quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Diz que não tarda nada é Natal #3

E que a Black Friday está mesmo aí à porta.

E eu estou mesmo a precisar de um relógio novo que dê com tudo (sim,dou-me ao luxo de usar os relógios a combinar com a roupa). Daqui.

Uns ténis em bordeaux também seriam muito bem-vindos ao meu humilde lar. Daqui.

Entretanto apaixonei-me por esta mala em dourado, que é a coisa mais amorosa. Daqui.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Aquele momento em que vais ao Facebook


E tens um convite de amizade do rapazinho do ginásio que te deixou um bilhete no carro há uns meses atrás (ao qual nunca respondi, mas entretanto ele já conseguiu que agora digamos um "olá" quando nos cruzamos). Convite esse que te sentes obrigada a aceitar porque tens que te cruzar com o rapaz para aí quatro vezes por semana no ginásio e não consegues mais encará-lo se não o fizeres - sim, sou um rato (e pode ser que ele veja que tenho namorado e a coisa fique por aqui).
Ah, as coisas em que eu me meto estando quieta no meu canto! Começo a ter saudades do ginásio de Lisboa, em que durante 3 anos sentia-me praticamente invisível.

[E sim, o senhor meu namorado sabe de tudo. E, aparentemente, é para o lado que dorme melhor]

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Fim-de-semana

Atendendo às previsões meteorológicas nada simpáticas, não tinha grandes expetativas para o fim-de-semana, mas até acabou por ser mais animado do que eu pensava (pelo menos o domingo).
No sábado fomos a Braga. Já no domingo fomos matar saudades dos hambúrgueres do De Gema (provei o de salmão e não achei nada de especial, os de frango e os de novilho são bem melhores), e depois o tempo ainda permitiu um passeio a pé pelo centro do Porto.




E ao final da tarde decidimos arriscar apanhar uma valente molha e ir dar uma corridinha. Tivemos imensa sorte, já que voltou a chover pouco depois de termos chegado a casa. Foram 10 km abaixo dos 6min/km, como eu gosto, com a companhia do Douro.



sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Treinos madrugadores

Eu faço parte daqueles 98% de pessoas para quem obedecer ao despertador durante a semana é um suplício. Nunca me levanto ao primeiro toque (no mínimo dos mínimos só ao terceiro) e, tenha dormido 5 horas ou 9, durante a semana custa sempre acordar. E custa tanto que todas as vezes que já ponderei acordar mais cedo para ir treinar antes do trabalho se ficaram por meras ideias (nem sequer cheguei à parte das tentativas).
Ontem tinha marcação para fazer o meu alisamento (escova progressiva) ao final do dia (foram "só" praticamente 5 horas enfiada no cabeleireiro), pelo que não poderia treinar não só nesse dia mas também nos dois seguintes (o tratamento implica não prender nem lavar o cabelo durante 72 horas...que suplício!) e aconteceu de o senhor meu namorado ter de madrugar porque ia a Lisboa. E eu então pedi-lhe para ele, antes de sair de casa, ir acordar-me, que era desta que eu experimentava treinar antes do trabalho (ele riu-se e disse-me um "'tá bem" sem a mínima crença no que eu acabava de lhe dizer. não censurei...como podia?). Pois que o despertador do telemóvel dele é tão estridente que não foi preciso vir chamar-me coisa nenhuma: acordei com ele e o sono fugiu-me automaticamente para parte incerta. E eu levantei-me sem o mínimo esforço, tomei o pequeno-almoço, e pouco depois das 7h estava a entrar no ginásio para fazer o meu terceiro treino de musculação desta semana (e o primeiro treino da vida antes do trabalho). 

Imagem daqui.

Para quem está habituado às enchentes da hora de ponta, o ginásio às 7h da manhã assemelha-se ao paraíso. Para além de mim, estavam para aí mais umas 4 pessoas apenas nas máquinas de musculação, em menos de uma hora tinha o meu plano despachadinho, e consegui sair do ginásio à hora que costumo sair de casa para ir trabalhar.
A única parte chata é que eu sou uma pessoa que, por natureza, tem fome de leão durante toda a manhã, e levantando-me de madrugada com um treino à mistura não houve alimento que me saciasse durante a manhã (perdi a conta aos lanches que fiz, mas precisava claramente de algo mais consistente. para a próxima - que deve acontecer lá para 2019 - hei de me preparar melhor nesse aspeto). Não senti a energia extra que muitos dizem sentir quando treinam no início do dia, mas também não me senti mais cansada do que quando treino ao final da tarde.
Não gostasse eu tanto de dormir e era menina para me habituar a isto dos treinos madrugadores.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Não é propriamente segredo que não estou na minha profissão de sonho


(mas não me perguntem qual é então que eu também não sei) mas garanto-vos que de cada vez que me deparo com alguém cuja atividade profissional passa por tentar impingir seja o que for a potenciais clientes, há ali uns segundos em que adoro o que faço. Com todas as minhas forças.


