segunda-feira, 29 de junho de 2015

Fins-de-semana de Verão #2

O sábado foi passado por terras de senhor namorado.



No domingo rumámos ao Porto para almoçar com amigos queridos.


A bela da francesinha, pois claro.

Com esta vista fantástica.

Gosto tanto do Porto!

sábado, 27 de junho de 2015

Não há nada de jeito nos saldos

 
 
 

Na Mango então...não há nadinha de nada (só que estas peças já moram todas alegremente lá por casa. tudo com 40% de desconto).

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Eu sabia que mais cedo ou mais tarde isto ia acontecer (e não, este post não contém spoilers)


Eu não costumo ver as séries enquanto elas estão a dar na televisão, pelo simples motivo de que gosto de ver tudo seguido. Para não variar, fi-lo com a última temporada de "A guerra dos tronos". Grande erro! Mal acabou o último episódio começou o "bombardeamento"... que foi muito polémico e que morreu um personagem muito importante e bla bla bla
O meu namorado, logo na manhã seguinte ao último episódio ter passado na televisão, abriu duas páginas de jornais online e foi logo atacado com os spoilers, sem aviso nenhum, e veio logo avisar-me para fugir de tudo o que fosse jornal (a sério que isto é assunto digno de jornal?). E assim tenho feito. Mal vislumbro uma foto da série, fujo da notícia como se a minha vida corresse perigo. 
Mas eu sabia que isto não ia durar para sempre e hoje, ao ver a 192ª notícia sobre o assunto, os meus olhos, por mero acaso, passaram pela parte "Fulano/a tal morreu" antes de passar pela parte "Este artigo contém spoilers". F*ck! 
Eu sabia que este momento ia ter que acontecer, era mais do que previsível, mas mesmo assim estou meeeeesmo chateada. Há quem ache piada a saber o que vai acontecer nas histórias que segue. Pois para mim tira metade (se não mais) do interesse. Caracinhas, pá!

quarta-feira, 24 de junho de 2015

3 anos

Devido à infeliz coincidência de o meu amor ter passado a semana mais difícil e infeliz da vida dele no momento em que estávamos a celebrar dois anos de namoro, eu este ano estava preparada para não haver grandes festejos no dia 24 de junho, o nosso dia (aliás tal como ele me tinha já precavido). Mas o dia chegou e ele sugeriu irmos jantar a um dos meus restaurantes preferidos -  a Petiscaria Ideal - e quando chegámos a casa tinha uma surpresa para mim. E eu gosto tanto de receber jóias escolhidas por ele, tanto!


Não é lindo?

Não foi um ano fácil, este último, e o dia 24 de junho muito provavelmente não vai voltar a ser comemorado com a intensidade e felicidade com que foi em 2012 e 2013. Mas mais importante que isso são os outros 364 do ano, são todos os momentos em que ele me põe à gargalhada, os momentos em que ele me enche de orgulho por ser a pessoa que é, os momentos em que me deixa toda derretida por ter o olhar e o cheiro mais adoráveis à face da Terra. Todos os momentos - e são tantos! - em que ele me faz sentir  que é ele. é mesmo ele o tal.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Demorou mas lá aconteceu (ou das séries)

Ao final da 2ª temporada (foi uma longa espera...) lá comecei a entusiasmar-me com o Breaking Bad. 3ª temporada, aqui vamos nós!

E, nos entretantos, no horário das refeições, andamos a ver esta série de comédia que tem episódios de 20 minutos e estou agradavelmente surpreendida. Chama-se The Middle (ou No meio do nada, em português) e é mesmo gira, fartamo-nos de rir (e, melhor de tudo, uma série que nos agrada aos dois!). 
[neste momento não está a passar na televisão, mas costuma dar na Fox Life]

domingo, 21 de junho de 2015

Fins-de-semana de Verão

O sábado começou no meu sítio preferido para tomar o pequeno-almoço em Lisboa: Choupana Caffé. Houve mais olhos que barriga (senhor namorado convenceu-me a dividir o croissant de chocolate que eu costumo comer sozinha, religiosamente, mas o de queijo estava de tal forma enjoativo que o de chocolate foi embrulhado para casa).

Depois seguimos para onde o calor abrasador nos mandou: praiaaaa!


Normalmente,ao fim-de-semana, se eu não treinar no início do dia dificilmente me apanham a fazê-lo à tarde, mas prometi a mim mesma que na semana pós-Marrocos treinava seis vezes, e o que tem que ser tem muita força. Mais 14 km para a conta.

