terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Lisboa, here we go...


Quem me segue por aqui sabe bem que a minha mudança para o Porto nunca foi algo que me entusiasmasse por aí além. Era uma ideia que estava conversada com o meu namorado desde o início do nosso namoro mas a verdade é que, quanto mais próxima estava a sua concretização, mais me custava. Vivia em Lisboa há 12 anos, era (é) lá que me sinto em casa, era (é) lá que tenho um local de trabalho para onde vou bem disposta todos os dias (apesar de não gostar por aí além do que faço), era (é) lá que sinto que pertenço.
E, depois da mudança, continuou a custar. Mas nunca, em momento algum, me arrependi de ter vindo. Era uma oportunidade que eu tinha que dar à minha relação. Mesmo que mais tarde decidisse voltar. Pelo menos fá-lo-ia tranquila com a minha consciência, porque tinha tentado.
Passaram-se 10 meses desde a mudança. Houve momentos em que me senti mesmo triste por cá estar (quase sempre durante a semana, no trabalho), outros em que achei que já estava mais do que conformada. E andava eu em finais do ano passado nessa onda de conformação, vivendo relativamente bem com isso, quando o meu namorado - a pessoa por quem decidimos vir para o Porto - me disse que queria voltar para Lisboa. Oi? Como assim, voltar para Lisboa? Isso mesmo, voltar para Lisboa!
Mesmo depois de perceber que ele estava convicto do que me estava a dizer, confesso que andei em negação durante uns tempos. Porque não me podia dar ao luxo de criar expetativas de um regresso que depois não se concretizaria. Não teria estofo emocional para aguentar tal coisa. Não depois de tudo o que passei para me mentalizar que agora é aqui que está a minha vida. Mandei-o refletir seriamente sobre o assunto, disse-lhe que há certos problemas (que temos tido enquanto casal e sobre os quais não me apetece falar) cuja solução está longe de se encontrar na cidade onde vivemos.
O tempo passou e ele manteve a vontade de regressar a Lisboa. A vida que temos - que ele tem - aqui no Porto não o faz feliz, e ele já não tem dúvidas de que não é aqui que quer estar. 
Eu não acredito em soluções milagrosas, e estou longe de achar que vamos chegar a Lisboa e que todos os nossos problemas se vão transformar automaticamente em contos de fadas. Não vão. Mas se ele está decidido, quem sou eu para contrariá-lo?
Não tenho andado aos pulos de contente porque infelizmente sei que esta mudança, por si só, não vai resolver os nossos maiores problemas neste momento. Mas, se é para enfrentá-los (e, a seu tempo, resolvê-los), que seja em Lisboa. Pelo menos lá estou em casa =).



E já tenho autorização formal do big boss lá no trabalho. No dia 20 de fevereiro, estarei de volta à cidade do meu coração. Desta vez for good.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Fim-de-semana

Foi um fim-de-semana calmo, o que passou. Houve tempo para matar os desejos de sushi com que andava há uns tempos, para estrear as minhas gazelle pretas mais lindas, para passear pelo Porto debaixo de um sol lindo (mas frio) e para ir ao cinema (programa que também já não fazia há meses).
No sábado, ao almoço, fomos experimentar o Kyoto na Baixa. Pedimos um menu free style de 35 peças que tivemos dificuldade em acabar (as peças são grandes). Adorei a qualidade do sushi, mas tinha preferido as peças ligeiramente mais simples e com menos invenções (culpa nossa, que pedimos este menu free style em vez de um mais tradicional).








Depois do almoço andámos a descobrir novos recantos do Porto e a revisitar outros.


Ao final da tarde fomos ao cinema. Eu adoro dramas, e neste momento tenho muito por onde escolher no cinema dentro deste género. Já tinha ouvido dizer que o "Manchester by the sea" era muito forte e foi também por isso que queria muito ver o filme. E sim, é mesmo muito forte, uma história muito, muito triste, mas muito bem contada, com papéis desempenhados de forma brilhante, que consegue intercalar momentos dramáticos com certas deixas cómicas. Não é uma história que eu aconselhe a quem, como eu, anda numa fase mais em baixo (consegui sair do cinema mais deprimida do que entrei) mas se não for o caso e gostarem de dramas, não deixem de ver este filme.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Aquele momento