[Aqui vai toda a minha solidariedade e respeito para quem tem que fazê-lo]

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Diz que não tarda nada é Natal #2

E eu não quero que seja por falta de inspiração que o meu Pai Natal me falhe, pelo que aqui estou eu para lhe dar uma mãozinha.

Saia mais linda, daqui.

Camisa às bolinhas, tão a minha cara, daqui. [ao contrário das calças e dos botins da imagem, que nem oferecidos os queria]

Era mesmo bem-vindo um sobretudo bege ao meu guarda-fatos, para desenjoar do preto. Daqui.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Dos macacões

Aquele momento em que te estás a vestir e pedes ao senhor teu namorado para dar uma ajudinha com o fecho do macacão e enquanto ele está a fazê-lo, faz-se clique na tua cabeça e lembras-te que se quiseres ir ao wc durante o dia no trabalho (coisa que só faço sensivelmente 10 vezes graças ao meu 1,5l de chá diário) vais ter que te desenrascar sozinha.
Mas que se lixe, é novo e é lindo e confortável (e ainda por cima foi comprado com um mega desconto, mesmo como eu gosto).




segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Fim-de-semana

A sexta-feira foi passada a trabalhar por Lisboa e, como de costume, passou a correr. Ao final do dia, antes de apanhar o comboio de regresso, ainda fui com umas colegas à loja pop-up da Magnum. Aquilo não é para meninos (aka para pessoas que enjoem de doces com facilidade - não é de todo o meu caso - I wish!), é verdade, mas eu gostei imenso. Pedi o meu com cobertura de chocolate de leite e toping de amora cristalizada, amêndoa torrada e raspas de chocolate negro. Uma autêntica bomba calórica (que foi o meu jantar naquele dia).

(a foto ficou fraquinha, não faz juz aos gelados)

No sábado, já no Porto,  tivemos companhia para aproveitar mais um desconto do The Fork Fest, e fomos ao Sushi&Douro. O espaço é bastante agradável, o sushi é ótimo (fresco e variado sem ser enjoativo), o atendimento foi muito simpático mas um pouco demorado. Gostei muito da experiência.

(Foi esta travessa e mais duas...)

Ontem aproveitámos o sol e fomos tomar o pequeno-almoço à beira-mar, na confeitaria Princípe dos Salgueiros, na praia dos Salgueiros (onde os croissants - e toda a doçaria em geral - são ótimos).


E depois fomos dar um passeio à praia, que soube pela vida.


E ao final da tarde houve corridinha a dois, acompanhados por um pôr do sol lindo e uma super lua fantástica (e um vento que se dispensava, mas isso são pormenores).


quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Ir ou ficar


A ideia de ficar é (cada vez mais) dolorosa. Mas a ideia de ir continua a doer ainda mais. 
Não, não está a ficar mais fácil. Pelo contrário, cada dia está mais difícil. E eu não sei mais como lidar com tudo isto.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Surpresas agradáveis



Dá na Fox Comedy e fiquei viciada para aí ao segundo episódio da primeira temporada (se não foi mesmo logo no primeiro).


[E mais sugestões de boas séries de comédia, há por aí?]

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Diz que não tarda nada é Natal





[E esta que vos escreve anda com uma valente panca bordeaux nesta coleção]

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

(Pedaços) do fim-de-semana

Foi um fim-de-semana bastante calminho, este que passou.
Quem me segue mais atentamente sabe que eu sou uma lambona assumida. Adoro comer e adoro experimentar novos restaurantes e descobrir iguarias que não conseguiria fazer em casa. Há anos que não perco uma edição da Restaurant Week e ando sempre atenta a ver quando é que se podem fazer as reservas (porque as vagas para os restaurantes melhores muitas vezes esgotam em três tempos).
Desta vez, ao que parece, o Restaurant Week e o seu característico menu de 20€ foi substituído pelo "The Fork Fest", em que, de 2 a 13 de novembro, vários restaurantes vão estar com todo o menu (exceto bebidas) a metade do preço. 
Apesar de eu não conhecer nem nunca ter ouvido falar de praticamente nenhum dos restaurantes que constavam da lista de aderentes no Porto, andei a cuscar os menus (e a pontuação dada pelos clientes do The Fork) e lá fiz duas reservas, uma para cada semana da promoção. No sábado passado, fomos ao Élebê, na Baixa. Eu e a minha veia de pelintra nunca nos sentimos 100% à vontade quando entramos num restaurante com aspeto assim mais pipi (e reparamos que somos os clientes mais novos do pedaço) e somos tratadas com algum formalismo, mas correu tudo bem e a comida era muito boa (e, melhor de tudo, por uma fatura de 45€ pagámos 25€).

