terça-feira, 17 de outubro de 2017

Surpresas agradáveis



Esta série de comédia, que passa na Fox Comedy. Já vamos na terceira temporada e continuamos a rir em todos os espisódios (e o facto de a série agradar tanto ao senhor namorado como a mim não é coisa assim tão frequente de acontecer). Recomendo muito.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Fim-de-semana

Ultimamente tenho sentido que os fins-de-semana (e os dias de semana também, na verdade) voam sem que eu consiga fazer quase nada deles. Ou então até faço, mas há tanto que fica por fazer. Isto de ir cinco vezes por semana ao ginásio também não ajuda, porque vai-se a ver e lá se vai quase a manhã inteira nisso (e eu nem acordo muito tarde, é raro o dia em que não estou acordada antes das 10h). E quando uma pessoa tenta introduzir o estudo nas rotinas do fim-de-semana (tem passado pouco de meras tentativas, por enquanto) a falta de tempo torna-se ainda mais gritante.
Bom, isto para dizer que, mais uma vez, sinto que o fim-de-semana passou a correr e não fiz (quase) nada de especial.
No sábado, ao pequeno-almoço, fomos conhecer a La Boulangerie, na Lapa. Achei o serviço um pouco lento, e os preços ligeiramente exagerados, mas os funcionários eram muito simpáticos, e gostei da comida (pedi um latte e um croissant de amêndoa).

Ao final da tarde fomos a um evento solidário na casa da América Latina para ajudar as vítimas dos sismos que aconteceram no México, no mês passado. Teve direito a um espetáculo, comidinha mexicana e bailarico e foi muito giro (retirando as escolhas musicais de gosto muito duvidoso do bailarico - e que nada tinham de mexicanas).
A manhã do domingo, mais uma vez, esfumou-se no ginásio, e o resto do dia passou-se entre compras de supermercado, limpezas, cozinhados para a semana e - o momento alto do dia - acabei finalmente o meu livro (falarei dele num post sobre leituras, daqui a uns dias).

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Fim-de-semana

Bem sei que já a semana vai a meio, mas tempo livre não é algo que tem abundado por aqui ultimamente. Seja como for, o fim-de-semana foi bom demais para não ser partilhado por aqui. Daqueles a roçar a perfeição mesmo (não fosse o facto de ter acabado com a notícia da perda de um familiar muito próximo de uma amiga querida).
Eu e o senhor namorado optámos por não fazer fim-de-semana prolongado porque era suposto esta ser uma altura em que já estaríamos a estudar (aos fins-de-semana inclusive) para o exame que se avizinha. Acontece que com o tempo que tem estado só me apetece passear, e a verdade é que já se passaram dois meses desde a última escapadela a dois, pelo que não aguentei e propus-lhe passarmos uma noite em Évora. Meti-me em pesquisas pelo Booking - coisa que eu gosto pouco de fazer (só a-do-ro), fiz a pré-seleção de três sítios, e deixei a escolha do vencedor nas mãos do senhor namorado.
Na sexta-feira, ainda por Lisboa, fomos jantar com amigos queridos e ver a peça de teatro Avenida Q, que me arrancou várias gargalhadas, está muito engraçada.

Foto daqui.

E no sábado lá seguimos rumo a Évora e à DH Country House para um fim-de-semana de passeios e descanso. Fomos super bem recebidos, a decoração tem um misto de moderno com vintage que gostei muito (só não adorei a decoração do quarto), e o espaço exterior, com piscina, é muito agradável (só peca por apanhar sol pouco tempo). [Para fotos mais pormenorizadas do espaço é só clicar ali no link acima]





Para além de muita leitura à beira da piscina, também houve tempo para passear um pouco pelo centro da cidade, e comer umas belas de umas migas no restaurante D. Inês II (que foi para aí o quarto sítio onde fomos, já que todos os mais conhecidos do Tripadvisor já tinham todas as mesas reservadas e ainda não eram 20h...). 


