Domingo, 19 de Maio de 2013

Ah e tal, os melhores tempos da vida de uma pessoa são os de faculdade



Pois eu, quatro anos depois de ter acabado o curso, posso dizer que sou mil vezes mais feliz agora.
Saudades de ter uma vida que praticamente se resumia a casa-faculdade, faculdade-casa? (sim, eu era um tanto ou quanto croma e fazia questão de resumir tudo o que era livro - o que me roubava muito tempo - mas também não o fazia propriamente por hobbie) De pôr despertador até ao fim-de-semana? De estudar sete dias por semana? De cinco anos em que o meu gosto pela leitura praticamente deixou de existir? Do stress dos exames?
Nem um bocadinho.

Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

Aos poucos







A casa vai ficando com a nossa cara.

Terça-feira, 14 de Maio de 2013

Das injustiças da vida


Sou eu a primeira a bocejar no sofá e a pedinchar para irmos para a cama, mas é ele que consegue adormecer efectivamente (quase sempre) antes de mim quando lá chegamos (deixando-me a falar sozinha).

Segunda-feira, 13 de Maio de 2013

Viver a cinco minutos a pé de tudo isto

Portas do Sol


Miradouro da Graça



Castelo de São Jorge

É coisa que me está a saber pela vida!

Sábado, 11 de Maio de 2013

Em contagem decrescente para a feira do livro








E o jeitão que me dava ser rica para trazê-los a todos cá para casa.

(Já que, muito sinceramente, sempre que lá vou fico com a sensação que é mais um pretexto para comprar do que propriamente uma oportunidade de comprá-los a preços consideravelmente mais baratos. ou então sou eu que sou esquisita e as promoções nunca abrangem aquilo que me interessa).

Domingo, 5 de Maio de 2013

Crise?



Durante dois dias fiz questão de me esquecer dela. Aproveitei o que de melhor o nosso país continua a ter - bom tempo e comidinha do melhor - e tive um autêntico fim-de-semana de verão. Com direito a praia, caracóis, gelados, piquenique, leituras, sol, parvoíce e risota. Oh felicidade!

Quinta-feira, 2 de Maio de 2013

Enquanto se vê o Benfica...



- Sei que é uma língua com regras diferentes do português mas mesmo assim doem-me os olhos quando vejo um "ç" antes dum "e" (no nome do adversário do Benfica: Fenerbahçe). (sou uma mete nojo nisto do português)

- Estou capaz de matar o senhor meu namorado. Sportinguista dum raio, não sabe ver uma pessoa festejar sem mandar bocas infelizes (eu sei que quando o nosso clube não nos dá alegrias temos que ir buscá-las a algum sítio, mas não deixa de ser triste...coitado).

(pois é, não sei o que me deu e sentei-me a ver o jogo - coisa que não me lembro há quanto tempo não acontecia. gosto de jogos decisivos, deve ser isso...vejam lá que até estou nervosa!)

Quarta-feira, 1 de Maio de 2013

E o que eu gosto...


...desta sensação de cansaço físico por ter passado o dia com o rabo no ar a passear?

Terça-feira, 30 de Abril de 2013

E há lá coisa melhor que um feriado a meio da semana?



Pelo menos até ao fim do dia de amanhã acho que não vou conseguir lembrar-me de nenhuma.

Domingo, 28 de Abril de 2013

Da insensibilidade

Depois de um daqueles arrufos de pouca importância, e querendo eu transmitir-lhe uma mensagem do género "És parvo mas estás perdoado" dei asas à minha veia pirosa romântica e preparei-lhe este crepe.


Só Deus sabe o que eu tive que me controlar para não desatar a rir quando lhe pus o prato na mesa. Pois não é que a criatura não só não reparou que aquele morango tinha ou pelo menos a intenção era ter forma de coração como ainda teve o descaramento de gozar do meu jeito para as artes manuais?!

Há-de ter muitos mimos enquanto eu me lembrar desta...pfff!

Sábado, 27 de Abril de 2013

Do fim-de-semana que começou na quinta-feira

Eu quero lá saber se é fashion comer sushi. O que eu sei é que é das comidas que mais prazer me dá comer. Oh coisa mais deliciosa!

