segunda-feira, 20 de junho de 2016

Do fim-de-semana

Mais um fim-de-semana de sol (e um vento do caraças, para não variar) em que o tempo para sentar o rabo no sofá e não fazer nenhum foi praticamente zero.
No sábado fomos provar os hambúrgueres do DeGema, na Baixa do Porto. O espaço tem uma decoração espetacular, o pessoal é todo uma simpatia e a lista de hambúrgueres é tão grande que a escolha torna-se super difícil. Escolhi um hambúrguer de frango e uma limonada de frutos vermelhos. Adorei os dois. Sou pessoa pouco fã de batata normal (gosto da doce) mas como estavam incluídas no prato deixei que as trouxessem e caí no erro de prová-las com a maionese de orégãos que vinha no prato. Que delícia! Para sobremesa dividimos um gelado de cereja e requeijão com figo que também estava uma maravilha. 


Já de barriga cheia, foi tempo de andar a passear pelo Porto e ir até Gaia, conhecer o Jardim do Morro.




No domingo lá acordámos com o despertador para ir à Corrida solidária pela Alegria do Movimento, em Gaia. Já não fazia uma corrida oficial há uns tempos e, confesso, tinha saudades. Mas confesso também que me custou bastante, e nem foi pelo cansaço físico (apesar de a corrida ter uma subida demoníaca a meio do percurso que ninguém merece) mas sim pelo calor que estava. Mesmo assim consegui fazer os 10km em 56 minutos e com uma média de 5:30min/km.


Depois disso recebemos a família do senhor namorado lá em casa para o almoço (e deixei o homem cozinhar tudo do prato principal para ver se a mãe dele finalmente acredita que tem um filho talentoso na cozinha). Fizemos truta no forno com arroz de ervilhas e batata doce às rodelas no forno e um sumo natural de laranja, cenoura e manga e estava um pitéu. Tenho um homem talentoso, pois tenho. 
Depois disso levámos a família a tomar um café à beira-mar e até fui à praia dar um passeio com a minha sobrinha de três anos (que delirou com aquilo), mas completamente vestidas, e com o vento que tem estado cheira-me que a minha praia aqui por cima vai ser sempre nestas vestimentas, seja verão ou inverno.


sexta-feira, 17 de junho de 2016

Aquele momento em que chegas ao carro depois do teu treino habitual no ginásio


E tens uma "surpresa" à tua espera. 
(E por mais voltas que dê à cabeça, não consigo sequer desconfiar de quem poderá ser o Rodolfo (e agora cada vez que estiver a treinar vou andar a olhar à minha volta a pensar quem será ele)). 
Confesso que fiz a viagem até casa com um sorriso na cara (seja o rapaz quem for, não deixa de ser simpático receber uma mensagem destas), e quando cheguei ao pé do senhor meu namorado não resisti a mostrar-lhe o bilhete e a dizer-lhe, em tom de brincadeira "A culpa disto é tua, que não quiseste ir para o mesmo ginásio que eu".


[Agora mais a sério e já sem piada nenhuma, vou ter que arranjar coragem para mandar uma mensagem ao Rodolfo e dizer-lhe que não vai dar. Há por aí ideias de alguma forma simpática de fazê-lo? Ai...]

quinta-feira, 16 de junho de 2016

O universo quer-me magra


(Ainda do nosso fim-de-semana prolongado maravilhoso) na nossa primeira manhã no Nomad Planet, fomos os primeiros hóspedes a chegar à tenda do pequeno-almoço. Estavam as quatro mesas postas, podíamos escolher a que quiséssemos e assim o fizemos. Chegou o segundo casal e vi-os a comer crepes . Olhei melhor para a minha mesa e... nada de crepes. Pensei "Bem, devem tê-los trazido com eles...". Terceiro casal senta-se e... mais crepes. Até que me apercebi que tínhamos conseguido escolher a única mesa onde se tinham esquecido de pôr crepes. A lontra que habita em mim ficou pior que estragada.
O universo quer-me magra, é o que é (mas eu não lhe facilito a vida...ihihi).

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Ah, a natureza...


