sexta-feira, 24 de abril de 2015

Dramas domésticos #2



Iamos a conversar no caminho para o trabalho. Ou melhor, eu achei que íamos, porque de repente apercebi-me que estava a falar para o boneco, já que ele tinha o pensamento bem longe. Amuei (com toda a legitimidade do mundo, diga-se de passagem) e calei-me.
Já no trabalho, recebi um mail dele:
"Já recebi o reembolso do IRS".
Resposta minha: "Eu também. Mas hoje só falo contigo sobre o extremamente essencial (até pedires desculpa)."
Resposta fofinha dele: "Então se eu aguentar até à meia noite de hoje estou desculpado sem pedir desculpa? Acho que aguento :)".
Nojento.


Alguém que me explique por favor como se mantém a seriedade perante uma resposta destas. Sacana do homem, que tem sempre uma forma de me fazer rir mesmo quando não me dá jeito nenhum.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Peço, não peço...


...o divórcio.
Estávamos nós, no mês passado, a escolher um novo pacote de serviços da Meo, que deveria incluir o meu telemóvel. Eu, que percebo tanto de gigas e megas e afins como de mandarim, perguntei-lhe se 200mb de internet móvel era suficiente, ao que ele me responde qualquer coisa do género "Sim, dá para as tuas coisas". Confiei na sua vasta sabedoria e lá aderimos ao novo pacote.
Ora, estava eu ontem alegremente a passear pela internet no meu telemóvel quando recebo uma simpática mensagem a dizer que já esgotei o meu plafond mensal. No dia 22 de abril. (quando me espera hoje um dia inteiro de formação, em que o único computador em que vou pôr a vista é só e apenas o do formador. socorroooooo!)
Também... quem me manda a mim confiar num homem que nunca pôs os olhos num blogue (a não ser que seja sobre jogos) ou Instagram, e vai ao facebook de dois em dois anos?

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Dai-me Deus forças neste momento

Para resistir às tentações da vida. Estas em particular, que são as que me assolam com mais intensidade no momento.

O que eu gosto de bolinhas, senhores.

(estão as duas em promoção, na Mango)



(como se eu não tivesse uns 500 livros em casa para ler em casa, mais uns 50 emprestados.)

Oh vida difícil, a minha...

terça-feira, 21 de abril de 2015

Clubices


Sou benfiquista desde que me lembro (basicamente apenas porque o meu pai também o é, para dizer a verdade). Em relação ao futebol em especial, retirando um curto tempo de engano na minha vida (o segundo ano de faculdade) em que cheguei a ter Sport tv na minha casa por minha opção (don't ask) é desporto que não me atrai nem um bocadinho. 
Mas se há coisa que me cai mal é ver portugueses a celebrar a derrota de clubes do próprio país (seja ele qual for), quando jogam contra um clube estrangeiro. Que lhes seja indiferente até percebo, bastante bem até, agora que os faça feliz é coisa que me transcende. Completamente. 

E justificações do género "ah e tal ficamos contentes porque quando é ao contrário os outros também ficam" parecem-me válidas apenas para menores de oito anos. Ou dez, vá.

domingo, 19 de abril de 2015

Scalabis night race - do ponto alto

Foto daqui.



Eu podia dizer que foi o facto de a corrida ter sido à noite (detesto correr debaixo de sol e calor).
Podia dizer que foi o facto de ter corrido numa cidade muito gira - Santarém - entre igrejas, miradouros e ruelas muito engraçadas.
Também podia dizer que foi o facto de ter batido um recorde de tempo sem ficar a morrer.
Podia ainda dizer que foi o facto de o dorsal ter o nosso nome escrito, e ter sido espectacular ouvir vários desconhecidos a chamar por mim e a dar-me força durante a prova.
Mas não. Foi tudo muito bonito, sim senhor, mas o ponto alto da noite foi mesmo o momento em que, após a corrida, ferrei o dente num pampilho (doce típico de Santarém, que fazia parte das ofertas da corrida).


Como é que aquilo me escapou durante tanto tempo, senhores? Pior, como é que tenho uma colega (que partilha sala diariamente com o meu homem ainda por cima) que vive em Santarém e nunca nos levou aquela iguaria dos céus a provar? Isto não se faz.



(entretanto já dei ordens a senhor namorado para fazer um ultimato à colega: ou nos traz pampilhos em breve, ou não queremos mais nada com ela).

sábado, 18 de abril de 2015

Já estava mais do que na hora



De o blogue ter uma conta de Instagram, verdade? Pois aqui está ele, acabadinho de nascer e à espera da vossa visita. 

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Quando não queres meeesmo gastar dinheiro, até as lojas com as quais embirras normalmente se transformam numa tentação


(sim, são iguais...e acreditem que tive que me controlar para não trazer também em amarelo. eu quando gosto a sério dá-me para isto.)



