginásio (também já tinha ido a semana toda), sentei-me no sofá e toca de ver séries. Não estou nada habituada a chegar tão cedo a casa num dia de semana, soube mesmo bem. Dormi 8 horas seguidas, sem acordar a pensar no exame, nem stressada (e cada vez mais contente e orgulhosa por me estar a portar tão bem). 
A manhã de sábado foi dedicada a limpezas (sou demasiado hiperativa, as horas extra de sofá da véspera já tinham sido mais do que suficientes para descansar) e ao início da tarde lá estávamos nós prontinhos para começar o nosso exame (e a manter a calma e, mais uma vez, tão feliz comigo mesma por isso).
Deram-nos o exame para as mãos, comecei a fazê-lo, e só ia pensando "caramba que isto está a correr bem!" (aqui entre nós, ao que parece não era só de estudar que eu tinha saudades, a minha veia weird era capaz de também ter alguma saudadezita de fazer um exame...pois, normalidade não é o meu forte, não). As três horas de exame chegaram ao fim e eu tinha a sensação que se tivesse mais uma hora, tinha coisas para escrever durante todo esse tempo. Mas mesmo assim, a sensação de satisfação era grande (o medo de começar a conversar com os colegas e aperceber-me que metade do que eu achava que tinha acertado afinal estava errado também, mas até ver continuo otimista).
Saímos famintos e decidimos ir à Hamburgueria do Bairro repôr energias e acabar a noite no sofá a ver séries.
Já ontem foi dia de um belo treino de perna, seguido de visita ao restaurante Delfina - Cantina Portuguesa, que não conhecíamos (decidi lá ir porque vi uma foto de uma sobremesa de chocolate deles no Instagram que me fez revirar os olhos, e quando descobri que o restaurante estava com 30% de desconto no The Fork achei que só poderia ser um sinal de que tinha de lá ir.
Eu pedi caril de gambas, o senhor namorado pediu lascada de bacalhau com favas. Nenhum dos pratos era mau (o meu era até bastante bom) mas em termos de relação qualidade (e quantidade, principalmente) preço não ficámos muito satisfeitos. As doses (pelo menos para lambões como nós) não são muito bem servidas, e o bacalhau era frio (uma espécie de salada), o que nos desiludiu um pouco.



Já a sobremesa era mesmo, mesmo boa. Pedi um Pecado de chocolate (é mousse 70% cacau com raspas de laranja e flor de sal) que parecia uma dose pequena mas era super intensa (ao ponto de não ser do agrado de qualquer pessoa). Eu adorei.

Depois andámos a passear um pouco e aproveitar o sol e temperatura maravilhosos.


































Ao final da tarde enfiei-me na cozinha e por lá passei mais de duas horas em experiências culinárias, que é atividade que cada vez me dá mais prazer. Fiz queques saudáveis de cenoura e chocolate (demasiado saudáveis para o gosto do senhor namorado, eu até gostei), adiantei almoços para a semana e fiz a sopa do costume. 
Foi um fim-de-semana mesmo feliz.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Dos últimos dias

[Foto tirada no domingo passado]

Esta seria uma altura propícia para queixumes. Afinal de contas, tenho exame daqui a três dias e o entusiasmo de voltar a estudar entretanto já é coisa do passado. Mas a verdade é que não me sinto com vontade para isso.
Passei por uma fase tão aflitiva nos últimos tempos (que era coisa que já durava há um tempo valente) que desde que me livrei quase a 100% (quase!) desse "fantasma", apesar de manter o medo do seu regresso (e como o mantenho...), só consigo sentir gratidão.
Sinto-me tão leve e tão serena, que não há cansaço acumulado nem pressão que me derrube. Ou pelo menos é este o espírito.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Vaidades

O tempo livre não tem abundado por estes lados, mas ao que parece continua a ser demasiado, porque ainda tem dado para ir fazendo alguns estragos no orçamento. Quase tudo comprado online - já que as visitas às lojas têm sido raras - e quase tudo coisas coisas que faziam uma falta extrema na minha vida, como poderão imaginar (e tudo da Zara).



Já estou desde o ano passado à procura de calçado de inverno em azul escuro. Encontrei estes botins mega fofos, em pele, na secção de criança da Zara e não resisti. Daqui.



Padrões com bolinhas nunca, em circunstância alguma, são demais. Daqui.






Depois de ter tentado estrear este vestido (já fora do prazo de devolução) deu-me para achar as mangas demasiado exageradas e vou ter que pedir a sodôna mãe para fazer qualquer coisa com elas. Mas saias rodadas (ainda por cima em cinzento) também não são coisa a que eu consiga resistir com facilidade. Daqui.



Adoro calções. E laços. Daqui.



As manequins da Zara não favorecem nada certas peças. É o caso deste casaco, que é lindo que só ele, e nesta menina parece tão...nheca. Daqui. (A culpa desta compra foi desta menina, que faz brilhar qualquer trapinho. Vejam lá como lhe fica tão lindo).



Outro que, modéstia à parte, fica-me bem melhor a mim que à menina da Zara (e, apesar do corte, com um efeito mais feminino também).Daqui.