sexta-feira, 10 de junho de 2016

Vamos só ali e já voltamos


Não é que eu não me farte de passear pelo Porto (e como ainda tenho tanto por conhecer acabo por me sentir uma turista na maior parte do tempo) mas estou mesmo a precisar de uma escapadela, de dormir fora de casa em modo pseudo férias (que não são férias coisa nenhuma, serão apenas o feriado mais o fim-de-semana. e nem vamos agora relembrar o facto de na segunda-feira estar a trabalhar quando toda a Lisboa vai estar de papo para o ar que quase que se me dá uma coisinha má.). 
Ansiei tanto por estes três dias fora daqui...pois que venham eles, que eu estou mais do que preparada para os receber.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Homens, esses eternos fofinhos


Chego à sala toda vaidosa e pergunto:
- Gostas da minha camisa nova?
- Já não tinhas uma igual a essa?
Impressionante como conseguem ser tão desatentos para umas coisas e depois inventar, perdão, lembrar-se de semelhanças em outras que não lembram ao menino Jesus.


[ao que parece, há quem ache que uma camisa com riscas é mais do que suficiente na vida duma mulher - independentemente da cor, tamanho e feitio das riscas. pfffff.]

quarta-feira, 8 de junho de 2016

O Porto só me tem trazido coisas boas

Nos tempos que antecederam a minha vinda para o Porto, passei por alguns momentos menos bons, alguns dos quais fui partilhando por aqui com vocês. Tive muito medo de deixar toda a minha vida, da qual gostava tanto, para começar uma nova que não sabia como seria. Na altura recebi vários emails (e comentários) de leitoras do Porto a encorajar-me e a oferecer ajuda naquilo que eu precisasse e, acreditem, cada palavra de carinho que recebi de vocês encheu-me o coração. 
A mudança concretizou-se e voltei a trocar umas palavras com uma dessas pessoas (não vou identificá-la porque não lhe pedi autorização para isso, mas para efeitos deste post vamos chamá-la de C.) e, aproveitando que ela me tinha oferecido um café tempos antes, decidi "cobrá-lo". E lá fomos ontem, ao final da tarde.
Confesso que, apesar da vontade de conhecê-la ser grande, também tinha algum receio. Não de não gostar dela, porque pelo que ela já me tinha mostrado ia ser muito difícil isso acontecer, mas como sou uma pessoa tímida (principalmente com pessoas com as quais não tenho muita confiança) tinha receio de ficar sem assunto de conversa ou, sei lá, dar uma seca à rapariga. Mas bastou nos encontrarmos para os receios passarem todos. A C. é ainda mais simpática e querida ao vivo, levou-me a um sítio mesmo mesmo giro (o Miss Pavlova), a conversa fluiu naturalmente e foi muito bom passar aquele momento com ela.

Roubei a foto do site da Miss Pavlova, porque está bem mais bonita do que a que eu tirei. Esta foi a Pavlova que eu provei (com curd de maracujá e frutos silvestres) e era mesmo boa.


Despedi-me da C. com a promessa de nos voltarmos a encontrar, e mesmo feliz por ter tido a oportunidade de conhecer uma pessoa que me ajudou a gostar ainda mais desta cidade, e que, mais uma vez, me fez pensar no quão privilegiada eu sou por ter pessoas assim, genuinamente boas, a cruzarem o meu caminho.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Fui apresentada ao bairro inteiro da melhor forma possível

Andava a precisar de renovar a escova progressiva (para os menos entendidos, é um alisamento que dura uns meses) e decidi entrar num cabeleireiro que fica na minha rua. Pesquisei a página de Facebook deles antes de lá ir e confesso que tremi quando vi os cortes de cabelo masculinos que eles exibiam orgulhosamente por lá (desenhos manhosos, manhosos, mas lá que demonstram talento de quem os fez, isso não há como negar) mas entrei, falei com a cabeleireira, perguntei pela escova progressiva e ela gabou-ma com tanta segurança que eu lá decidi arriscar.
Passei lá tooooda a manhã de sábado (entrei às 8h45, saí às 13h15, entre tratamento e esperas), o que me permitiu ser apresentada a todo o bairro. Isto porquê? Porque este tratamento inclui a aplicação de um produto que, quando depois é passado o secador no cabelo, liberta algum fumo e, ainda por cima, com um cheiro bastante intenso. E para não estar a perturbar todas as pessoas dentro do cabeleireiro o que é que a cabeleireira decidiu fazer? 