Estávamos a tomar o pequeno-almoço na tenda, no fim-de-semana, com a porta aberta e com uma bela vista para a montanha. Encantada com tudo aquilo, disse, cheia de entusiasmo: 
- Adoro a natureza.
Agarrei na minha caneca de café com leite para lhe dar um gole e eis que lá estava um mosquito, como que a dar-me as boas-vindas à bela da natureza.
- Ok, não exageremos. Gosto da natureza, vá.



#temosdondoca

terça-feira, 14 de junho de 2016

É por isto que eu não vejo mais futebol


Não é por não saber o que é um fora de jogo, ou por às vezes não saber sequer se quero que seja golo naquela situação específica de perigo (porque me distraí durante uns segundos e quando volto a olhar para a televisão estão todos uns em cima dos outros e entretanto já me esqueci de que cor é que está o nosso guarda-redes e o adversário e então não sei se estamos a atacar ou a defender...não me orgulho disso mas tenho uma péssima memória, que é que hei de fazer?), mas dizia eu que não é por não pescar nada de futebol que eu não sofro. Porque sofro, e sofro pra caracinhas.
Esta coisa de jogos decisivos dá cabo de mim, ao ponto de eu passar os 90 minutos a maldizer o momento em que decidi assistir àquele jogo quando estava tão bem na ignorância. Isto quando não estou possuída a dizer palavrões de cada vez que os adversários quase que acertam na nossa baliza (e eu sou pessoa que no dia-a-dia é incapaz de dizer seja que palavrão for, garanto-vos). [verdade, sou uma péssima companhia nestas alturas]
Sou uma pessoa nervosa, não nasci para isto. E é por isto que eu normalmente não vejo - e devia continuar sem ver - futebol.


[E tamanha carga de nervos para acabarmos o jogo com um empate. Bahhhh.]

Então e esse fim-de-semana de três dias? #2

Disseram-nos que tínhamos o Rio Cávado a menos de um quilómetro do acampamento num caminho pedestre muito fácil de se fazer, pelo que lá fomos nós felizes e contentes à procura do dito cujo. Mal chegámos à aldeia lá ao pé foi um filme para dar com o caminho certo. Ainda pedimos ajuda, mas como cada pessoa nos mandava para um sítio diferente desistimos e decidimos ir arriscando, e juro-vos que sempre que havia duas possibilidades, escolhemos sempre - mas sempre - a errada, e lá voltávamos para trás para experimentar a outra alternativa. Um percurso de supostamente 800 metros deve-nos ter ficado em 3 ou 4 km, mas valeu a pena chegar ao rio e ter esta vista e, melhor de tudo, só para nós.

Ainda pus o pé na água, mas deus me livre e guarde, acho que se lá entrasse se me partiam os ossos de tão fria que estava.


De tarde andámos a passear à volta do Rio Rabagão e por lá ficámos, em Venda Nova, a apanhar sol, ler e comer gelados. Desta vez foi o vento que nos desencorajou a dar um mergulho, porque a água era bem menos gelada ali.




Ao final da tarde fomos a Pitões das Júnias, onde tem um trilho muito giro (mas com muita escadaria) e a cascata que aparece na foto de baixo.


Domingo era dia de regressar, sendo que sabíamos que a estrada lá na zona seria cortada a partir das 11h por causa de uma prova de ciclismo pelo que tínhamos que sair cedo. Assim o fizemos, mas parece que não foi suficiente porque lá fomos apanhamos a 50 km de Braga, e então, enquanto fazíamos tempo à espera que a estrada reabrisse, fomos visitar um sítio encantador: a Ponte da Mizarela, construída na Idade Média. 


Há uma cascata na zona da ponte e umas lagoazitas bem simpáticas para dar um mergulho. Recomendo a visita.

(o jeitoso que está lá em cima de braços abertos é o meu amor. e não, ele não estava a preparar-se para se atirar dali abaixo =) )


[Pormenor vaidoso: estreei duas das minhas mais recentes aquisições, os dois tops da Oysho que aparecem nas fotos. São este e este e eu gosto tanto, mas tanto deles:



segunda-feira, 13 de junho de 2016

Então e esse fim-de-semana de três dias?

