terça-feira, 19 de abril de 2016

Dramas da minha nova vida a norte do país


De cada vez que entro num café/pastelaria/confeitaria descubro um pão diferente a gritar "leva-me contigo", ou umas bolachinhas a piscar-me o olho, ou mais um croissant com grande aspeto a sorrir para mim, aos quais eu pura e simplesmente não consigo resistir. Não te decidas finalmente por um ginásio, Gelatina Maria, e é ver o teu corpinho a triplicar de tamanho em menos de três tempos (é hoje que me decido. tem que ser hoje!)


[a foto do post já tem mais de uma semana, mas hoje voltei a não resistir e trazer um pão diferente para casa - cujo nome já não  me recordo - para experimentar...]

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Diz que é dia de regressar

Esta minha estadia tão prolongada por Lisboa tão pouco tempo depois de me ter mudado para o Porto foi uma mera coincidência que não deverá voltar a acontecer em breve. Virei com alguma frequência, em trabalho, mas na maior parte das vezes não deverei ficar mais de um dia.
Esta semana teve muitas coisas boas: matei saudades de uma das minhas Marias, fui à corrida do Benfica, fui ao Peixe em Lisboa, fui à Scalabis Night Race e foi um espetáculo (é uma corrida à noite, em Santarém, que tem coisas como vinho no abastecimento ao 4º km, fogo de artifício no início e no fim da corrida, pampilhos - que é só dos meus doces preferidos de sempre - e tem, acima de tudo, um ambiente espetacular. está claramente no top 3 das minhas corridas favoritas), almocei com as minhas colegas/amigas, fui tomar uns copos ao final da tarde com amigos/colegas (e acho que me tornei oficialmente adulta porque quer me parecer que foi desta que me puseram a gostar de vinho) e ainda fui matar saudades das minhas corridas à beira rio.




Foi (praticamente) tudo muito bom, mas está na hora de voltar àquela que é agora a minha vida e, mais importante, aos braços do meu amor. Até já, Porto, vemo-nos ao fim do dia.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Nota mental para a posteridade


Não posso vir a Lisboa e ir trabalhar três dias seguidos. Um dia pode ser, dois no máximo, mas ao terceiro volta tudo à estaca zero, sinto-me como se nunca tivesse ido embora, e já só me apetece ligar ao homem e dizer que não espere por mim que já não volto. Mais uma ronda de despedidas...aguenta coração!


[ainda fico por Lisboa até segunda, mas vai ser em modo formação, longe do meu pessoal]


quarta-feira, 13 de abril de 2016

Memória de elefante, mas só para o que não interessa


Costumo dizer que o meu cérebro tem uma capacidade admirável de armazenar porcaria que não interessa, e lembra-se de se esquecer (passo a redundância) em três tempos de coisas verdadeiramente relevantes.
Músicas da Britney Spears, Spice Girls e Back Street Boys (e até dos Excesso, confesso) que ouvia no início da adolescência? Ainda as sei toooodas de cor (e não me refiro apenas aos grandes hits. nada disso, é mesmo os cds inteiros). Slogans publicitários das mais diversas empresas? É ouvir alguém a falar da empresa tal (acontece frequentemente  no trabalho) e o meu cérebro automaticamente começa a dizer o slogan delas (alguns dos quais ninguém se lembra, só mesmo eu).
Mas quando me quero lembrar dos pormenores dum processo que tratei há um mês atrás, ou dum livro que li há um ano...nicles, nada de nada, é todo um vazio mental que me deixa logo em pânico a pensar que é desta que vai ser diagnosticado o meu alzheimer precoce.
Querido cérebro, podias fazer uma seleção um pouco mais criteriosa...

terça-feira, 12 de abril de 2016

Como uma criança no primeiro dia de aulas


Eu sei que só passei uma semana no Porto (que me pareceu um mês ou mais), mas esta manhã no autocarro, enquanto me aproximava do meu edifício do trabalho em Lisboa para lá passar o dia, sentia-me uma criança no dia de regresso às aulas, em completo êxtase por ir rever os colegas e saber tudo o que se passou por cá nos últimos dias. 
Passei a semana passada sem derramar uma única lágrima, em paz comigo própria, mas quando me estava a aproximar do trabalho aqui em Lisboa fiquei tão emocionada que só me apetecia chorar. Foi preciso cá voltar para me aperceber da falta que isto me faz. É aqui que me sinto em casa. Mas isto com o tempo vai lá, prometo.


[mas se calhar ajudava não estar sempre a ir e vir, pelo menos no início. mas que eu gosto de cá vir...oh se gosto!]

