segunda-feira, 5 de julho de 2010

Sou um monstro, não sou?


Nestes últimos dias, quando ando na rua, dou por mim a olhar para a cara das pessoas à procura de sinais de infelicidade.
Eu normalmente não sou má, a sério que não sou, mas é uma necessidade muito grande de não me sentir sozinha na desgraça.
Será que o ser humano é assim por natureza? Sente conforto na infelicidade dos outros quando se encontra nesse estado? Ou sou só eu que não presto?

13 comentários:

  1. Não és má,és humana!

    Acho que é mesmo uma necesside, um "pelo menos não sou a única".

    Anima-te,isso há-de passar,MAIS CEDO ou mais tarde.

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  2. Vá, cabeça em frente que não adianta nada ser infeliz e ver o que de mal acontece aos outros! :-P

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  3. Ei, amiga!

    Concordo com Sophie: és humana!!

    Prestas sim, e muito!! Logo outra alegria dará lugar a essa infelicidade, e a vida segue.

    Olhar tudo de bom (porque sempre há muita coisa boa na nossa vida, e a gente não enxerga isso!) também ajuda. Pense em sua saúde, na sua família e por aí vai. Estarei aqui caso queira conversar!

    Bjs

    Lu

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  4. És a gelatina mais doce que conheço:)...E vai chegar o dia em que só vais olhar para a cara das pessoas para procurar sinais de felicidade, pq vais querer sentir que há pessoas que são tão felizes como tu serás...Está para breve.

    ***

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  5. Normal. Ocupa-te bem e segue viagem.

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  6. :S Bem, é estranho... noto que a maioria das pessoas tem um ar triste, mas não procuro ver isso.

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  7. Quando estou triste (mesmo muito triste) também encontro um certo consolo ou conforto ao encontrar pessoas que partilham o mesmo estado emocional que eu. Faz-nos crer que não estamos sós, não é? :)

    Beijinhos e forçinha aí, tá!!

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  8. Gelatina., estás só um pouco mais tremelona.
    Tu és linda e logo, logo vai passar ( lembras-te do post da Pipoca?)
    bj

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  9. Com certeza que prestas... muito! és, como já referiram, apenas, humana... logo, igual a todos os demais.. porque, qualquer um de nós, em algum momento, fez o mesmo...

    Beijinho***

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  10. Não és monstro nenhum! e aliás eu acho que também sinto o mesmo em certas alturas. Digamos que o sofrimento comum alivia o sofrimento individual.

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