terça-feira, 19 de junho de 2018

Leituras



O primeiro homem de Roma

Avaliação do Goodreads: 4,09/5
Minha avaliação: 3/5

Comprei este livro porque gosto da escritora e porque uma das minhas "companheiras" de leitura de recomendou muito. E porque, não sendo o meu género de livro favorito, gosto sempre de melhorar a minha cultura geral, que não é grande coisa em história (principalmente quando o assunto é Roma ou a Grécia antiga, que são assuntos que o senhor meu namorado domina como mais ninguém que eu conheça, o que aumenta ainda mais a minha vontade de aprender, mais não seja para conseguir acompanhar as conversas dele com algum entusiasmo).
Para quem aprecie o género romance histórico, recomendo muitíssimo este livro. Mas aviso já que é o primeiro de 10 volumes e tem quase 1000 páginas (foi a minha leitura de cabeceira durante meses).
Passa-se na Roma antiga, começando em 110 a.C. e foca principalmente no papel de Caio Mário e Lúcio Cornélio Sula na República romana.
É um livro riquíssimo em termos de pormenores, e foi aí que, para mim, numa opinião muito pessoal, falhou, porque a quantidade de personagens (com nomes compostos e complicados de decorar), de histórias cruzadas e de pormenores deixam-me sempre algo perdida e como não estou a par dos personagens todos acabo por me perder e, com isso, perder também algum interesse em certas passagens do livro. 
Mas, como digo, para quem seja apreciador do género, está muito bem escrito e recomendo muito.



Os loucos da rua Mazur

Avaliação do Goodreads: 4,02/5
Minha avaliação: 3,5/5

Depois de ter adorado o primeiro livro que o João Pinto Coelho publicou (Perguntem a Sarah Gross) estava em pulgas para ler este.
A história principal passa-se na Polónia e, tal como o primeiro livro do autor, o tema principal deste livro também é a segunda guerra mundial e o massacre dos judeus. Apesar de ser um tema abordado até à exaustão pela literatura/cinema, consegue ser bastante diferente de toda a ficção que já li sobre o assunto (e já li alguma). É obviamente triste e pesado (e com algumas descrições impróprias a sensíveis) e, apesar de interessante e de ter uma escrita muito rica, não me prendeu como o outro. Nem de longe. A maior parte do livro tem uma escrita algo complexa, e eu confesso que apesar de dispensar literatura demasiado básica, leio para me distrair e relaxar e não sou fã de livros que me obriguem a uma grande concentração para não perder o fio à meada, e isso aconteceu neste livro. Para além disso, a história também não me prendeu particularmente. Não fiquei fã.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Fim-de-semana

Finalmente chegou (e passou) o dia 16 e um dos três assuntos que me têm ocupado/preocupado mais nos últimos tempos a nível profissional está despachado. O segundo (e último) exame de progressão na carreira e está feito pelo que acabou o estudo por aqui (pelo menos nos próximos tempos. bem, a nível de progressão na carreira há-de ser na próxima década...no mínimo). 
Entretanto avizinha-se uma mudança profissional esperada já há vários meses que me tem deixado algo ansiosa (ou não fosse eu a ansiedade em pessoa) vamos ver se se concretiza finalmente que este sofrimento por antecipação faz-me mal e já chega deste limbo.
Mas voltando ao fim-de-semana, exame feito, foi tempo de aproveitar. E aproveitou-se comendo sushi, almoçando com amigos e indo (fi-nal-men-te!) à praia.






































Não há grandes registos fotográficos do fim-de-semana, mas há memórias boas e momentos felizes, que é o que verdadeiramente importa.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Update

A minha ausência destas andanças deve-se a uma vidinha muito pouco interessante nos últimos dias com nada digno de registo.
Normalmente por volta desta semana estou de férias longe daqui. Este ano estou em Lisboa e não só não vou festejar o Santo António como tenho exame de progressão de carreira no sábado. Não é nada que me tire o sono, até porque já não preciso de nota sequer, mas é o suficiente para não me ter deixado aproveitar o feriado da forma que mais gosto: longe de Lisboa. Mas vamos fazê-lo para a semana, mesmo que sem feriados, e apesar de serem só quatro dias estou ansiosamente à espera deles. Até lá, ficam avisados: não esperem nada de muito interessante por aqui.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Factos aleatórios (não necessariamente relevantes) sobre esta que vos escreve #4