Bacalhau lascado em crosta de broa para ele.

E para mim folhado de garoupa.

E para sobremesa, quindim de côco para ele, e cheesecake de abóbora para mim.

Já o dia de ontem foi passado em família, e ao final do dia, já por casa, decidi dar finalmente uso a um pacote de farinha de alfarroba que tinha na cozinha já há uns tempos. Pus-me a pesquisar na internet por receitas de bolo de alfarroba, e encontrei esta receita do blogue do Manuel Luís Goucha, de bolo de alfarroba e côco, que me pareceu bem.


Reproduzi a receita mas substituí o açúcar normal por amarelo e a manteiga pelo creme vegetal da becel (às vezes substituo mesmo por manteiga de soja), que são duas opções que tomo sempre para tornar a coisas ligeiramente menos má para a saúde. Ficaram bastante bons (mas não se sente o sabor do côco) mas, na minha opinião, demasiado doces (numa próxima receita retiro-lhe um ovo, junto mais leite de côco, e corto um pouco no açúcar).

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

A crise (do aproximar) dos 30


[A bater bem forte.]
Deve ser isso.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

E depois do fim-de-semana: mais uma espécie de domingo tão bom

Na terça-feira de manhã, o senhor meu namorado perguntou-me o que é que eu achava de aproveitarmos o feriado para irmos passear a Amarante. Eu, que gosto pouco de passear, adorei a ideia, pois está claro.
Fui fazer o meu treino de musculação, almoçámos por casa e lá seguimos viagem.
Estacionámos à beira-rio, numa zona que transpira paz e sossego, e começámos o nosso passeio por lá.






Depois de termos feito o reconhecimento da cidade (bem amorosa, por sinal), fomos lanchar com vista para o Tâmega, na Confeitaria da Ponte. Pedimos um de cada um dos cinco doces típicos, todos à base de creme de ovos e amêndoa (aqui vão os nomes, com uma ajudinha do google: lérias, papos de anjo, foguetes, brisas do tâmega e são gonçalos) e ficámos um bocadinho desiludidos, não porque fossem maus (de todo), mas não achámos nenhum particularmente fantástico nem único quando comparado aos doces conventuais que já conhecíamos.

Valeu muito a pena a visita a Amarante. Recomendo.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Ainda do fim-de-semana: o domingo

Regressei de Lisboa ao final da tarde de sábado, para domingo de manhã ir fazer o Trail das Nozes, em Gondomar. Nunca tinha feito uma corrida do género e não corria há mais de um mês, mas como fui desafiada por duas amigas que não têm tanta experiência como eu no mundo da corrida, decidi aceitar o convite e ir sem treino específico (para além do de ginásio) e sem o mínimo de expetativas em termos de tempo de prova.
A distância do trail foi de 12 km, e, segundo a classificação oficial, era um trail difícil. Tinha muitas subidas e descidas (era incapaz de fazer aquilo num dia de chuva), zonas em que só dava para passar uma pessoa de cada vez (e às vezes éramos obrigados a andar se a pessoa da frente estivesse a andar), e só havia um abastecimento de água por volta do 7º quilómetro (claramente insuficiente num dia tão quente). Estava um dia de céu aberto mas a maior parte do percurso era à sombra, no meio da floresta (o que me poupou a bela da dor de cabeça pós-corrida matinal do costume, sempre causada pelo sol).



O balanço da experiência? Muito, muito positivo. Adorei! Combinar natureza com corrida, duas coisas de que gosto tanto, soube mesmo bem. Tão bem que sou menina para ficar viciada nisto. Fizemos a prova em pouco mais de duas horas e acabámos as três sem lesões nem tombos, o que, para uma estreia, já é qualquer coisa.
Já a parte da tarde foi passada a aproveitar a tarde de verão com que o outono nos presenteou (tão bom!).