sábado, 29 de setembro de 2018

É hoje! É hoje! É hoje!!!


Está tudo pronto, tudo tratado e daqui a nada saímos de casa rumo ao aeroporto para duas semanas no Nepal. Vamos por nossa conta, só os dois, o que me deixa (ainda mais) ansiosa mas vai correr tudo bem. E o que não correr também se há-de resolver. 
Nas próximas duas semanas este blogue vai andar (ainda mais) ao abandono. Se quiserem saber notícias minhas, andarei por aqui se e quando conseguir.
Até ao meu regresso, pessoas!

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Fim-de-semana

O fim-de-semana foi passado em família, em Braga.
No sábado fomos conhecer um restaurante com ótimas críticas: o Tábuas, Copos & Outras cenas. O restaurante funciona à base de petiscos para partilhar, e todos os que provámos estavam deliciosos.
Depois disso fomos ao Museu dos Biscainhos, que tem uns jardins muito bonitos.



E também houve passeio pelo Bom Jesus. Apanhámos o funicular (custa 2€ ida e volta, ou 1,20€ só uma viagem) e fomos aproveitar o dia lindo (e quente!) que estava.


Outro momento alto do fim-de-semana (mas que não teve direito a fotografia) foi a visita que fizemos ao mercado municipal para comprar figos. Tanto eu como o senhor namorado adoramos figos, e este ano é uma raridade encontrá-los à venda em Lisboa. Portanto comprar 1 kg de figos (quando havia uma oferta gigante) por 1,5€, quando na mesma semana, em Lisboa, tinha comprado uma amostra a 8,5/kg, foi o verdadeiro delírio.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Planear tudo ou deixar andar

Imagem daqui.

Uma das características de personalidade mais vincadas que tenho (e que ando a tentar amenizar) é ser uma control freak. Sinto uma necessidade enorme de ter tudo planeado, não gosto de mudanças de planos à última da hora e quando não corre tudo como previsto, dependendo do assunto, lá se apodera de mim um sentimento de frustração.
Em termos de viagens, confesso que normalmente quem trata da parte mais chata (seguros, vistos, transportes de um lado para outro, e outras burocracias) é o senhor namorado, enquanto eu me vou deslumbrando com imagens e anotando os nomes de tudo o que quero ver (e depois lá vem a voz da razão - aka senhor namorado - trazer-me de volta à Terra e dizer o que é que é viável em termos financeiros e geográficos). Mas desta vez o senhor namorado anda com menos tempo que o costume e - verdade seja dita - também mais preguiçoso, pelo que a ansiosa crónica que habita em mim decidiu tomar as rédeas da situação e tratar, inclusive, da parte chata.
No meio disto tudo, e como na nossa próxima viagem, para o Nepal, vamos por nossa conta, diz-nos a nossa experiência (nomeadamente no Peru) que comprar passeios específicos no próprio país, a agências locais, sai mais barato do que comprá-las previamente online. Mas e como é que fica a control freak que há em mim no meio disto tudo? Pois.
Já reservámos (e pagámos o sinal) do trekking de 4 dias que vamos fazer nos Himalaias (porque é um programa que faço mesmo muita questão de fazer e recuso-me a suportar os 1% que seja de probabilidade de chegar ao Nepal e me dizerem que já não há disponibilidade de fazer o passeio que queremos, na data específica que queremos). 
Já os passeios restantes, e por muito que me esteja a custar (oh se está!), vamos esperar para marcar lá. Porque num país que é suposto ser super barato (com hotéis medianos com diárias de 20€) estar a comprar passeios de um dia a quase 50€ ou até mais não faz sentido, e com certeza conseguiremos mais barato se comprarmos só quando lá chegarmos (fazê-los por nossa conta não é opção porque ao que parece Kathmandu é absolutamente caótico e Chitwan - o parque onde vamos fazer o safari - tem animais selvagens à solta, pelo que também é capaz de não ser boa ideia irmos sozinhos). 
E se não houver o passeio x, haverá o passeio y ou o z. Fechados nos hotéis não haveremos de ficar.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Fim-de-semana

Não era suposto termos passado o fim-de-semana em Lisboa mas na quarta-feira passada recebemos um email da administração do condomínio do nosso prédio a avisar que iam limpar as chaminés no sábado e precisavam de acesso às frações e lá decidimos ficar (de vez em quando aparecem-nos baratas na cozinha - não fazemos ideia de onde nem o porquê - e tivemos esperança que esta limpeza estivesse relacionada com esse assunto e possa ajudar a resolver o problema). Mas receber este tipo de aviso com dois dias de antecedência, mostrando uma enorme falta de consideração do tempo e vida alheia é coisa que me tira do sério.
Mas lá ficámos nós por Lisboa e no sábado, depois de termos o assunto da chaminé tratado, fomos lanchar a um lugar que ainda não conhecíamos - o Zenith Lisboa - e dar um passeio pela zona.






