Levou-me para a entrada do prédio onde fica o cabeleireiro, qual esplanada,e secou-me o cabelo ali. O que não seria assim tão mau se aquilo não fosse local de passagem para a padaria, café e mercearia de serviço, numa manhã de sábado, em que basicamente toooda a rua passou para ir a um daqueles estabelecimentos e, melhor ainda, como a cabeleireira conhece todo o bairro, toda a gente parava, no mínimo, para cumprimentá-la (e quando eu digo toda, é mesmo toda). E Gelatina Maria ali, de molas penduradas na cabeça, qual montra para a qual toda a gente olhava e mandava piadolas.
Mas a cena não ficou por ali, nada disso! Como poderia ter havido uma ou duas pessoas que tinham ficado em casa de manhã e não tinham assistido à cena, e as senhoras cabeleireiras acharam que aquela ideia que tinham tido de fazer a escova na rua era demasiado brilhante para ser partilhada apenas com cinquenta pessoas, giro giro era escarrapachá-la no Facebook. E então toca de tirar fotografias à Miss Gelatina, mais uma vez cheia de molas na cabeça (super sexy, portanto) de todos os ângulos.
A modos que no sábado passado não só fiquei a conhecer todo o meu bairro duma vez, como ainda o fiz em modo mega sensual.


[Mas, até ver, e retirando o facto de não poder prender o cabelo nem ir ao ginásio até 4a feira - e de isso serem tarefas que exigem de mim um sacrifício para lá de grande - até está a correr bem. Continuo com o cabelo todo e, a julgar pela lavagem que me fizeram ontem (mandaram-me voltar lá ontem outra vez), não há sombra de ondulações nesta cabeça]

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Do fim-de-semana

Ah, como eu gosto de fins-de-semana de Primavera! Aliás, gosto de fins-de-semana em qualquer altura do ano, mas os desta altura são do melhor que há. E só de pensar que daqui a quatro dias há fim-de-semana prolongado, que vai ser aproveitado em modo passeio, uma pessoa quase que esquece que é segunda-feira.
Uma parte do sábado foi passada em modo "deixa-me celebrar o facto de ter, finalmenteeeee, recebido o reembolso do IRS". Fui conhecer o Gaia Shopping e desgracei-me em grande entre a Zara e a Oysho. Sou cada vez mais fã das compras online mas, verdade seja dita, não há como ir à loja experimentar e trazer logo as coisas connosco para casa (e só as que ficam bem) (experimentei os calções e a camisa rosa de que vos falei neste post mas, com muita pena minha, ficam muito melhor às meninas do catálogo do que a mim. e aí está a vantagem de ir à loja, já não tive que andar com devoluções).


Já o almoço de ontem foi no BH Foz por sugestão de uma amiga que já conhecia o restaurante e que reparou que o The Fork estava a fazer uma promoção de 30% sobre a ementa, com exceção de bebidas (para quem quiser aproveitar, a promoção continua pelo menos até julho ao que parece). Pedi robalo grelhado com risotto de limão e cebolinho, ele pediu tamboril com arroz de camarão e para sobremesa eu pedi um fondue de chocolate branco com sorvete de framboesa e ele um creme brulée de cereja. Gostámos muito de tudo (e ficámos com muita vontade de voltar para provar o sushi, que tinha grande aspeto).