Não houve tempo para visitar quase nada na cidade, mas como Évora não está assim tão longe de Lisboa e ainda por cima está carregadinha de sítios amorosos onde dormir (a sério, encontrei tantas opções super apelativas que não foi mesmo fácil escolher) teremos tempo para fazer isso nas próximas visitas. 

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Feriado bom

Feriados durante a semana são a melhor coisa de sempre. E o de ontem, para não variar, soube pela vida.
Depois de três dias (que juro que pareceram semanas) parada devido a uma constipação, o dia começou no gym com um belo treino de perna. Depois disso era altura de fazer uma das coisas que mais gosto nesta vida: descobrir um restaurante novo (restaurantes, hotéis, cidades novas...eu gosto mesmo é de laurear a pevide).
A julgar pela velocidade a que a minha lista de restaurantes a conhecer em Lisboa cresce, parece-me que vou ter que viver sensivelmente até ao ano de 2150 para conhecê-los todos (e isto se não aparecer mais nenhum novo nos entretantos) mas, dramas à parte, e como a vontade de experimentar uma coisa diferente era muita, fui à minha lista buscar uma recomendação que me foi feita em tempos, aqui no blogue, por uma seguidora fofinha, a Helena (a quem eu agradeço muito a dica!), e lá fomos nós conhecer o peruano Segundo Muelle, no Cais do Sodré. 
Para começar, o espaço é muito agradável, com uma decoração simples alusiva ao mar. Os empregados que nos atenderam também foram irreprensíveis (muito simpáticos). Quando abri o menu, confesso que entrei em pânico por uns segundos: como é que eu ia conseguir escolher um prato no meio de tanta oferta super apelativa? Não foi fácil, minha gente, não foi fácil! Lá decidi que ia ter que lá voltar várias vezes provar outros pratos, e escolhi um tártaro de atum com abacate (que vinha acompanhado das tostas que podem ver na foto de baixo mas eu preferi arroz, que pedi à parte). O senhor namorado pediu um Tacu Tanque, que nem sei bem explicar o que é, porque leva muiiita coisa (e é enorme, ao contrário do tártaro). É uma especialidade crioula, um "bolo" de arroz com sabor a um enchido qualquer, com salmão fumado e marisco, regada por um molho de marisco (ainda leva mais qualquer coisa mais não me recordo bem...banana?). Para beber pedimos um frozen de lima e outro de maracujá, muito agradável. E a sobremesa foi um bolo (muito húmido e morninho) de chocolate acompanhado de gelado de baunilha. E o que é que eu posso dizer? Do início ao fim, foi uma experiências cinco estrelas! Não é todos os dias que uma pessoa se apaixona assim assolapadamente por um restaurante, e como eu adoro quando isso acontece! Bom, não é preciso dizer que recomendo muito uma visita a este espaço, pois não? (quanto a preços, não é super barato, pagámos 40 e muitos euros, mas na minha opinião foram muito bem gastos).

Depois do almoço fomos dizer olá ao Tejo, debaixo de um calor abrasador, e matar saudades dos tempos em que fazia quilómetros e quilómetros a correr ali pela zona, quando morava na zona da Graça (e estava bem mais virada para as corridas do que estou agora).