Dividimos uma panqueca com nutella (muito saborosa e bem servida - eram duas, na verdade) e eu bebi um latte com leite de amêndoa que estava também muito bom. O espaço é muito giro. Já o preço não é super barato mas já se sabe que estes sítios da moda - ainda para mais em Lisboa - normalmente pagam-se bem.
Depois disso passeámos pelo Torel.






































De ontem não tenho fotos mas decidimos ir à praia e foi só o melhor dia de praia que fiz este ano em Portugal continental, tanto que consegui molhar-me da cabeça aos pés e nadar (isto é coisa muito rara de acontecer comigo, acreditem). Se tiver sido a nossa despedida do verão em modo praia, foi uma despedida maravilhosa.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Da grande viagem que se aproxima

Imagem daqui.

E, aos poucos, a nossa viagem que parecia tão distante está tão perto de acontecer. Daqui a pouco mais de duas semanas vamos para o Nepal (oh meu deus!). É a primeira vez que vamos para tão longe com tudo organizado por nós, e tenho que confessar que se me dá gozo planear passeios, hotéis e afins, também tenho algum receio de nos estarmos a esquecer de alguma coisa essencial (mas na verdade, quando fomos ao Peru, comprámos uma viagem organizada e não foi por isso que o casal que ia connosco não teve problemas).
Diz que não é preciso tratar do visto antecipadamente (nem para o Nepal, nem para o Dubai, onde vamos ficar também uma noite) - que se trata à chegada ao aeroporto - mas de resto o essencial parece-me estar todo tratado:
- Viagens de avião compradas (tanto as internacionais como voos internos que vamos apanhar para fugir ao trânsito maluco de Kathmandu - e eu confesso que na hora de me meter dentro daqueles aviões sujeitos a condições de segurança bem menos rígidas que as europeias me vou roer de medo);
- Hotéis todos marcados
- Roteiro feito (inspirámo-nos em roteiros de viagens organizadas e fizemos um mix que me parece só perfeito)
- Consulta do viajante feita (e a vacina mais importante está tomada)
- Trekking na montanha de 4 dias reservado (pequena pausa para dancinha da felicidade antes de continuarmos)
- Fotografias para os vistos tiradas
- Guia de viagem comprado
- Seguro de viagem comprado
O que está a faltar:
- Ir à farmácia com a receita da consulta do viajante abastecer do "kit de emergência" (repelentes, analgésicos e afins).
E, chegando ao Nepal, a nossa ideia é ir às agências locais reservar dois ou três passeios em Kathmandu (que dizem que aquilo é absolutamente caótico para uma pessoa se organizar sozinha) e comprar também um pacote para  nosso safari. 
Penso que não me estou a esquecer de nada de importante mas, pessoas viajadas que estão desse lado, se acharem que nos está a escapar alguma coisa, façam o favor de dizer de vossa justiça, que a vossa Gelatina agradece.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Mais um objetivo riscado da lista


