quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Fazemos uma pausa no drama para um pequeno momento de futilidade

E porque nem só de dramas vive esta mulher que vos escreve, aqui vai um bocadinho de futilidade para quebrar a onda negativa que paira por aqui (mas ligeiramente menos escura neste momento).
Pois que, no sábado passado acordei e tinha um email da Mango a dizer "O artigo que queria já se encontra disponível". Nesta altura de saldos normalmente de cada vez que chego ao site já não há nada disponível outra vez, porque as pechinchas desaparecem todas em três tempos. Mas naquele dia parece que eu estava cheia de sorte (ou azar, depende da perspetiva, que na verdade eu não estava propriamente em necessidade extrema de comprar roupa) e havia uma série de peças disponíveis e a preço de chuva. E eu perdi a cabeça.

Acho este vestido giríssimo para uma festa, e estava a 9,99€ em vez de €39,99 (how cool is that?)


Estes calções eram 29,99€ e estavam também a 9,99€.

Mais um pullover para fazer companhia aos outros 50. Tenho sérios problemas em resistir a esta cor (era 35,99€, estava a 19,99€).

Outra cor à qual tenho grandes dificuldades em resistir: nude. Este teve um desconto fraquinho (era 19,99€, ficou a 14,99€).


E não resisti a esta saia da nova coleção. Queria uma do género há algum tempo, e esta pareceu-me perfeita. E até seria, se não fosse o facto de não conseguir dar dois passos sem que ela me suba 10 centímetros (mas de resto é linda). Aqui.


[Ainda não consegui responder individualmente aos comentários ao último post mas vou fazê-lo. E agradeço-vos desde já por eles. Em alturas de maior fragilidade, sabe mesmo mesmo bem sentir o vosso carinho desse lado. Mil obrigadas!]

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Estado de espírito do momento


(ou fujam enquanto podem que vem aí drama do grande)
Já foi há mais de um mês que tivemos uma conversa muito séria sobre a nossa relação. Foi uma conversa que me tirou o peso do mundo de cima dos ombros e que, estranhamente ou não, tornou a nossa relação daí para a frente bem mais leve e honesta porque deixámos de ter receio de magoar o outro com a partilha do que nos ia na alma. Concordámos que, a semanas do regresso a Lisboa, iríamos esperar por esse acontecimento para avançar com certas decisões que nos pareceram as mais adequadas para enfrentar o que sentimos neste momento.
Não sei se foi só no domingo, quando o tão esperado (e algo temido) regresso aconteceu (apesar de só ainda da minha parte) que caí em mim, se o chegar a Lisboa tornou tudo mais próximo e real, mas o facto é que me sinto miserável desde que cheguei. 
Fui disfarçando o melhor que pude durante todo o dia de ontem (e continuo a dizer, prefiro mil vezes o trabalho cá em Lisboa) mas só Deus sabe o quanto está a doer. 
Quando cheguei à paragem de regresso a casa, já sozinha, comecei num pranto que só acabou à entrada de casa (e porque fiz um esforço monstro para não assustar o meu irmão).
A verdade é que tudo aquilo que racionalmente me pareciam decisões mais do que acertadas há um mês atrás, quando faltava muito para acontecer, agora parecem um fardo que eu não me sinto capaz de suportar (mas hei de conseguir, até porque não tenho remédio).
 Estou em Lisboa como queria, rodeada de pessoas de quem gosto muito e que me querem bem, mas tenho a minha relação de quase 5 anos com uma das melhores pessoas que já cruzaram a minha vida  (se não a melhor) à beira do fim e isso é uma dor que está terrivelmente difícil de suportar.
Achava mesmo que era desta que tinha encontrado a pessoa com quem ia partilhar (pelo menos) as próximas décadas da minha vida e afinal a put@ da vida voltou a trocar-me as voltas e os planos para o futuro (já era altura de ir deixando de fazê-los).
Eu quero acreditar no amor, juro que quero, mas a cada dia que passa isso está mais difícil. 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Fim-de-semana