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Fim-de-semana entre o Porto e Lisboa

Ainda não foi desta que passei o fim-de-semana inteiro pelo Porto (nem será ainda no próximo fim-de-semana, mas adiante). E, mais uma vez, foi um fim-de-semana que de monótono não teve nada. A manhã de sábado foi passada a comprar a nova mobília da nossa sala (que o senhor meu namorado já andou a montar depois de eu me ter vindo embora, e eu nem sei como vou aguentar com tanta curiosidade nos cinco dias que ainda me restam cá por Lisboa).
Quando soube que ia ter formação em Lisboa esta semana inteira, uma das primeiras coisas que me passou pela cabeça (triste mas verdade) foi "Já posso ir à corrida do Benfica!". Mal sabia eu no que me estava a meter. Mas lá apanhei o comboio no sábado, para fazer a corrida no domingo. Saí de casa no domingo debaixo de sol, cheguei à zona do Colombo e nem queria acreditar no que estava a ver: chuva e mais chuva, e vento para ajudar à festa. Propus aos 3 resistentes que foram comigo que desistíssemos ainda antes de começar (ainda por cima eu estava adoentada), mas a maioria preferiu ter fé no São Pedro e esperar. Não melhorou grande coisa até ao momento a partida, nem até mais de meia hora depois, mas nós fomos na mesma (só me dou com gente doida, é o que é).


Tenho que confessar que nem me apercebi do momento em que a chuva parou (o que quer dizer que não me estava a incomodar tanto quanto isso) e acabámos a corrida debaixo de sol, nem parecia o mesmo dia. Achei muito giro o ambiente da corrida e o facto de passarmos dentro do estádio da Luz, mas o percurso não é plano e tem estradas demasiado estreitas (em que era praticamente missão impossível ultrapassar alguém), e ainda por cima com o chão molhado tinha medo de escorregar, tudo isto conjugado valeu-me o meu pior tempo oficial de 10 km (pelo menos que eu me lembre): fiz praticamente 1 hora. Mas não, não me arrependi de ter ido (apesar de ter ficado pior da tosse que já tinha antes da corrida, mas adiante).
Acabei o dia na casa de uma amiga (uma das Marias) a lanchar e jantar, e foi tão bom.
Apesar dos percalços meteorológicos, foi um domingo mesmo bom.

sábado, 9 de abril de 2016

Mais uma semana, mais uma viagem


Estava eu ainda em Lisboa, num dos meus últimos dias de trabalho antes da mudança para o Porto, quando soube que naquela que seria a minha segunda semana de trabalho no Porto, teria uma formação a semana inteira em Lisboa. Foi uma coincidência, porque não tenho tantas formações quanto isso, mas na altura ajudou-me a encarar os últimos dias com mais serenidade. A minha colega da secretária do lado (a que mais falta me faz) até me disse "Vou fingir que vais uma semana de férias para o Porto e voltas" (entretanto esta semana "de férias" no Porto foi de tal forma cheia que sinto que já me mudei há uma eternidade).
Mas eis que passou a primeira semana no Porto e está na altura de voltar a Lisboa para matar saudades (e já que fico a semana toda, aproveitar e toca de ir a duas corridas, a do Benfica já no domingo e a de Santarém no próximo sábado).
Até já, minha querida Lisboa.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Desta minha nova rotina


Pudesse eu chegar ao trabalho, aqui no Porto, e ter à minha espera o edifício de Lisboa com as pessoas de Lisboa (mais uma vez quero frisar  que o problema não está nos colegas de cá, mas sim na ausência dos colegas de lá) e os meus colegas de sala e de corredor de Lisboa e estaria tudo perfeito. Adoro a minha nova casa (apesar de ainda ser um mero projeto daquilo que queremos que seja), adoro a zona onde ela está, adoro estar perto de confeitarias e todo o tipo de serviços e ainda ter um centro comercial por perto para poder ir ao cinema sem ter que atravessar metade da cidade, adoro poder escolher entre o mar ou o rio para companheiro das minhas corridas (ou até um mix dos dois), e adoro ter dois ginásios por perto (apesar de já ter visitado os dois, que não têm nada a ver um com o outro, e não me conseguir decidir por nenhum deles, damn it).
Mas depois vejo imagens de Lisboa nas redes sociais e apodera-se de mim uma sensação estranha (e egoísta). A de que já lá não estou para fazer parte de tudo aquilo. A de que estou a assistir, enquanto espetadora num lugar distante, ao dia-a-dia da minha cidade. A de que me fui embora mas a vida por lá continua estranhamente tal e qual ao que sempre foi (eu sei que isto não faz muito sentido, mas toda eu careço de algum sentido por regra, e nestes dias em particular ainda mais).
Como me dava especial jeito o dom da ubiquidade nestes dias...

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Reconhecimento da zona - parte II

Ontem cheguei a casa ao final da tarde toda entusiasmada para fazer a minha segunda corrida. Aproveitei uma das dicas que me deram aqui no blogue e segui em direção às praias de Gaia (e voltei para trás quando tinha pouco mais de meia hora, apesar de a vontade ser de continuar, mas não queria perder a luz do dia antes de chegar a casa).





