sexta-feira, 28 de junho de 2013

Féééééériassssss!



Chegou a hora de mostrar ao senhor namorado a ilha mais linda do mundo e arredores (e a comida mais saborosa), onde eu tive o prazer de nascer e viver os primeiros 17 anos da minha vida.

Durante 11 dias, vai ser dele (e não meu) o sotaque estranho ;) (se bem que acho que o meu está a chegar a um ponto que não é carne nem é peixe...).

segunda-feira, 24 de junho de 2013

12 meses depois



Faz hoje um ano que estou com o homem que me ensinou (entre muitas outras) o que é que é essa coisa de não serem precisas palavras, mas apenas um olhar, para uma pessoa se sentir amada. Que dei o primeiro passo neste caminho de recuperação de fé no amor. Que sou muito, muito feliz (antes era só feliz).

sábado, 22 de junho de 2013

É por estas e outras que eu acho que vou acabar os meus dias com Alzheimer



Ir ao supermercado, encher o cesto de compras, e voltar para casa sem aquilo cuja falta me fez decidir lá ir. Convenhamos que não é para qualquer um.

Se dúvidas existissem, é a prova de que fazer lista de compras para deixar em casa é capaz de não ser grande ajuda.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Sem comparação



Esta casa, sem a presença dele, é incrivelmente menos acolhedora.

Mas tendo em conta que fazemos um ano de namoro na segunda, e que daí a uma semana ele faz anos, vai-me dar jeito esta ausência.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Do(s) homem(ns) da minha vida



Ao jantar, eu falava do meu pai com um ar um tanto ou quanto babado (para não variar).
Senhor meu namorado, com um ar resignado, pergunta-me:
- O teu pai vai ser sempre o homem da tua vida, não vai?
Eu, como não gosto de mentir, disse-lhe só para não se preocupar que o meu coração é grande, cabem lá os dois à vontade.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Mas o que é que é isto, meu Deus?


Alguém que faça o favor de dizer a esta alminha que isto é pa-vo-ro-so, e que há uma coisa que se chama pinça e que faz milagres (e, na reportagem que deu hoje o telejornal, estava ainda pior. estava a ver quando é que me saltava um pedaço daquela "sobrancelha do meio"para fora do televisor!).

Eu estou longe de ser santa



Mas não suporto que se gozem de atitudes de pessoas que têm problemas mentais (ou dos vulgarmente chamados de "malucos").
A sério, com tanto parvalhão que há por aí por opção própria (e que se metem mesmo a jeito de serem mal falados), qual a necessidade de usar como alvo pessoas que têm tanta culpa de ter problemas mentais como de ter nascido?

Cuidado... mais não seja porque ninguém sabe o que lhe espera no futuro.

Roma - Dias 4 e 5



Museu Nacional Romano


Gelataria della Palma - 150 sabores! Demorei para aí 10 minutos a escolher os meus três (tartufo, iogurte com frutos do bosque e marcarpone nocciolato).


Fonte de Trevi by night

Villa Burghese

Quanto ao melhor da viagem, as fotos falam por si (para além de ter sido o realizar de um sonho do senhor meu namorado, que é fanático por história, principalmente pela Antiguidade Clássica).
Já quanto ao pior, só tenho mesmo a registar o calor (horrorosoooooo! é tão difícil passear debaixo de 30º e tal graus!) e o cansaço. Deus do céu que eu não me lembro da última vez na vida que tinha sentido tanto (mas tantooooo!) cansaço (o facto de, em três dos cinco dias, termos andado só a pé, ajudou bastante).

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Dos fenómenos cuja explicação a minha mente tem sérias dificuldades em alcançar

Quando um casal de turistas está ao pé dum monumento qualquer e pede a alguém que lhe tire uma fotografia, qual é a dificuldade em perceber que é suposto o dito monumento aparecer na fotografia?

(senhor namorado fez questão de escolher o smiley da cara dele...
e assim se faz um homem feliz! (brincadeirinha))

Ou será que eu precisava de ir a Roma para tirar uma foto com o meu namorado à frente de um pedaço de relva (não descurando o facto de ser relva que tem a honra de estar a poucos metros do Coliseu, atenção!)?

Roma - Dia 3


Vaticano

Museus do Vaticano (espectaculares!) - que aqui os hereges aproveitaram para visitar enquanto o Papa dava uma missa na Praça de S. Pedro (sim, porque duas horas debaixo de um sol horroroso de 30ºC a meio duma multidão é coisa que eu dispenso).

Castelo Sant'Angelo

Spaguetti com camarão, espargos e molho de tomate, mais uma vez do L'Archetto (mamma mia que era com cada prato de massa melhor que o outro!).

Este Coliseu é assim qualquer coisa de fenomenal. Não é fácil desviar o olhar depois de lhe pormos a vista em cima.

domingo, 16 de junho de 2013

Cada um tem o que merece



Um dia depois de regressar de Roma, depois de uma semana inteira a prometer todas as dietas e mais alguma para quando regressasse, eis que hoje achei que era boa ideia aproveitar uma embalagem de queijo philadélfia que tinha no frigorífico a passar do prazo e toca de fazer brownies com queijo philadélfia (que ainda por cima, apesar de bons, não ficaram com aspecto digno de levar o resto amanhã para o trabalho para me livrar daquela tentação do demónio cá em casa).
Depois queixa-te que tens o rabo maior de Lisboa e arredores...