O fim-de-semana da despedida do Porto e do regresso a Lisboa. Depois de tanta espera...ele chegou. E chegou com um sabor agridoce. 
Tenho que confessar que a sexta-feira, no trabalho, custou mais do que esperava. Apesar da vontade de voltar a trabalhar em Lisboa ser enorme, acabei por criar certas afinidades e rotinas nos últimos meses, e olhar à minha volta e pensar que aquelas pessoas nunca mais farão parte do meu dia-a-dia não deixa de ser, no mínimo, estranho. Mas não acredito que vá ter saudades de trabalhar ali (posso sentir falta da companhia das minhas meninas à hora de almoço mas é só).
Ainda não me despedi definitivamente da nossa casa, porque o senhor namorado ainda lá vai ficar nas próximas duas semanas e eu vou lá ter no final desse tempo para ajudá-lo a trazer a mobília e os 50 caixotes de tralha que por lá estão (só trouxe mesmo um "kit de sobrevivência" para duas semanas).
Já comecei a encaixotar há três semanas, o que me (nos) permitiu ter um fim-de-semana com tempo para uma corrida à beira rio/mar, para ir almoçar fora, e para ir passear para a foz e, claro, para encaixotar mais umas coisas (só está a faltar desmontar os móveis e destralhar a cozinha).

Corrida matinal de sábado (metade dela feita à chuva), depois de dois meses sem correr.

O almoço de sábado foi no Sushi & Douro, que costuma fazer 30% de desconto nas reservas feitas através do The Fork. Não e barato, mas o sushi é mesmo bom.

Passeios pela foz.

O pequeno-almoço de ontem foi na Confeitaria Tavi, na foz. Depois disso ainda consegui ir despedir-me do me rico Virgin (esse sim, vai deixar saudades monstras. neste momento estou órfã de ginásio e tenho que tratar urgentemente do assunto, a bem - principalmente - da minha sanidade mental).
E agora é tempo de regressar à rotina do trabalho em Lisboa e de criar novas rotinas nesta minha velha/nova vida, que (re)começa agora. Vamos a isso!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Balanço em dia de despedida

Hoje é o meu último dia de trabalho no Porto. No domingo agarro no meu carro e lá farei os 300 quilómetros que me separam da cidade que deixei há quase 11 meses.
Não fiz esta mudança por minha iniciativa, não é novidade para ninguém, mas em momento algum me arrependi dela. Muito pelo contrário. Por mais que às vezes possa ter dado a entender o inverso, estes 11 meses tiveram várias coisas boas. Muitas, até.
Ganhei uma nova amizade e fortaleci outra (as minhas duas amigas e colegas de trabalho que foram sem dúvida o melhor destes meses e sem as quais isto tinha sido tudo bem mais difícil). Conheci uma pessoa especial do mundo dos blogues. Conheci colegas de trabalho que me trataram sempre bem. Inscrevi-me num ginásio onde fui praticamente todos os dias depois do trabalho (e várias vezes também ao fim-de-semana) que era sempre o ponto alto dos meus dias. Já cumprimentava praticamente metade dos frequentadores assíduos do ginásio e sentia-me mesmo em casa lá (meu rico Virgin, vou ter tantas saudades tuas!). Conheci uma data de restaurantes bons (os preferidos: DeGema, Sushi & Douro, BH Foz, Capa Negra, Essência, Dominó Tasca Japonesa, Kyoto, Miss Pavlova, Moustache, Cremosi, Mixpão). 
Passeámos muito pelo Porto e ainda fomos conhecer Vila do Conde (e fui ao outlet onde comprei a minha Michael Kors mais linda), Amarante, Santa Maria da Feira (à feira medieval e à de natal). Fiz corridas à beira mar. Comi waffles com chocolate de frente para a praia (uma porcaria de praia no verão, mas uma bela paisagem de qualquer das formas). Fiz um trail (o meu primeiro e único até agora) em  Gondomar e adorei.










Obrigada Porto por tudo isto. Em jeito de brincadeira (mas falando a sério até): o problema não foste tu, fui mesmo eu, que por mais encantador que te ache...o meu coração é mais feliz a sul e não há muito que eu consiga fazer em relação a isso.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Disto do amor

Já acreditei em contos de fadas e em "felizes para sempre". Nessa altura, estava numa relação que veio a durar dez anos e que começou bem no início da minha adolescência (ainda no século passado, vejam só). Acreditava de tal forma que até já tínhamos escolhido o nome do nosso primeiro filho (seria um Tiago, se fosse rapaz) e inclusive do cão (seria um  Box) - eu, que nem aprecio cães. Acontece que a vida nos fez crescer em sentidos diferentes e a relação deixou de funcionar. Foi cada um para seu lado, mas fizemos questão de manter a parte boa da nossa relação - a nossa amizade (que me valeu os primeiros e únicos haters aqui do blogue, que não conseguiam perceber como raio podíamos continuar amigos, que eu era uma açambarcadora de homem alheio - mesmo sem saberem se ele já tinha ou não alguém, que o que eu queria era o homem de volta). Pois sabem que mais? Quase sete anos se passaram e continuamos amigos. E eu gosto tanto dele como se fosse meu irmão, por mais estranho que possa parecer, e só lhe desejo o melhor deste mundo (inclusive no amor).
O final daquela relação mudou-me muito enquanto pessoa. Sofri como não achava possível um ser humano sofrer, mas levantei-me. E cresci enormemente. E fiz coisas que nunca teria feito antes. Eu, a menina caseira e super dependente a nível emocional, foi sozinha para França viver na casa de desconhecidos. E depois disso ainda deu um pulinho a Londres com as amigas durante 3 meses. E, durante aquele ano, sozinha, consegui ser feliz como há muito não era. Como não me lembrava de alguma vez ter sido, arriscaria dizer.


