quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Leituras


O homem de giz

Avaliação do goodreads: 3,72/5
Minha avaliação: 4/5

O homem de giz é um thriller que se passa, alternadamente, em dois momentos distintos: 1986 (data em que um grupo de amigos adolescentes encontra um corpo na floresta) e 2016 (altura em que se desvendam vários mistérios do passado, nomeadamente o associado àquela morte). É uma narrativa que nos vai mostrando a dinâmica de cada uma das famílias que integram a história, todas com as suas peculiaridades.
É uma leitura muito fácil, carregada de suspense, muito intrigante e que nos deixa curiosos desde o início com o desenrolar dos acontecimentos. 
O final, no entanto, soube a pouco. Parece que ficou ali a faltar qualquer coisa.
De qualquer das formas, para quem aprecie o género, é uma leitura que recomendo.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Fim-de-semana

Pois é, gente. Continuo viva, mas com pouca vontade de escrever (e pouco para vos contar, na verdade). Mas vou aproveitar que este fim-de-semana houve passeios bons (ou melhor, muito bons) à beira-mar com direito a fotografias para fazer o (cada vez menos) habitual relato da parte gira do fim-de-semana.
Aproveitámos o dia espetacular que esteve no sábado para ir passear à Costa da Caparica. E a quantidade de gente que andava por lá a fazer o mesmo?? Adoro passear à beira-mar em qualquer altura do ano, sentir o sol na cara e respirar a maresia. Adoro!

No domingo, fomos almoçar ao Prego da peixaria de Algés. O espaço é giríssimo, e apesar de eu gostar muito do hambúrguer de salmão e choco (e de o pedir todas as vezes que lá vou), para mim o ponto alto daquele espaço é o bolo de chocolate (eu ia pôr aqui uma foto mas a qualidade está demasiado fraca, deve ter sido da emoção de ter aquela maravilha à minha frente). É húmido, espesso, com sabor forte a chocolate...enfim, é perfeito! Para mim ocupa o 3º lugar do pódio dos melhores bolos de chocolate de Lisboa (o 1º e o 2º estão ocupados pelo brownie do Hard Rock Café e pelo bolo da Landeau - na verdade, não consigo escolher qual dos dois o melhor).



Para digerir o almoço fomos passear ao Guincho, com direito a pezinho na areia e tudo (mais uma vez, adoro!). O dia não estava tão bonito como na véspera, mas mais uma vez soube pela vida.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Leituras


Fharenheit 451

Avaliação do goodreads: 3,98/5
Minha avaliação: 2/5

Uma das minhas resoluções dos últimos tempos (não lhe vou chamar de ano novo porque não as fiz) foi deixar de me obrigar a ler livros até ao fim quando não estou a gostar deles (normalmente é coisa para me desmotivar e deixar arrastar as leituras durante eternidades). E foi isso que - orgulhosamente, devo dizer - fiz com o Fharenheit 451. Tinha este livro na minha lista de leitura há anos - já não me lembro porquê - e a avaliação do Goodreads não é má (tem 3,98/5) mas, senhores, como foi dolorosa a minha tentativa de ler aquilo. O livro é pequeno, não chega às 200 páginas, e como estava na biblioteca comum que tenho com alguns colegas de trabalho, achei que seria uma boa companhia para as viagens de comboio que fiz para Braga no fim-de-semana passado. Moral da história: li 40 e poucas páginas.
Para começar, é um livro de ficção científica: nada contra, mas realidades paralelas normalmente não são a minha onda. Gosto de cenários mais realistas e verosímeis. Para além disso, o livro está escrito de uma forma pouco fluída, que obriga a uma grande concentração, e para isso já me basta o meu trabalho. Eu gosto de ler para relaxar e ter um momento de prazer, não é para ter que fazer um esforço enorme para acompanhar a história. Pelo que, correndo o risco de ter desistido demasiado cedo, nem ao meio do livro cheguei (belo desperdício de 8 horas passadas dentro de comboios).