1. (contrariamente a 95% da população portuguesa) Não sou viciada em café. Sou capaz de passar um dia inteiro sem tomar um sequer, sem lhe sentir a falta (a não ser em dias de formação muito secantes. mas em dias de trabalho normais não me faz falta).
2. Mas sou viciada em chá. Bebo quatro canecas por dia no trabalho, e aos fins-de-semana bebo "baldes" de chá em casa.
3. Não consigo deitar-me na cama e desligar logo a luz para dormir. Normalmente leio, nem que seja uma página (muitas das vezes é quase só mesmo uma página, raramente tenho dificuldade em adormecer).
4. Não consigo ler nem trabalhar (nem concentrar-me em geral) se tiver pessoas por perto à conversa. O que, quando não se trabalha sozinha, pode ser (e é por vezes) um grande problema.
5. Adoro fazer experiências culinárias de receitas saudáveis.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Preferes isto ou aquilo?



A sodôn' A Gata de Saltos Altos nomeou-me (há uma vida...sorry!) para responder a umas perguntinhas. Tardei a responder mas não me esqueci delas. Cá vão as respostas:

1.Sapatilhas ou salto alto?
Não sei andar de salto alto (digno desse nome pelo menos) e detesto fazê-lo, porque me obriga a andar a 1/5 da minha velocidade habitual (sim, sou uma pessoa acelerada :p). Prefiro mil vezes sapatilhas (embora, com muita pena minha, só as use aos fins-de-semana e nas férias).



2. Saia ou jeans?
Posso acrescentar uma terceira opção e responder "vestidos"? É que é mesmo a peça de roupa que mais uso no dia-a-dia. Mas pronto, se tiver meeesmo que escolher uma das duas, venha de lá a saia.


3. Zara ou Mango?

Eu tenho uma paixão assumida pela Mango. Adoro o site da loja e a forma como funciona (acho que dá um jeitão que dê para fazer uma wish list e receber notificações da disponibilidade dos produtos), o que faz com que tenha muitas pechinchas que namoro durante meses e só compro no fim dos saldos, quando existem =). Também adoro a Zara, mas na Mango a probabilidade de nos cruzarmos com pessoas vestidas igual a nós reduz de 1 em cada 5 pessoas (Zara) para...uma em cada 20, vá :p.



4. Verniz vermelho ou nude?
Adoro os dois. Mas tenho uma inclinação especial para o vermelho.

5. Cabelo curto ou comprido?
Depende da definição de "curto" :p. Já tive cabelo comprido muito mais tempo do que o curto, mas neste momento sou mais fã dele mais curto (mas nunca grandes radicalismos, não tenho coragem para isso).

6. Verão ou Inverno?
Verão. Sou a pessoa mais friorenta do planeta, sofro muito com o frio.

7. Instagram ou facebook?
Instagram. Adoro fotografia.

8. Agenda em papel ou agenda electrónica?
Neste momento, agenda eletrónica. É muito mais prática (principalmente em relação aos lembretes) e não precisamos rasurar quando nos enganamos ou alteramos planos.

9. Massa ou arroz?
Adoro ambos, mas talvez a massa esteja ainda mais lá em cima no top das preferências.

10. Pedro Teixeira ou Lourenço Ortigão?
Nenhum dos dois me entusiasma particularmente. Mas vá...o Lourenço Ortigão.

11. Durante um dia preferias ser a Cristina Ferreira ou a Georgina Rodriguez?
Eu juro que fiz um esforço mas não consigo escolher. Dava-me jeito mais uns zeros na conta, como deve ter qualquer uma das duas, mas para vestir a pele de qualquer uma delas, só mesmo debaixo de ameaça de morte :p.


Peço desculpa por não cumprir as regras na íntegra e não fazer perguntas nem nomear ninguém, mas eu nestas coisas sou uma preguiçosa do pior. Obrigada Gata pela nomeação =)!

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Fim-de-semana

O fim-de-semana foi passado com a família do senhor namorado, em Viana do Castelo. 
Apesar desta Primavera armada em Outono que teima em não ir embora, deu para uns belos passeios. E para comer açúcar em quantidade superior à que devo ter comido no último mês (entre pequenos-almoços fora, bolas de berlim do Natário e sobremesas em casa, foi um deus nos acuda!).