Voltei para Portugal em 2012, para o trabalho onde estou hoje, e foi por lá - no lugar menos romântico da história (quem me segue saberá qual é) que conheci o meu namorado, que me fez recuperar um bocadinho da minha fé nisto do amor, mas já não da mesma forma. O "felizes para sempre" deu lugar ao "para sempre enquanto dure". Bem menos romântico, dirão alguns. Bem mais realista, digo eu.
De há uns tempos para cá dei por mim a refletir muito sobre a minha vida, inclusive sobre a relação que tenho. Por motivos muito meus, pus tudo em causa. 
Tudo isto me consumiu durante algum tempo. A ideia de partilhar o que ia dentro de mim e fazer sofrer, de forma tão atroz, uma das pessoas mais importantes da minha vida e que menos o merece, era mais do que eu conseguia suportar. Até ao dia em que não aguentei mais e falámos. E percebemos que, afinal, as dúvidas não são só minhas. E bem... o alívio que isto foi para mim, não há palavras que consigam traduzi-lo.
Ainda nos esperam momentos muito complicados até encontrarmos o caminho certo - seja ele qual for. Mas para já sinto uma serenidade como há muito não sentia. Podemos não estar na nossa melhor fase enquanto casal, mas estamos em sintonia, e isso já é qualquer coisa. 
Não sei o que é que o futuro nos reserva (ninguém sabe, na verdade) mas costumo dizer que é nas alturas menos boas que se conhece verdadeiramente as pessoas. E eu, nesta altura, só vim confirmar aquilo que já sabia: tenho a meu lado um ser humano incrível, que enriqueceu e muito a minha vida. O que faz de mim uma privilegiada. Aconteça o que acontecer.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Fim-de-semana

O fim-de-semana que passou foi mesmo bom. O que parece um pouco estranho de se dizer, atendendo a que passei metade dele a encaixotar tralha lá por casa, mas a verdade é que está a ser um processo bem menos penoso do que foi há um ano atrás, quando tive que fazer o mesmo em Lisboa (mas este assunto vai ficar para outro post).
Entre muita arrumação, no sábado houve tempo para ir ao DeGema, a nossa hamburgueria favorita do Porto (e que vai deixar saudades) e para um passeio pelas redondezas, para aproveitar o sol maravilhoso que decidiu aparecer.





No domingo, e depois do habitual treino matinal, aproveitámos as tréguas da chuva para ir lanchar à beira mar, na Cremosi. E que bem que soube.



E que comece a última semana de trabalho no Porto (soubessem vocês a felicidade que se apodera de mim ao escrever estas palavras).

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Amesterdão #3

Vamos lá então ao terceiro e último post sobre a minha viagem de aniversário a Amesterdão.
Não adorei só a cidade, adorei também as pessoas. Oh, povo simpático e bem disposto! 


Vi este saco na montra duma loja e achei-lhe um piadão (e acaba por ilustrar um bocadinho o humor dos holandeses). 
E por falar em sexo, também aprendi umas coisas interessantes sobre as meninas que trabalham nas montras no Red Light District (não há fotos das montras porque são absolutamente proibidas e as meninas reagem muito mal a qualquer tentativa de fazê-lo).As montras estão cheias de moças bem jeitosas e bonitas (a maior parte delas estrangeiras) que faturam, segundo nos disse o nosso guia do Free walking tour, uma média de 50€ por cada 20 minutos, fazendo em média uns 800€ num turno de 8 horas. Pagando uma renda de 200€/dia, ficam com 600€ (antes de impostos). Belo salário, hã?


Há casas que estão mesmo tortas (por estarem em cima de pilares de madeirs em terrenos construídos em cima do mar) e estão inclinadas para a frente para, quando a mobília (que é demasiado grande para caber na porta e escadas das casas) é içada  (pelo gancho que está no topo dos edifícios) para entrar nas casas pelas janelas, não bater na fachada da casa.