Em que decides dar uma prenda de aniversário (ligeiramente antecipada) a ti própria (mesmo já tendo um par de sapatilhas exatamente igual mas na cor verde menta. sempre fui dada a estas coisas de comprar igual em cores diferentes quando gosto mesmo). Encontrei-as na coleção de criança (aqui, com tamanhos até ao 38 e 2/3) a quase metade do preço que paguei pelo meu outro par e pronto, não resisti. 
Agora é aguardar (im)pacientemente que cheguem, e estreá-las provavelmente em Amesterdão, já no final da próxima semana.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

A vida tem-me rodeado das pessoas certas


[Ou vamos lá fazer um post mais animadito para afugentar as más energias que têm andado por cá]
Dos meus colegas de trabalho no Porto, tenho o privilégio de poder chamar amigos a três deles - delas, neste caso (a amizade com duas delas veio de Lisboa, só uma é que se criou por cá) sem as quais acho que me teria ido embora na semana a seguir a ter cá chegado. 
Na semana passada, enquanto almoçávamos, eu queixava-me a elas, mais em tom de brincadeira que outra coisa (apesar da seriedade do assunto que é a minha gigantesca veia lambona), que o senhor meu namorado me tinha ouvido gabar o bolo rei de chocolate que a mãe dele nos tinha oferecido uma vez que lá foi almoçar a casa, e que tínhamos ido almoçar no fim-de-semana anterior lá a casa dela e nada de o raio do homem se ter lembrado de pedir à mãe para tratar de arranjar mais um bolo rei de chocolate para satisfazer o capricho guloso da sua nora.
Três dias passados desde essa conversa, fui chamada pelas minhas amigas para ir à sala delas tomar um café e com o que é que me deparei? Com uma mesa posta com café e um bolo rei de chocolate maravilhoso duma confeitaria ótima que temos perto do trabalho. São ou não são umas queridas?
Sempre disse e continuo a dizê-lo: por mais que tenha momentos menos bons (quem não os tem?) sou uma privilegiada. E gestos destes só servem - para além de me aquecer o coração e sensibilizar enormemente - para me lembrar disso. E para me dar a força que preciso nos momentos menos bons.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Fim-de-semana

Bora lá ignorar toda esta nuvem cinzenta que paira sobre mim para vos contar o que andei a fazer no fim-de-semana.
O fim-de-semana foi passado em Lisboa, com o nosso grupinho, o qual deixámos de ver tão regularmente com a vinda para o Porto. Como nem sempre é fácil compatibilizar agendas, este fim-de-semana já estava programado há mais de um mês.

Foto tirada ao final da tarde de sexta.

No sábado decidimos ir passear a Sintra. Na parte da manhã fomos aos jardins e palácio de Monserrate, e de tarde ao Castelo dos Mouros. A entrada em ambos custou 6,5€ (preço de época baixa).
Os jardins de Monserrate são muito bonitos, o palácio por dentro também tem uns corredores, paredes e tetos lindos, mas é só mesmo isso, porque está vazio.



Depois de almoçar pelo centro da vila, subimos a pé até ao Castelo dos Mouros (por um caminho pedestre que eu não sabia que existia...estava a temer que demorássemos duas horas a subir aquilo porque só conhecia o caminho de estrada). Nunca lá tinha entrado (assim como em Monserrate) e fiquei encantada tanto com a vista como com o castelo. Valeu muito a pena.


Do domingo não tenho fotografias. Aproveitámos mais um dia lindo (e gelado) para andar a passear. Fomos a Belém, e visitámos o museu da Marinha. A entrada custa 6,5€ e acho que vale a pena a visita.
Não consigo dizer que foi um fim-de-semana maravilhoso porque, apesar de alguns momentos de distração,  não me consegui abstrair do caos em que anda a minha vida, mas - e porque ficar fechada em casa não é coisa que me fizesse melhor, é um facto - foram dois dias bem aproveitados com amigos queridos que valeram a pena.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Hoje não me apetece falar do fim-de-semana

Queria contar-vos sobre o fim-de-semana preenchido que tive por Lisboa (que até foi bastante giro), mas com o estado de espírito em que me encontro não consigo. Vou conseguindo ter momentos de distração, e fingir para as pessoas em geral que está tudo bem, mas por aqui não me apetece. Não está tudo bem. Está tudo uma valente porcaria, e eu sinto-me a atingir um ponto de saturação. Só me apetece hibernar e acordar daqui a meses, quando os meus problemas estiverem todos resolvidos, mas como isso não me parece que vá acontecer, vou ter que ser eu a resolvê-los. Só me está a faltar a coragem, mas ela há-de chegar. Ou isso ou dou definitivamente em maluca. 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Diz que os 30 estão aí à porta

E a única coisa boa que consigo ver nisso é um pretexto para receber prendas.