Rua mais amorosa.



quarta-feira, 30 de maio de 2018

As compras do Summer Market Stylista

Se me perguntarem que peças de roupa mais gosto de comprar, a resposta é rápida: vestidos e biquínis. Adoro comprar vestidos e biquínis, e nem tenho noção de quantos tenho em casa (mas são mais do que aqueles que preciso, isso é claro).
Sigo a Marygworld no Instagram há muito tempo e adoro praticamente todos os vestidos da marca, mas como só tem tamanhos únicos e normalmente isso é coisa que não funciona lá muito bem com o meu tamanho de amostra de gente, achei que era melhor experimentá-los ao vivo antes de me decidir a comprar um. Isto depois de me ter apaixonado perdidamente por um em particular há umas semanas. Este:






































Adoro vestidos rodados e perdi-me de amores por este. Acontece que ele é preto (e eu não sou muito de usar preto no verão, apesar de nem saber bem porquê, porque não acho que fique mal) e é meio transparente, pelo que me pus a experimentar outros do mesmo modelo e decidi-me por um com cores mais primaveris. Este (que não está no Instagram da marca, pelo que vão ter que levar com uma foto de qualidade duvidosa tirada por mim em casa):


Adoro o padrão e já o usei esta semana, com um casaco por cima, mas a verdade é que me fica ligeiramente mais largo e comprido do que aquilo que gosto de ver em mim. Mas acho que não é nada que a santa da sodôna minha mãe não consiga resolver com a máquina de costura dela na minha próxima ida à Madeira.

Já o biquíni é da Ros Beachwear, onde já tinha comprado dois no ano passado. Perco-me com biquínis, e esta marca tem padrões e modelos tão bonitos que fica difícil escolher. Não foi fácil decidir-me por um, mas foi este o eleito, coisa mais linda de sua dona:






Agora é esperar pelo bom tempo (que pelo andar da carruagem deve chegar lá para Agosto) para estreá-lo.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Fim-de-semana

O sábado começou em modo "desgraça para a carteira", no Summer Market Stylista. Fui lá com duas compras em mente (um biquíni da Ros Beachwear e um vestido da Marygworld) e saí de lá com ambos (hei de fazer um post sobre eles, que são liiiindos). O resto do dia foi bastante caseiro, sem nada digno de registo.
Já ontem o senhor namorado decidiu que lhe apetecia almoçar fora de Lisboa pelo que, para variar, foi ele que escolheu o destino e o restaurante e lá fomos a uma pizzaria em Cascais. Chama-se Pikas e as pizzas são muito boas.






































Depois aproveitámos o sol para dar um passeio pela Boca do Inferno e arredores. O mar estava com uma cor fabulosa. Adorei o passeio.







terça-feira, 22 de maio de 2018

Como tomar decisões em três tempos

Sabem aquele comportamento muito humano de só se dar valor a certas coisas quando estamos na iminência de perdê-las? Pois bem, eu não acho que sou assim em relação às pessoas que tenho na minha vida. Mas quando o assunto é amores mais fúteis tipo roupa, a coisa muda de figura. 
Eis o que se passou entre mim e este belo vestido que podem ver nas imagens abaixo.



1. Apaixonei-me pelo vestido mal botei os olhinhos nele pela primeira vez. 
2. Fiz contas à vida e pensei que merecia dar esse miminho a mim própria, a seu tempo. 
3. Volta e meia ia ao site ver se o vestido ainda estava disponível. Como ainda havia todos os tamanhos, sossegava e seguia alegremente com a minha vida.
4. Cheguei ao site um belo dia e os tamanhos M e L estavam esgotados. Foi o que bastou para o "Hei-de comprar o vestido um dia destes" ter passado a "Vou comprar já" no espao de um nanosegundo.
5. Faço a compra, atualizo o site e vejo que o tamanho que comprei era o último disponível (porque agora aparece como indisponível).
6. Penso que só pode ser um sinal dos deuses de que - como se já não bastasse ele ter tãoooo a minha cara - o vestido tinha mesmo que ser meu.
7. Faço figas (muitas, que isto de pagar quase 7€ de portes de envio dói, e ter que pagar outros 7€ se tiver que devolvê-lo ainda doerá bem mais) para o vestido ficar tão bem em mim como fica na Alexandra Pereira, enquanto aguardo ansiosamente que ele chegue às minhas mãos.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Bruxismo e uma ameaça de divórcio