Hoje fomos para os lados do Parque das Nações. E, fofinha como sou, fui acompanhar o senhor meu namorado ao cinema para ver o Jurassic World, que é zero a minha cara (e tenho que admitir que apesar de certos exageros, o filme até me prendeu bastante).

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Prenda de mim para mim

Dysfunctional, aqui (a marca de sapatos de salto mais confortável que conheço).

(Ah, como é bom receber o subsídio de férias!)

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Dias 5 e 6 @ Marrocos - Rabat, Mèknes, Volubilis e Fès

Continuando (e terminando) o nosso tour da semana passada por Marrocos, a noite de quinta para sexta feira foi passada no Riad Marhaba, em Rabat. Tomámos o pequeno-almoço neste terraço.

Depois de termos passado o final da tarde da véspera a percorrer parte do mercado de Rabat (bem mais calmo que o de Marraquexe), fomos passear aos Kasbah das Oudaias, ainda naquela cidade. Algumas ruelas fazem-nos sentir numa ilha grega.


Eu queria ter fechado as pernas, a sério que sim, mas as vertigens não me deixaram.

Olha a pirosice fresquinha!

Ao final da manhã, parámos em Mèknes.

Onde tivemos direito a almoço com vista!

Na parte da tarde fomos visitar as ruínas romanas de Volubilis.

"Oh amor, e que tal deixares o gato quieto e fotografares-me a mim?"

E ao final da tarde chegámos a este paraíso, em Fès. Chama-se Riad Jean Claude, sendo este o nome do proprietário. O Jean Claude, assim como o Patrick em Marraquexe, era um anfitrião 6 estrelas. Emprestou-nos um guia de Fèz, levou-nos a duas colinas diferentes, no carro dele para vermos várias perspetivas da cidade, estava sempre com um sorriso na cara pronto a ajudar e ainda chegou ao final da nossa estadia e não nos cobrou a taxa municipal (a que tanta polémica gerou quando alguém se lembrou da possibilidade de a cobrar em Lisboa, e que se cobra em muitos países, nomeadamente na Europa, e ninguém se choca), sendo que, sendo devida ao município, significa que ele diminui a sua margem de lucro em prol de deixar uma boa imagem aos clientes. Mais uma vez, fiquei encantada. Fico sempre de coração cheio quando conheço pessoas genuinamente boas. Faz-me ter esperanças no mundo em que vivemos.

A única experiência má que tivemos neste Riad foi mesmo a meio da noite em que, dando as portas do quarto diretamente para a rua, acordámos às 4h da manhã com senhores a berrar (literalmente) em altifalantes para chamar os fiéis para uma das 5 rezas diárias (o estranho é só termos acordado mesmo naquela noite) - coisa que ouvíamos todos os dias, várias vezes, mas digamos que a meio da noite a coisa ainda se torna menos agradável.

Fiquei encantada com a louça marroquina (que se vê à venda em todos os mercados).

Vista da cidade de Fès.


Não fiquei super fã de Marrocos nem da maioria dos marroquinos com quem nos cruzámos (retirando os nossos anfitriões fofinhos do deserto e alguns empregados nos restaurantes). São demasiado gananciosos, aproveitam qualquer informação que precisemos para nos sacar dinheiro. E é um país sujo, cheio de lixo e de prédios degradados. 
Mas tem paisagens lindíssimas, tem o deserto que para mim foi uma experiência que vai ficar guardada num cantinho especial da minha memória, e tem a vantagem de nos mostrar a cultura muçulmana sem termos que atravessar centenas de quilómetros. Ah, e tem pechinchas que valem muito a pena, desde produtos de óleo de argão, a écharpes de pashmina a 8€, especiarias, chás e louça de argila linda.
Regressei com vontade de voltar um dia, para conhecer a cidade de Chefchaouen (que parece linda e não tivemos tempo de visitar) e para trazer uma mala cheia de compras marroquinas.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

É com cada um mais lindo que o outro

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Isto sem contar com os modelos que já estão esgotados. Todos da Cantê Lisboa. Todos maravilhosos.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Dias 4 e 5 @ Marrocos - Ouarzazate, Marraquexe e Casablanca

Na terça feira saímos cedo do deserto e fizemos o caminho de regresso a Marraquexe, desta vez com paragem em Ouarzazate.

Parte da paisagem a caminho de Ouarzazate.

Paragem no caminho.

Fomos ao Atlas Studios, onde foram filmadas cenas de vários filmes conhecidos como a Múmia ou  o Babel. Os cenários não estavam minimamente preservados, a visita não me entusiasmou muito.


