sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

TAG - Gosto e não gosto

Fui nomeada pela Sofia para responder a esta Tag, que é bem engraçada. Basicamente consiste em partilhar convosco dez coisas de que gosto e de que não gosto, de forma aleatória. Vamos a isso?


Gosto
- De abraços (de pessoas queridas)
- De vestidos
- De conhecer restaurantes novos
- De promoções
- De dançar zumba
- De caminhadas na natureza
- De chá (gostar é pouco, sou viciada)
- De velas com cheiro
- Do cheiro a maresia
- De fazer arrumações em casa



Não gosto
- De grandes viagens de carro (tenho um pavor de morrer em plena auto-estrada que nem vos passa pela cabeça)
- De cheiro a tabaco
- De planos alterados à última da hora (control freak!)
- De sair à noite
- De cor de laranja
- De ambientes formais
- De comida picante
- De piscinas (nojentinha de serviço: presente!)
- De andar de salto alto (obriga-me a andar devagar - e desconfortável - e eu, que sou uma moça acelerada por natureza, não gosto)
- Que não respeitem o meu medo de animais (e me obriguem a deixar que me cheirem e se encostem a mim só porque "ele não faz mal")



[Uma curiosidade: gostei do facto de a parte de escrever os "gostos" ter fluído mais facilmente que a dos "não gosto", parece-me bom sinal.]

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Uma espécie de feriado a meio da semana

Foi preciso entrar no mundo do trabalho para descobrir que o dia de carnaval não é feriado. True story. E se nos primeiros anos da minha vida profissional trabalhei neste dia, nos últimos isso não tem acontecido. E se há coisa que sabe bem, mesmo sem se prolongar o fim-de-semana e tirar também a segunda-feira, é ter um dia de folga a meio da semana. É que sabe mesmo, mesmo bem.
A nossa terça-feira foi zero carnavalesca, mas soube pela vida. Para começar, fizemos algo que não fazíamos há meses: fomos correr à beira-rio. E na parte da tarde aproveitámos o sol para ir passear à praia. Nós e metade de Lisboa, a julgar pela quantidade de gente que lá estava. E ao final do dia ainda houve jantar de amigos lá em casa.
Com dias como este, por mim podia ser Carnaval todas as terças-feiras.

Oh pra ela toda vaidosa a estrear as sapatilhas novas!



quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Do amor


Foto tirada em 2015, em Mykonos.


Depois de ter feito um post tão duro sobre o amor há um ano, e de tanta coisa que aconteceu desde então, senti necessidade de voltar a escrever sobre isto do amor. Dar-vos uma versão atualizada sobre aquilo que me vai na alma neste momento.
No ano que passou passei por um processo (que ainda não acabou mas que entretanto está direcionado para outras áreas da minha vida) de autoconhecimento que me ajudou a perceber o que quero para mim, como também a distinguir aquilo que eram problemas da relação daquilo que eram problemas meus. Ajudou-me a perceber o que é que é mais importante, o que é que pode - e deve - ser mudado, e o que é que faz parte da essência (de cada um de nós) e que não vale a pena querer mudar. Que ou se aceita, ou mais vale partir para outra.
Com os pés assentes na Terra, defini prioridades e percebi aquilo que quero para mim, o que valorizo, o que é mais importante. Com a perfeita consciência de que existirão sempre divergências e momentos menos bons, mas que valem a pena ser vividos. Em prol da parte boa (que é muito boa). E que - até agora - tem compensado largamente a parte menos boa. E, enquanto assim for, valerá a pena continuar. 

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Prenda atrasada de mim para mim (ou a desculpa que acabei de arranjar para comprar uma coisa que não me fazia falta nenhuma)


É caso para dizer que (abstraindo do facto de eu ter vários pares de sapatilhas) não sei como é que consegui viver sem elas até agora. 
Não podiam ter mais a minha cara, não podiam ser mais lindas. Comprei-as aqui com um desconto de 10% (neste momento o site está com 15%). 
Já chegaram e arrisco-me a dizer que são as sapatilhas mais lindas que já tive.

[E sim, não são as minhas primeiras gazelle, mas estas têm bolinhas e são maravilhosas e isso são motivos mais do que válidos para arranjar mais um par, como está bom de ver].