Tudo da Bershka.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Prometeram-me que eu ficava viciada nisto ao final do segundo episódio


Já lá cheguei e continuo à espera (o que vale é que eu sou masoquista e dificilmente deixo a meio aquilo que começo).

[Isto de escolher séries que nos agrade aos dois, para vermos juntos, não é nada fácil, há sempre um de nós que se entusiasma mais que o outro. cheira-me que desta vez quem vai fazer o frete sou eu...]

terça-feira, 14 de abril de 2015

Sorriso parvo de felicidade na cara



É assim que eu estou desde que consegui assegurar lugar num cruzeiro para as ilhas gregas, em setembro.
Apetece-me gritar ao mundo que eu, Gelatina Maria da Silva, vou fazer um cruzeiro. Nas ilhas gregas. Este ano. É muita felicidade junta, senhores.

 [valores mais altos se levantaram e lá vou ter que alterar a data da minha 1.ª meia maratona. quem sabe, na loucura, para mais cedo?]

domingo, 12 de abril de 2015

Primeiros 15 km oficiais



E as dúvidas (tantas) de vir a conseguir tão cedo a Meia Maratona a baterem forte e feio a partir dos 11 km. 
Convenhamos que com uma manhã de céu aberto (não havia uma única nuvem), com a corrida a acabar por volta do meio dia e (pormenores) um número infindável de subidas (demoníacas!) para percorrer, não há vista de convento de Mafra nem de natureza que nos valha. 
Confesso que todas as vezes em que o despertador toca ao domingo nos dias de corrida oficial apetece-me bater em alguém. Normalmente é coisa que me passa mal me meto porta fora. Hoje, essa vontade voltou a apoderar-se de mim em quase 1/3 da corrida, mas mais uma vez a satisfação de chegar ao fim e (ainda por cima) ter feito um tempo muito melhor do que achava que tinha feito, fizeram valer a pena todo o esforço. Mesmo. Aqui entre nós que ninguém nos ouve, eu até posso queixar-me mas a verdade é que gosto cada vez mais disto de correr.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Na mesma semana em que comentei, em tom conformista, que não tenho propriamente o mais romântico dos namorados


Ele (sem fazer ideia que eu tinha dito isto) chega-me a casa com este mimo (chocolates da Portela Cafés, que eu tinha comentado há uns dias que temos perto de casa e eu tinha muita curiosidade em provar). E eu fiquei completamente derretida, claro.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Com tantos passeios giros que estão programados para os meus pés este ano



Não lhes ficava nada mal fazê-los em grande estilo, não senhor.

Ou de como eu passei mais de dois meses sem uma única compra de roupa ou calçado (nada de nada! juro!), para agora virem estes desgraçados tentar-me como há muito eu não me sentia tentada, numa altura em que não dá me dá jeito nenhum abrir os cordões à bolsa. Oh vida...


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Mimos


Por aqui houve visita de senhor pai, com direito ao célebre coelho de chocolate, sem o qual a Páscoa (mesmo que tardia) não tem o mesmo sabor (em dose dupla. diz que um deles é para senhor namorado. ele que não se apresse a comê-lo que eu não respondo por mim), um carregamento de maracujás cultivados por senhor pai (e que são uma das minhas frutas favoritas), outro de bolos do caco, e um pedaço do meu bolo favorito, feito por sodôna mãe (bolo de chocolate e queijo filadélfia).
Sou ou não sou uma moça cheia de sorte?

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Concretizar sonhos


Imagens tiradas do site da Halcon

Por aqui andamos em modo pesquisa para a concretização de um sonho, ali para os lados do Mediterrâneo. Com estas imagens (entre outras) como pano de fundo. 
Encontrámos uma oferta que foi amor à primeira vista (para nós dois ainda por cima, coisa que não é tão frequente quanto isso), e eu não vejo a hora de termos a reserva feita. Será que vai mesmo acontecer?

sábado, 4 de abril de 2015

Levar as tradições (demasiado) a sério


Chegámos a Braga no final da manhã. Para sobremesa, ao almoço, houve bolo de chocolate. Fomos passear com o intuito de comprar amêndoas de chocolate e, no caminho, toca de entrar na Spirito e pedir um gelado de duas bolas para cada um. Regressámos a casa na altura em que sodôna sogra estava a tirar bolachas caseiras do forno. Perdi a contas a quantas marfei (deliciosas!). Entretanto diz que ainda vai passar um pão-de-ló e um folar pelo forno (este último é mesmo a única coisa que dispenso de bom grado. eu é mais doces...caso tenha passado despercebido a alguém mais distraído).
E eu pergunto-me: é a cenários deste género que as pessoas se referem quando dizem que no norte a Páscoa é levada muito a sério, ou eu estou mesmo a exagerar (e a tentar arranjar uma desculpa para isso)?

(de qualquer das formas, se calhar dispenso saber a resposta até à tarde de amanhã. é que quer-me parecer que, neste caso, a ignorância é uma bênção)