A Ponte Invisível

Avaliação do Goodreads: 4,19/5
Minha avaliação: 4,5

Comprei este livro numa feira num centro comercial em Braga. É um calhamaço, custava uma pechincha (7,5€), vi o tema (II Guerra Mundial e judeus), fui ao Goodreads, vi a avaliação e pronto: fiquei mais do que convencida.
Como digo sempre, eu sei que é dos temas mais batidos da literatura, mas por mais livros que leia sobre o tema continua a ser dos que mais me tocam pelo que nunca me canso de ler sobre o assunto. Até porque, no que toca a literatura, eu sou fã de drama, pelo que este tema dificilmente me desilude.
Sabem quando chegamos ao fim de um livro e sentimos um aperto no coração? Porque vamos ter que nos despedir da história e dos personagens? Foi assim que me senti quando acabei este livro. Já tinha saudades desta sensação tão boa. Adorei a história, a escrita, tudo! Recomendo tanto esta leitura!


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

32

Imagem daqui.

O blogue está moribundo, mas esta que vos escreve celebra hoje 32 primaveras e lá decidiu deixar o registo por aqui.
Depois de a entrada nos 30 ter sido um momento algo violento a nível emocional (por mais estúpido que isso seja, estou bem ciente disso), isto de fazer anos cada vez me diz menos. É um pretexto para exagerar no açúcar por um dia, e sabe bem receber mensagens calorosas daquelas pessoas que sabemos que gostam de nós durante o ano inteiro. Mas de resto é mais um dia.
Que os 32 sejam tão bons ou melhores ainda do que foram os 31.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Forks over knives


Às vezes já não sei se quero continuar a informar-me sobre os malefícios de certos géneros alimentares (quer a nível ambiental, quer a nível do impacto na saúde), se prefiro manter uma certa ignorância que me permita não viver em constante angústia. E, se por um lado não acredito cegamente em tudo o que leio e ouço (ou porque são estudos isolados, ou porque têm interesses económicos escondidos detrás de certas conclusões), por outro a verdade é que fico pelo menos a remoer sobre certos aspetos sem saber bem o que pensar e o que fazer à minha vida.
O último documentário que vi (no Netflix) chama-se Forks over knives e aborda a relação entre o consumo de proteína animal (principalmente a carne e derivados do leite) e vários tipos de doenças (cardiovasculares e oncológicas), na sequência de vários estudos e experiências feitas por médicos em pacientes seus (alguns dos quais mostram inclusive testemunhos de pessoas com doenças em estado avançado que foram revertidas através duma mudança de estilo de vida para uma alimentação sem qualquer tipo de proteína animal).
Há que ter em atenção que a maioria dos documentários existentes sobre estes temas (e sobre qualquer tema, na verdade) está focada na realidade norte-americana e não tanto na europeia o que, tratando-se de alimentação, faz uma grande diferença porque daquilo que uma pessoa vê e ouve sobre os EUA, qualquer dieta comparada com a que se pratica maioritariamente naquele país é mega saudável. E inclusive a proteína animal que se consome na dieta mediterrânica acaba por ser bastante mais saudável que a americana, porque comemos mais peixe e menos fast food (ou pelo menos a maioria de nós), e em menores quantidades.
Eu praticamente não como carne vermelha (só fora de casa e quando não tenho alternativa), e numa semana normal como carne no máximo 3 vezes (os nossos jantares são sempre "desenrasques" que raramente incluem carne, e aos almoços vamos variando entre carne branca e peixe) mas consumo imensos ovos e alguns iogurtes e queijo. E não consigo imaginar uma vida feliz sem qualquer um dos três (nem planeio fazê-lo, pelo menos para já).
Não é fácil tomar decisões no que ao consumo de certos produtos alimentares respeita quando estão constantemente a ser divulgadas conclusões contraditórias (o ovo é um belo exemplo, há uns anos era o demónio do colesterol, agora já se pode comer à vontade e até ajuda a evitar a diabetes), e os próprios profissionais de saúde têm opiniões distintas umas das outras relativamente a certos tipos de alimentos.
Na dúvida, vou continuar a informar-me (e baralhar-me) e ir fazendo o que a consciência me manda (e as análises que vou fazendo têm mostrado que, para já, estou no caminho certo).
Mas para quem, como eu, tem este tipo de preocupações, por vezes torna-se complicado viver rodeado de tanta informação.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Fim-de-semana