Depois entrámos em modo passeio. A temperatura estava maravilhosa, o dia estava lindo, e andámos a percorrer toda a zona da Foz a pé. Foi mesmo, mesmo bom.





sexta-feira, 3 de junho de 2016

Como se nunca tivesse ido embora


Hoje regressei a Lisboa, em trabalho. 
À hora de almoço, a minha colega mais querida de todas (tenho muitas que adoro, mas há uma que ainda é mais especial) confidenciava-me que quando faz 3 ou 4 dias que não venho cá a Lisboa tem a sensação que já não venho cá há um século, mas momentos depois de eu chegar a sensação é quase como se eu nunca me tivesse ido embora. E eu sinto exatamente o mesmo. Volta tudo tão rapidamente ao (tão bom) que era antes que quase que me esqueço que estas vivências já não são parte do meu dia-a-dia.
Já estou habituada à minha nova vida pelo Porto, mas estas vindas a Lisboa continuam a saber a mel.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Necessidades extremas na minha vida










Isto e uma cama para um dos quartos que continuam vazios lá em casa (esta sim, uma verdadeira necessidade, mas que me apetece quase tanto comprar como me apetece ser espancada). 
Segurem-me que isto não está fácil...

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Dois meses


Faz hoje dois meses que tive o meu último dia de trabalho em Lisboa (estando lá colocada). Faz hoje dois meses que disse adeus à rotina que caraterizou os últimos quatro anos da minha vida. E faz amanhã dois meses que agarrámos nas últimas tralhas e nos fizemos à estrada, para começar a trabalhar no Porto na segunda-feira seguinte.
No outro dia confidenciei uma coisa ao senhor meu namorado que agora vos confidencio também: custa-me verbalizar (ou escrever, no caso) isto, sinto-me quase uma traidora ao fazê-lo tão pouco tempo depois, mas tudo ponderado (e falando só mesmo naquilo que é extra trabalho, porque quanto a isso mudei para pior mas também não foi nada que não estivesse à espera porque já me tinham avisado ao que vinha) a verdade, por mais que me custe admitir, é que acho que gosto mais de viver no Porto do que em Lisboa.
A nossa casa está a ficar linda (e não teríamos conseguido uma casa igual em Lisboa por um preço que conseguíssemos pagar sem ir à falência), tenho o mar tão perto, tenho o ginásio ainda mais perto... Não está a ser tudo maravilhoso (não tivemos a maior sorte do mundo com a vizinhança, por exemplo) mas tudo ponderado está a correr bem. Muito bem até, diria eu.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Nova avaliação física um mês depois

(and fatter)

E mais 1 quilo de massa gorda em cima. Pois é, ao que parece passar a vida no ginásio e nas pastelarias é capaz de não ser lá grande equilíbrio.
Apesar de eu me portar bem nas refeições principais e durante a semana em geral, ando a exagerar nos doces ao fim-de-semana (ok, para dizer a verdade, e nos feriados, e às vezes nas vésperas de fim-de-semana, e por aí adiante). Ah e tal, olha uns croissants que ainda não provámos. Ah e tal, já que vamos passear ali, já agora lanchamos um bolinho. Ah e tal, ouvi falar numa pastelaria muito boa mesmo aqui perto. Ah e tal, eu treino eu posso.
E pronto, um mês depois, a balança no ginásio mostrou mais 1,100 kg, sendo que 1 kg é de massa gorda (com o peso a mais posso eu bem, até porque estou longe de ter excesso, a parte de ser massa gorda é que já não tem tanta piada quando uma pessoa até anda a levantar pesos e fazer pela vida...ou esforçar-se, pelo menos).
Agora tenho um plano de treino de musculação para cumprir (a ver se o faço pelo menos duas vezes por semana) e indicação para evitar aulas de cardio (todas as que eu gosto, portanto) e focar em todas as que eu não aprecio (Pilates, Body Pump e afins). Pediram-me para seguir o plano à risca, para ver se resulta ou se é preciso ajustar.
Eu recuso-me a deixar de ir ao Zumba (mas também não acho que aquilo seja um cardio por aí além porque não sinto que me exija grande esforço físico) e não tenciono deixar de correr (apesar de não o fazer há um mês), mas prometo que vou dar o meu melhor e tentar ser tão feliz a meio de máquinas de musculação como sou a fazer Body Attack ou Zumba. E tentar fazer uma pausa nesta minha missão de experimentar todos os croissants (e confeitarias) do Porto (mas não prometo nada, hã?). Daqui a um mês digo-vos se o esforço compensou.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Fim-de-semana

Foi um fim-de-semana bem preenchido, com coisas boas e outras más.
Tive uma das piores viagens de carro da minha vida entre o Porto e Braga, no sábado de manhã, em que estava a ver quando é que ia desta para melhor a meio de tanta chuva e tão pouca visibilidade na autoestrada (foi tão, mas tão, tão mau!). Mas para compensar ingeri um milhão de calorias e fui ao teatro.