Pois que foi espetacular. Depois desta experiência de glamping que tivemos que nos deixou fãs (glamping é uma espécie de campismo de luxo, também em tendas, mas grandes e mobiladas como se fossem um autêntico quarto) encontrámos o Nomad Planet, numa terriola no meio do nada - Fiães do Rio, no concelho de Montalegre (distrito de Vila Real) - e decidimos que era lá que queríamos passar o fim-de-semana prolongado. Com as tendas já todas reservadas (são 4 tendas), restava-nos a opção de ficar na "Toca do lobo", uma casa de madeira amorosa construída no cimo de uma árvore, que estava muito bem decorada (com cada pormenor alusivo a lobos).

(era difícil tirar fotos decentes à casa, porque estava coberta de vegetação)


A única desvantagem destes sítios é mesmo não ter casa-de-banho no quarto (principalmente à noite, é chato ter que andar a meio do mato com uma lanterna para lá ir) mas se fosse para ter todos os luxos de um hotel não teríamos ido para ali, verdade?
Apesar disso, a casa de banho estava a poucos metros da nossa casa (também dentro de uma casa de madeira) e tinha exatamente as mesmas condições que qualquer outra casa de banho normal (e estavam sempre muito limpas, assim como o nosso quarto). Podem ver mais fotos do acampamento aqui.


Uma das vistas do Nomad Planet, para uma albufeira no meio das montanhas. Fabulosa. Fiquei absolutamente encantada com a conjugação daquela paz com aquela vista. Maravilhoso.


O Nomad Planet é de um casal, o Victor e a Marie - ele luso-descendente francês, ela francesa - que arriscaram e vieram de França para aquele meio do nada. São muito simpáticos e hospitaleiros, receberam-nos muito bem.



Os preços por yurt (é o nome daquele de tipo de tendas) e da Toca do Lobo varia um pouco uns dos outros, e em função da época do ano. Nós pagámos o preço promocional de inauguração da Toca do Lobo (que foi contruída há menos de um mês), foram 50€ por cada noite.
Adorámos a experiência, e ficámos com vontade de lá voltar para uma experiência de inverno (costuma nevar por ali, e o cenário também deve ficar espetacular).


[Eu volto mais tarde, com a parte dos passeios que fizemos pela zona.]

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Vamos só ali e já voltamos


Não é que eu não me farte de passear pelo Porto (e como ainda tenho tanto por conhecer acabo por me sentir uma turista na maior parte do tempo) mas estou mesmo a precisar de uma escapadela, de dormir fora de casa em modo pseudo férias (que não são férias coisa nenhuma, serão apenas o feriado mais o fim-de-semana. e nem vamos agora relembrar o facto de na segunda-feira estar a trabalhar quando toda a Lisboa vai estar de papo para o ar que quase que se me dá uma coisinha má.). 
Ansiei tanto por estes três dias fora daqui...pois que venham eles, que eu estou mais do que preparada para os receber.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Homens, esses eternos fofinhos


Chego à sala toda vaidosa e pergunto:
- Gostas da minha camisa nova?
- Já não tinhas uma igual a essa?
Impressionante como conseguem ser tão desatentos para umas coisas e depois inventar, perdão, lembrar-se de semelhanças em outras que não lembram ao menino Jesus.


[ao que parece, há quem ache que uma camisa com riscas é mais do que suficiente na vida duma mulher - independentemente da cor, tamanho e feitio das riscas. pfffff.]