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Fim-de-semana



O fim-de-semana teve direito a jantar com uma pessoa querida que entrou na minha vida através da blogosfera. A matar saudades de um casal amigo (e a conhecer - e apaixonar-me - pela coisa mais fofa que é o filhote deles). A passeio no meu lugar preferido de Lisboa. Aos treinos do costume. A séries antigas e novas (vimos o primeiro episódio de "La casa de papel". estava muito curiosa para ver. para já pouco mais posso dizer para além de que é muito peculiar, absorvente e já me deixou muito curiosa para ver o que é que aí vem). E a aproveitar o pretexto da chuva  para trocar os passeios por um domingo caseiro de sofá (também vi o documentário "What the health" e, apesar de não concordar com tudo o que lá é dito, deixou-me bastante angustiada, como fico sempre que reflito no facto de até a saúde (e a doença) serem um negócio...e que negócio!) e muitos cozinhados. 

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Fim-de-semana de aniversário nas Aldeias do Xisto - parte 3 (Cerdeira e Candal)

Os planos para o domingo passavam por fazer uma caminhada entre as duas aldeias que nos faltava conhecer: Candal e Cerdeira.
Fomos ter ao Candal, onde deixámos o carro, e rumámos à Cerdeira, num trilho de 2,5km com uma dificuldade que eu classificaria de média.

Cá está o Candal. Das quatro aldeias que vimos, foi a que me aqueceu menos o coração (mas conquistou-me o estômago).

























Perto de uma hora depois, chegámos à Cerdeira.








Terminado o trajeto e com o estômago já a reclamar por comida, lá tivemos que fazer o regresso para o Candal, onde tínhamos o carro. Decidimos voltar pela estrada, para ser mais rápido. Chegados ao Candal, almoçámos naquele que provavelmente será o único restaurante da zona, chamado Sabores da Aldeia. Eu pedi uma chanfana, o senhor namorado pediu uma alheira, e ambos os pratos estavam ótimos. A carne da chanfana era tão macia e saborosa! E a quantidade da dose era tal que viemos de lá com um tupperware com almoço para o dia seguinte.
Uma cena engraçada que nos aconteceu foi que não tínhamos dinheiro e o multibanco não estava a funcionar porque eles estavam sem internet (estive várias horas sem rede de telemóvel nem internet, aquilo fica mesmo isolado) e o multibanco mais próximo ficava na Lousã, a 10 km de distância. Quando nos disseram que o MB não estava a funcionar tivemos alguns uns segundos sem saber o que fazer à nossa vida, até que a fofinha da dona nos trouxe um papel com o NIB dela e disse-nos para transferir o dinheiro quando pudéssemos. À confiança, sem ter ficado com um contacto, um nome nosso...nada (e já agora, já está pago ;)).
Foi um fim-de-semana maravilhoso, cheio de momentos que vão ficar guardados num cantinho especial da minha memória (e coração).

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Factos aleatórios (não necessariamente interessantes) sobre esta que vos escreve #3



Gosto de fazer compras de supermercado. 
Gosto de escolher o que compro, de ler rótulos, de ser surpreendida com um dos meus produtos de eleição em promoção. Também gosto de chegar a casa e encher a despensa e o frigorífico com coisinhas boas. 
Lá em casa vamos sempre juntos ao supermercado (mas só eu é que tiro prazer nisso, por ele nunca metia lá os pés) e temos um ritual tão bem organizado que até dá gosto ver. Foi uma coisa que surgiu naturalmente, sem grandes combinações, mas quando demos por ela já estava tudo muito bem definido: por exemplo sou eu que escolho os legumes, ele a fruta; ele é que escolhe o peixe, eu a carne, etc.
Às vezes lá nos cruzamos entre corredores e pedimos uma opinião ao outro sobre um determinado departamento, outras vezes "negociamos" do género "deixas-me levar uma daquelas natas "semi" saudáveis de soja que tu dizes que não são natas e que não sabem a nada e eu deixo levar umas natas das normais que fazem mal", mas regra geral, é uma rotina que funciona na perfeição. E que me dá prazer.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

A prenda mais linda

Foi-me dada pelo senhor namorado no meu aniversário (e ficava bonito dizer que tinha sido ele a escolher mas não foi, fui mesmo eu) e estou encantada da vida com ela.
Tem aquela cor que dá com 90% da minha roupa de inverno, tem o tamanho ideal (não gosto de malas muito grandes mas o facto é que ando sempre cheia de tralha) e é linda que só ela.
Gosto tanto!



terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Fim-de-semana de aniversário nas Aldeias do Xisto - parte 2 (Gondramaz e o nosso alojamento)