A minha vida não tem andado propriamente interessante nos últimos tempos. Muito trabalho (e um em especial que me deixa beeem longe da minha zona de conforto), formação, um exame (o último) de progressão na carreira a menos de um mês e a expetativa de uma mudança para muito em breve no trabalho.
Resultado: a pessoa, que andava toda orgulhosa da sua evolução a vários níveis nos últimos tempos (consequência de mais de um ano de terapia), apercebeu-se que afinal ainda não lida assim tão bem quanto isso com certas situações.
E como é que me apercebi disso? Achava eu que estava a lidar relativamente bem com esta fase (ou pelo menos a enfrentar os problemas de frente)  quando o senhor namorado começou a queixar-se que eu agora ranjo os dentes enquanto durmo, todas as noites. 
Ora, isto é coisa que, tanto quanto sei, faço há uma catrefada de anos (se é que não fiz sempre, mas nem sempre dormi acompanhada na minha vida), mas diariamente, quando supostamente estava numa fase boa da minha vida (pelo menos em comparação com a tempestade que vivia há um ano), não estava nos planos. 

Imagem daqui.

E enquanto tento descobrir o porquê deste bruxismo (para quem não sabe, é assim que se chama este problema, e que à partida terá uma causa do foro emocional), tenho também que lidar com a "fúria" do homem, que não anda a dormir propriamente bem por minha causa (e volta e meia já agarra na almofada e vai dormir para outro quarto, que diz que não me aguenta). 
Já comprei uma proteção bocal daquelas que os praticantes de boxe usam (sim, leram bem) mas não há maneira de aquilo me encaixar bem na boca (e entre continuar a ranger os dentes e morrer asfixiada com aquela coisa enfiada pela goela, prefiro a primeira). Em tempos tive uma goteira (aparelho móvel) quando tirei o meu aparelho fixo, mas não faço ideia onde é que pára a dita cuja (se é que ainda me serviria), pelo que já marquei consulta de ortodontia a ver se arranjo um novo para usar enquanto durmo. 
É isso ou ficar sem dentes...e sem homem (e sem dentes sou capaz de ter alguma dificuldade em arranjar alguém para substituí-lo :p).

P.S. Já agora, se alguém já passou pelo mesmo e tem dicas para resolver isto, agradecia muito que partilhassem comigo.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Séries

Não são só as leituras que andam com um ritmo mais acelerado. As séries também. Depois de termos acabado La casa de papel (que saudades, snif!), começámos a ver duas séries (juntos): 



Versailles 


Mad Men

A Versailles comecei a ver mais pelo senhor namorado do que por mim, mas atendendo aos meus parcos conhecimentos de história (em geral), acho que nem que seja por uma questão de cultura geral é bom ver este género de séries de vez em quando. Ainda estamos no início, gosto, mas não me entusiasma por aí além.
Já o Mad Men eu tinha muita curiosidade em ver porque tem fama de ser uma série ótima. Nem sabia qual era o assunto, mas sabia que queria ver. Para quem não conhece, passa-se em Nova Iorque, na década de 60, e gira em torno da vida dos trabalhadores de uma agência publicitária (chama-se Mad Men porque, tanto quanto percebi, as grandes agências de publicidade da altura localizavam-se na Madison Avenue).
O retrato que a série faz da época é bastante autêntico e, apesar de às vezes ser paradinha (e eu sou uma moça que quando se senta/deita no sofá tem sono com muiiiiita facilidade) tem conseguido cativar-me bastante. Estamos a acabar a primeira temporada e estamos os dois a gostar muito.
E entretanto, sozinha, estou a acabar a primeira temporada de Orange is the new black que, tenho que confessar, me aborrecia um pouco nos primeiros episódios, mas está a ficar bem mais interessante.


Mas nenhuma delas é La casa de Papel...e eu queria tanto uma série que me voltasse a entusiasmar daquela forma. Têm sugestões desse lado?

terça-feira, 15 de maio de 2018

Leituras

Já li 6 livros este ano. Tendo em conta que o objetivo são 18 não estou propriamente a um ritmo espetacular, mas atendendo aos últimos anos não está nada mau. 
Hoje trago-vos a minha opinião sobre os dois últimos livros que li.


O que o dia deve à noite

Avaliação do Goodreads: 4,17/5
Minha avaliação: 3,5/5

Este livro passa-se na Argélia colonial (meados do século XX) e conta-nos a história de vida de Younes, um rapaz muçulmano.
É uma história muito triste, pesada, que nos põe a pensar nas escolhas que fazemos na vida e que também nos dá a conhecer um pouco da história recente da Argélia. Está muito bem escrito (tem frases mesmo muito bonitas e poéticas). 
Só não lhe dei uma avaliação mais alta porque um livro só consegue prender-me verdadeiramente se, para além da escrita, também contar uma história que me desperte curiosidade sobre o que vai acontecer a seguir, o que acabou por não acontecer comigo na grande maioria do livro. Mas é uma leitura que vale a pena.