A foto não é minha. Foi roubada algures pela Internet a alguém mais talentoso do que eu.

Roma - Dia 2

Coliseu por dentro

Coliseu por fora

Monte Palatino e Fórum Romano

Risotto de cogumelos

Diz que têm o melhor café/cappuccino de Roma. Eu não sou entendida em café, mas posso dizer que o cappuccino é muito bom. E já agora, no que toca ao mundo das pizzas, massas, gelados e café, tenho a dizer que só mesmo no que toca a este último é que sinto uma diferença gigante entre Portugal e Itália (os cappuccinos lá são mil vezes melhores que os nossos). Porque de resto nós já temos pizzarias e gelatarias que não são em nada piores que as de Itália.

sábado, 15 de junho de 2013

Roma - Dia 1



Panteão

Escadaria da Praça de Espanha


Spaguetti tartufo (do L'Archetto, que tem mais de 100 pratos diferentes de esparguete e - pelos menos os que provei - são maravilhosos)



sexta-feira, 14 de junho de 2013

Do fim do bem bom



Regressar é uma chatice, mas quando o melhor da viagem (a companhia) volta connosco a coisa torna-se bem mais fácil.
Chatice a sério vai ser segunda-feira, quando tiver que regressar ao trabalho. Aí sim, vou ficar cheia de vontade de voltar para Roma.

domingo, 9 de junho de 2013

Dos extremos



Inferno: A Feira do livro num domingo à tarde (experiência que, enquanto a memória não me falhar, não pretendo repetir).

Paraíso: Descobrir que tenho uma Padaria Portuguesa tão perto de casa (e que deu direito a lanche com chá, pão de deus e queijada...maravilha!).

E agora, com a vossa licença, vou fazer por manter o paraíso por uns dias e vou ali a Roma com o meu amor. Voltamos a "ver-nos" no final da semana, sim?

Leituras

Uma drama daqueles mesmo pesadões. Chegou ao ponto de me fazer dormir mal durante duas noites seguidas (grande erro lê-lo antes de ir para a cama, mas não conseguia parar!), tal é a violência (principalmente) emocional. É a história de uma rapariga nigeriana e de um casal inglês que se cruzam em circunstâncias absolutamente aterrorizantes, e de tudo o que se segue depois desse momento.
Apesar deste teor, o autor consegue, de forma genial, contrastar todo este drama com momentos cómicos.
O primeiro livro que li do Chris Cleave (mas não o último), e que vai para o meu top. Muito, muito bom (mas não aconselhável a almas sensíveis. depois não digam que não avisei!).

Este é um livro para o público juvenil pelo que eu, por iniciativa minha, não lhe tinha pegado. Mas uma colega quis emprestar-me e é tão pequeno que eu lá lhe peguei. E ainda bem.
Está tão bem escrito! E tem detalhes que tornam a narrativa especial. Para além do que é uma história sobre livros, pelo que só por isso já é difícil deixar uma pessoa como eu indiferente. Vale a pena!

Mais uma história triste (foca o tema da velhice) e muito bem escrita. Faz-me lembrar a escrita do Saramago (embora eu não seja a maior conhecedora do Nobel): abre-se o livro em qualquer página e não há travessões, não há pontos de interrogação, nem sequer letras maiúsculas. Achei deliciosa a forma como o autor falava da esposa falecida. 
Apesar de tudo, o livro não me prendeu da forma que eu esperava (talvez tivesse as expectativas demasiado elevadas).

Este livro gira em torno do conflito israelo-árabe nas décadas de 50 e 60. Não foi uma leitura fácil porque aborda temas com os quais não estou familiarizada (desde material nuclear a funcionamento e composição de navios e até termos relacionados com os israelitas e os árabes que eu nunca tinha ouvido e que não estão explicados - fedayin, kibutz, por exemplo - e é chato estar a interromper a leitura para ir à internet fazer pesquisas). O que fez com que eu não o tenha adorado. Mas mesmo assim é um bom livro.

sábado, 8 de junho de 2013

Dos Santos, e do início do "nós"



Foi na noite de Santo António, no ano passado que comecei a achar seriamente que aquilo que eu estava a sentir era correspondido. Foi na noite de São João que eu tive certeza.

E tão bom que é passear, nesta altura, por Alfama, muito perto de onde agora moramos os dois, agarradinha ao meu amor, com uma certeza e um sentimento ainda (e muito) maiores do que há um ano atrás.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Modo férias: on


E ai de quem me fale de impostos e afins nos próximos nove dias.

E não, não tem nada a ver com orçamentos retificativos e demais notícias tristes. Tem mesmo a ver com o facto de eu ter que levar com o assunto "impostos" todos os dias de semana das 9h às 17h30.

domingo, 2 de junho de 2013

Gelatina Maria perde a cabeça na Feira do Livro - Parte II (e espero que a última)


Acreditem ou não, tendo em conta tudo o que queria trazer, até me portei bem.

sábado, 1 de junho de 2013

Dos paraísos aqui tão perto

(foto roubada daqui. esqueci-me de levar a máquina fotográfica)

Foi no Portinho da Arrábida que demos o nosso primeiro passeio, há pouco mais de um ano (no dia em que fizemos o primeiro exame do estágio). Hoje foi a terceira vez que lá fomos juntos. E aquele lugar continua tão ou mais perfeito que na primeira vez. Que sítio LINDO!