Eu tinha um voucher da Odisseias para usar há algum tempo, e dada a dificuldade em tentar marcar qualquer coisa para o início do outono, lá marquei, com antecedência, para o fim-de-semana passado, num dos poucos lugares minimamente apetecíveis e que não nos obrigavam a atravessar o país inteiro de carro para lá chegar. E lá fomos para uma casa de xisto na Aldeia Oliveiras, no distrito de Castelo Branco.
A aldeia é simpática, mas é minúscula e há pouco para se ver e fazer na zona (pelo menos no inverno, já que no verão dá para aproveitar as praias fluviais). Apesar do frio imenso (a casa tinha lareira e aquecedor, mas como era grandinha e o frio era mesmo muito - estavam 0ºC nem eram 21h - passámos algum frio) mas soube pela vida: a paz da aldeia, ler em frente à lareira, passear a meio do nada, sem o rebuliço da cidade.
Não iria de propósito de Lisboa para lá (ainda são 200km de distância) se não tivesse o voucher para gastar, confesso (acho que há aldeias de xisto maiores e mais interessantes), mas foi um fim-de-semana muito bem passado.








































No regresso a Lisboa, fizemos um desvio e fomos a Tomar visitar o Convento de Cristo (maravilhoso).



E ainda almoçámos em Torres Novas no restaurante Papa Figos (tinha uma avaliação ótima no Tripadvisor, mas, apesar de ter sido uma refeição agradável, achámos que a relação qualidade preço é claramente desproporcional).

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Saldos, roupa, a minha senda de comprar de forma mais consciente e objetivo para 2019

Isto de comprar online tinha mais piada antes, quando eu gostava de aproveitar pechinchas e coisas que "podiam dar jeito". Agora, que só quero mesmo ficar com aquilo que "preciso" e de que gosto mesmo muito, dou por mim a devolver quase tudo o que compro online sem ter visto ao vivo primeiro.
A primeira saga deste outono/inverno foi encontrar um pullover vermelho. Comprei 3 online no site da Mango (comecei pelos de caxemira e mohair, nenhum me assentava como eu queria, e devolvi os três). Quando fui à loja devolver, experimentei outros dois e dei por terminada a minha tentativa de encontrá-lo na Mango. Aliás, dei por terminada a minha tentativa de encontrá-lo em qualquer outro sítio, porque da minha pesquisa online não havia potencial em loja nenhuma. Até que nos saldos passei pela Oysho para namorar roupa de desporto que não preciso mas adoro (fique aqui registado que lhe resisti) e deparei-me com um pullover do vermelho exato que eu queria, grossinho como eu queria e lá o trouxe comigo. 




Ainda antes dos saldos mas em promoção (aqui me confesso: continuo a pelar-me por uma boa promoção) comprei outra malha básica, na Mango, de uma cor que gosto cada vez mais - amarelo -, principalmente para conjugar com preto.




E, nesta minha ligeira mudança de estilo em que ultimante uso malhas quase todos os dias (em cima de vestidos inclusive, e adoro), fechei a coleção com esta da Mango que tem uma cor que eu adoro.



Para além destas três malhas, continuo à procura de uns calções pretos, básicos, para substituir os que deitei fora porque já não estavam em condições (comprei uns na Zara online, a ver vamos se corre bem).
De resto, aproveitei para substituir alguns básicos (aquele tipo de compra que não me dá prazer nenhum mas uma pessoa lá tem que comprar de vez em quando - tipo soutiens e camisolas interiores). E foram estas as minhas compras todas da estação de roupa "normal", que espero que se fiquem por aqui.
Na verdade, o meu ponto fraco ultimamente até é a roupa de desporto. Mas mesmo assim até neste departamento fui contida, porque comprei duas peças específicas que queria há uma vida (uma delas um mero desejo de consumo, a outra mais necessidade): um top justo e curtinho, mas não tão curto como aqueles que mostram metade da barriga (não é que eu tenha complexos - é até a parte do meu corpo de que mais gosto - mas sinto-me seminua a treinar com aqueles tops de desporto género soutien que abundam nas meninas fit do Instagram).



Daqui. E é tão perfeito e tão aquilo que eu procurava há meses que estou a controlar-me terrivelmente para não comprar igual de outra cor.
A outra peça foi um pullover básico preto para vestir em cima da roupa de treino. Fica bastante largueirão, mas gosto muito dele.