A sensação de correr à beira-mar, com o cheiro a maresia, é maravilhosa. O rio como companhia também é bom, mas o mar...o mar é o mar e não há nada que o substitua.  Eu não tinha o privilégio de viver perto do mar desde que saí da Madeira há quase 12 anos, e enquanto percorria a zona em frente às praias só pensava "Sim, poder fazer isto ao final do dia compensa todos os minutos no trânsito ao início da manhã". 
Ainda nem o caminho para o trabalho decorei, não conheço praticamente nada do centro do Porto (e não devo conhecer tão cedo porque já tenho planos longe daqui para próximos dois fins-de-semana) mas estou maravilhada com as paisagens que tenho ao pé de casa. Estou mesmo.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Fui fazer o reconhecimento da zona


Ontem tinha por objetivo calçar as sapatilhas e fazer a minha primeira corrida pelo Porto. Cheguei a casa ainda de dia e lá desci a rua até encontrar o rio. Eu sabia que estava perto do Cais de Gaia, mas não tinha noção que era tão perto, e mal me apercebi disso toda eu era sorrisos de felicidade.
Não me pude entusiasmar muito porque não queria fazer a estrada de regresso a casa já de noite, pelo que atravessei a Ponte D. Luís e não passei da Praça da Ribeira (onde eu não ia para aí há seis anos), mas hoje devo conseguir despachar-me mais cedo e já estou a planear nova corridinha, desta vez mais longa. 
O Tejo que me perdoe (continuo a gostar muito dele), mas correr com esta vista é qualquer coisa difícil de igualar. Foi, sem dúvida, o melhor momento que tive desde que cá cheguei (e mal posso esperar pelo final do dia para repetir a dose).

terça-feira, 5 de abril de 2016

Então e o primeiro dia de trabalho no Porto?

O dia não começou da melhor forma. Chovia a potes e apanhámos uma fila jeitosa para entrar na ponte da Arrábida. A festa foi tal que até nos bateram na traseira do carro, numa subida (!) entre o pára arranca, mas não foi nada de mais e seguimos a nossa vida. 
No trabalho éramos seis colegas vindos de Lisboa (sendo um deles o senhor meu namorado), o que também tornou as coisas mais fáceis do que se eu lá chegasse sozinha. O edifício de Lisboa onde eu trabalhava (usar este tempo verbal é doloroso mas adiante) tinha 200 pessoas, enquanto que este tem uns 30 e tal colegas. Quase a mesma coisa, portanto. O ambiente parece-me ser mais familiar (é normal), fomos muito bem recebidos por todos, e tivemos direito a bolinhos de boas vindas e tudo.
Vantagens da minha nova sala? Apesar de não ter os melhores colegas do mundo (os novos que me perdoem mas os melhores continuam em Lisboa), tem uma paz a que eu não estou habituada (passei de uma sala de 11 pessoas para uma de 5), e que, há que confessar, dá jeito quando uma pessoa precisa de se concentrar. 


Depois do trabalho regressámos a Gaia e fui com o senhor namorado e uma amiga experimentar o ginásio Virgin Active. O que dizer da experiência? Muito interessante a nível sociológico. Não sei se eu esperava outra coisa por ser um ginásio todo xpto (ou se me tornei demasiado "lisboeta" nos últimos 11 anos e o pessoal lá por baixo é que é demasiado sério), mas a verdade é que não estava à espera  daquilo a que assisti. Eu e a minha amiga experimentámos uma aula de Zumba, e foi completamente diferente daquilo a que eu estou habituada. Imenso barulho no início (tenho a sensação que toda a gente se conhece ali dentro), gente a entrar e a sair a meio da aula, pessoas a se meter umas com as outras também a meio da aula (palmadas no rabo umas das outras inclusive), uma rapariga a fazer a aula de soutien normal (não me refiro aos de desporto, refiro-me àquele que usamos no dia-a-dia, de algodão), uma senhora que até para o palco saltou a meio duma coreografia (ao que parece, o professor não achou muita piada a esta parte), enfim, vi um pouco de tudo. Mas retirando estes pormenores a aula foi interessante e era capaz de me habituar àquilo (vou visitar outro ginásio esta semana e logo me decido).
Balanço do primeiro dia? Positivo =)!