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Vidas passadas

Corriam os últimos meses do ano de 2010. Tinha eu 22 anos, acaba de sair de um relacionamento de 10 anos. Ele (não o ex, outro), 31 anos (não propriamente um adolescente, portanto. Já de mim não se podia dizer bem o mesmo).
Eu estava a viver os dias mais infelizes da minha vida [na altura tinha criado o blogue há uns meses e tudo o que se foi passando nunca foi por mim revelado abertamente aqui, como será agora] quando ele, muito pouco tempo depois do fim do meu namoro, deu um ar de sua graça. Conhecia-me há anos, sempre tinha sido uma pessoa super correta, por quem eu tinha muita admiração enquanto ser humano, atraía-me a um nível negativo em termos físicos. Mal lhe disse que estava solteira passou a ser conversa diária (sempre iniciativa dele) e de repente, conversa puxa conversa (tudo no mundo virtual do falecido Messenger) eis que o rapaz começa a fazer-se ao piso. E eu não queria acreditar que aquilo me estava a acontecer. A pessoa mais improvável do mundo estava a fazer-me recuperar o sorriso (e de repente até se tinha tornado gira e tudo!), numa altura em que eu tinha o coração desfeito num trilião de pedaços, e achei que assim continuaria por uns bons anos (sim, eu estava completamente convencida disso e ai de quem tentasse dizer-me  contrário, sabiam lá o que era o amor!).


Acontece que esta pessoa alegadamente tão bem formada não estava muito virada para relacionamentos. A bem dizer, nem para me ver ao vivo sequer, porque cada vez que eu sugeria tal coisa o rapaz revelava-se o ser humano mais ocupado do planeta (e com 300km a separar-nos, ele tinha a vida facilitada nesse aspeto).
Houve um dia em que a criatura lá baixou a guarda e, durante umas horas, eu senti-me o ser humano alvo da maior paixão que o mundo já viu. Senhores, como aqueles olhos me enganaram bem! Depois desse dia, voltámos aos 300km de distância e a criatura passou dias sem me dizer nada de nada. Em vésperas de natal, eu na Madeira, com a minha família (mas tão longe dela), numa depressão de meter dó. Aquela criatura conseguiu o que o meu ex namorado (um senhor ao pé deste pedaço de bosta. e sem ser ao pé deste pedaço de bosta também, a bem dizer) não conseguiu: a tristeza de antes passou a depressão. Nunca tive pensamentos suicídas, mas estava convencida que morrer seria menos doloroso do que aquilo por que eu estava a passar. 
Foi nesses dias de tratamento de silêncio da criatura que eu decidi "agarrar em mim" e ir para França ser Au Pair. E foi essa experiência que me deu de volta a alegria de viver. 
A criatura ainda me assombrou mais uns tempos (depois de me ter tentado vender a ideia de que era uma pessoa muito traumatizada com um relacionamento passado, coitadinha, e que não conseguia ter um relacionamento sério - e ter-me deixado quieta no meu canto em vez de me vir atormentar só para alimentar a p**** do ego, não teria sido uma boa ideia?) até que eu fui para Londres e os meus interesses mudaram de direção e ele, quando percebeu isso, deixou-me em paz. Não falamos desde essa altura (corria o ano de 2011, já tinha passado mais de um ano desde o início daquela "brincadeira").
Entretanto o Facebook tratou de me informar que a pobre criatura traumatizada lá viu a luz e encontrou o amor (aquele que ele já tinha encontrado comigo - ahahahahah! - mas que o seu ser interior não lhe permitia viver, que ele tinha nascido mas era para ser uma alma livre e correr o mundo) e, no fim-de-semana que passou, parece que se casou (com um outfit medonho - que fique registado. obrigada universo por não teres atendido às minhas preces de um dia casar-me com ele. é que, se eu já não tivesse aberto os olhos antes, no segundo em que eu pusesse os olhinhos naqueles calções (????!!), teríamos noiva em fuga na certa).
E eu, apesar de há muito ter deixado de ter sentimentos (bons) por esta pessoa, tenho que confessar que não consigo ficar feliz com a felicidade dele no departamento do amor. Também não fico infeliz, calma, mas há aqui dentro um ressentimento que me impede de lhe desejar o melhor no amor. 
Como costumo dizer às minhas amigas, não lhe desejo nada de mal...apenas que tenha sexo mediano o resto dos seus dias :p.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

No caminho certo


Aos poucos, este meu coraçãozinho sofredor tem voltado a sentir (alg)uma paz que há muito tempo por aqui não habitava. Muito tempo mesmo. Tempo esse em que andei a viver com um "fantasma" que deixei entrar quase sem dar por ela, que fez muitos estragos, e que por momentos cheguei a achar que nunca mais iria embora.
Ainda não estou completamente "curada". Longe disso. Mas sinto-me mais perto do que alguma vez me senti nos últimos dois anos.