Entretanto, e no que toca a compras de roupa este ano (incluindo calçado e malas mas excluindo aquelas peças básicas que compre para substituir outras) propus-me um objetivo de número de peças (24 peças) e de dinheiro (contando o primeiro dos dois a ser atingido). Não é nada de transcendente, eu sei, mas é um avanço relativamente ao ano passado. E eu espero conseguir comprar até menos (mas preferi não me restringir demasiado porque dispenso ficar ansiosa por causa de roupa). Sendo que já comprei duas peças nos primeiros dias do mês (as dos saldos de desporto - what else?), vamos ver como é que isto corre. 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Fim-de-semana




































O primeiro fim-de-semana do ano foi muito caseiro.
Depois de umas semanas de descanso no destralhanço lá de casa, retomámos essa tarefa - que já está bem mais perto do fim. Já falta pouco para passarmos em força à parte melhor, que será a de redecorar os quartos e a sala. Mal posso esperar!
Enquanto isso, e apesar da arrumação da roupa ter sido a primeira coisa que fiz, continuo com vontade de reduzir a quantidade de roupa que tenho (isto é verdadeiramente viciante) e volta e meia lá de desfaço de mais coisas. As poucas que acho que consigo vender (basicamente calçado e malas de marca) pus no Olx, e quanto ao resto, e porque me estava a custar pôr peças em ótimo estado num caixote para dar (porque não faço ideia onde é que elas vão parar, nem se vão efetivamente ser usadas e estimadas) aceitei a sugestão duma colega que me disse que costuma fazer isso com algumas amigas e dei-lhe um saco inteiro (grande) de roupa para ela escolher o que quiser. Entretanto já a vi a usar uma das peças (que me tinha sido oferecida e nunca tinha sido usada, não porque não gostava mas porque achava que não tinha nada para combinar com ela) e foi uma sensação tão boa ver aquela peça a ser, finalmente, útil, e a minha colega toda feliz com roupa "nova"!
Mas voltando ao fim-de-semana. Para além das arrumações, passámos pelo Ikea no fim-de-semana para comprar um roupeiro novo (mas ainda não nos conseguimos decidir bem sobre o que queremos). Fomos à Hamburgueria do Bairro e eu consegui, finalmente, resistir ao hambúrguer de frango e provar um dos vegetarianos: pedi de tempeh, que nunca tinha comido, e, como estava bem temperado e a guarnição era saborosa, até gostei (se não estou em erro, ainda só comi carne uma vez este ano). E demos um passeio tão bom à beira rio (levei a minha Bimba Y Lola nova a passear...é ou não é a coisa mais linda em forma de mala?).

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

2018 em livros



O objetivo traçado no Goodreads eram 18 livros (o equivalente a 1,5 por mês) mas foi um ano de muita preguiça pelo que só li 15. E só um deles mereceu 5 estrelas no Goodreads: o Messias (do qual vos falei aqui).
Como grande intelectual que sou, os únicos dois cuja leitura foi uma valente seca para mim foram os da autoria de escritores galardoados com o prémio nobel: O Deus das Moscas e O velho e o mar. Mas como boa masoquista que também sou, li-os até ao fim (e isto é um aspeto que queria mesmo trabalhar em mim mas que ainda não acredito que vá conseguir: deixar a meio a leitura dos livros quando não estiver mesmo a gostar. mas tenho sempre ali uma réstia de esperança que a coisa melhore, ou que o fim seja espetacularmente surpreendente... ou então é só mesmo um transtorno obsessivo que eu tenho e estou para aqui a tentar arranjar desculpas).
Para além do Messias, gostei muito  d'O retorno, d'A estrada subterrânea, de Um homem chamado Ove e o Stoner.
Para 2019 tracei o mesmo objetivo de 18 livros. Vamos ver se desta vez consigo cumprir (mas sem pressões, que já sou ansiosa que chegue para me estar a preocupar com questões desta relevância).

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

2019




































(Foto tirada no fim-de-semana passado)