Um homem chamado Ove

Avaliação do Goodreads: 4,35/5
Minha avaliação: 4/5

Uma das amigas com quem me farto de trocar livros leu este "Um homem chamado Ove" e gostou tanto que foi logo comprar tudo o que havia publicado do autor. E eu, que já o tinha na minha lista "To read", fiquei com ainda mais vontade de pegar nele.
O livro gira todo à volta de Ove, um personagem que começamos (ou eu comecei, pelo menos) a odiar mas a quem rapidamente vamos ganhando algum afeto, que vai crescendo ao longo do livro. É uma história simples, de leitura muito fácil, sobre alguém aparentemente durão e insensível mas que esconde imensas qualidades e um coração enorme. 
É uma história triste mas que nos "aconchega" ao mostrar o amor e a amizade em diversas formas. 
É uma leitura rápida, fácil e tão boa. Recomendo muito!

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Fim-de-semana

Foi um fim-de-semana muito caseiro mas com as coisas boas do costume (séries, invenções culinárias fiz uns queques de laranja e chocolate que adorei, tenho que passar a receita aqui para o blogue - e treinos) e ainda teve o bónus de termos ido conhecer um sítio tão bonito onde, estupidamente, nunca tínhamos ido apesar de ser "à porta" de casa. 
Foi um fim-de-semana bom.





































Sushi no meu restaurante preferido (de sushi) de Lisboa: Sushi dos Sá Morais.

 E o jardim mais amoroso que descobrimos pela nossa zona (já que - ainda - não tenho a varanda que tanto queria ter para as minhas leituras, parece-me uma alternativa bastante apetecível).

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Cenas saborosas várias que eu vou descobrindo na minha senda fit #2

Eu sou doida por pão. Pão é capaz de estar no top 3 das coisas que mais gosto de comer. E até sou uma pessoa bastante saudável na minha alimentação, mas se há alimento que me recuso a deixar de consumir é pão. Quero lá saber se tem gluten (até porque o gluten, tanto quanto sei, nunca me fez mal, e a fazer será com certeza bem menor do que o prazer que eu tenho a comer pão).
Mas, como pessoa preocupada com a saúde que sou, lá vou tentando descobrir pães mais saudáveis para comer no dia-a-dia. E, meus amigos, há certos Continentes que têm uma padaria que me deixa à beira do histerismo com a variedade de pães diferentes que tem. Soubessem vocês como eu deliro com isso! É um facto que a grande maioria deles tem pouco de mais saudável que o tradicional pão branco, até porque a base normalmente é a mesma (farinha de trigo), mas há dois em particular que eu simplesmente a-do-ro (e tenho tanta, tanta pena que haja tão poucas vezes no supermercado onde vou) e de cada vez que os encontro tenho que fazer um esforço hercúleo para não me apoderar do stock inteiro e entupir o meu congelador de pão. Pois que são o pão de albarrofa e a 8ª maravilha do mundo em forma de pão, que descobri mais recentemente: pão de abóbora e nozes. Oh meu deus, como aquilo é delicioso!
Como disse antes, aquilo de mais saudável tem pouco, porque é feito com farinha de trigo. Mas leva 9% de doce de abóbora (que lhe dá um tom amarelado) e nozes, e tem uma textura e sabores perfeitos. Isto não é publicidade, e estes pães não são nada baratos, mas meus amigos, para comer cenas destas eu pago com todo o gosto.




terça-feira, 8 de maio de 2018

Saldos, ainda demoram?

Tenho andado a fugir das lojas como o diabo da cruz e ainda não comprei nada da nova coleção (com exceção das minhas New Balance mais lindas, que também não estavam nos planos mas uma pessoa não é de ferro). Com muita pena muita não sou rica e isto não pode ser só andar a viajar sem alguma contenção noutras áreas, não é verdade?
Mas, mesmo fugindo delas, há uma peça ou outra que se cruzaram no meu caminho e que não me importava nem um bocadinho de levar para casa.



Daqui. Não é preciso dizer que não podia ser mais a minha cara, pois não?


O conjunto (são calções e camisa). Daqui.




Eu e a minha panca por roupa de desporto. Daqui.