No sábado, antes de ir para Braga, fomos tomar o pequeno-almoço à Padaria Ribeiro. Gostámos muito do atendimento, da comida e do preço (continuo a ficar de boca aberta com o preço de certos sítios. síndrome de "pseudo" lisboeta). Ficaram por provar as dezenas de bolinhos, mas os croissants de chocolate, morninhos, estavam deliciosos (só lhes tirava uma pitada de sal da massa).

Já andava a desesperar por cerejas. Na manhã de ontem fomos ao supermercado e, finalmente, lá estavam elas. Comprei um quilo (por 8€, uma pechincha...cof cof) mas mal cheguei a casa e lhes ferrei o dente fiquei arrependida de não ter trazido mais dois quilos. Coisa mais deliciosa!

De tarde fomos ao Coliseu do Porto ver o Plaza Suite. A peça é composta por duas histórias completamente independentes uma da outra (como os atores são os mesmos nas duas, tive alguma dificuldade em perceber isso quando começou a segunda parte) e eu gostei imenso da primeira parte mas a segunda deixou um pouco a desejar (para além do que passei metade do tempo a tentar perceber se aquilo era suposto ser continuação da primeira, do género 20 anos mais tarde, ou não).
Confesso que fiquei desiludida com o Coliseu do Porto, estava à espera de um interior mais pomposo, mas tem um aspeto muito (demasiado) modesto.

Passeio de final de tarde.

E o meu cabelo, que no sábado levou umas valentes tesouradas e perdeu quase 1/3 do comprimento.

E ao lanche tivemos a nossa primeira grande desilusão no Porto: fomos à tão famosa Leitaria da Quinta do Paço pela primeira vez, e arrisco-me a dizer que foi também a última. 
Esperámos imenso para fazer o pedido, esperámos imenso para ser servidos (e eu até consigo tolerar isso quando recebo um pedido genuíno de desculpas e vejo um restaurante à pinha, mas não foi o caso) e, pasmem, não achei os bolos nada de especial. É verdade que não sou a maior fã de éclairs (não adoro chantily) mas provei o do senhor namorado e tive a sensação que já tinha provado a mesmíssima receita, na Madeira (para quem conhece, na Penha d'Águia) pelo que não pude achá-los propriamente uma especialidade por aí além. Eu pedi um bolo de chocolate (supostamente sem lactose) que vinha mal cortado e depois de duas dentadas começou a ficar muito enjoativo. 
Com tanta coisa boa que há pelo Porto, duvido mesmo que vamos dar uma segunda oportunidade a este sítio.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Feriado (e véspera) bons

Esta foi a segunda ponte este ano que não aproveitámos para tirar férias. Não gosto de tirar o dia para ficar em casa (sinto-me a desperdiçar dias preciosos) e como não planeámos nada de especial, lá decidimos que hoje íamos trabalhar.
Na quarta-feira, uma das colegas que começou a trabalhar no Porto na mesma altura que nós disse-nos que estava a pensar ir tomar um copo à noite, e perguntou se não queríamos ir também. Ora eu confesso que tudo o que implique sair de casa depois da hora de jantar nunca me entusiasma por aí além, saídas à noite então ainda menos, mas como era o segundo convite que ela fazia (e correndo o risco de ser o último, se voltássemos a dizer que não) e nós chegámos há pouco tempo e conhecemos poucas pessoas e sítios giros por aqui, lá dissemos que sim e ainda desafiámos outra colega (que é minha amiga e já cá está há mais tempo) e o respetivo para se juntarem a nós.
Ainda fui ao ginásio depois do trabalho e, depois de jantar, deitei-me no sofá, ainda com o fato de treino que vesti quando saí do ginásio, pus-me a brincar com o senhor namorado:
- Vou mandar mensagem às meninas a dizer que estava a gozar quando disse que íamos sair com elas, ok? Vá, ok, temos que fingir que somos fixes e gostamos destas coisas se queremos ter amigos aqui no Porto, não é? Então bora lá a isso.
E lá fomos. Andámos pela zona das galerias (queiram perdoar esta forasteira se não é assim que se costuma chamar ao sítio) e fomos a dois bares muito engraçados: a Casa do livro (o espaço é mesmo giro) e o Era uma vez em Paris. E foi uma noite super bem passada, entre muita conversa e gargalhada (quem sabe se é o Porto que me põe a gostar desta vida quase aos 30 anos?).
Já o feriado foi dedicado (finalmente!) a  fazer a nossa montagem de fotos na parede da sala (que está a coisa mais linda), tarefa que demorou mais tempo do que o previsto e nos estragou os planos para a tarde, pelo que quando acabámos limitámo-nos a ir lanchar à praia (que é programa que me sabe sempre tão bem).