[A ver vamos. Entretanto... pés bem assentes na Terra e pensamento positivo]

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Fim-de-semana

Agora que tenho que voltar em força ao estudo - isso a juntar às mil coisas que tenho para rearrumar/mandar para o lixo/redecorar lá em casa - e sendo eu pessoa que não sabe estar dentro de casa e ver um raio de sol que se sente logo a desperdiçar o dia, dou por mim a desejar secretamente fins-de-semana de chuva  que não me deixem de consciência "pesada" por ficar em casa em vez de estar a aproveitar a vida fora de quatro paredes. Mas enquanto isso não acontece, e a vontade de laurear a pevide fala mais alto, lá vamos aproveitanto o bom tempo deste início de outono. Como no fim-de-semana que passou, que foi tão, tão bom.
No sábado estava mesmo com vontade de passear na natureza. Ainda pensei na Serra da Arrábida mas não conhecemos bem aquilo e achámos que requeria algum planeamento sob pena de nos perdermos lá pelo meio, e decidimos ir a Mafra. 


Pensámos em visitar o convento mas quando vi a indicação para a Tapada de Mafra pensei "É mesmo isto que me está a apetecer fazer.", pelo que a visita ao centro de Mafra foi muito breve.
Confesso que ao início me fez alguma confusão ter pago 6,5€ (o preço do passeio pedestre. também se pode fazer a visita de comboio, cavalo, bicicleta e carro elétrico) para passear num lugar que, apesar de bonito, é igual a tantos outros que temos pelo nosso país. Mas depois de termos visto veados, javalis, e de termos assistido a uma explicação sobre falcoaria (treino de aves de rapina) e demonstração de voos fiquei a achar que o dinheiro tinha sido bem gasto. 
Para além disso, aprendi que as plantas têm sexo (não só têm sexo como descobri essa informação quando li a descrição duma árvore que dizia ser hermafrodita) como ainda aprendi que os chifres dos veados caem uma vez por ano, por altura da primavera, quais árvores de folha caduca.


Pobres bichos, são feiínhos todos os dias.

Olá, Outono!

Conseguem ver o veado ali ao fundo?

Apanhámos uns cenários amorosos montados no meio da floresta para um casamento que ia decorrer ali.

O domingo começou em pecado, com um belo pequeno-almoço nos Pastéis de Belém e teve direito a passeio aos jardins do Palácio de Belém, onde estava a decorrer a Festa do Livro: uma feira do livro com livros na sua grande maioria de autores portugueses. Para além dos jardins serem muito bonitos, o espaço da feira estava muito engraçado. Valeu muito a pena a visita.



quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Fui a Viena e já voltei

Viena foi um misto de emoções. Quanto à cidade propriamente dita, gostei mesmo muito. Em termos de experiência, tivemos alguns episódios poucos simpáticos com habitantes locais (mas também apanhámos gente simpática...não muita, mas apanhámos) . E quanto à comida tradicional, eu não ia à espera de gostar, porque carnes panadas (o famoso schnitzel), salsichas e carne vermelha em geral não são propriamente os meus pratos preferidos, mas sendo eu uma lambona assumida, fico sempre com alguma pena quando não sou capaz de apreciar a gastronomia de qualquer sítio onde vá.
Ficaram alguns sítios por visitar (um deles um pouco escandaloso: não fomos ao palácio Schonbrunn - antiga residência de verão da família imperial) e muitas fotos por tirar (minhas principalmente, já que não me apetecia estar sempre a chatear as minhas amigas - que praticamente nunca querem fotos de si próprias - a pedir fotos e mais fotos), pelo que motivos não me faltarão para voltar a Viena num futuro próximo.
Ficámos hospedadas durante o fim-de-semana num apartamento destes, que nos pareceu ter uma boa relação qualidade preço (ficámos num estúdio com 3 camas por 50€ por noite, mas depois da reserva feita vimos que a taxa de limpeza, cobrada à parte, era quase o valor de uma noite - 45€). Depois de lá ter estado, diria que são capazes de conseguir alojamento com melhor localização (este ainda fica longe do metro) a preços semelhantes.
Chegámos a Viena ao início da tarde de sábado (depois de a Tap nos ter brindado com um atraso jeitoso) a tempo de fazer um Free walking tour pelo centro da cidade ao final da tarde (é o segundo passeio do género que faço e acho que vale mesmo muito a pena. foram quase duas horas a passear por alguns dos principais pontos turísticos da cidade, com direito a explicações muito interessantes, e no fim pagamos o valor que nos apetecer - nós demos 10€ cada uma).
O domingo começou com uma visita a um complexo habitacional que eu queria muito conhecer, da autoria do arquiteto Hundertwasser. Os prédios são super originais e pensados ao pormenor (até as casas de banho têm o toque bastante evidente do arquiteto). Adorei a visita e recomendo muito.













Quando eu digo que é tudo pensado ao pormenor...refiro-me mesmo a tudo, como podem ver.

Depois de um almoço tipicamente austríaco (as voltas que eu dei àquele menu à procura de algo que me fosse minimamente apelativo...sem sucesso) passámos pelos jardins do Palácio Belvedere (como o tempo era escasso decidimos limitar ao máximo as visitas a espaços interiores), que são enormes e valem a visita.




[A segunda (e provavelmente também última) parte da viagem a Viena fica para um segundo post.]

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Pequeno update aos leitores queridos


Não há maneira de eu recuperar a vontade de escrever por aqui. Sumiu para parte incerta e nunca mais deu notícias.
A bem dizer, também não se tem passado nada de particularmente entusiasmante com a minha vida, portanto não se pode dizer que andam a perder grande coisa. Anyway, vamos lá fazer um pequeno ponto de situação para vos atualizar sobre como anda esta minha vidinha nos últimos tempos (ou grande parte dela, pelo menos).
Desde que regressei a Lisboa que estou no apartamento onde vivi durante os tempos de faculdade, apartamento esse que está cheio de inutilidades que lá habitam (literalmente) há décadas e das quais ando a tentar desfazer-me para dar um ar mais moderno e apetecível à coisa, e a redecorar certas divisões da casa, trabalho esse que vai durar algum tempo mas que me está a dar um prazer desgraçado (ando viciada em livrar-me de tralha inútil. antes guardava tudo, agora apetece-me mandar tudo para parte incerta...e a bem dizer, isto não se aplica só às tralhas lá de casa).
Nos entretantos também diz que é altura de voltar a estudar, já que há o primeiro exame de progressão na carreira para breve (e eu, ave rara me confesso, estava com saudades de estudar).
E amanhã dou início à minha segunda viagem de trabalho da vida profissional. Vou ter um workshop em Viena durante a semana (a começar na terça feira) e, nos três dias antes, vou andar a passear alegremente pela cidade acompanhada por duas colegas e amigas do coração.
E é isto, minha gente. Considerem-se informados. Fiquem bem e até qualquer dia, sim?

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Fim-de-semana

Estou para cá vir dar-vos um pequeno update (muito pouco interessante, aviso já) sobre as últimas semanas. Mas enquanto isso não acontece, aqui fica um registo fotográfico de um fim-de-semana de verão calminho mas muito bem passado.

Início de sábado no Choupana Caffé.

Leituras de verão numa bela tarde de praia.

Fomos conhecer a Hamburgueria do Bairro, no Restelo. Gostei bastante.