De tudo aquilo a que me propus nos últimos tempos introduzir na minha vida - alguns pequenos (grandes) passos que há muito queria começar mas por um motivo ou outro (normalmente preguiça ou medo do desconhecido) andava a adiar, já só estou em falta com um, que é começar a fazer yoga (e no entanto tenho a perfeita noção que, sendo eu a ansiedade em pessoa, só me ia fazer bem).
Já faço Pilates, já faço terapia com uma psicóloga, já faço voluntariado, já mudei de trabalho para um que é mil vezes mais a minha cara e agora juntei mais um à lista: já faço treino acompanhado com um personal trainer, uma vez por semana. E não é com maior frequência porque, com muita pena minha, não sou rica, porque senão não fazia mais um treino sozinha na vida.
Ainda estou muito no início mas já posso dizer que, para quem se preocupa em fazer bem os exercícios, em variar e em criar novos estímulos para o corpo, treinar com a orientação de um profissional é do melhor que há. 
Depois de uma primeira sessão bastante acessível, ontem fiz um treino completamente fora da minha zona de conforto, onde basicamente trabalhei tudo o que não gosto (membros superiores e cardio bastante "agressivo"), e posso dizer que não sentia aquela exaustão, aquela sensação de estar a um triz de cair para o lado (literalmente) ou vomitar de tanto esforço (perdoem-me o discurso tão gráfico mas é mesmo verdade) desde que fui "obrigada" a um pseudo sprint no final de uma meia maratona, há mais de dois anos.
É mesmo verdade que o treino acompanhado, na grande maioria das vezes, obriga-nos a um esforço bem maior do que aquele que faríamos sozinhos. Porque, convenhamos, ninguém gosta de sofrer, e se não tivermos um "polícia" em cima acabamos por estabelecer limites bem menos ambiciosos, ou a, mesmo que inconscientemente, dar bem menos do que o nosso máximo. 
Isto tudo para dizer que risquei mais um item da lista de novas atividades a inserir na minha vida, e apesar de hoje parecer que me passou um camião em cima, estou mesmo muito satisfeita por ter dado este passo.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Fim-de-semana

Mais um fim-de-semana de verão tão bom que se passou.
Os planos de sábado passavam por uma ida à praia, mas entretanto tivemos um convite de uns amigos queridos para passar o domingo em casa deles e acabámos por decidir ficar por Lisboa no sábado a para tratar de (mais) umas mudanças lá por casa. 
Enquanto isso, aproveitámos também para conhecer um novo restaurante. O senhor namorado adora comida brasileira (e rodízio então nem se fala) e eu não sou a maior fã de rodízios em que as opções são carne e mais carne, pelo que quando descobri um brasileiro todo catita no The Fork com mais opções para além de carne e ainda por cima com desconto, decidi fazer o gostinho ao meu amor e fomos conhecer o Bossa. O espaço está bem decorado e os funcionários são simpáticos.





































 Eu pedi bobó de camarão com arroz de cajú. Acho que nunca tinha comido este prato, e nem sei bem dizer o que é que levava o molho, mas gostei muito.

O senhor namorado pediu a bela da picanha, que estava muito boa também (embora salgadita).






































Para sobremesa partilhámos uma tapioca de morango com brigadeiro que (apesar de os brigadeiros serem um pouco rijos) estava muito boa, principalmente o creme de avelã e o gelado, uma delícia!
Já ontem fomos conhecer a casa dos amigos queridos que fizemos no Peru e passámos uma bela tarde no jardim entre muita comida e conversa boa.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Viajar a tempo inteiro



Há cada vez mais gente por essa internet fora que vive, literalmente, a viajar. Que faz disso vida. E que tem, como está bom de ver, Instagrams do mais lindo e invejável que se possa imaginar.
Como amante de viagens que sou, sigo n contas de viajantes profissionais, que vou usando como inspiração para passeios futuros (e para me frustar um pouco também, naqueles dias em que o trabalho é mais chato e uma pessoa põe-se a olhar para a vida dessas pessoas e a compará-la com o nosso dia-a-dia tão pouco "instagramável").
A propósito desta vida de viajante, no outro dia lia, numa daquelas sondagens do Instagram, a pergunta "Se pudessem viajar a tempo inteiro, optariam por fazê-lo?". Eu respondi "não" mas a grande maioria respondeu "sim". E eu pus-me a pensar se estas pessoas que responderam "sim" já pararam para pensar em tudo o que esse tipo de vida traz consigo. Ou, mais importante ainda, daquilo que que não traz.
Eu sou doida por viagens, se o trabalho e a carteira permitissem faria, de bom grado, o triplo ou o quádruplo das viagens que faço mas...estar sempre a viajar?
Então e aquela sensação - também tão boa - de voltar à nossa casinha? Aquele conforto que só a nossa cama nos traz? E o bom que é estar aninhado no nosso sofá? E poder abrir a porta do vestuário para decidir o que vestir em vez de estarmos confinados a uma mala de viagem?
Já o disse antes, viajar é bem capaz de estar no top 3 das coisas que mais gosto de fazer na vida, mas para mim é como estar de férias...é maravilhoso e sabe (quase) sempre a pouco, mas só é tão bom porque tem data para acabar.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Fim-de-semana