Tentativa de apanhar sol na 5a feira. Aguentámos sensivelmente 30 minutos, até nos deixarmos vencer pelo vento (nojento!) e arrumarmos a trouxa.


Peniche (onde o sacana do tempo não nos deixou ir conhecer as Berlengas)


Aquele pontinho azul ali a meio é o senhor meu amor.


Óbidos

Correu pouco ou nada conforme planeado, graças (what else?) ao sacana do tempo. Passámos duas noites num bungalow muito fofo em Peniche (que, a julgar pelo barulho do senhor vento, parecia que ia pelos ares durante a noite passada).
Valeu sobretudo pela companhia (perfeita), pelo pequeno-almoço de hotel (coisa que esta lambareira que vos escreve adora, pois claro) e pela visita a Óbidos.

Segunda-feira, 22 de Abril de 2013

Leituras recentes


Foi o primeiro livro que li do João Tordo. Confesso que não me prendeu logo de início mas acabou por surpreender pela positiva. A última vez que peguei no livro, a 100 páginas do fim, não consegui mais largá-lo. Tem um desfecho imprevisível, muito bom.


Tinha este livro na prateleira desde o 10.º ano, quando a minha professora de filosofia disse que tínhamos mesmo que o ler, que era muito bom. Conta a vida do filho de um brâmane que deixa a família e parte à procura de se conhecer a si próprio e encontrar a perfeição espiritual.
Diz que o senhor (o Herman Hesse) ganhou o prémio nobel da literatura em 1946 e tudo. Mas esta área da espiritualidade e filosofia não me cativa particularmente, e a verdade é que achei o livro chatinho. Com certeza que a culpa é minha, que não tenho profundeza de espírito para atingir a importância da mensagem que é transmitida ao longo da história.



É a história de uma família americana ao longo de algumas décadas. Retrata o melhor e o pior do ser humano "comum". Mostra-nos como facilmente podemos usar a nossa liberdade para arruinar a nossa vida, ou simplesmente não fazer nada de bom com ela. Aborda a atitude tão típica de só darmos valor ao que não temos ou então quando deixamos de ter.
É bom, faz-nos pensar nas opções que tomamos para a nossa vida, mas tendo eu pegado nele cheia de entusiasmo (pois que até o Obama leu e gostou!) fiquei um bocado desiludida. Dispensava certas partes descritivas, às vezes torna-se meio entediante. 

Foi-me oferecido por uma amiga que está a viver em França. Deu para me entreter durante a viagem de regresso de fim-de-semana e para relembrar o francês mas... foi só mesmo isso (apesar de estar bem escrito).

Quarta-feira, 17 de Abril de 2013

Dos golpes baixos



Eu: Não me venhas com tretas que eu já te disse que estou chateada.
Ele: Ok. Mas posso fazer-te só uma pergunta então?
Eu (com cara de má): Diz lá...
Ele: Porque é que ficas tão linda quando te chateias?

E como é que se consegue manter o ar de má depois disto? Exacto, não se consegue  (mesmo sabendo que não passa de conversa fiada, claro).

Quinta-feira, 11 de Abril de 2013

Perigo


Aprendi a fazer crepes. E agora quem é que me convence a lanchar outra coisa quando chego a casa? Vai ser até enjoar, é o que é...

Quarta-feira, 10 de Abril de 2013

No dia em que (pelo menos na teoria) deixo de ser estagiária



Lembro-me das primeiras palavras que o diretor da minha unidade dirigiu aos estagiários, no primeiro dia. Qualquer coisa do género: "Preparem-se para ninguém gostar de vocês. A partir de agora, terão que contentar-se com o amor da vossa família.".

E é isto, pessoas, parece que agora é oficial, portanto já estão autorizados a odiar-me porque PASSEI NO EXAME FINAL E VOU SER INSPETORA TRIBUTÁRIA (mas não das que vai andar atrás de vocês a pedir faturas, ok?).

E mais não seja pelo facto de estarmos a viver nesta conjuntura, permitam-me estar feliz por ter assegurado o meu emprego.