quinta-feira, 11 de agosto de 2011

(inspiração para títulos ainda em modo férias. lamentamos qualquer incómodo. não prometemos ser breves)

2008 (ou de quando eu era magra), Levada das 25 fontes

Hoje tenho pela frente sete horas de caminho, com uma paisagem deste género como pano de fundo.

É maravilhosa a minha ilha, não é?

Sabes que mais?


E eu começo finalmente a achar que esse dia já esteve mais longe.

Será...?

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

(não há ideias para títulos. deve ser do calor)


A mentalidade do "deixa-me ir para a praia ao meio-dia sem protector solar e de preferência com um oleozito qualquer para ajudar a fritar mais rápido" é qualquer coisa que me transcende em pleno século XXI.

Não devem viver no mesmo mundo nem ter acesso às mesmas informações que eu. Ou isso ou então sou eu que sou esquisita e não acho muita piada a cancros de pele. Talvez seja isso.

terça-feira, 9 de agosto de 2011


Que coisa mais fantástica esta do Verão. E do sol até às 21h. E da água do mar a 22ºC (coitados dos meus ricos ossos quando voltarem a ver-se nas águas de Lisboa).

A foto não é minha. Modéstias à parte, hoje o "meu" mar ainda estava mais lindo que este.

Hoje


É dia de conhecer pessoas novas. De encontrar outras que não vejo há algum tempo. De conversar. De trabalhar para o bronze. De comer gelados. De passear.
De desfrutar da ilha linda que me viu crescer.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Para depois não dizerem que não avisei


A falta de inspiração é directamente proporcional ao quão emocionante anda a minha vidinha estes dias. Considerem-se informados.

Sim, era só isto. Eu avisei...

Um minuto


É o suficiente para voltares a pôr o meu mundo do avesso.


E parece que tens o dom de adivinhar o momento oportuno para o fazer. Todas as vezes.

domingo, 7 de agosto de 2011

Precisava de um conselho

Fui buscá-lo aqui.


Seja em de forma de lago, rio, riacho ou mar... contemplar a água faz-me sempre um bem desgraçado. 
É mesmo das coisas que mais gosto de fazer na vida.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Doce ilusão


Quando eu era criança as pessoas na casa dos 20 pareciam tão mais adultas do que afinal são.

E digo isto a começar por mim...

Gente de mal com a vida: não, obrigada

Estava a passear com a minha mãe e encontrei uma das minhas educadoras de infância, que não via há séculos. A minha mãe "apresentou-nos" e passámos um minuto a conversar. Ou melhor, ela passou 50 segundos a queixar-se de tudo e mais alguma coisa (os restantes 10 foram para dizer olá e adeus).


Quando virámos as costas a minha mãe comentou que ela costumava ter ciúmes porque eu preferia a outra educadora a ela. Ao que eu respondi que (modéstias à parte) desde pequena que sou esperta. Porque pessoas que vemos uma vez em cada década e que aproveitam esse momento para se lamentar da sua vidinha miserável em vez de fazerem um esforço e o aproveitarem para (tentar pelo menos) ser simpáticas podem ficar longe que não fazem falta nenhuma.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Das preocupações que me inquietam a alma no Verão #2



Como é que vou substituir estes dois quando chegarem ao fim?

E sugestões daquelas mesmo boas, há?

Às vezes nem eu me reconheço


Nunca, em 24 anos de vida, comi uma bola de berlim na praia. Deve ser o meu sangue madeirense a levar a melhor (já que não há esse hábito na Madeira.).

E eu até já estive tentada a experimentar várias vezes, mas acabo sempre por desistir com receio que seja um ponto sem retorno (o de a praia sem boli berli nunca mais ter a mesma piada).
Quem sabe se não é este ano que me rendo a essa tentação dos infernos, quem sabe...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Maria




Bora as duas para a piscina aí das Flores?
Ou então vem tu para cá, também pode ser. É que férias sem as minhas Marias não têm a mesma piada :(.

Qual TGV qual quê? Têm é que fazer uma ligação expresso (e low-cost) entre a Madeira e as Flores. Isso é que é assunto de extrema relevância nacional (brincadeirinha, tá? mas que dava um jeitão, lá isso dava.).

Das festinhas ao ego


Ouvir que "És linda pra c@r@lh*", não sendo o elogio mais educado de sempre e sendo feito, ainda por cima, com sotaque chavelha (para quem não percebe - que deve ser a maioria dos que me lêem - é um sotaque que tem tanto de sexy como eu tenho de mamuda: nada, portanto) não é nada desagradável de se ouvir, não senhora.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Déjà vu


As semelhanças são tantas que começo a ficar com medo (ok, é pânico mesmo). Eu não estou preparada para me meter noutra. Só de pensar na ideia fico cheia de vontade de chorar. Estou tão farta de confusão cá dentro.

O que eu continuo a querer é o impossível. E se isso não pode ser deixem-me ficar mas é quieta que eu já sofri que chegue para os próximos 500 anos.