Não sei se é por já ter passado dos 30, se pela longa caminhada de terapia que já levo, se um pouco dos dois, mas nos últimos tempos gosto de mim e orgulho-me de mim como nunca tinha acontecido antes. Continuo muitas vezes a ser a minha pior inimiga, e ainda tenho um longo caminho a percorrer (não temos todos?) mas sinto que os passos que dei nos últimos tempos foram muito significativos. Que estou, sem dúvida, no caminho certo.
2018 foi um ano de muita reflexão, de aprendizagem, de mudança, de evolução. Para além das duas viagens espetaculares que fiz (Peru e Nepal) e que me enriqueceram imenso, consegui reduzir drasticamente o meu vestuário e os meus pertences, consegui comprar muito menos roupa do que nos anos anteriores (gastei menos 1/3 do dinheiro que tinha gasto em 2017, e o número de peças que comprei foi bem menor) e ganhei uma consciência ecológica maior (mas ainda tenho um caminho gigante a percorrer neste assunto).
Ganhei autoconfiança e maior consciência daquilo que gosto menos em mim e do que me faz mal, o do caminho que tenho que seguir para mudar esses aspetos.
Mudei de área no trabalho, para uma que é mil vezes mais a minha cara e, apesar de continuar a não ser o meu trabalho de sonho (e de eu continuar sem saber qual seria) preenche-me muito mais do que o anterior, e já me ensinou mais em 6 meses do que anos no anterior.
Tenho hábitos de vida cada vez mais saudáveis, e cada vez mais me dá prazer levar a minha vida assim. 
Para 2019 quero continuar o caminho que segui em 2018 e quanto àquilo que não posso controlar, que consiga aceitar da melhor forma, desfrutando do bom e aprendendo com o mau, e sendo sempre (e cada vez mais) grata por tudo aquilo que já tenho. Que é imenso.
Feliz 2019, pessoas!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

2018 - 2ª parte

Em finais de julho cumpri a tradição e fui uma semana à Madeira (e Porto Santo). Neste momento, das várias viagens que faço à Madeira durante o ano, é a que me sabe melhor. Oh mar mais maravilhoso!



Em agosto houve visita dos pais e passámos um fim-de-semana maravilhoso no Alentejo.


E também houve passeios a norte para visitar a família do senhor namorado.



E em outubro rumámos à segunda grande aventura do ano, desta vez para os lados da Ásia, e fomos conhecer o Nepal. E foi memorável.




E mais passeios de outono com temperaturas de verão à minha Madeira.


Obrigada 2018 por me teres tratado tão bem.

domingo, 30 de dezembro de 2018

Do Natal

Bem sei que o Natal já foi há uma vida, mas a vontade de escrever por aqui não tem abundado.
Fui uns dias à Madeira como de costume, para um Natal com temperaturas de verão (20º/21ºC durante o dia). Estive com a família mais próxima, descansei muito (que é coisa que faço pouco quando estou por Lisboa, porque arranjo sempre com que me entreter, mesmo em casa), comecei a ver a série A verdade sobre o caso Harry Quebert (vi os 5 episódios que já passaram na televisão e estou a gostar bastante. já tinha lido o livro mas eu e a minha memória de lagartixa já não nos lembramos de grande coisa, pelo que se mantém o fator mistério), vi filmes de animação (Boss Baby e À procura de Dory) e matei saudades da comida da mãe.
Quanto a prendas, eu bem disse que cada vez gosto menos desta parte: as que foram a pedido correram muito bem, as restantes nem por isso. E tudo estaria mais ou menos bem, se não houvesse algumas pessoas que, não duvidando eu das suas boas intenções, nunca (!) se lembram de juntar os talões de troca, e depois uma pessoa lá fica entalada com coisas que nunca vai usar na vida. Mas falemos das que vão ser (muito) usadas.
Finalmente tenho umas sabrinas pretas de qualidade e confortáveis (que espero que durem pelo menos uma década), prenda dos pais (mas temo que com as temperaturas que estão neste momento, só as vá estrear lá para a primavera).




(Foto tirada do Instagram da Josefinas)

Ao senhor namorado pedi uma mala linda da Bimba y Lola (que, como eu não tinha chegado a estrear, devolvemos quando vimos que estava 30€ mais barata uns dias depois. Já foi "recomprada" entretanto pela net e já vem a caminho...).

E, também escolhido por mim, e porque me deu para gostar de padrão cobra mas não sei quanto tempo isso vai durar, escolhi um vestido da Stradivarius que tinha o modelo exato que eu queria.


sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

2018 - 1ª parte

Depois de um 2017 bastante complicado, 2018 tratou-me bem. Muito bem, até. Foi o ano que me trouxe de volta a minha paz de espírito depois de uma fase muito conturbada, que me permitiu voltar a ser eu própria, a sorrir com (mais) vontade, e a conhecer-me cada vez melhor.
Comecei 2018 a dar os primeiros passos num dos meus vários planos que estavam há séculos à espera de um empurrãozito e que tem sido tão gratificante: fazer voluntariado na Refood.
O fim-de-semana pós aniversário foi passado a conhecer algumas aldeias de xisto: Gondramaz, Cerdeira e Candal e Talasnal. E foi espetacular.



