Este blogue continua em modo "relatos de fim-de-semana" até inspiração para mais. E isto porque me recuso a deixar a preguiça vencer-me por completo, e porque os meus fins-de-semana têm sido mesmo bons (e eu gosto de registar os momentos felizes da minha vida para me ajudar a recordá-los mais tarde).
Ainda não foi desta que passámos o fim-de-semana todo em Lisboa. E ainda bem, porque foi tão bom.
Passámos o sábado na praia, em Porto Covo, com os primos do senhor namorado. Até consegui enfiar-me no mar e tudo, vejam só (acho que não fazia esta proeza, em Portugal Continental, para aí desde 2015).

O domingo foi bem mais caseiro mas não menos preenchido. Para além das tarefas do costume, estreei-me na arte da bricolagem a pintar um móvel, e não é que gostei mesmo daquilo? 
Normalmente este tipo de coisas é o senhor namorado que faz, mas desta vez como ele não estava muito convencido com a minha ideia de pintar aquele móvel, eu estava a ver que ia ter que esperar uma vida para ele tomar iniciativa de fazê-lo. E foi o melhor que podia ter acontecido, porque foi da maneira que descobri (quem sabe?) um novo hobbie. 
E isto de, aos poucos, ir deixando aquela casa cada vez mais com a nossa cara, dá-me uma satisfação tremenda.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Fim-de-semana em Viana

Mais um fim-de-semana de verão passado em modo passeio. Desta vez a norte, em terras de sodôna sogra para ver, ao vivo e pela primeira vez, as festas da Romaria da Sra. da Agonia.
Levámos uns amigos connosco que nunca tinham ido a Viana, pelo que foi passeata o fim-de-semana todo. 
Vimos o cortejo da tarde de sábado o qual, apesar de ter achado muito giro, acho também que poderia ser ligeiramente mais curto (duas horas, ainda para mais com o calor que estava, tornou-se um bocadinho maçador), andámos a passear pela feira à noite, e na manhã de domingo fomos a Santa Luzia.
Não tirei muitas fotografias, primeiro porque estava demasiada confusão para conseguir fotografar alguma coisa de jeito e depois porque estávamos acompanhados e não quis maçar os nossos amigos.
Deixo apenas um "cheirinho" do nosso passeio de domingo em Santa Luzia.







































sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Leituras



A minha avó pede desculpa, Fredrik Backman

Avaliação do Goodreads: 4,04/5
Minha avaliação: 4/5

Uma das minhas "parceiras de leitura" apaixonou-se pelo Fredrik Backman depois de ler "Um homem chamado Ove" e comprou tudo o que havia do autor. E foi assim que este "A minha avó pede desculpa" veio parar às minhas mãos (somos três e estamos sempre a trocar livros entre nós).
A narradora da história é Elsa, uma menina de sete anos, e a história gira à volta da relação especial que ela tinha com a avó. É uma história que mistura momentos de humor com outros de emoção e coração apertado. 
Tem algumas histórias de mundos imaginários pelo meio (que, confesso, dispensava bem) mas gostei da leitura.



Stoner, John Williams


Avaliação do Goodreads: 4,29/5
Minha avaliação: 4/5

"Stoner" passa-se nos Estados Unidos, na segunda metade do século XX, e conta a história de William Stoner, um filho de camponeses que se torna professor universitário e cuja vida vamos acompanhando desde jovem até ao fim dos seus dias. É uma história escura, pesada, triste, mas também muito realista e bem escrita. Gostei muito.



O velho e o mar, Ernest Hemingway


Avaliação do Goodreads: 3,75/5
Minha avaliação: 2,5/5

Já tinha lido este livro há uns anos (apesar de ter sido preciso o Goodreads para me lembrar disso) mas estava na Madeira sem alternativa, pelo que voltei a pegar nele. E pode estar muito bem escrito, mas a história é uma seca tremenda (para mim, está claro). E a mim a escrita não chega para me prender. O livro é pequeno mas, na minha opinião, não se lê nada bem. Porque a história é tão aborrecida. Acompanhamos a jornada solitária de um velho enquanto este passa dias seguidos num barco de pesca. Não vou contar mais nada porque, bom ou mau, não quero lançar spoilers. Eu sei que não é nada cool uma pessoa assumir que achou Hemingway uma seca tremenda, mas foi o que aconteceu comigo.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Fim-de-semana de passeio