quarta-feira, 25 de maio de 2016

Enquanto o caracinhas do reembolso do IRS tarda a chegar

Uma pessoa vai sonhando.


Calças Massimo Dutti

(e porque a minha roupa de ginásio nova merece umas sapatilhas à altura...)
Sapatilhas Nike

Carteira Lanidor (que combina tão bem com os conjuntinhos de verão)

[E depois lembra-se que ainda tem dois quartos por mobilar e acorda... mas ainda com vontade de cometer loucuras.] 

terça-feira, 24 de maio de 2016

É oficial, vim viver para o paraíso

Na semana passada, na véspera de ir a Lisboa, comentei com uma amiga que trabalha comigo que gostava de levar uns docinhos que deixasse o pessoal lá em baixo maravilhado. Ela levou-me à Confeitaria Nova Real, onde escolhi uma série de bolinhos em miniatura, e fui apresentada à marca Paupério, de bolachas e biscoitos. Comprei um pacotinho de biscoitos de milho, e outro de limão, e já estou a ver quando é que lá volto para provar todas as restantes. Que maravilha.






Se o norte não é o paraíso, deve andar bem lá perto =).

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Do fim-de-semana

O fim-de-semana começou em Lisboa e acabou no Porto, e foi tão bom.

No sábado aproveitei o pequeno-almoço para matar saudades duma amiga querida e do Choupana Caffé. Ainda tivemos esperança que o S. Pedro nos brindasse com um dia igual ao da véspera para podermos dar início à nossa época balnear, mas ele não estava para aí virado e, com os amigos todos fora de Lisboa, fizemo-nos à estrada de regresso.

No caminho decidimos parar na Mealhada para comer o belo do leitão. Não é propriamente a comida mais light do mundo, mas ahh como eu gosto daquilo! [não liguem à marca escura no meu top, sim? andei na garagem em Lisboa a arrumar o resto das tralhas que ainda lá tinha deixado, para trazer finalmente para cima e sujei-me]

No domingo voltámos à Tasquinha do Caco. Desta vez provei o hambúrguer de frango e, para sobremesa, um brownie que vinha quente e húmido, desfazia-se na boca e estava uma delícia. E como o dia estava lindo, decidimos ir conhecer os jardins do Palácio de Cristal.




sexta-feira, 20 de maio de 2016

Acabar a semana da melhor maneira


A trabalhar em Lisboa. E desta vez não vim sozinha. O senhor meu namorado veio comigo e só regressamos amanhã (e aproveitámos para fazer a grande viagem inaugural do nosso carro novo. já temos um carro de 5 lugares, já podemos dar boleia a pessoas, ieii!). 
Ele dizia que não gostava muito de Lisboa, e foi por ele que fomos para o Porto (não pelo Porto em si, mas porque era a única forma de, mantendo o mesmo trabalho, ficarmos mais perto da família dele que está em Braga) mas eu bem vi os olhos de felicidade dele quando nos estávamos a aproximar de Lisboa, depois de ter estado quase dois meses sem cá pôr os pés. Vai-se a ver e ainda vai descobrir que gosta disto tanto ou mais do que eu =).

[Pode parecer que não, mas eu estou feliz no Porto. E não, não queria voltar para Lisboa (mais não seja só de pensar na trabalheira que a mudança deu!). Mas não podia ter deixado passar aquele brilho nos olhos do senhor meu namorado sem me meter com ele e perguntar se já podemos voltar =).]