Ando viciada em camisolas quentes para usar principalmente com saias e por cima de vestidos, nada a fazer. Esta é da Pepe Jeans e está com um desconto jeitoso. Aqui.

Uma camisola em caxemira, que durasse uma vida, e ainda por cima numa cor gira como estas, também não seria nada mal recebida lá em casa. Aqui.

Só tenho um anel da Pandora, mas sou fã de quase todos. São lindos. Este é um dos mil da marca que também não me importava nadinha de receber. Aqui.


Esta mala já é uma paixão com alguns meses, e é uma daquelas paixões que não estou a conseguir curar. A última vez que a vi estava com 30% de desconto, mas entretanto desapareceu do site e não sei se ainda existirá em loja (aiiii....!).


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Dos planos para os 30

Faço anos no último dia deste mês. Trinta (estou a tentar não panicar com isto mas confesso que, quando tem dias em que uma pessoa se sente com 18, não é fácil assimilar que está a chegar aos 30). 
Já tive grandes planos para esta data (que passavam por fazer uma viagem algures na Ásia). Afinal de contas, se é para entrar na casa dos 30 (cruzes credo, 30!), que seja em grande. Mas com a instabilidade a que tenho estado sujeita nos últimos tempos acabou por não ser muito viável estar a planear uma coisa destas para esta altura (vamos ver se até ao final do ano acontece, porque o desejo de ir à Ásia mantém-se, pois claro).
Entretanto eu já só queria não passar o dia do meu aniversário a trabalhar. Nunca me importei muito com isso,  mas este ano são 30 (nãoooooo!) e não estou em Lisboa, com os colegas que me fazem sentir praticamente em casa, portanto passar o dia de aniversário a trabalhar estava fora de questão (sob pena de entrar em depressão aguda e passar o dia lavada em lágrimas...sim, eu consigo ser dramática).
Comecei então a magicar uma coisa relativamente perto que me entusiasmasse e, depois de Paris ter sido vetada pelo senhor namorado (por motivos que não me apetece partilhar aqui) acabámos por escolher uma cidade que ele já conhece e onde eu só estive mesmo de passagem, e que me fascina imenso: Amesterdão.

Foto tirada daqui.

Marcámos a viagem e o alojamento há coisa de duas semanas, e eu tenho andado num estado tal que não há nada que me entusiasme por aí além, mas ainda tenho duas semanas para ver se me animo com a ideia. Lá havemos de chegar. Porque de certeza que vai ser espetacular. Só pode.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Dias não


Os últimos tempos não têm sido fáceis. Problemas pessoais (antigos) cuja solução depende (maioritariamente) de mim, mas com os quais não estou a conseguir lidar (nada de saúde, portanto nada que não se resolva). Às vezes até acho que encontrei a solução, mas depois não há coragem para seguir em frente com ela e acarretar as suas consequências. Outras vezes tento convencer-me que está mas é tudo bem e eu é que tenho que tratar de mandar embora os macaquinhos que habitam este meu cérebro problemático.
Sempre fui pessimista e um bocado dada ao masoquismo, e mesmo assim tenho conseguido ser feliz na maior parte do tempo, mas quando as minhas decisões implicam sofrimento alheio, e ainda por cima de pessoas que não o merecem, aí deixo de conseguir lidar com a situação. [e enquanto isso, vou sendo eu infeliz]
Há dias em que acho que não aguento mais. Mas eu aguento. Masoquista como sou, isto ainda deve estar longe do fim.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Fim-de-semana

Já não passava o fim-de-semana no Porto para aí há um mês, e apesar de eu adorar andar sempre a passear, já me estava a fazer falta uns dias mais calmos, ainda para mais porque passei os dois dias meia adoentada (uma constipação chata, nada de especial).
No sábado fomos lanchar a um sítio do qual já tinha ouvido falar muito bem, o Moustache. O espaço é muito giro, fez-me lembrar os cafés de Londres, a montra de bolos é muiiito apetecível, e eu, que não sou a maior apreciadora de café "puro" mas adoro um bom capuccino ou latte (coisa rara de encontrar por cá) bebi um latte tão bom, que me fez recuar aos meus tempos londrinos. Para comer, ele pediu um crumble de maçã com caramelo, e eu uma tarte de chocolate com amendoim e flor de sal. Gostei muito do crumble, mas a tarte de chocolate era só assim maravilhosa.