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Crónicas de uma mudança concretizada #1


Chegámos ao Porto ao início da tarde de sábado. Entre arrumações (que ainda vão para aí a 50%), compras de supermercado e ida ao Ikea para comprar uma parte daquilo que precisamos para a casa nova, passou-se o resto do fim-de-semana.
Os assuntos para tratar e tralhas para arrumar são tantos, que desde que cheguei ainda não tive tempo para sequer refletir se estou triste ou contente (menos mal que ainda não tenho tempo para passear porque o senhor S. Pedro ainda não me mostrou muito mais que chuva). Estou cansada, isso estou, e muito. 
Assim que puder volto para vos contar do meu primeiro dia de trabalho na Invicta.

sábado, 2 de abril de 2016

O momento da verdade


Aqui que ninguém nos ouve, tenho que confessar que nesta última semana passaram-me pela cabeça todos os pensamentos e mais algum. Inclusive o de "Por que raio me deixei apaixonar por um nortenho há quatro anos atrás para agora ter que ir embora da minha Lisboa?". Mas isso são parvoíces que me passam pela cabeça nos cinco segundos de desespero que são seguidos de momentos de lucidez, em que até me volto a entusiasmar com esta mudança.
A hora chegou. Chegou o momento de te abandonar, minha querida Lisboa. Sem um adeus, como diz a música (que me foi enviada por uma pessoa muito especial que tenho a sorte de estar à minha espera no Porto). E sem esse adeus porque me recuso a fazê-lo. Hei-de voltar muitas e muitas vezes. Já como visitante (e é isso que me "mata", a ideia de ser tratada como alguém que deixará de pertencer a esta cidade), mas prometo continuar a amar-te da mesma forma. Minha querida Lisboa. 


E passo por ti
Condenada a sentir um vazio
Na hora de te abandonar
A lembrança de quem quer ficar
A cidade por descobrir
Um adeus, vou partir

Lisboa, és só tu e eu
Lisboa, és só tu e eu

Agarro-me a ti
Confrontando a saudade que sinto
A hora está-se a aproximar
As memórias de quem quer voltar
Um segredo que vou descobrir
O adeus, vou partir

Lisboa, és só tu e eu
Lisboa, és só tu e eu

E passo por ti
Condenada ao vazio
A ansia de querer voltar
O adeus que não te vou dizer

Lisboa, és só tu e eu
Lisboa, és só tu e eu

sexta-feira, 1 de abril de 2016

E quando achas que já acabou


Chegas à tua secretária esta manhã (o meu último dia de trabalho em Lisboa) e tens um calendário personalizado com fotos do teu pessoal, feito por (mais) uma pessoa muito especial. (ontem também tinha recebido uma moldura de três colegas/amigas do coração, no meio de tanta emoção esqueci-me de mencionar no post anterior).
Mais tarde, estava a contar a duas colegas que não estiveram presentes na minha festa surpresa o quão giro foi e o quão espetacular todos eles são por me terem feito uma despedida destas, e uma delas disse-me: "Sabe que as pessoas também têm o que merecem.". E, principalmente neste momento em que estou de coração cheio mas apertado, faz-me bem acreditar que sim :).

Vou-me embora de coração cheio

Ontem foi dia do meu almoço de despedida. Sou uma pessoa discreta (e tímida) que gosta pouco de ser o centro das atenções, pelo que fazer um almoço com toda a unidade onde trabalho, ou até com toda a divisão (uma parte mais restrita) não era uma ideia que me deixasse confortável. Decidi chamar a minha equipa, o meu grupo de corrida e o pessoal que partilha (partilhou, snif) sala comigo até hoje (alguns são coincidentes). Éramos 18 ao almoço e consegui portar-me como uma senhora, não chorei nem fiz nenhum tipo de cenas. Pagaram-me o almoço, uns fofos, e lá seguimos de volta para o trabalho.
A meio da tarde saí da sala para ter uma reunião. Voltei e o meu computador tinha sumido para parte incerta. Na minha secretária tinha um bilhete a dizer que um senhor da informática tinha ido buscá-lo, que eu não podia ficar com ele agora que vou para o Porto, que lá em cima me dariam outro. E mandavam-me ir a outra sala. 


Eu, que tenho um colega de sala que tem como principal hobbie fazer-me a vida negra (sempre na brincadeira) virei-me para ele e culpei-o da brincadeira. Fui para a sala onde me mandavam e tinha outro papel com um enigma que me levaria à próxima sala, e assim sucessivamente. Percebi logo que havia mais pessoas envolvidas, até porque as mensagens incluíam muita gente para ser coisa de uma pessoa só, e frases muito pessoais que só podiam ser da minha colega mais que tudo (que me vai fazer uma falta desgraçada).
Estava convencidíssima que a última pista me levaria só e apenas ao meu pc, juro, até ao momento em que entrei na sala de reuniões e tinha uma mesa posta com bolos e bebidas, e toda a minha Divisão à minha espera. Não é preciso dizer que perdi o pouco autocontrolo que me restava e desatei a chorar, pois não? Fui imediatamente "consolada" por uma série de abracinhos bons, e de muitas calorias doces.
Eu bem que estou sempre a dizer que tenho os melhores colegas do mundo. E tenho ou não tenho razão?