Os meus pais estão de férias e vieram passar uns dias connosco. E então decidimos ir passar o fim-de-semana perto de Lisboa, para passear um pouco e não andar sempre pelos mesmos sítios. Como decidimos fazer isto com pouco mais de uma semana de antecedência a oferta de alojamento que preenchesse os nossos critérios já não era muito abundante, mas lá descobrimos um lugar encantador no Redondo, em Évora. Chama-se Convento de São Paulo e é um antigo convento, do século IV, lindíssimo tanto por dentro como na sua envolvente, com duas piscinas e muito espaço para passear. 













































Passámos o final da tarde de sábado numa das piscinas e a manhã de domingo na outra. Como não nos apetecia pegar no carro, jantámos no hotel (a comida não era má, mas estava muita gente e esperámos mais de uma hora para comer) e depois fomos para o jardim desfrutar do som do campo e ver as estrelas (e que céu lindo que estava). Adoro estes programas rurais (desde que não durem muito tempo), tanto no inverno como no verão. E este programa de verão, a quatro, vai ficar guardado  com especial carinho. 
Já a caminho de Lisboa, parámos para almoçar em Estremoz, num restaurante que estava recomendado no Tripadvisor, chamado Alecrim. O restaurante não é super barato, mas ficámos fãs, tanto do espaço como da comida (a sobremesa então...comemos uma trilogia de chocolate dos deuses!).
Que fim-de-semana em família tão bom!

terça-feira, 7 de agosto de 2018

De volta das férias

Depois de nove dias revigorantes pela(s) ilha(s), estou de volta. As minhas férias este verão resumiram-se a cinco dias (úteis), já que as férias "grandes" serão só em outubro. 
Foram dias muito bem aproveitados entre a Madeira e o Porto Santo e entre sol, mergulhos, mimos (e o meu avô mais querido que fez 92 anos e continua com uma alegria e sanidade mental de fazer inveja a muitos jovens?) e comida boa (nada de novo em relação ao costume, portanto). 





Foi um "verão" curto (já que a praia e os mergulhos daqui para a frente hão de ser ser muito poucos), mas foi aproveitado ao máximo.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Felicidade e coisas boas



Às vezes uma pessoa até tem medo de dizer estas coisas (não vá o diabo tecê-las) mas nisto que é a vida cheia dos seus altos e baixos, nesta fase sinto-me bem. Sinto-me feliz. Provavelmente muito influenciada por estar tudo a correr bem, por ser verão, por ir agora uns dias de férias onde me vou fartar de nadar e apanhar sol e por ter uma viagem de sonho marcada para daqui a dois meses. Mas a nossa felicidade também passa muito pela forma como encaramos os fatores externos da nossa vida, aqueles sobre os quais não temos controlo. E eu, se por um lado acho que sou uma sortuda a quem a vida, na maior parte do tempo, me tem tratado bem, por outro também acho que tenho uma forma de encará-la que passa muito por desvalorizar o mau e valorizar o bom, mesmo quando esse bom é (aparentemente) insignificante. E isso ajuda a que eu acabe por ter "sorte". 
Bem, isto tudo para dizer que ando feliz. Não só porque vou passar uns diazinhos a casa entre mimos da família e mergulhos, mas também por isso, pois claro.


[Não é que eu ande muito assídua por cá - não tem havido inspiração para tal - mas é pouco provável que eu dê sinal de vida por aqui nos próximos dias. De qualquer forma têm sempre o Instagram para o caso da saudade apertar, sim :p?]

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Fim-de-semana

Foi o último fim-de-semana em Lisboa antes de uns diazinhos entre a Madeira e o Porto Santo, onde - espero - vou sentir finalmente que é verão e nadar com fartura.
A parte gira do fim-de-semana passou-se a matar saudades do casal de amigos queridos que fizemos no Peru (a empatia foi tão imediata e tão boa entre nós), a fazer experiências culinárias saudáveis (umas trufas deliciosas - achei que tinha uma foto para partilhar aqui mas afinal só a tirei em modo stories para o Instagram e não ficou guardada) e numa ida à praia - a segunda deste ano - acompanhada de um ventinho que se dispensava de bom grado.



Também acabei este livro, do qual hei-de falar-vos um dia destes.