Primeira parte aqui.
Há anos que queria visitar as Aldeias do Xisto. A que eu tinha mais vontade de conhecer - só por ser a mais conhecida - era Piódão, mas não nos apetecia fazer uma viagem tão grande só para ir de fim-de-semana, pelo que decidi procurar algo que ficasse mais perto. 
Em pesquisas pelo Booking, encontrei várias casinhas amorosas, mas inseridas em Aldeias de Xisto não eram assim tantas. Até que me deparei com a Mountain Whisper em Gondramaz, e depois de obter a aprovação do senhor namorado (normalmente sou eu a fazer estas pesquisas, e dou-lhe a escolher entre os meus preferidos) lá fizemos a reserva (a Mountain Whisper tem cinco casas ao todo, com várias tipologias).
Chegámos a Gondramaz ao final da tarde de sábado, debaixo de chuva, pelo que fizemos o check in e fomos logo para casa, donde já só saímos no dia seguinte (levámos comida pronta de casa e jantámos por lá, mas também dava para cozinhar se quiséssemos).


A casinha onde ficámos é a do lado esquerdo da foto abaixo. É um duplex (em cima tem a sala e cozinha, em baixo o quarto e a casa de banho) e tem uma decoração pensada ao pormenor.



O quarto e as escadas para o piso superior.



O piso superior. Não dá para perceber pelas fotos mas tínhamos três janelas com vista para a serra.




Na manhã de domingo, depois de um pequeno-almoço delicioso na casa comum do empreendimento (com várias variedades de pão, todos muitos estaladiços, que me souberam pela vida, várias compotas, fruta e café) andámos a passear pela aldeia - que é bem amorosa - e pelas redondezas.

Um dos espaços comuns do Mountain Whisper. No verão deve saber bem um mergulho. No domingo não estava propriamente apetecível =).












Deixámos Gondramaz a meio da manhã de domingo, e rumámos às duas aldeias que nos faltavam conhecer: Candal e Cerdeira.


[continua]

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Fim-de-semana de aniversário nas Aldeias do Xisto - parte 1 (Talasnal)

O fim-de-semana foi tão bom e tão cheio de paisagens pra lá de fotogénicas que não consigo fazer só um post sobre ele. Segue o primeiro (de dois ou três) posts com o nosso primeiro dia.
Saímos de Lisboa a meio da manhã, e perto das 13h, depois de pouco mais de duas horas e 200 quilómetros de estrada, chegámos à Serra da Lousã.
Tínhamos três aldeias para conhecer por ali. Decidimos conhecer duas delas (Candal e Cerdeira) num dos muitos passeios pedestres que se pode fazer na zona e que liga as duas aldeias, e fomos conhecer a terceira, que - segundo pesquisámos, era  a mais conhecida das três: Talasnal.

As aldeias que visitámos ficam a noroeste deste mapa.

No caminho para o Talasnal (nunca conseguia acertar com o raio do nome desta aldeia. Houve uma altura que desisti e, na brincadeira, comecei a chamá-la de Taj Mahal. e ai de quem me venha dizer que não é parecido).






A chegada à aldeia, de carro, deslumbra-nos logo com esta pequena (grande) fofura de paisagem. Pelo quefoi preciso cerca de um segundo para eu me ter apaixonado por aquela aldeia.






























Dá para não adorar?





























Na primavera, com flores, também deve ser espetacular.








Depois de passearmos pela aldeia, decidimos fazer uma caminhada aparentemente curta mas com um grau de dificuldade bastante elevado. Só no dia seguinte, quando estavamos do outro lado da montanha, é que nos apercebemos do quanto tínhamos andado.

O Talasnal é o ponto A. Começámos por ir ao ponto B (que é outro aglomeradozito, mas mais pequeno), depois fomos ao ponto C, com vista para o castelo (uma amostra de "castelo" mas amoroso) e dali voltámos ao ponto A. Não foi pêra doce.




Este é o ponto C da foto de cima.


Terminámos o passeio perto de duas horas depois de termos começado, mesmo a tempo de fugir à chuva que tinha começado a cair há pouco. Eram perto das 16h, e fomos a um dos poucos (julgo que são dois) restaurantes do Talasnal: a Taberna da Ti Filipa, onde partilhámos uma "telha" com uma mistura de carnes e legumes grelhados que estava muito saborosa.
Conto-vos sobre a aldeia onde ficámos alojados, e sobre os passeios de domingo, num próximo post.