quarta-feira, 8 de junho de 2016

O Porto só me tem trazido coisas boas

Nos tempos que antecederam a minha vinda para o Porto, passei por alguns momentos menos bons, alguns dos quais fui partilhando por aqui com vocês. Tive muito medo de deixar toda a minha vida, da qual gostava tanto, para começar uma nova que não sabia como seria. Na altura recebi vários emails (e comentários) de leitoras do Porto a encorajar-me e a oferecer ajuda naquilo que eu precisasse e, acreditem, cada palavra de carinho que recebi de vocês encheu-me o coração. 
A mudança concretizou-se e voltei a trocar umas palavras com uma dessas pessoas (não vou identificá-la porque não lhe pedi autorização para isso, mas para efeitos deste post vamos chamá-la de C.) e, aproveitando que ela me tinha oferecido um café tempos antes, decidi "cobrá-lo". E lá fomos ontem, ao final da tarde.
Confesso que, apesar da vontade de conhecê-la ser grande, também tinha algum receio. Não de não gostar dela, porque pelo que ela já me tinha mostrado ia ser muito difícil isso acontecer, mas como sou uma pessoa tímida (principalmente com pessoas com as quais não tenho muita confiança) tinha receio de ficar sem assunto de conversa ou, sei lá, dar uma seca à rapariga. Mas bastou nos encontrarmos para os receios passarem todos. A C. é ainda mais simpática e querida ao vivo, levou-me a um sítio mesmo mesmo giro (o Miss Pavlova), a conversa fluiu naturalmente e foi muito bom passar aquele momento com ela.

Roubei a foto do site da Miss Pavlova, porque está bem mais bonita do que a que eu tirei. Esta foi a Pavlova que eu provei (com curd de maracujá e frutos silvestres) e era mesmo boa.


Despedi-me da C. com a promessa de nos voltarmos a encontrar, e mesmo feliz por ter tido a oportunidade de conhecer uma pessoa que me ajudou a gostar ainda mais desta cidade, e que, mais uma vez, me fez pensar no quão privilegiada eu sou por ter pessoas assim, genuinamente boas, a cruzarem o meu caminho.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Fui apresentada ao bairro inteiro da melhor forma possível

Andava a precisar de renovar a escova progressiva (para os menos entendidos, é um alisamento que dura uns meses) e decidi entrar num cabeleireiro que fica na minha rua. Pesquisei a página de Facebook deles antes de lá ir e confesso que tremi quando vi os cortes de cabelo masculinos que eles exibiam orgulhosamente por lá (desenhos manhosos, manhosos, mas lá que demonstram talento de quem os fez, isso não há como negar) mas entrei, falei com a cabeleireira, perguntei pela escova progressiva e ela gabou-ma com tanta segurança que eu lá decidi arriscar.
Passei lá tooooda a manhã de sábado (entrei às 8h45, saí às 13h15, entre tratamento e esperas), o que me permitiu ser apresentada a todo o bairro. Isto porquê? Porque este tratamento inclui a aplicação de um produto que, quando depois é passado o secador no cabelo, liberta algum fumo e, ainda por cima, com um cheiro bastante intenso. E para não estar a perturbar todas as pessoas dentro do cabeleireiro o que é que a cabeleireira decidiu fazer? 


Levou-me para a entrada do prédio onde fica o cabeleireiro, qual esplanada,e secou-me o cabelo ali. O que não seria assim tão mau se aquilo não fosse local de passagem para a padaria, café e mercearia de serviço, numa manhã de sábado, em que basicamente toooda a rua passou para ir a um daqueles estabelecimentos e, melhor ainda, como a cabeleireira conhece todo o bairro, toda a gente parava, no mínimo, para cumprimentá-la (e quando eu digo toda, é mesmo toda). E Gelatina Maria ali, de molas penduradas na cabeça, qual montra para a qual toda a gente olhava e mandava piadolas.
Mas a cena não ficou por ali, nada disso! Como poderia ter havido uma ou duas pessoas que tinham ficado em casa de manhã e não tinham assistido à cena, e as senhoras cabeleireiras acharam que aquela ideia que tinham tido de fazer a escova na rua era demasiado brilhante para ser partilhada apenas com cinquenta pessoas, giro giro era escarrapachá-la no Facebook. E então toca de tirar fotografias à Miss Gelatina, mais uma vez cheia de molas na cabeça (super sexy, portanto) de todos os ângulos.
A modos que no sábado passado não só fiquei a conhecer todo o meu bairro duma vez, como ainda o fiz em modo mega sensual.