Este foi um dos lugares que mais gostei de visitar em Marrocos: o ksar de Ait Benhaddou, em Ouarzazate, que é património da Unesco (e onde foi filmada uma parte do Gladiador). É um sítio pequeno e encantador, lindo!

A vista do topo do ksar.

De regresso a Marraquexe, ficámos hospedados num outro Riad, desta vez dentro da Medina: o Riad Chafia. Fomos recebidos por um francês, o Patrick, que só não é o melhor anfitrião com quem já me cruzei na vida porque mais tarde, em Fez, houve um outro senhor que lhe fez concorrência. 
O Patrick levou-nos até ao restaurante quando lhe pedimos indicação de um bom sítio para comer (fazendo um caminho de 5 minutos a pé, que voltou a fazer mais tarde com outros turistas que também pernoitaram no Riad) e ofereceu-se mais de uma vez para nos levar a passear lá perto se quiséssemos (mas só íamos lá passar a noite, e o cansaço apertava). Para além disso, o nosso amigo passou a noite mal disposto e, de manhã, o rapazinho muçulmano que nos serviu o pequeno-almoço deu-lhe um chá milagroso que o curou em três tempos (chama-se zatar o chá. e ao que parece é difícil encontrar fora de Marraquexe). Quando perguntámos ao Patrick onde é que podíamos comprar aquele chá, ele não só mandou logo o rapazinho ir comprar chá para nós como ainda rejeitou-nos o dinheiro do chá (e acreditem que depois de 4 dias a lidar com pessoas para as quais basta quase olhar de relance que já nos querem extorquir dinheiro, aquela atitude toca especialmente). Se querem ser tratados como reis em Marraquexe, decorem: Riad Chafia.

Antes de rumar a norte, ainda fomos ao Jardin Marorelle (por recomendação do Patrick), e não nos arrependemos nem um bocadinho, é lindo.





Seguimos então para Casablanca, para visitar a Mesquita Hassan II (das únicas no país onde os não muçulmanos podem entrar para visitar). Por fora, a Mesquita é qualquer coisa de fantástico. Linda!

Cá está ela.

Acabámos o dia a dormir em Rabat, a capital de Marrocos.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Dias 3 e 4 @ Marrocos (ou a nossa aventura no deserto do Sahara)

Na segunda feira de manhã, ainda em Marraquexe, fomos buscar o carro que tínhamos alugado para o resto da semana e fizemo-nos à estrada em direção a Zagora.
O percurso entre as duas cidades tem à volta de 360 km em estrada regional, com curvas e contracurvas, autocarros, camiões, enfim, um cenário que não é propriamente animador e que demorámos cerca de 8 horas a percorrer (com paragem apenas para almoço rápido). Valeu-nos o facto de irmos um bocado na ignorância, senão tínhamos perdido a coragem.

Foto tirada na primeira paragem técnica do percurso, já com o estômago bastante embrulhado.

Uma pessoa tem que se entreter com alguma coisa em tantas horas de viagem.

Olha a escola mais amorosa!

Vimos paisagens lindíssimas no caminho.

Chegados a Zagora, ao final da tarde, fomos ter ao ponto de encontro acordado, onde fomos recebidos pelo anfitrião das tendas Bivouac Karim Sahara, que nos apresentou a um dos três árabes (mega simpáticos!) que iam "cuidar de nós" no deserto. Do centro de Zagora até à zona do deserto são uns 10 km, que percorremos de carro atrás do nosso guia (que ia de moto). Estacionámos muito perto das tendas.
Os primeiros minutos depois de pisarmos o Sahara foi qualquer coisa de espetacular (diria que parecíamos quatro crianças, tal ela a alegria!). Só os primeiros minutos serviram para compensar todas as horas de estrada. Que paz! Que sensação maravilhosa de liberdade! Passei o resto do dia com um sorriso constante de felicidade, a querer memorizar cada segundo daquela experiência fantástica. 





À noite comemos um jantar (Tagine, para não variar) preparada pelos nossos três árabes, com quem conversámos imenso, mesmo com as limitações linguísticas (o inglês deles, o francês da maior parte de nós), contámos piadas, adivinhas, e eles cantaram para nós músicas típicas marroquinas (difícil foi mesmo calá-los para irmos dormir).

Cá está o interior da tenda. A noite foi calminha (retirando os dois barulhos de animais que não consegui identificar e que me fizeram maldizer o facto de nos terem dado camas de solteiro que me impediram de me agarrar ao senhor meu namorado. sou pouco medricas, eu.). Levantámos por volta da 8 da manhã e já estava uma brasa bem jeitosa.

Bom dia, Sahara!

Adeus, Sahara, obrigada por esta experiência maravilhosa!