E depois houve passeio pelo meu lugar favorito de Lisboa.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Eu, maluquinha das promoções, me confesso

Eu tenho imensa roupa, é um facto. E adoro comprar roupa, é outro facto. Mas, consciente do primeiro facto, tenho tentado andar mais contida e, quando compro, tento comprar coisas que preciso mesmo (nas raras vezes em que preciso mesmo de alguma coisa) ou então as belas das pechinchas dos saldos a que tenho muita dificuldade em resistir. Vou guardando as minhas peças favoritas no site da Mango (o da minha perdição) e se e quando ficarem com preços bastante apetecíveis e disponíveis no meu tamanho, lá as compro. Outra vantagem que vejo em comprar online na Mango é que eles têm imensas peças que acabo por nunca ver nas lojas, pelo que a probabilidade de encontrar alguém vestida igual a mim quando compro essas peças é muito pouca (tenho umas colegas que costumam elogiar o meu "olho para a coisa, quando lhes digo que muitos dos vestidos que uso foram comprados online sem nunca os ter visto ao vivo antes. O que elas não vêem são todos os que se revelam grandes desilusões, mas também as devoluções são gratuitas portanto não é coisa que me tire o sono).
Nesta coleção foi preciso chegar aos saldos de agosto para (re)aparecer qualquer coisa de interessante no meu tamanho, pelo que estava tudo a preços mais do que apetecíveis. 
Até aos saldos, só tinha comprado uma peça de roupa nesta coleção (o vestido que estou a usar aqui). Mas este mês arranjei umas pechinchas bem jeitosas (tudo, no mínimo, com 50% de desconto).

Vestidos nunca são demais. E quando estão a menos de 10€ muito menos são.

Passei anos sem gostar de azul claro, mas isso mudou há uns meses. E este top é tãoooo fofinho!


Mais umas leggins de desporto para fazer companhia às outras 500 (em minha defesa, treino 5 vezes por semana...).

O top.

Pois que já tinha este vestido noutro padrão, mas gosto tanto dele (e gosto tanto de riscas) e ele apareceu-me no meu tamanho a 5,99€ e não deu para resistir.

E os calções mais lindos.



Estava com falta de pijamas de verão, e estes são mega fofinhos.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

10 factos aleatórios (não necessariamente interessantes) sobre esta que vos escreve


[Com uma foto tirada no Porto, no ano passado, a ilustrar]

1. Tenho dois irmãos.
2. Tenho um olfato muito apurado. Para o bom e para o mau, cheiro muitas coisas que mais ninguém sente, ou sou a primeira a me aperceber de certos cheiros.
3. Sou (psicologicamente) incapaz de conduzir carros que não sejam automáticos. Tirei a carta num carro de mudanças manuais, sei conduzi-los, mas apesar de não ter tido nenhuma experiência traumática tenho uma aversão a fazer subidas e pontos de embraiagem com um carro normal. Quem me tira o meu smart com caixa automática, tira-me (quase) tudo.
4. Sempre tive boas notas em todas as disciplinas, exceto Educação Física e Educação Visual.
5. A primeira impressão que passo é a de que sou uma pessoa calma, mas sou o ser humano mais stressado e ansioso do planeta.
6. Estou sempre a mexer no cabelo. Quanto estou ansiosa então nem se fala.
7. Tenho uma dificuldade imensa em dizer "não" seja a quem for, peçam o que pedirem (é um problema grande, é).
8. Sou muito feminina e vaidosa a vestir-me e arranjar-me, mas não percebo nada (mas mesmo nada) de maquilhagem. 
9. Prezo muito a gratidão. Estou sempre a agradecer por tudo e por nada, e fico mesmo chateada quando faço alguma coisa por alguém e não me agradecem (boa pessoa mas nem tanto).
10. Principalmente por uma questão de saúde (mas também já gostei mais do que agora) não cozinho carne vermelha em casa e (salvo raras exceções) não a peço quando vou a restaurantes. Mas se for a casa de alguém como-a sem problemas.