E o prémio de bicicleta mais pirosa de Amesterdão vai para...





Resumindo e concluindo: apesar de achar que fomos na altura do ano em que a cidade deve ser menos interessante (porque não há o espírito natalício de dezembro nem as flores da primavera), foi uma viagem que gostei mesmo muito de fazer. Não fosse a gastronomia fraquinha e seria tudo praticamente perfeito em Amesterdão. Fiquei fã da cidade.




quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Não sei o que é que me causa mais confusão (versão ginásio)


Se as pessoas que insistem em pôr sapatos em cima dos bancos do balneário do ginásio onde as pessoas se sentam (inclusive com toalhas de banho), se as pessoas que se sentam completamente nuas nesses mesmos bancos (!?), ou ainda as pessoas que decidem  que o final de um treino é a altura ideal para experimentar a roupa de desporto que está à venda no ginásio (custa muito fazê-lo antes do treino ou depois do banho?).
Juro que chego a pensar se serei eu que sou um bicho estranho. Ou se são mesmo estas pessoas que não estão muito familiarizadas com o conceito de higiene.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Amesterdão #2

Tivemos muita sorte com o tempo na viagem a Amesterdão. Praticamente não apanhámos chuva, e o frio estava muito suportável (nada como já apanhei em Praga ou Berlim em dezembro, em que as dores principalmente nas mãos e nos pés davam vontade de chorar).
Quanto à alimentação, não ia com grandes expetativas e ainda bem, porque de facto gastronomia não é o forte dos holandeses (o nosso guia, holandês, disse-nos inclusive "Vocês nunca vão ouvir alguém dizer com entusiasmo que acabou de descobrir um restaurante espetacular de comida holandesa" ). A única coisa que escapa são as panquecas (que, para mim, têm mais ar de crepe do que de panquecas), com recheios doces e salgados. Mas pior do que a comida não ser nada de especial, só mesmo ter que pagar fortunas por essa comida (raramente conseguimos pagar menos de 20€ por uma refeição para os dois). Até em Nova Iorque consegui comer melhor e mais barato (meus ricos restaurantes mexicanos.).
Uma coisa típica são as bolachas tipo waffle com recheio de caramelo que provámos mas não achámos diferentes nem melhores do que as que existem na loja Tiger (para quem não conhece aconselho. são uma bomba calórica mas são mesmo boas).
Na falta de melhor, vingei-me nas waffles com nutella e na tarte de maçã da Winkel.

Cá está a única refeição de panquecas que fizemos (com galinha para ele, e com queijo de cabra e espinafres para mim).

Na manhã de domingo fomos visitar o Museu Van Gogh (a entrada custa 17€). É mais pequeno que o Rijksmuseum mas não menos interessante, apesar de menos variado no tema (tem a obra e a história da vida do pintor, mas tem também obra de artistas seus contemporâneos).



A caminho do Museu Van Gogh. (Bem sei que a foto podia ter um enquadramento melhor, mas não cabia tudo...).

De tarde fomos visitar a casa de Anne Frank (comprámos os bilhetes online na semana anterior e recomendo a fazerem o mesmo. pode-se entrar depois das 15h30 sem bilhete previamente comprado, mas a fila é bem maior. o bilhete custa 9€). Recomendo a visita. Apesar de já conhecer a história, é diferente ver a casa ao vivo e a cores e algumas das páginas do diário também ao vivo.



A caminho da casa de Anne Frank.

Ao final da tarde fizemos um passeio de barco pelos canais, numa viagem que durou 1 hora e teve direito a algumas explicações interessantes sobre a cidade (comprámos os bilhetes no nosso hotel e conseguimos um preço bem bom - 10€ por pessoa).




Bicicletas e mais bicicletas.

No domingo, entre a visita à casa de Anne Frank e o passeio de barco, parámos na Winkel 43, que me tinha sido recomendada aqui no blogue por mais de uma menina (mil obrigadas!) e ainda bem que o fizemos. Pedimos a famosa tarte de maçã (que é, aliás, o que toda a gente pede para comer naquele sítio) e adorei. É engraçado que o senhor namorado é mais fã de sobremesas de maçã do que eu e eu fiquei mais impressionada com a tarte do que ele. Até as natas (que é coisas que eu não aprecio de todo) eram ótimas. E o café? Delicioso. Tenho tanta pena de não conseguir beber lattes e cappucinos assim deliciosos em Portugal como se bebe por essa Europa fora.