No carnaval houve visita dos pais a Lisboa, e fomos passear a Évora.




































Em março fizemos a nossa primeira grande viagem do ano: fomos ao Peru e foi absolutamente memorável (só não foi perfeito porque apanhámos uma carga de água e muitas nuvens no Machu Picchu).






































Houve passeios em família por Lisboa na Primavera.

Visitas relâmpago à minha Madeira.

Mais passeios bons de Primavera.

E visitas à terra de sodôna sogra (Viana).


E em junho fizemos umas mini férias em Marrocos e eu conheci, finalmente, Chefchaoen, que é uma cidade maravilhosa.


(continua)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Natal e prendas

Imagem daqui.

Eu gosto muito do Natal, mas aqui me confesso: cada vez gosto menos da parte das prendas.
Não gosto de comprar coisas por obrigação seja para quem for e também dispensava bem recebê-las. Porque, não querendo soar mal agradecida, a verdade é que sou uma privilegiada a quem não falta nada (assim como são todas as pessoas a quem dou prendas) e, ou a coisa é feita de forma muito pouco romântica e dá-se prendas "a pedido", ou dificilmente se acerta em algo que vá efetivamente ser útil na vida do presenteado (e mesmo que nós compremos algo com a melhor das intenções e cuidado, a achar que vai ser usado pela outra pessoa porque é uma ideia tão gira, nem sempre a outra pessoa pensa como nós e lá vai aquilo fazer companhia à demais tralha que uma pessoa tem em casa arrumado num canto). E eu, cada vez mais, tenho aversão a tralha. E tralha com valor sentimental é a pior categoria de tralha, porque uma pessoa sente-se obrigada a albergar aquilo em casa durante tempo suficiente para conseguir viver com a sua consciência no momento em que já não parecer precipitado assumir aquilo que sabíamos desde o dia em que a recebemos: que não usamos aquilo e portanto tem que seguir o seu caminho.
Desde que sou adulta (ou até antes disso) que sou eu que escolho (e na maior parte das vezes até compro) a prenda que os meus pais me dã a mim, assim como a dos meus avós para mim (e na maioria das vezes também digo ao senhor namorado o que quero, e vice-versa). E é da maneira que aproveito para escolher coisas de que gosto mesmo e que não fazem assim tanta falta mas como "tem que ser" lá posso aproveitar para me permitir aquele luxo.
Imagino que não seja fácil fazer com que a família alinhe nisto (talvez a mais chegada, hei de sondá-los este Natal...), mas para mim nesta época só se davam prendas às crianças. Quanto aos restantes, era agarrar no dinheiro das prendas que não comprámos (ou em 1/3 que fosse desse dinheiro) e dá-lo a quem verdadeiramente precisa (uma instituição ou família carenciada). E como bónus, ainda poupávamos o ambiente, as nossas carteiras, e espaço precioso nas nossas casas.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Fim-de-semana

E pronto, uma pessoa distrai-se um bocadinho e de repente o último fim-de-semana antes do Natal (ou pelo menos antes de começar a sério o meu Natal) já se passou. Não há cliché mais verdadeiro do que aquele que diz que o tempo voa. É assustador.
E enquanto isso lá se tratou de mais umas prendas (este ano tem sido tudo a conta gotas, e ainda não terminei a saga...socorro!) e aproveitou-se para passear e conhecer mais um restaurante.
Desta vez fomos ao 31 d'Armada, em Santos, que estava com desconto no The Fork (sim, 80% das vezes é o nosso critério principal para restringir a oferta e conseguir escolher um dos milhares de restaurantes que existem em Lisboa). A comida era toda saborosa, mas achámos o preço um pouco exagerado para a oferta (não tanto dos pratos principais que comemos, mas de tudo o resto).
Eu pedi dourada com risotto de lima (sou bastante previsível nas minhas escolhas, dêem-me peixe e risotto e eu nem olho para o resto do menu) e ele um magret de pato com arroz árabe (também estava muito bom, mas preferi o meu).



Depois do almoço fomos conhecer a Tapada das Necessidades. O jardim está muito pouco arranjado (em termos de vegetação) mas é um espaço muito agradável com vistas bonitas.