[Mas, até ver, e retirando o facto de não poder prender o cabelo nem ir ao ginásio até 4a feira - e de isso serem tarefas que exigem de mim um sacrifício para lá de grande - até está a correr bem. Continuo com o cabelo todo e, a julgar pela lavagem que me fizeram ontem (mandaram-me voltar lá ontem outra vez), não há sombra de ondulações nesta cabeça]

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Do fim-de-semana

Ah, como eu gosto de fins-de-semana de Primavera! Aliás, gosto de fins-de-semana em qualquer altura do ano, mas os desta altura são do melhor que há. E só de pensar que daqui a quatro dias há fim-de-semana prolongado, que vai ser aproveitado em modo passeio, uma pessoa quase que esquece que é segunda-feira.
Uma parte do sábado foi passada em modo "deixa-me celebrar o facto de ter, finalmenteeeee, recebido o reembolso do IRS". Fui conhecer o Gaia Shopping e desgracei-me em grande entre a Zara e a Oysho. Sou cada vez mais fã das compras online mas, verdade seja dita, não há como ir à loja experimentar e trazer logo as coisas connosco para casa (e só as que ficam bem) (experimentei os calções e a camisa rosa de que vos falei neste post mas, com muita pena minha, ficam muito melhor às meninas do catálogo do que a mim. e aí está a vantagem de ir à loja, já não tive que andar com devoluções).


Já o almoço de ontem foi no BH Foz por sugestão de uma amiga que já conhecia o restaurante e que reparou que o The Fork estava a fazer uma promoção de 30% sobre a ementa, com exceção de bebidas (para quem quiser aproveitar, a promoção continua pelo menos até julho ao que parece). Pedi robalo grelhado com risotto de limão e cebolinho, ele pediu tamboril com arroz de camarão e para sobremesa eu pedi um fondue de chocolate branco com sorvete de framboesa e ele um creme brulée de cereja. Gostámos muito de tudo (e ficámos com muita vontade de voltar para provar o sushi, que tinha grande aspeto).


Depois entrámos em modo passeio. A temperatura estava maravilhosa, o dia estava lindo, e andámos a percorrer toda a zona da Foz a pé. Foi mesmo, mesmo bom.





sexta-feira, 3 de junho de 2016

Como se nunca tivesse ido embora


Hoje regressei a Lisboa, em trabalho. 
À hora de almoço, a minha colega mais querida de todas (tenho muitas que adoro, mas há uma que ainda é mais especial) confidenciava-me que quando faz 3 ou 4 dias que não venho cá a Lisboa tem a sensação que já não venho cá há um século, mas momentos depois de eu chegar a sensação é quase como se eu nunca me tivesse ido embora. E eu sinto exatamente o mesmo. Volta tudo tão rapidamente ao (tão bom) que era antes que quase que me esqueço que estas vivências já não são parte do meu dia-a-dia.
Já estou habituada à minha nova vida pelo Porto, mas estas vindas a Lisboa continuam a saber a mel.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Necessidades extremas na minha vida










Isto e uma cama para um dos quartos que continuam vazios lá em casa (esta sim, uma verdadeira necessidade, mas que me apetece quase tanto comprar como me apetece ser espancada). 
Segurem-me que isto não está fácil...

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Dois meses


Faz hoje dois meses que tive o meu último dia de trabalho em Lisboa (estando lá colocada). Faz hoje dois meses que disse adeus à rotina que caraterizou os últimos quatro anos da minha vida. E faz amanhã dois meses que agarrámos nas últimas tralhas e nos fizemos à estrada, para começar a trabalhar no Porto na segunda-feira seguinte.
No outro dia confidenciei uma coisa ao senhor meu namorado que agora vos confidencio também: custa-me verbalizar (ou escrever, no caso) isto, sinto-me quase uma traidora ao fazê-lo tão pouco tempo depois, mas tudo ponderado (e falando só mesmo naquilo que é extra trabalho, porque quanto a isso mudei para pior mas também não foi nada que não estivesse à espera porque já me tinham avisado ao que vinha) a verdade, por mais que me custe admitir, é que acho que gosto mais de viver no Porto do que em Lisboa.
A nossa casa está a ficar linda (e não teríamos conseguido uma casa igual em Lisboa por um preço que conseguíssemos pagar sem ir à falência), tenho o mar tão perto, tenho o ginásio ainda mais perto... Não está a ser tudo maravilhoso (não tivemos a maior sorte do mundo com a vizinhança, por exemplo) mas tudo ponderado está a correr bem. Muito bem até, diria eu.