quinta-feira, 19 de março de 2015

Definição de mãe galinha


É aquela com quem não costumas falar todos os dias ao telefone mas basta ela saber que estás sozinha em casa e ele são sms e telefonemas de manhã e à noite, como se eu ficasse automaticamente com 12 anos de idade só porque tenho senhor namorado longe.
Ontem à noite tentou disfarçar e mandou o meu pai ligar em vez dela, para parecer que não tinha nada a ver com o assunto, como se eu não a conhecesse há 28 anos. 

Mas, aqui que ela nos lê, a verdade é que acho esta preocupação dela demasiado querida para pensar em chatear-me com ela. e então limito-me a rir quando lhe atendo o telefone e digo qualquer coisa do género "sim, continuo viva...".

Quanto a senhor namorado, a operação correu bem. Muito obrigada a toda a gente que comentou o último post a dar força, são umas queridas =)!

terça-feira, 17 de março de 2015

Semana agitada


Senhor namorado vai ser operado esta tarde (coisa simples. ao que consta o chato é mesmo o pós-operatório. mas quanto à cirurgia eu sou capaz de estar mais incomodada do que ele, que é a pessoa mais relaxada à face da Terra). Em Braga. E eu, que não consegui tirar a semana toda para ficar por lá com ele, vou passar a semana para cima e para baixo, entre comboios. Não me posso queixar de monotonia nos próximos dias...

E lá vou eu relembrar uma sensação da qual não tenho saudades nenhumas: a de quão grande parece o nosso T1 quando ele não está lá comigo.

sábado, 14 de março de 2015

Começar assim o fim-de-semana


Com (muito) menos energia que na semana passada (ia cheia de boas intenções de bater novos recordes e acabei por ir quase arrastada) mas em óptima companhia, um sol maravilhoso, e uma vista, mais uma vez, espectacular.


E o que eu gosto de experimentar percursos novos? Gosto tanto!

sexta-feira, 13 de março de 2015

Dramas domésticos (ou do jogo sujo, muito sujo)


Acordo com a neura (típica daqueles dias do mês). Visto umas calças que estão a gritar por um ferro de engomar. Sendo que passar a ferro é a tarefa doméstica que eu mais abomino à face da terra, e senhor namorado até se desenrasca bem, começo a fazer-me ao piso, a ver se ele se oferece para passá-las [é verdade, sou o pesadelo de qualquer sogra tradicional que se preze]. Ignora-me à cara podre, pelo que sou obrigada a recorrer ao plano B: peço-lhe com todas as letras para passá-las a ferro. Ele lá acedeu, todo mal disposto (era isso ou continuar a aturar-me...venha o diabo e escolha).
Enquanto me fazia o favor, era ouvi-lo na cozinha a descarregar frustrações: 
- Tu não penses que isto fica assim! A tua mãe vai saber disto!
- Não faz mal, ela já sabe que sou um caso perdido e gosta de mim na mesma. 
- Tens razão, vou contar à minha mãe.... e à minha avó!
O quê????!!!!


Anda uma pessoa a fazer um trabalho tão bom ao longo de quase três anos para ela gostarem de mim e ele quer destruir isso em segundos. Mas jura a pés juntos que me ama. Está certo...

quinta-feira, 12 de março de 2015

Uma das 10001 vantagens destes dias de Primavera


Dar uso às sabrinas. E levar a passear as minhas Josefinas que foram prenda de Natal e ainda mal viram a luz do dia.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Sabes que se passa algo de muito sério contigo


Quando, no espaço de um mês, consegues a proeza de gastar mais dinheiro com inscrições em corridas* do que em roupa. 

*coisa que sempre me fez alguma confusão, e até continua a fazer, confesso - pagar para correr -, excepto se o cariz da corrida for solidário.

domingo, 8 de março de 2015

Fim-de-semana de Primavera


As saudades que eu tinha dum fim-de-semana de sol com temperaturas acima dos 20ºC.
Foram dois dias em que percorri mais de 20km (entre corridas e passeios). Em que comi para aí 500.000 calorias (fomos à Casa da Dízima aproveitar a Restaurant Week e ficámos fãs: o pão. a simpatia dos empregados. o espaço. o prato principal. muito, muito bom.). Em que voltei a sentir o cheiro (delicioso) a mar. A deixar o sobretudo em casa. A desejar com todas as forças que esta Primavera antecipada tenha vindo para ficar.

sábado, 7 de março de 2015

Eu tinha um objectivo para este fim-de-semana




Que era ir de Santa Apolónia até Belém a correr e voltar. Pois diz que consegui. Os primeiros 15 km da minha vida. À beira-rio. Numa manhã linda de sol.