Depois do lanche andámos a passear pela zona, e a fazer uma coisa que eu adoro e que ainda consigo fazer com facilidade pelo Porto, que é andar sem destino a descobrir novos recantos. Desta vez fomos ter a um jardinzito com vista para o rio (acho que se chama Jardim das Virtudes), numa ruela muito simpática, onde nos sentámos a apanhar sol e a aproveitar aquele dia maravilhoso de inverno com um toque de primavera.


Já o domingo foi passado em Braga, com a família do senhor namorado, entre brincadeira com sodôna sobrinha mais linda e comidinha bastante leve (não sou grande fã de carne de porco, mas se é para abrir exceções, que seja aos rojões de sodôna sogra).

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Leituras

2016 foi um ano de preguicite aguda no que toca a leituras. Sempre adorei ler, mas sempre fui um bocadinho de fases no que toca aos meus principais vícios, e o da leitura não tem estado nos seus momentos áureos. Depois de em 2015 ter lido quase 30 livros, em 2016 li apenas 12. Mas não é por aí que deixo de ter sugestões para recomendar. E ontem recebi um comentário duma leitora querida que me perguntou como é que eu andava de leituras, e decidi que não era tarde nem cedo para vos pôr a par do assunto. Ora então vamos lá às últimas leituras que fiz.


Depois de ter adorado "O hipnotista" dos mesmos autores, este "O executor" desiludiu-me. A história não me cativou da mesma forma, nem me tirou o sono da forma (assustadora) como "O hipnotista" tirou. Dei 3 estrelas no Goodreads.


Este "As meninas dos chocolates" relata a vida de algumas trabalhadoras da fábrica de chocolates da Cadbury na altura da II Guerra Mundial. É um livro pesado a nível emocional mas que se lê muito bem. Gostei muito.


Adoro a escrita do Chris Cleave com os seus livros sempre emocionalmente pesados (como eu mais gosto). Este "Menina de Ouro", não tendo sido o meu preferido dele, também é muito bom.


"A criança n.º 44" é outra história bastante pesada que se passa na União Soviética, durante a II Guerra Mundial. Tinha ótimas referências do livro e não desiludiu, gostei muito.




Ouvi falar maravilhas da tetralogia "A amiga genial" da Elena Ferrante, comentei o assunto com uma colega de trabalho que gosta tanto ou mais de ler do que eu e, quando dei por ela, ela tinha comprado os livros todos. O primeiro não me entusiasmou por aí além em termos de história, confesso. Mas o entusiasmo foi crescendo no segundo volume e aumentou mais um bocadinho no terceiro (entretanto estou à espera que a minha amiga acabe de ler o quarto para me emprestar). Há toda uma vertente de telenovela na história, há, mas a escrita e o desenrolar dos acontecimentos são envolventes. Apesar de não simpatizar particularmente com a protagonista (e narradora), tornou-se inevitável a criação de um certo afeto e curiosidade com o que viria a seguir na saga da sua vida e da da sua amiga. É uma leitura que recomendo. Estou ansiosa por pegar no quarto (e último) volume e conhecer o final da história.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Dos saldos

Este ano, para variar um bocadinho, tentei investir em qualidade e não em quantidade, e em peças básicas que acabo por usar imensas vezes. É verdade que sabe pela vida compras pechinchas, mas não é menos verdade que, tirando algumas exceções, as peças mais baratas não duram tanto tempo e muitas vezes no ano a seguir à compra já estão com um aspeto duvidoso (tenho várias malhas baratas da Zara e da Mango que com um ano já não estão propriamente recomendáveis).


Ando mega fã de pullovers do género deste, para usar principalmente com saias e vestidos. Este é da Pepe Jeans (aqui) e comprei-o a metade do preço. É um forninho ambulante e adoro a cor, estou fã (estou a usá-lo nas fotos do post anterior).
[os tamanho da Pepe Jeans é que são estranhos que só eles. Comprei o XXS e mesmo assim fica-me grandito].