E como isto já vai longo e ainda vos quero contar mais umas coisinhas, ainda vai haver um terceiro post sobre Amesterdão. Mi aguardem que eu volto com a terceira e última parte desta viagem tão boa.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Fim-de-semana

Foi um fim-de-semana sem direito a fotos e a passeios bons (pelo que não vão ter direito às fotos do costume) mas teve dois momentos muito bons.
O primeiro foi logo na sexta-feira, em que fomos jantar a casa de uns amigos naquele que foi o segundo jantar da saga dos jantares de despedida. A comida estava maravilhosa (os pratos principais eram duas coisas que eu adoro - leitão e arroz de pato - e não só comi as duas como ainda fui praticamente obrigada a trazer sobras para casa...uma chatice, é só o que vos digo :)) e a companhia também. Tanto que chegámos a casa perto das 4h da manhã (coisa bastante rara na minha vida. acho que nem na noite da passagem de ano cheguei a casa a esta hora).
A manhã de sábado esfumou-se a pôr o sono em dia, e de tarde pus mãos à obra e comecei a encaixotar tralha (diz que faltam menos de duas semanas e eu estou aqui, estou a contar os dias que faltam, só me falta mesmo riscá-los no calendário. vontade não me falta).
À noite fomos ao cinema, ver o maior nomeado para os óscares: o La la land (nem sei como é que consegui que o senhor namorado quisesse ir ver tal coisa comigo).


A banda sonora é fabulosa (adoooro o tema principal, estou aqui a ouvi-lo em modo repeat e não me parece que me vá fartar tão cedo), os papéis da Emma Stone e do Ryan Gosling estão muito bem desempenhados, ela é linda que dói (e usa com cada outfit mais fofinho que o outro) e a história...bem, a história é muito bonita mas ao mesmo tempo deixa ali um nó no estômago difícil de digerir. Apesar de não ser a maior fã de musicais no cinema, gostei muito deste La la land.
Voltando ao fim-de-semana, o domingo teve direito a treino pela manhã, almoço na sogra e mais uns encaixotanços.
E agora que comece a penúltima semana de trabalho no Porto.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Amesterdão #1

Já tinha estado em Amesterdão há coisa de 10 anos, no verão, numa visita relâmpago que durou uma tarde. Gostei tanto do pouco que vi na altura que desde essa altura tinha vontade de lá voltar. Pois bem, finalmente lá voltei.
Fomos pela Tap (os horários das low cost que fazem voos diretos do Porto não compensavam). Saímos do Porto no sábado de manhã e chegámos a Amesterdão 2 horas depois, ao aeroporto de Schiphol (lá apanhámos um comboio para a estação central, que custou 5,20€ e demorou 15 minutos a fazer a viagem).
O alojamento em Amesterdão não é barato. Ainda andei a ver apartamentos no Airbnb, mas a diferença de preço não compensava, pelo que reservámos um hotel de 3 estrelas pelo Booking, o Singel que recomendo tanto pela localização (é central e tem um dos muitos canais de Amesterdão mesmo em frente) como pelo pequeno-almoço (o quarto é muito simples mas tem o essencial).
Depois de termos feito o check in no hotel, eram já perto das 16h pelo que comemos uma fatia de pizza pela rua e fomos dar um passeio pelos pontos principais da cidade.

No domingo, começámos por ir visitar o Rijksmuseum (museu nacional), que tem várias obras de arte, entre elas vários quadros do pintor Rembrant. O museu é enorme, a entrada custa 17,50€ e acho que a visita vale bastante a pena.

A caminho do Rijksmuseum, ao pé do mercado das flores.

Rijksmuseum.

Não sei se será falsa, mas conseguem ver a nota de 500€ na caixa dos donativos para o Rjksmuseum (ali em baixo, a meio)?!

O famoso "I amsterdam". Impossível tirar uma foto de jeito ali (sempre cheio de povo). Mas eu estou na foto, ali no "r".


Na parte da tarde decidimos seguir uma das sugestões que me deram aqui no blogue (obrigada Ana!) e fizemos um free walking tour, que começou na praça Dam e durante duas horas andámos a passear pelas ruas de Amesterdão, passando em alguns pontos icónicos (no próximo post conto-vos as coisas giras que aprendi sobre o famoso Red Light District, que este post já vai longo). Adorei o passeio, o nosso guia era espetacular e apanhámos um grupo simpático.

A casa branca, do meio, é a mais pequena de Amesterdão.

Há mais bicicletas do que pessoas em Amesterdão. 


[A segunda parte - e última - da viagem a Amesterdão virá algures num dos próximos dias]