Agora é altura de recuperar as calorias gastas em mais um Restaurant week. Ieiii!

sexta-feira, 6 de março de 2015

Planear a felicidade

Imagem daqui.

Ontem à noite houve jantar de amigos lá em casa para planear uma das aventuras que nos esperam este ano. Se tudo correr bem, daqui a três meses vamos a Marrocos.
Os bilhetes de avião já estão comprados e os hotéis já estão praticamente todos marcados. Optámos por fazer um roteiro a nosso gosto, com direito a pernoitar no deserto e tudo, já que nenhum dos pacotes oferecidos pelas agências nos enchiam as medidas. 
Não gosto nada de fazer malas, mas gosto tanto desta coisa de escolher datas, alojamento, rotas, tudo! 
Falta muito para Junho?

quarta-feira, 4 de março de 2015

Podia dar-me para pior



Prometi a mim mesma que este ano corro uma meia maratona. Nem que chegue de rastos à meta, no último minuto do tempo permitido. 
E, melhor de tudo, sou capaz de ter arranjado companhia para esta minha loucura.

Isto para quem nunca passou dos 12km é capaz de roçar a insanidade mental. Afinal de contas, estamos a falar praticamente do dobro dessa distância. Coisa pouca, portanto.

terça-feira, 3 de março de 2015

Leituras

O Prémio Leya 2014 tem uma escrita brilhante. O meio do livro torna-se ligeiramente aborrecido mas tem um final completamente avassalador e inesperado que faz valer a pena pegar nele.

Queria ler alguma coisa do mais recente Prémio Nobel. Fui ao Goodreads pesquisar qual era o livro dele com melhor cotação e saíu-me este na rifa. Não há tradução em português (para já), mas também na minha opinião não se perde grande coisa. É chatinho, chatinho, ou então sou eu que, mais uma vez, não atingi a profundidade da coisa (tenho esse problema muito frequentemente com prémios nobel e sim, é bem capaz do problema estar em mim e não neles).

Há tanto tempo que queria ler este livro. Esperava uma coisa mais pesada, confesso (para quem não sabe gosto de dramas pesadões), mas isso só aconteceu no final. Mas gostei bastante do livro.

Depois de ler o "Melancia" e o "Los Angeles", da mesma autora e colecção, dos quais gostei bastante (são uma leitura leve e divertida), este não me entusiasmou tanto. 

Esta história lê-se em menos de meia hora e é tão bonita, tão bem escrita. Já conhecia o Ondjaki (escritor angolano) de ter lido "Os transparentes", que gostei muito, onde o autor faz uma crítica cheia de humor e sarcasmo da realidade de Luanda. Este "Uma escuridão bonita" tem um registo completamente diferente mas também é muito bom.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Como tornar uma segunda-feira no dia mais esperado da semana



1. Ser uma lambona do pior.
2. Ter uma reserva marcada para a Restaurant Week, no Volver by Chakall.


Et voilá: é dia feliz na certa.

domingo, 1 de março de 2015

Balanço de um fim-de-semana passado entre comboios e a casa de sodôna sogra


Três episódios de séries vistos e 450 páginas deste camalhaço (tão bom!) despachadas.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Querida Mango

Já podes mandar vir a primeira promoção para a nova colecção que eu já estou preparada, sim?








terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Apostas gastronómicas

Já perdi a conta à quantidade de vezes que fui ao Mercado da Ribeira. Adoro o espaço, adoro a comida, adoro a diversidade. Só há um problema: é que eu quando gosto a sério de algum prato, tenho muiiita dificuldade em variar. E apercebi-me que 90% das vezes que lá vou dou a volta aos restaurantes todos e acabo sempre a comer o mesmo: o hambúrguer de salmão e choco do Prego da Peixaria. Senhor namorado não é melhor do que eu: acaba sempre no mesmo sítio que eu, a comer um prego qualquer (vai variando no molho, é a loucura!).
Na última vez que lá fomos, depois de fazermos o roteiro do costume e prestes a acabar no sítio de sempre, decidimos perder a cabeça e variar. E com isto decidimos fazer uma aposta (nós e as apostas, já perdi a conta a quantas estão em vigor neste momento), sendo que o primeiro a repetir um prato numa das próximas idas ao Mercado da Ribeira perde. E eu lá fui ao chefe Alexandre Silva e pedi um risotto negro com vieiras salteadas (bem bom, por sinal). Depois fui buscar a sobremesa ao sítio do costume (o Nós é mais bolos) e decidi arriscar num bolo de mousse de chocolate que era bom mas não me encheu as medidas (é por isto que eu tenho sempre receio de arriscar. mas é assim que se fazem grandes descobertas, eu sei).