Vocês sabem lá o drama que tem sido a minha busca por um simples par de botas pretas que me encham as medidas. É uma saga que já teve início no ano passado e estava a ver que não tinha fim. Entretanto a moda das botas acima do joelho não veio ajudar a minha tarefa, já que sou baixa e ficam-me quase todas pelo umbigo. Encontrei estas no site da Spartoo em promoção, deixei-me iludir pela imagem e pela descrição que dizia que o cano tem 39cm e, como a devolução é gratuita, comprei-as. Pois que não têm 39cm coisa nenhuma (têm mais 10...coisa pouca), ficam-me acima do joelho (e não como à menina da imagem, que deve ter mais 30cm do que eu) mas gostei tanto delas que acho que vou dar a minha busca por terminada.



Tinha o mesmo sobretudo preto, no mínimo, há uns 10 anos. Gosto muito dele mas confesso que já não o podia ver à frente. Nos entretantos apaixonei-me por este da Salsa e esperei pelos (míseros) saldos para comprá-lo.


E pronto, não resisti a este cachecol da Mango, que me vai dar um jeitão no meu local de trabalho (que é assim uma espécie de Sibéria).
E dou por terminadas as minhas compras dos saldos. Agora é fugir dos sites e das lojas,a ver se não me fico pelas boas intenções.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Fim-de-semana de passagem de ano

Os últimos dias do ano foram passados em Lisboa. A quinta e a sexta foram passadas entre trabalho e matar saudades de pessoas queridas. Já o fim de semana teve tempo para o último treino do ano, num dos meus lugares preferidos do mundo, e a passeios bons.

Os últimos quilómetros de 2016 em modo corrida.



Já a passagem de ano (da qual não tenho nem um registo fotográfico) foi passada em casa de amigos e foi mesmo, mesmo boa. A comida estava ótima, o vinho também, foi rir do início ao fim do jantar. Perto da meia noite demos um saltinho às redondezas do Terreiro do Paço (a minha amiga mora lá perto) e depois ainda fomos dançar um pouco. 
Foi um belo fim de 2016 e início de 2017.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

2016 - Parte II (e última)

[Primeira parte aqui]

No fim-de-semana do aniversário do senhor meu namorado, em julho, recebemos os nossos amigos de Lisboa lá em casa. Soube tão bem estarmos todos juntos outra vez.




A meio do mês fomos passar uns dias à minha Madeira. Nadei todos os dias naquela água maravilhosa, fartei-me de comer coisas boas, matei saudades da família...foram dias maravilhosos.

E depois da Madeira era chegada a hora de apanhar um avião com destino à Rússia para conhecer Moscovo, São Petersburgo, e ir a casamento da minha querida amiga russa. Gostámos muito de São Petersburgo, adorámos Moscovo, e o casamento foi uma experiência espetacular.






E no final de setembro/início de outubro tivemos as nossas últimas férias do ano: fomos passar uns dias em Barcelona e outros em Menorca. Ficámos maravilhados com Menorca, as praias são do melhor que já vi (lindas, lindas, lindas!).




Em outubro ainda houve tempo para um fim-de-semana na Madeira, já que ir dar e receber mimos dos papás e avós nunca é demais.

Que 2017 me dê a estabilidade (emocional e não só) que tanto preciso, porque de resto pode continuar tudo como está, que está muito bom. 
E que vocês aí desse lado entrem em 2017 da melhor forma, e que assim continuem ao longo de todo o ano, é o que vos desejo.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Então e prendas de Natal?




[Perdoem-me as fotos meias manhosas, mas era isto ou nada.]

Não me posso queixar. Recebi vários miminhos de pessoas queridas que se lembraram de mim (uma em especial apanhou-me completamente prevenida, o que me deixou meio constrangida, mas adiante). Dos avós (costumo ser eu a tratar da minha prenda porque eles não têm idade nem paciência para isso) tive os oxford fofinhos da Lemon Jelly que andei a namorar durante uns tempos. Os manos ofereceram-me um cachecol, uma camisola de treino e uns brincos muito giros (escolhidos pela cunhada, que eles não se safavam tão bem a escolher). O senhor meu namorado deu-me o relógio Polar para monitorizar os meus treinos (ainda não consegui atinar com aquilo mas hei de lá chegar). E os pais deram-me (para além do belo do envelope recheado) uma surpresa (escolhida pela mãe) que eu não esperava e que amei - o anel da última foto, da Pandora, que eu já tinha dito à minha mãe que gostava (mas disse-lhe que gostava daquilo e de mais mil coisas, por isso não estava à espera).